Sobre a Nona Pesquisa “Assessoria Popular” em Mariana


Pesquisa quantitativa, com plano amostral, aplicada nos dias 02 e 03 de abril de 2003. A população foi segregada, para efeito de composição da amostra, em faixas etárias, razão de sexo e setorização na distribuição dos questionários.

Os dados da população para a qualificação da amostra foram extraídos do minicenso (contagem), do IBGE, de 1996.

Área de aplicação:

Município de Mariana - sua sede e os seguintes distritos:

Bandeirantes, Cachoeira do Brumado, Camargos, Cláudio Manoel, Furquim, Mariana, Monsenhor Horta, Padre Viegas, Passagem de Mariana, Santa Rita Durão.

Intervalo de Confiança: 95%; margem de erro: 5%.

Número de questionários aplicados: 379.

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Sexo

Freqüência

Percentual

Masculino

191

50,4

Feminino

188

49,6

Total

379

100,0

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Idade

Freqüência

Percentual

15 a 19 anos

72

19,0

20 a 24 anos

41

10,8

25 a 34 anos

98

25,9

35 a 44 anos

72

19,0

45 a 59 anos

58

15,3

60 anos ou mais

38

10,0

Total

379

100,0

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Grupo de idade

Freqüência

Percentual

15 a 24 anos

113

29,8

25 a 34 anos

98

25,9

35 anos ou mais

168

44,3

Total

379

100,0

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Instrução

Freqüência

Percentual

Analfabeto / sem instrução

70

18,5

Primário completo

133

35,1

1º grau completo

88

23,2

2º grau completo

75

19,8

Superior completo

13

3,4

Total

379

100,0

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Grupo de instrução

Freqüência

Percentual

Até 1º grau incompleto

203

53,6

De 1º grau a 2º grau incompleto

88

23,2

De 2º grau completo até Superior completo

88

23,2

Total

379

100,0

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Renda familiar

Freqüência

Percentual

Até R$ 200,00

85

22,4

De R$ 200,01 a R$ 600,00

165

43,5

De R$ 600,01 a R$ 1.000,00

57

15,0

De R$ 1.000,01 a R$ 2.000,00

42

11,1

De R$ 2.000,01 a R$ 4.000,00

7

1,8

Mais de R$ 4.000,00

5

1,3

NS/NR

18

4,7

Total

379

100,0

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Grupo de renda familiar

Freqüência

Percentual

Até 1 S. M.

85

23,5

De 2 a 3 S. M.

165

45,7

De 3 a 5 S. M.

57

15,8

Mais de 5 S. M.

54

15,0

Total

361

100,0

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Ocupação

Freqüência

Percentual

Empregado

75

19,8

Empregador

3

0,8

Autônomo

46

12,1

Dona de casa

60

15,8

Aposentado

43

11,3

Estudante

51

13,5

Desempregado

43

11,3

Funcionário público

23

6,1

Profissional liberal

10

2,6

Pensionista

8

2,1

Lavrador

9

2,4

Outros

8

2,1

Total

379

100,0

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Grupo de ocupação

Freqüência

Percentual

Ocupação com renda própria

217

58,5

Ocupação sem renda própria

154

41,5

Total

371

100,0

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Tem telefone fixo em casa?

Freqüência

Percentual

Sim

209

55,1

Não

169

44,6

NS/NR

1

0,3

Total

379

100,0

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Maior problema do Brasil

Freqüência

Percentual

Desemprego

160

42,2

Fome / pobreza

64

16,9

Violência

56

14,8

Outros

48

12,7

Educação

10

2,6

Muitos

10

2,6

Saúde

7

1,8

NS/NR

7

1,8

Política/políticos

6

1,6

Administração/governante

6

1,6

Corrupção

5

1,3

Total

100,0

44,1


Conforme tabela acima correspondente ao maior problema do Brasil, a moda é o desemprego, correspondendo à 42,2% dos entrevistados. A fome/pobreza corresponde a 16,9%, vindo logo em seguida a violência 14,8% e demais problemas correspondendo a 21.7%. 2,6% apontaram que existem muitos problemas no país e 1,8% não sabem ou não opinaram.

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Maior problema de Minas Gerais

Freqüência

Percentual

Desemprego

154

40,6

Violência

51

13,5

Fome / pobreza

42

11,1

Outros

37

9,8

Saúde

24

6,3

NS/NR

21

5,5

Educação

18

4,7

Corrupção

10

2,6

Muitos

9

2,4

Administração/governante

9

2,4

Política/políticos

4

1,1

Total

100,0

44,1


O desemprego aparece também como a moda no que se refere ao maior problema de Minas Gerais. De acordo com a tabela acima a violência aparece em segundo lugar com 13.5% dos casos, e fome/pobreza é apontado por 11.1% dos entrevistados como o maior problema do estado. Os demais problemas correspondem a 26.9% dos respondentes, enquanto 2.4% responderam que são muitos os problemas do estado e 5.5% dos entrevistados não souberam ou não responderam.

