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Festival de dance music
- A pólvora da temporada
Apresentamos o primeiro Festival português de dance music. São mais de 24 horas, com os melhores DJ’S do mundo. O universo da dança muda- se para o Meco
Chama-se Optimushype@meco e promete ser o primeiro de muitos festivais de dance music. Uma aposta pioneira feita por quem percebe de Festivais: a Música no Coração.
O Festival do Meco é a maior novidade deste Verão. Num ambiente de aprumada “rave-party”, os espectadores são convidados a dançar em regime de “non-stop”, desde as 16h00 de sábado até ao pôr-do-sol de domingo.
A grande protagonista do evento é a dance music. Os sons do recinto vão oscilar entre o house, drum & bass e o moderníssimo trance psicadélico. Na peugada da tradição dos vários festivais, o
Optimushype@meco vai cultivar um ambiente de total liberdade de expressão, tolerância e civismo.
Tão perto e tão longe de Lisboa
O Cabeço da Flauta, uma herdade junto à Lagoa de Albufeira, a escassos metros da aldeia do Meco e a poucos quilómetros da praia, vai receber este primeiro Festival de dance music, realizado em terras lusas.
Porquê no Meco? “Porque a dance music é um estilo muito urbano, pelo que o festival deve ser perto de Lisboa. Além disso, o Meco é, normalmente, frequentado por gente da capital que aprecia este género de música”, explica Luís Montês, responsável da Música no Coração. Se o Meco já é a Meca de muitos lisboetas, depois do festival os caminhos de terra da região vão, certamente, ser invadidos por muitos mais citadinos, em busca de campo e praia.
Receita de sucesso
Uma homenagem à dance music. Uma festa a não perder por quem já se rendeu aos ritmos dos tempos que correm e também por simples curiosos.
A julgar pelo êxito dos festivais que constam no currículo da entidade organizadora do
optimushype@meco
e pela qualidade do programa, este festival arrisca-se a ser o primeiro de mais uma história de sucesso.
“Daqui a 10 anos vocês vão vir ao Festival do Meco e dizer que tiveram a sorte de vir ao primeiro. Em Vilar de Mouros, já me aconteceu um senhor apresentar-me o filho – já grande – e dizer-me: ‘Este foi feito aqui…’”, conta Luís Montês, com um sorriso de alegre convicção.
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