Capitulo 3
Adeus Ryo-kun
Algumas mechas dos seus cabelos negros caiam por seu rosto, levou as mãos até
ela as tirando dando total visão aos seus olhos verdes, a sua pele havia ficado
mais pálida do que a de costume, seus simples trajes mostravam que não era nada
vaidoso.
Parece que sua cabeça estava prestes a explodir, um mal estar se instalou no seu
peito, seus olhos sem brilho focalizam a imagem do seu mestre se aproximando com
aquele sorriso pervertido de sempre no rosto, seus lábios se abriram mostrando
seu sorriso amedrontador, seus olhos eram puro desejo e luxúria.
Suka engoliu seco quando sentiu as mãos do mestre tocarem levemente o seu rosto,
fazendo ele olhar para os seus olhos, ao fazer isso sentiu um frio percorrer por
todo seu corpo.
-
Eu tenho um serviço para você! – sorriu mostrando todo o branco dos seus dentes.
-
O que gostaria, senhor? – perguntou sem alterar seu tom de voz, mostrando-se
impassível.
-
Valerá mil reais... mas será muito interessante, tenho certeza disso – tocou nos
seus fios negros que insistiam em cair sobre o seu rosto.
-
Por que vou receber menos que os outros, senhor?
-
Não sabe? Você é ótimo em negócios, eu preciso muito disso. Por isso não posso
deixar você ir tão cedo... e tem outra coisa! – sorriu.
-
Tem? – o moreno estava começando a se incomodar com a situação.
-
Dos cinco... eu sempre dei muita atenção para você, e agora que você se tornou
um homem pode entender as coisas melhor, pois quando criança você não tinha
graça, mas pelo seu cabelo, olhos e corpo, podia ver que ficaria assim quando
crescesse – passava levemente o dedo na sua bochecha fazendo cócegas do moreno,
entretanto este nem se moveu.
-
O que quer, senhor?
-
Não me chame de senhor... só me chame de senhor na frente dos outros, mas quando
estamos sozinho não é necessário, eu quero que me chame de você!
-
Como quiser, senh... você! – engasgou.
Rayzen riu, sua mão escorregou para sua nuca agarrado o seu rabo de cavalo com
força o puxando e torcendo para trás fazendo Suka erguer a cabeça expondo todo
seu pescoço para aquele olhar faminto. Inclinando-se para frente Rayzen passa a
ponta da língua de baixo para cima no seu pescoço, sentindo o rosto daquele suor
salgado, mas fez isso tão levemente que apenas fez mais cócegas no moreno.
A
sua outra mão desceu pesadamente pelo peito de Suka, o tecido fino da sua
camiseta era um fraco obstáculo para sua mão que parecia querer entrar no seu
peito e arrancar o seu coração. A sua outra mão que estava cerrada no rabo de
cavalo se libertou e desceu pesadamente pelo braço direito do moreno, apertando
seus músculos com força, vendo que aquele ali já não era mais uma criança.
Suka era o mais jovens de todos ali, era também o mais frio e cruel deles. Sendo
uma criança isolada e reprimida cresceu com um forte desejo de matar todos que
lhe irritassem ou simplesmente cruzavam o seu caminho. Suportando fortes
treinamentos ele se tornou o ótimo soldado, porém sempre foi melhor na conversa,
sabia enrolar qualquer um no seu papo, por isso mesmo era o negociante da
organização. Nunca brincava com os outros, sempre estava trancado no seu quarto
lendo algum livro ou ouvindo música, e era assim até hoje, pouco falava. Era
irônico, ele que era tão calado era o que mais falava, já que suas missões
necessitavam de muito diálogo e jogo de cintura.
Rayzen sempre havia dado uma atenção especial a Suka, entretanto o garoto não
ligava para esse tratamento, ele só queria ficar sozinho, simplesmente só. Aos
poucos foi se isolando cada vez mais, até Xyen veio fazer amizade com ele, e por
incrível que pareça ele conseguiu. Todos ficaram impressionados com a nova
amizade do garoto, ficaram feliz ao ver que Suka saíra do quarto para brincar um
pouco, mas uma pessoa não havia gostado, Rayzen havia detestado essa nova
amizade.
Quando Xyen foi embora Rayzen tentou se aproximar de Suka novamente, já que xyen
não deixava. Rayzen ficou puto da vida ao descobrir que Suka sentia algo mais
por ele, e por esse motivo ele mandou Suka matá-lo, no começo o moreno negou,
então Rayzen disse que ou ele matava ou ele morria. Suka aceitou o acordo,
afinal, não queria morrer.