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Maior problema de Minas Gerais

Freqüência

Percentual

Desemprego

154

40,6

Violência

51

13,5

Fome / pobreza

42

11,1

Outros

37

9,8

Saúde

24

6,3

NS/NR

21

5,5

Educação

18

4,7

Corrupção

10

2,6

Muitos

9

2,4

Administração/governante

9

2,4

Política/políticos

4

1,1

Total

100,0

44,1


O desemprego aparece também como a moda no que se refere ao maior problema de Minas Gerais. De acordo com a tabela acima a violência aparece em segundo lugar com 13.5% dos casos, e fome/pobreza é apontado por 11.1% dos entrevistados como o maior problema do estado. Os demais problemas correspondem a 26.9% dos respondentes, enquanto 2.4% responderam que são muitos os problemas do estado e 5.5% dos entrevistados não souberam ou não responderam.

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Maior problema de Mariana

Percentual

Percentual

Desemprego

131

34,6

Violência

78

20,6

Outros

48

12,7

NS/NR

24

6,3

Administração/governante

21

5,5

Saúde

20

5,3

Política/políticos

16

4,2

Fome / pobreza

13

3,4

Água

11

2,9

Muitos

11

2,9

Educação

4

1,1

Corrupção

2

0,5

Total

379

100,0


No que se refere ao maior problema de Mariana, a maioria dos entrevistados se dividiram entre o desemprego e a violência, sendo a moda, assim como o maior problema do Brasil e de Minas Gerais, o desemprego com 34.6% das respostas. A violência corresponde como o maior problema da cidade para 20.6% dos entrevistados. Para 35.6% dos respondentes se dividiram entre outras opções, 2.9 apontaram que são muitos os problemas e 6.3% não souberam ou não responderam.

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Avaliação do Governo Lula

Percentual

Percentual

Péssimo

12

3,2

Ruim

16

4,2

Regular

88

23,2

Bom

204

53,8

Ótimo

17

4,5

NS/NR

42

11,1

Total

379

100,0


No que se refere a avaliação do governo do presidente Lula, a maioria dos entrevistados aprovam seu governo, sendo que 53.8% avaliam como bom e 4.5% como ótimo. Apenas 7.4% dos respondentes desaprovam o governo Lula, sendo que 3.2 responderam péssimo e 4.2% avaliam como ruim. 23.2% acham o governo regular e 11.1% não sabem ou não responderam.

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Avaliação do Governo do Aécio Neves

Percentual

Percentual

Péssimo

21

5,5

Ruim

26

6,9

Regular

70

18,5

Bom

179

47,2

Ótimo

9

2,4

NS/NR

74

19,5

Total

379

100,0


Conforme a tabela acima correspondente à avaliação do governo Aécio Neves, a moda é a aprovação do seu governo, sendo que 47.2% acham seu governo bom e 2.4% acham ótimo. 12.4% dos respondentes desaprovam o governo Aécio, sendo 5.5% avaliando como péssimo e 6.9% como ruim. A opção regular corresponde a 18.5% das respostas, 19.5% não souberam ou não quiseram responder.

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Avaliação do Governo do Celso Cota

Percentual

Percentual

Péssimo

32

8,4

Ruim

33

8,7

Regular

58

15,3

Bom

205

54,1

Ótimo

45

11,9

NS/NR

6

1,6

Total

379

100,0


Conforme tabela acima, a maioria dos entrevistados aprovam o governo do prefeito Celso Cota, sendo que 54.1% avaliam como bom e 11.9% como ótimo. Os que não aprovam correspondem a 17.1% dos respondentes, sendo 8.4% correspondente a péssimo e 8.7% a ruim. 15.3% dos entrevistados acham o governo Celso regular e 1.6% não souberam ou não opinaram.

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Avaliação da Câmara de Vereadores de Mariana

Percentual

Percentual

Péssimo

90

23,7

Ruim

81

21,4

Regular

47

12,4

Bom

101

26,6

Ótimo

12

3,2

NS/NR

48

12,7

Total

379

100,0


No que se refere a avaliação da Câmara de Vereadores de Mariana, conforme tabela acima 45.1% dos entrevistados reprovaram sua atuação, sendo que 23.7% a avaliam como péssima, 21.4% como ruim. Os que aprovaram a atuação da Câmara correspondem a 29.9% dos respondentes, sendo que 26.6% avaliaram sua atuação como boa e 3.2% como ótima. Ainda 12.4% dos entrevistados avaliaram como regular o desempenho da Câmara e 12.7% não souberam ou não quiseram opinar.

