Nilo Peçanha

Nilo Peçanha

Nilo Procópio Peçanha (2/10/1867-31/3/1924) nasce na cidade de Campos. Filho de agricultores, faz o 1º grau em sua terra natal e completa os estudos no Rio de Janeiro.

Forma-se em direito pela Faculdade de Direito do Recife, em 1887, e começa a carreira em Campos.

Interessado em política, engaja-se nas campanhas abolicionista e republicana no mesmo ano e, em 1890, é eleito deputado constituinte.

Em 1903 elege-se presidente do estado do Rio de Janeiro.

Participa como vice-presidente da chapa de Afonso Pena em 1906.

Assume a Presidência aos 41 anos. Seu governo, de apenas um ano e três meses, é marcado pela disputa sucessória entre São Paulo e Minas Gerais.

A oligarquia paulista lança Rui Barbosa para suceder Peçanha, em aliança com a Bahia.

Minas, aliada com o Rio Grande do sul, apóia o marechal Hermes da Fonseca. Em seu governo, restaura o Ministério da Agricultura, Indústria e Comércio e incentiva a policultura, com o objetivo de diminuir a dependência econômica do país.

Preocupado com o extermínio de índios, e pensando em sua integração e participação, cria em 1910 o Serviço de Proteção ao Índio, sob a direção de Cândido Rondon.

Trata de administrar a questão sucessória com o lema Paz e Amor.

conclui o mandato em 1910, substituído por Hermes da Fonseca.

Volta a disputar as eleições para a Presidência em 1921, como candidato da chapa Reação Republicana, de oposição às oligarquias estaduais, mas é derrotado.

Morre no Rio de Janeiro.

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