-
Olhe para mim – mandou.
Suka levanta o seu olhar, seus verdes não expressavam nada, parecia um robô.
Rayzen passou seu dedão por seus lábios e depois os atacou com fúria e
selvageria, amassava os lábios do rapaz sobre os seus com tanta força que um
filete de sangue escorre dos lábios do rapaz.
Num movimento forte e rápido Rayzen joga Suka no chão fazendo suas costas
baterem contra o piso duro e frio, tentou se levantar, mas Rayzen sentou-se no
seu abdome o prendendo.
-
Você é meu de agora em diante... – dizendo isso rasga as roupas do rapaz.
Os olhos frios de Suka se fecharam, sua mente estava em outro lugar, se
concentrava para não sentir aquelas sensações, ignorava cada toque, cada
sussurro, e fazia tudo isso calado, com a cabeça baixa, como havia sido sua vida
inteira.
*
Aizu e Ruk estavam sentados numa das mesas do cassino, muitas pessoas que
entravam davam uma olhada para Aizu, vendo como era belo exótico.
-
Vamos jogar baralho? – Aizu mostra uma caixa de baralho pra o moreno.
-
Não.
-
Ah! Não pode ficar assim o tempo todo... vai ficar aqui até 20 missões. E
pretende não falar comigo? O que foi que eu te fiz?
-
Nada...
-
Então pare de me ignorar!
-
Então pare de me provocar!
-
Tudo bem... então, como é o cara que você ta vivendo?
-
Lá vem você de novo! – Ruk estava com os braços apoiados na mesa e sua cabeça
estava apoiada neles, sua cara representava tédio.
-
Qual o problema em falar nele?
-
Ele é loiro, vivemos numa casa com um cachorro chamado Nero, satisfeito?
-
Hum... se você tivesse me levado com você... agora seria eu, você e o Nero!
-
Você não cansa? Chega, mesmo que eu tenha tido com você... isso foi no passado,
ouviu bem? Pas – sa - do! – encarou o moreno nos olhos vendo que ele se magoara
com suas palavras.
-
Hum... e não tem como...
-
Não! – interrompeu.
Aizu abaixou o olhar, depois ele se levantou e disse: - Duvido muito que ele te
ame mais que eu! Duvido que ele se rebaixe por você como eu, duvido muito... –
saiu logo depois sob o olhar de muitos jogadores que já estavam de olho nele
ali.
*
-
Alô?
- Nako?
- Shibushi?
- Preciso da sua ajuda!
- O que aconteceu?
- O Ruk sumiu...
- Como sumiu?
- Ontem de ontem veio um cara aqui e disse que o Ruk tinha uma dívida a
pagar... eu disse que pagava para ele, mas ele fugiu, ele deixou um bilhete
dizendo que voltaria quando resolvesse tudo...
- Ah! Entendo...
- Você sabe onde ele pode estar?
- Hum... acho melhor você não se envolver!
- Eu não pedi sua opinião nako, eu só quero saber onde ele está!
- Parece que está gostando dele...
- Isso... te interessa?
- Muito...
- Por que?
- Quero te ver bem...
- Obrigado... e... como andam as coisas... aí?
- Muito bem, cada dia que passa sinto que nunca estive tão feliz!
- Que... bom...
- Por favor, me ajude nako!
- Eu não posso deixar você se arriscar sozinho... não mesmo!
- mas...
- Eu vou até aí...
- Não preci...
- Eu vou... não vou te abandonar agora, e não quero que você se machuque!
- Obrigado, mas e o Yuy?
- Ele vai... ahhhhh!!!!
- OLÁ SHIBUSHI!! TUDO BOM??
- Ah! Oi Yuy!
- O Ruk está aí?
- Não... não está!
- O que houve?!!
- É que ele...
Ouve-se um barulho e uma gritaria do outro lado da linha, Shibushi ficou
esperando na linha uns minutos até Ryori atender o telefone novamente.
-
Eu vou... pára Yuy... para aí, amanha!
- Tudo bem... eu te pego no aeroporto!
- Não preci...sa... saia daí moleque... ah! Desculpe, vou ter que desligar,
até mais!
- Até!
Shibushi solta um longo suspiro, ia ver nako novamente, seu coração quase
explodiu ao ouvir a voz dele, mas ao ouvir Yuy suas esperanças e ilusões se
foram e a realidade mais uma vez lhe mostrou como era dolorosa e triste.