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Avaliação do ensino em Mariana

Percentual

Percentual

Péssimo

11

2,9

Ruim

33

8,7

Regular

64

16,9

Bom

231

60,9

Ótimo

33

8,7

NS/NR

7

1,8

Total

379

100,0


De acordo com a tabela acima, no que se refere a avaliação do ensino em Mariana, a maioria dos entrevistados avaliaram como bom ou ótimo, sendo que 60.9% responderam como bom e 8.7% como ótimo. Já 11.6% dos respondentes reprovaram o ensino em Mariana, sendo que 8.7% avaliaram como ruim e 2.9% como péssimo. Ainda 16.9% dos entrevistados responderam como regular o ensino em Mariana e 1.8% não souberam ou não quiseram opinar.

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Como melhorar o ensino em Mariana

Percentual

Percentual

Qualificar os professores

76

20,1

Cobrar mais dedicação dos professores

33

8,7

Dar mais assistência aos alunos

91

24,0

Melhorar a administração escolar

141

37,2

Outras

20

5,3

NS/NR

18

4,7

Total

379

100,0


Ainda sobre o ensino em Mariana, quando foi perguntado o que deveria ser feito para melhorar sua qualidade, conforme tabela acima, a moda foi melhorar a administração escolar, com 37.2%; já 24% dos entrevistados responderam ser necessário dar mais assistência aos alunos; 20.1% responderam que é preciso qualificar os professores; 8.7% dos respondentes já acham que é preciso cobrar mais dedicação dos professores. Responderam outras alternativa 5.3% dos entrevistados, 4.7% não souberam ou não quiseram opinar.

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Porque houve enchentes em Mariana

Percentual

Percentual

Porque choveu demais

208

54,9

Porque a prefeitura não fez nada para enfrentar as cheias

107

28,2

As duas anteriores

43

11,3

Outras respostas

21

5,5

Total

379

100,0


De acordo com a tabela acima sobre as últimas enchentes ocorridas na cidade de Mariana, a maioria dos entrevistados responderam que elas ocorreram por que choveu demais, correspondendo a 54.9% do total dos respondentes. Já 28.2% responderam que as cheias ocorreram por que prefeitura não fez nada para enfrentá-las; 11.3% acham ser as duas opções anteriores responsáveis pelas cheias. Entre 5.5% dos entrevistados, foram outros os motivos da enchente.

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Conhece alguém que foi prejudicado pelas enchentes?

Freqüência

Percentual

Sim

257

67,8

Não

121

31,9

NS/NR

1

0,3

Total

379

100,0


Conforme tabela acima, a maioria dos entrevistados conhecem alguém que foi prejudicado pelas enchentes, correspondendo a 67.8% enquanto 31.9% responderam não conhecer ninguém que sofreu prejuízo com as cheias. Não souberam ou não opinaram 0.3% dos respondentes.

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Avaliação da prefeitura em relação às pessoas atingidas pelas enchentes?

Freqüência

Percentual

Ajudou muito

135

52,5

Ajudou pouco

93

36,2

Não ajudou em nada

18

7,0

NS/NR

11

4,3

Total

257

100,0


Conforme tabela acima referente a “Avaliação da Prefeitura com relação às pessoas atingidas pelas enchentes”, a maioria dos entrevistados responderam que a prefeitura “ajudou muito” os atingidos pelas cheias, o que corresponde a 52.5% do total; para 36.2% dos respondentes a prefeitura “ajudou pouco” os atingidos pelas enchentes em Mariana; ainda para a minoria de 7% dos entrevistados, a prefeitura “ajudou pouco” os atingidos pelas cheias. Finalmente 4.3% do total da amostra não souberam ou não quiseram opinar.

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Avaliação da Guarda Municipal de Mariana

Percentual

Percentual

Péssimo

21

5,5

Ruim

15

4,0

Regular

22

5,8

Bom

245

64,6

Ótimo

64

16,9

NS/NR

12

3,2

Total

379

100,0


No que se refere a “Avaliação da Guarda Municipal de Mariana” (tabela acima), a maioria dos entrevistados aprovam sua atuação no município, ou seja, 80.5% responderam “bom ou ótimo”, sendo 64.6% “bom” e 16.9% de “ótimo”. Apenas 9.5% dos entrevistados reprovam a Guarda Municipal, sendo que 4% dos respondentes responderam a atuação como “ruim” e 5.5% como “péssimo”. Ainda 5.8% avaliam a Guarda Municipal como “regular” e 3.2% não souberam ou não opinaram.

