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A escultura o Senhor Morto ou Cristo Morto, ilustrada na foto abaixo, mostra com perfeição as articulações usada na escultura das obras jesuítico-guarani. O braço, parece possível retirá-lo ou colocá-lo quando quisermos. Isso nos mostra a impressão de movimento, conforme já discutido em texto anterior, sendo uma das características da arte barroca e, conseqüentemente, da escultura missioneira. Tais articulações eram utilizadas especialmente, nas procissões, e nas representações dramáticas. Havia, sem dúvida, alguma coisa de fascinante na pedagogia jesuíta: os índios deixavam-se conquistar pelo visual das cerimônias, danças religiosas, festas e outras manifestações coletivas, organizadas pelos padres.
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É uma das mais preciosas figuras do acervo missioneiro da Igreja Matriz. Suscita a atenção, a placidez do semblante, a contrastar vivamente com a cabeleira. A barba cuidada, o relativo silêncio visual da fronte favorecem a atmosfera mortal do sepultamento de Cristo. Os lábios, porém, estão na iminência de desabotoarem para o anúncio da vitória sobre a morte. |