*
*
*
As ondas fortes do mar batiam contra a costa causando um som muito relaxante, o
sol estava muito forte, e o vento estava muito quente e raramente passava.
Numa grande cabana perto do mar podia-se ver toda a paisagem daquela praia, na
varanda da cabana estava Yuy olhando o mar.
-
Já arrumou suas coisas? – Ryori pergunta se aproximando dele.
-
Já...
-
O que foi?
-
Nada, é que... eu não queria voltar!
-
Não quer ir? – Ryori foi até ele o abraçando pelas costas.
-
Não... eu vou, só que eu não queria que você se encontrasse...
-
Ahh! Com ciúmes... – sorriu.
-
Não é isso! – irritou-se.
-
Você está com ciúme! E olha que ainda nem me encontrei com o... Shibushi! –
sussurrou o nome do loiro no seu ouvido sedutoramente.
-
Pára com isso! – Yuy se virou o encarando.
-
Não viu que só tenho olhos para você... acabou entre eu e o Shibushi!
-
Sei – cruzou os braços – você morre de ciúme dele! – fez biquinho.
-
Hum... – ficou quieto.
-
O que foi? Admita!
-
Não tenho ciúme não!
-
Tem sim e...
Cansado daquele falatório inútil e nada proveitoso Ryori abraça o moreno e lhe
da um beijo, aquele beijo apaixonado de dar inveja em uma pessoa solitária,
aquele beijo molhado, aquele beijo que simplesmente tirava o ar de qualquer um
por um bom tempo.
-
Só... assim... para você calar a boca! – Ryori diz ofegante após encerrar o
beijo.
-
Hum... – Yuy fez um sim com a cabeça, não seria louco de argumentar.
-
Vamos entrar!
Ryori passou o seu braço direito pelos ombros de Yuy o foi entrando em casa,
quando entraram Yuy vai até o seu armário pegando suas roupas.
-
AHHH!!!! – Yuy gritou de repente.
-
O que foi?
-
Cada o Ryo-kun?
-
Dei um fim nele... – Ryori diz se sentando na cama.
-
O QUE?!!!! – Yuy correu até ele o chacoalhando.
-
Pá... pára com isso seu... seu esquisito! Eu não ia mexer naquele coelhinho
idiota!
-
Ele não é idiota! E ainda por cima... ele tem o seu nome!
-
Ahhh! Pode tratar de tirar meu nome daquela coisa... – Ryori cai para trás
batendo suas costas contra o colchão macio.
-
ONDE ELE ESTÁ?!! – Yuy começou a revirar todo o quarto.
Abrindo um dos olhos Ryori viu algumas coisas voando para o ar, se sentou na
cama e ficou a observar seu namorado que estava com os olhos cheios de lágrimas
procurando o seu fiel coelhinho de pelúcia. Não via graça naquele coelhinho, mas
o seu amado era louco por ele e se realmente o perdesse ele não pararia de
chorar.
Revirando os olhos inconformado com aquela tara estranha Ryori vê o bendito
coelhinho pendurado no ventilador do quarto, sorriu.
-
Yuy?
-
AGORA NÃO!!
-
Yuy?
-
NÃO TA VENDO QUE EU ESTOU OCUPADO!?
-
Yuy?
-
NÃO ME ENCHE PORCARIA!!
-
QUEM É PORCARIA? – se irritou.
-
AHHHH!!! RYO-KUN! – correu para a suíte do quarto desesperado.
Ryori respirou fundo engolindo tudo que estava entalado na garganta, ele sobe em
cima da cama e pega o coelhinho que estava no ventilador, mas de repente sem
perceber Ryori puxa a cordinha e o ventilador começa a rodar fazendo o coelhinho
voar para varanda.
-
Droga! – Ryori saiu correndo atrás do coelhinho que havia caído no chão – ainda
bem! – respira mais aliviado ao pegar o bichinho rosa nas mãos.
Ryori já estava pensando nas chantagens que faria para o moreno para que ele
devolvesse o coelhinho, quando vê que faltava uma parte do coelhinho, se
assustou e olhou para o ventilador vendo que a orelha do coelhinho ficou lá.
-
Meu Deus!!! – Ryori colocou o coelhinho atrás dele quando Yuy apareceu no
quarto.
-
ELE ESTÁ POR AQUI!! – disse se abaixando no chão e vendo se estava debaixo da
cama.
-
Er... como pode ter... tanta certeza? – o ruivo suava, pois a orelha que estava
no ventilador estava para cair.