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A presença da Guarda Municipal fez a violência aumentar ou diminuir em Mariana?

Freqüência

Percentual

Diminuir

279

73,6

Ficar igual

74

19,5

Aumentar

25

6,6

NS/NR

1

0,3

Total

379

100,0


De acordo com os entrevistados, conforme tabela acima, a grande maioria acha que a presença da Guarda Municipal fez a violência diminuir em Mariana, correspondendo a 73.6% das pessoas abordadas, para 19.5% dos respondentes, a presença da Guarda manteve a violência no mesmo nível. Já para 6.6% dos entrevistados a violência aumentou após a criação da Guarda, ainda 0.3% não souberam ou não opinaram.

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Os Estados Unidos estão certos em fazer guerra contra o Iraque

Freqüência

Percentual

Sim

18

4,7

Não

346

91,3

NS/NR

15

4,0

Total

379

100,0


De acordo com a tabela acima, a grande maioria dos entrevistados responderam que os Estados Unidos estão errados em fazer a guerra contra o Iraque correspondendo a 91.3% das pessoas abordadas, enquanto apenas 4.7% acham certo o ataque americano. Não souberam ou não quiseram opinar o correspondente a 4% dos entrevistados.

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Acha que a guerra vai prejudicar o Brasil

Freqüência

Percentual

Prejudicar muito

220

58,0

Prejudicar pouco

119

31,4

Não vai prejudicar

23

6,1

NS/NR

17

4,5

Total

379

100,0


Quando foi perguntado se a guerra no Iraque prejudicará o Brasil, a maioria respondeu que o ataque vai prejudicar em muito o país, correspondendo a 58% dos entrevistados (tabela acima); para 31.4% dos respondentes, a guerra vai prejudicar pouco o país e apenas 6.1% responderam que o ataque não vai prejudicar em nada o Brasil; não souberam ou não opinaram o correspondente a 4.5% dos entrevistados.

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Avaliação do Carnaval em Mariana

Percentual

Percentual

Péssimo

14

3,7

Ruim

16

4,2

Regular

16

4,2

Bom

168

44,3

Ótimo

79

20,8

NS/NR

86

22,7

Total

379

100,0


No que se refere a avaliação do carnaval em Mariana, a maioria dos entrevistados aprovaram a festa, sendo que 44.3% avaliaram como bom e 20.8% como ótimo. Dos 7.9% que reprovaram o carnaval da cidade, 4.2% avaliaram com ruim e 3.7% como péssimo. Ainda 4.2% responderam que o carnaval foi regular e 22.7% não souberam ou não quiseram opinar.

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Avaliação do Governo Lula por sexo

Sexo

Masculino

Feminino

Freqüência

Percentual

Freqüência

Percentual

Péssimo

5

2,6

7

3,7

Ruim

11

5,8

5

2,7

Regular

48

25,1

40

21,3

Bom

100

52,4

104

55,3

Ótimo

8

4,2

9

4,8

NS/NR

19

9,9

23

12,2

Total

191

50,4

188

49,6


De acordo com o cruzamento entre avaliação do governo Lula com o sexo dos entrevistados, nota-se uma pequena tendência de maior aprovação entre as mulheres (61.1% contra 56.6% dos homens) que avaliam seu governo como bom ou ótimo, porém esta diferença fica dentro da margem de erro de cinco pontos percentuais. Entre os que reprovam o governo Lula, percebe-se uma tendência de maior reprovação entre os homens (8.4% avaliaram como ruim ou péssimo) do que entre as mulheres (6.4% avaliaram como ruim ou péssimo), ficando também dentro da margem de erro.

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Avaliação do Governo Lula por grupo de instrução

Grupo de Instrução

Até 1º grau completo

De 1º grau a 2º grau incompleto

De 2º grau completo a Superior completo

Freqüência

%

Freqüência

%

Freqüência

%

Péssimo

10

4,9

0

0,0

2

2,3

Ruim

12

5,9

3

3,4

1

1,1

Regular

56

27,6

17

19,3

15

17,0

Bom

94

46,3

57

64,8

53

60,2

Ótimo

9

4,4

4

4,5

4

4,5

NS/NR

22

10,8

7

8,0

13

14,8

Total

203

53,6

88

23,2

88

23,2


No cruzamento entre avaliação do governo Lula por grau de instrução percebe-se uma maior tendência de reprovação entre as populações de menor nível de instrução (10.8% dos que fizeram até o primeiro grau incompleto avaliam o governo Lula ruim ou péssimo, contra 3.4% de cada um dos dois outros agrupamentos).

