| 2- Circulad� de ful� circulad� de ful� ao deus ao demodar� que deus te guie porque eu n�o posso gui� eviva quem j� me deu circulad� de ful� e ainda quem falta me d� soando como um shamisen e feito apenas com um arame tenso um cabo e uma lata velha num fim de festafeira no pino do sol a pino mas para outros n�o existia aquela m�sica n�o podia porque n�o podia popular aquela m�sica se n�o canta n�o � popular se n�o afina n�o tintina n�o tarantina e no entanto puxada na tripa da mis�ria na tripa tensa da mais megera mis�ria f�sica e doendo doendo como um prego na palma da m�o um ferrugem prego cego na palma espalma da m�o cora��o exposto como um nervo tenso retenso um renegro prego cego durando na palma polpa da m�o ao sol circulad� de ful� ao deus ao demodar� que deus te guie porque eu n�o posso gui� eviva quem j� me deu circulad� de ful� e ainda quem falta me d� o povo � o invental�nguas na mal�cia da maestria no matreiro da maravilha no visgo do improviso tenteando a travessia azeitava o eixo do sol circulad� de ful� ao deus ao demodar� que deus te guie porque eu n�o posso gui� eviva quem j� me deu circulad� de ful� e ainda quem falta me d� e n�o pe�a que eu te guie n�o pe�a despe�a que eu te guie desguie que eu te pe�a promessa que eu te fie me deixe me esque�a me largue me desamargue que no fim eu acerto que no fim eu reverto que no fim eu conserto e para o fim me reservo e se ver� que estou certo e se ver� que tem jeito e se ver� que est� feito que pelo torto fiz direito que quem faz cesto faz cento se n�o guio n�o lamento pois o mestre que me ensinou j� n�o d� ensinamento circulad� de ful� ao deus ao demodar� que deus te guie porque eu n�o posso gui� eviva quem j� me deu circulad� de ful� e ainda quem falta me d� |