Entre os que aprovam o governo Lula, as populações com menor grau de instrução ficaram abaixo da média de aprovação de 58.3%, correspondendo a 50.7% dos que tem até primeiro grau incompleto enquanto as faixas mais elevadas ficaram acima da média (69.3% entre os que fizeram entre primeiro grau completo e segundo incompleto e 64.7% entre os que tem segundo grau completo para cima). Neste cruzamento nota-se correlação entre avaliação do governo Lula com grau de instrução.

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Avaliação do Governo Lula por grupo de renda

Grupo de Renda

Até 1 S. M.

De 2 a 3 S. M.

De 3 a 5 S. M.

Mais de 5 S. M.

Freq.

%

Freq.

%

Freq.

%

Freq.

%

Péssimo

4

4,7

7

4,2

0

0,0

1

1,9

Ruim

6

7,1

6

3,6

1

1,8

3

5,6

Regular

25

29,4

42

25,5

11

19,3

6

11,1

Bom

43

50,6

82

49,7

39

68,4

31

57,4

Ótimo

2

2,4

10

6,1

0

0,0

4

7,4

NS/NR

5

5,9

18

10,9

6

10,5

9

16,7

Total

85

23,5

165

45,7

57

15,8

54

15,0


Conforme o cruzamento “Avaliação do Governo Lula por Grupo de Renda”, percebe-se uma maior tendência de aprovação de seu governo entre as camadas de mais alta renda de Mariana, já que enquanto a média geral de aprovação foi de 58.3%, aqueles que ganham entre 3 e 5 salários mínimos, 68.4% avaliam seu governo como bom ou ótimo; entre aqueles que ganham acima de 5 salários 64.8% avaliam seu governo como bom ou ótimo. Entretanto os que ganham até um salário mínimo, 53% avaliam seu governo como positivo (bom ou ótimo) e, entre os que ganham 2 ou 3 salários, 55.8% responderam bom ou ótimo.

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Avaliação do Governo Aécio Neves por sexo

Sexo

Masculino

Feminino

Freqüência

Percentual

Freqüência

Percentual

Péssimo

12

6,3

9

4,8

Ruim

14

7,3

12

6,4

Regular

36

18,8

34

18,1

Bom

96

50,3

83

44,1

Ótimo

4

2,1

5

2,7

NS/NR

29

15,2

45

23,9

Total

191

50,4

188

49,6


No cruzamento “Avaliação do Governo Aécio por Sexo”, nota-se que há uma maior tendência de aprovação entre os homens do que entre as mulheres (49.6% de bom ou ótimo contra 46.8% - tabela acima). Entretanto, entre os que reprovam o governo Aécio, percebe-se um índice de reprovação maior entre os homens (13.6% de ruim ou péssimo contra 11.2% entre as mulheres).

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Avaliação do Governo Aécio Neves por grupo de instrução

Grupo de Instrução

Até 1º grau completo

De 1º grau a 2º grau incompleto

De 2º grau completo a Superior completo

Freqüência

%

Freqüência

%

Freqüência

%

Péssimo

12

5,9

5

5,7

4

4,5

Ruim

12

5,9

10

11,4

4

4,5

Regular

39

19,2

16

18,2

15

17,0

Bom

87

42,9

44

50,0

48

54,5

Ótimo

6

3,0

1

1,1

2

2,3

NS/NR

47

23,2

12

13,6

15

17,0

Total

203

53,6

88

23,2

88

23,2


No cruzamento “Avaliação de Aécio por Grupo de Instrução”, há uma tendência de maior aprovação entre os grupos com maior grau de instrução, pois enquanto a média geral é de 49.6% os que avaliam o governo Aécio entre bom ou ótimo, entre os que tem do segundo grau completo até o superior completo é de 56.8%, o que passa da margem de erro de cinco pontos percentuais. Já entre aqueles que reprovam o governo Aécio, enquanto a média é de 12.4%, os que responderam ruim ou péssimo, há uma tendência de maior reprovação dentro do grupo daqueles que têm do primeiro grau completo até o segundo incompleto, o que corresponde a 17.1%, portanto acima da margem de erro.

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Avaliação do Governo Aécio Neves por grupo de renda

Grupo de Renda

Até 1 S. M.

De 2 a 3 S. M.

De 3 a 5 S. M.

Mais de 5 S. M.

Freq.

%

Freq.

%

Freq.

%

Freq.

%

Péssimo

8

9,4

5

3,0

5

8,8

3

5,6

Ruim

3

3,5

8

4,8

4

7,0

8

14,8

Regular

14

16,5

34

20,6

12

21,1

8

14,8

Bom

40

47,1

78

47,3

32

56,1

22

40,7

Ótimo

2

2,4

4

2,4

1

1,8

2

3,7

NS/NR

18

21,2

36

21,8

3

5,3

11

20,4

Total

85

23,5

165

45,7

57

15,8

54

15,0


De acordo com a tabela acima referente ao cruzamento “Avaliação de Aécio Neves com Grupo de Renda Familiar”, há uma tendência de maior reprovação entre os grupos de maior renda, pois enquanto a média entre os que responderam entre ruim e péssimo é de 11.8%, aqueles no grupo entre os que ganham entre 3 e 5 salários mínimos é de 15.8% de reprovação, chegando a 19.4% entre os que ganha acima de 5 salários.

Já entre os que aprovam o governo Aécio, não houve diferença entre os que ganham até 3 salários e a média geral de 49.6%. Entre os que ganham entre 3 a 5 salários mínimos há uma tendência de maior aprovação (57.9% responderam entre bom e ótimo), enquanto entre os que ganham acima de 5 salários o índice de aprovação é menor que a média geral, ou seja 44.4% responderam entre bom ou ótimo a atuação do Governo Aécio Neves.

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Avaliação do Governo Aécio Neves por grupo de ocupação

Grupo de ocupação

Ocupação com renda própria

Ocupação sem renda própria

Freqüência

Percentual

Freqüência

Percentual

Péssimo

9

4,1

11

7,1

Ruim

10

4,6

15

9,7

Regular

40

18,4

29

18,8

Bom

111

51,2

64

41,6

Ótimo

5

2,3

4

2,6

NS/NR

42

19,4

31

20,1

Total

217

58,5

154

41,5


No que se refere ao cruzamento “Avaliação do Governo Aécio por Grupo de Ocupação”, há uma tendência de maior reprovação entre os que não tem renda própria (16.8% de ruim ou péssimo) enquanto a média geral é de 11.8%; entre os que tem renda própria, o nível de reprovação cai para 8.7%. Já entre os que aprovam o governo Aécio, nota-se uma maior aprovação entre aqueles com renda própria (53.5% responderam como bom ou ótimo o governo Aécio Neves), contra 46.6% da média geral; já entre os que não possuem renda própria, a média de aprovação cai para 44.2%, ficando inclusive acima da margem de erro de cinco pontos percentuais.

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Avaliação do Governo Celso Cota por sexo

Sexo

Masculino

Feminino

Freqüência

Percentual

Freqüência

Percentual

Péssimo

14

7,3

18

9,6

Ruim

12

6,3

21

11,2

Regular

31

16,2

27

14,4

Bom

110

57,6

95

50,5

Ótimo

23

12,0

22

11,7

NS/NR

1

0,5

5

2,7

Total

191

50,4

188

49,6


No cruzamento “Avaliação do Governo Celso Cota por Sexo”, entre os que aprovam seu governo nota-se uma tendência de maior aprovação entre os homens do que entre as mulheres (69.6% dos homens avaliaram seu governo como bom ou ótimo contra 62.2% das mulheres) enquanto a média geral é de 66% de aprovação, porém esta diferença se encaixa dentro da margem de erro de cindo pontos percentuais para mais ou para menos. Dentre os que reprovam o governo Cota, nota-se uma maior diferença de avaliação entre homens e mulheres; enquanto a média é de 17.1% de ruim ou péssimo, a média entre os homens foi de 11.6% (acima da margem de erro), enquanto o índice de reprovação entre as mulheres é de 20.8% de ruim ou péssimo.

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Avaliação do Governo Celso Cota por grupo de instrução

Grupo de Instrução

Até 1º grau completo

De 1º grau a 2º grau incompleto

De 2º grau completo a Superior completo

Freqüência

%

Freqüência

%

Freqüência

%

Péssimo

20

9,9

10

11,4

2

2,3

Ruim

19

9,4

10

11,4

4

4,5

Regular

36

17,7

8

9,1

14

15,9

Bom

104

51,2

47

53,4

54

61,4

Ótimo

21

10,3

13

14,8

11

12,5

NS/NR

3

1,5

0

0,0

3

3,4

Total

203

53,6

88

23,2

88

23,2


De acordo com o cruzamento “Avaliação do Governo Celso Cota por Grupo de Instrução”, há uma tendência de maior aprovação (bom ou ótimo) proporcional ao nível de renda, ou seja, enquanto maior a nível de instrução, maior será o índice de aprovação do governo Cota. De acordo com a tabela, dentre aqueles que têm até o primeiro grau completo, 61.5% avaliam o governo de Celso como bom ou ótimo. Já entre os que estão na faixa entre primeiro grau completo e segundo incompleto, esta taxa sobe para 68.2%, enquanto entre os que tem o segundo grau completo e acima do superior completo a taxa se eleva para 73.9% de aprovação, enquanto a média geral de aprovação do Governo Celso Cota é de 66%. Quanto ao índice de reprovação (ruim ou péssimo), enquanto menor o índice de instrução, maior será o índice de reprovação.

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Avaliação do Governo Celso Cota por grupo de renda

Grupo de Renda

Até 1 S. M.

De 2 a 3 S. M.

De 3 a 5 S. M.

Mais de 5 S. M.

Freq.

%

Freq.

%

Freq.

%

Freq.

%

Péssimo

7

8,2

16

9,7

7

12,3

2

3,7

Ruim

6

7,1

18

10,9

4

7,0

4

7,4

Regular

18

21,2

23

13,9

8

14,0

8

14,8

Bom

44

51,8

89

53,9

26

45,6

33

61,1

Ótimo

8

9,4

18

10,9

10

17,5

7

13,0

NS/NR

2

2,4

1

0,6

2

3,5

0

0,0

Total

85

23,5

165

45,7

57

15,8

54

15,0


Na tabela referente ao cruzamento “Avaliação de Celso Cota por Grupo de Renda”, há uma tendência de maior aprovação de seu governo (bom ou ótimo) proporcional ao nível de renda dos entrevistados. Dentre os que ganham até 1 salário mínimo, o índice de aprovação é de 61.2% (bom ou ótimo); entre os que ganham de 2 a 3 salários a média de aprovação sobe para 64.8%, enquanto a média de aprovação do governo Celso entre aqueles que ganham acima de 5 salários mínimos pula para 74.1% dos entrevistados. A média geral de aprovação de Celso Cota foi de 66%.

No que se refere ao índice de reprovação do prefeito Celso Cota, há uma tendência de menor reprovação (ruim ou péssimo) entre os entrevistados do grupo de renda mais elevado, ou seja, que ganham acima de 5 salários mínimos, correspondendo a 11.1% de reprovação, enquanto a média geral foi de 17.1%, ou seja, uma diferença acima da margem de erro de cinco pontos percentuais.

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Avaliação do Governo Celso Cota por grupo de ocupação

Grupo de ocupação

Ocupação com renda própria

Ocupação sem renda própria

Freqüência

Percentual

Freqüência

Percentual

Péssimo

12

5,5

20

13,0

Ruim

15

6,9

17

11,0

Regular

35

16,1

21

13,6

Bom

119

54,8

81

52,6

Ótimo

32

14,7

13

8,4

NS/NR

4

1,8

2

1,3

Total

217

58,5

154

41,5


No que se refere ao cruzamento “Avaliação do Governo Celso Cota por Grupo de Ocupação”, há uma tendência de maior reprovação entre os que não tem renda própria (24% de ruim ou péssimo) enquanto a média geral é de 17.1%; entre os que tem renda própria, o nível de reprovação cai para 12.4%. Já entre os que aprovam o governo Celso, nota-se uma maior aprovação entre aqueles com renda própria (69.5% responderam como bom ou ótimo o desempenho do governo Celso Cota), contra 66% da média geral; já entre os que não possuem renda própria, a média de aprovação cai para 61% dos entrevistados.

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Avaliação da Câmara Municipal por sexo

Sexo

Masculino

Feminino

Freqüência

Percentual

Freqüência

Percentual

Péssimo

50

26,2

40

21,3

Ruim

44

23,0

37

19,7

Regular

25

13,1

22

11,7

Bom

50

26,2

51

27,1

Ótimo

4

2,1

8

4,3

NS/NR

18

9,4

30

16,0

Total

191

50,4

188

49,6


De acordo com a tabela acima referente ao cruzamento “Avaliação da Câmara de Mariana por Sexo”, verifica-se a tendência de maior reprovação entre os homens do que entre as mulheres. Enquanto a média geral de reprovação é de 45% (ruim ou péssimo), entre os homens esta taxa sobe para 49.2% dos entrevistados enquanto entre as mulheres esta taxa cai para 41%. Já entre os que aprovam a atuação da Câmara Municipal (bom ou ótimo), há uma leve tendência de maior aprovação entre as mulheres. Enquanto a média geral de aprovação é de 29.8% dos respondentes, entre as mulheres a média sobe para 31.4%, enquanto entre os homens esta taxa cai para 28.3%.

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Avaliação do Câmara Municipal por grupo de renda

Grupo de Renda

Até 1 S. M.

De 2 a 3 S. M.

De 3 a 5 S. M.

Mais de 5 S. M.

Freq.

%

Freq.

%

Freq.

%

Freq.

%

Péssimo

17

20,0

39

23,6

16

28,1

17

31,5

Ruim

14

16,5

37

22,4

15

26,3

13

24,1

Regular

14

16,5

19

11,5

5

8,8

7

13,0

Bom

25

29,4

45

27,3

17

29,8

11

20,4

Ótimo

4

4,7

4

2,4

2

3,5

2

3,7

NS/NR

11

12,9

21

12,7

2

3,5

4

7,4

Total

85

23,5

165

45,7

57

15,8

54

15,0


No cruzamento “Avaliação da Câmara dos Vereadores por Grupo de Renda”, há uma forte tendência de maior reprovação entre as camadas de renda mais elevadas, pois somente na faixa referente aos que ganham de 1 a 2 salários mínimos, o nível de reprovação (ruim ou péssimo), ficou dentro da margem de erro de cinco pontos percentuais (46% de ruim ou péssimo, enquanto a média geral foi 45%). Dentre os que ganham até um salário, a média foi de 36.5%, bem abaixo da média geral de 45% (ultrapassando inclusive a margem de erro); Dentre os que ganham de 3 a 5 salários a média salta para 54.4% de ruim ou péssimo e os que ganha acima de 5 salários mínimos a média sobe para 55.6% dos entrevistados. Ou seja, o nível de reprovação da câmara entre os que tem uma faixa de renda mais elevada foi bem acima da média geral de 45%.

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Avaliação da Prefeitura nas enchentes

Avaliação do Governo Celso Cota

Péssimo

Ruim

Regular

Bom

Ótimo

Freq.

%

Freq.

%

Freq.

%

Freq.

%

Freq.

%

Ajudou muito

5

20,8

5

26,3

17

41,5

74

56,5

32

86,5

Ajudou pouco

15

62,5

11

57,9

18

43,9

43

32,8

5

13,5

Não ajudou em nada

3

12,5

2

10,5

5

12,2

8

6,1

0

0,0

NS/NR

1

4,2

1

5,3

1

2,4

6

4,6

0

0,0

Total

24

9,5

19

7,5

41

16,3

131

52,0

37

14,7


Neste cruzamento fica evidente que os que avaliaram como “ótimo” o prefeito, a grande maioria considerou que a prefeitura “ajudou muito” no problema das enchentes. Interessante notar que cerca de 21%, dos que consideraram “péssimo” o governo de Celso Cota, consideraram que a prefeitura “ajudou muito”.

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Avaliação do Governo Celso Cota

Avaliação do Governo Aécio Neves

Péssimo

Ruim

Regular

Bom

Ótimo

Freq.

%

Freq.

%

Freq.

%

Freq.

%

Freq.

%

Péssimo

5

23,8

2

7,7

13

18,6

9

5,0

1

11,1

Ruim

4

19,0

4

15,4

0

0,0

19

10,6

1

11,1

Regular

5

23,8

3

11,5

23

32,9

19

10,6

0

0,0

Bom

7

33,3

15

57,7

27

38,6

100

55,9

4

44,4

Ótimo

0

0,0

2

7,7

6

8,6

30

16,8

3

33,3

NS/NR

0

0,0

0

0,0

1

1,4

2

1,1

0

0,0

Total

21

6,9

26

8,5

70

23,0

179

58,7

9

2,9


A tabela acima é referente ao cruzamento “Avaliação de Celso Cota por Avaliação de Aécio Neves”. Nela percebe-se que dentre os que avaliam o Governo Aécio como regular, 18.6% acham o Governo Celso péssimo, 32.9% acham regular, 38.6% acham bom e 8.6% acham ótimo. Já entre os que avaliam o Governo Aécio como bom, 5% acham o de Celso péssimo, 10.6% acham ruim, 10.6% acham regular, 55.9% acham bom e 16.8% acham ótimo. Finalmente entre os que acham o governo Aécio Neves ótimo, 11.1% acham o governo Celso Cota péssimo, 11.1% acham ruim, 44.4% acham bom e 33.3% acham ótimo. Ou seja, o índice de avaliação do Governo Aécio Neves tende a acompanhar o de Celso Cota.

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