-
EU ESTOU SENTINDO O CHEIRO DELE!!
Ryori olhou para o chão vendo um monte de espumas rosa espalhadas, seus olhos se
arregalaram ao ver que tinha uma espuma do lado da mão de Yuy.
-
YUY! – o chamou.
-
ACHOU ELE!! – o moreno se vira para Ryori com um olhar muito contente.
-
Não... mas eu vou procurar, você está muito nervoso, então vá procurar... ele...
na... er... sala! Isso! Vai procurar ele na sala! – Ryori sorriu.
-
MAS EU TINHA DEIXADO ELE NO MEU ARMÁRIO! – se levantou do chão.
-
Eu acho melhor você procurar lá... – Ryori foi até ele o virando de costas e o
empurrando para fora do quarto – anda!!
-
PROCURA DIREITO!
-
Ta! – Ryori fecha a porta e se encosta a ela – O que eu vou fazer?! – olhou
desesperado para o ventilado, foi até um interruptor desligando o aparelho.
Pegou a orelha do coelhinho e viu que faltava espuma nela, ele ficou de quatro
no chão pegando as espumas que estavam espalhadas, a cena era realmente hilária.
Quem um dia iria pensar que o grande Ryori Nako iria se sujeitar às birras de
uma criança?
Após colher as espumas que encontrou foi colocando na orelha do coelhinho,
depois que encheu a orelha ficou pensativo.
-
“E agora?” – Olhava para o coelhinho e para a orelha, pro coelhinho e
para a orelha, pro coelhinho e para a orelha até que ficou meio zonzo com tanto
rosa.
-
Idiota!
Ryori olha para o coelhinho. O coelhinho havia xingado-o?
-
Eu estou ficando louco! – disse balançando a cabeça.
-
Imbecil! Graças a você eu estou destruído!
-
Isso não é possível... eu nem bebi hoje! – Ryori fechou os olhos com força e
depois os abriu vendo que o coelhinho estava calado nas suas mãos. – era um
sonho! – sorriu aliviado.
-
Tonto!!
-
Ah!!!! – Ryori joga o coelhinho no chão pisando na boca dele – ninguém fala
assim com Ryori nako!!
-
Você não é mais nada! É só um cara normal e sem graça!
-
Cala a boca!!! – Ryori começou a atacar o coelhinho na parede com tanta força
que ele estava ficando em pedacinhos.
*
-
“Onde você está ryo-kun?” – Yuy estava olhando debaixo do sofá.
O
moreno se levanta desanimado, ele olha para os lados vendo que já havia
procurado em todos os lugares, momentos depois ele ouve Ryori gritando, foi
correndo até o quarto. Ao entrar no quarto quase desmaia, viu seu lindo e amado
coelhinho sendo estraçalhado por aquele monstro do Ryori que parecia que estava
com um ódio mortal do pobre coelhinho de pelúcia.
-
RYORI!!
Ryori pára com toda aquele farra olhando para o seu amado moreno que estava com
os olhos rasos d’ água.
-
Ele... estava me... xingando! – Ryori se sentiu um idiota falando isso, mas era
a mais pura verdade.
-
POR QUE VOCÊ FEZ ISSO? – Yuy correu até ele arrancando o que sobrou do coelhinho
das mãos cruéis e assassinas de Ryori.
-
Eu... ele... eu... ele me... ele começou... o ventilador... as espumas caíram aí
eu tentei... arrumar...
-
QUE VENTILADOR? QUE ESPUMA? – Yuy abraçava o coelhinho com todas as suas forças,
soluçava de tanto chorar.
-
Eu... – Ryori viu que não tinha como explicar, ele fechou os olhos e ficou
ouvindo seu amado chorar – sinto muito!
-
Ele era muito importante para mim... muito!! – chorava.
-
Eu... foi um acidente! Eu só queria que ele... calasse a boca! – Ryori foi até o
moreno que estava ajoelhado no chão, lhe deu um grande abraço.
-
Ryori... você precisa de um médico... – o moreno diz se preocupando com o estado
mental do seu amado, pois Ryori poderia ser tudo, mas se atracar contra um
coelhinho de pelúcia inofensivo era demais.
-
Eu... eu não preciso de nada! – se irritou.
-
Precisa... o primeiro passo é negar que precisa de ajuda!
Ryori pensou um pouco, ficou confuso e achou melhor deixar para lá.
-
Vamos para Pratania amanha! – Ryori diz lhe dando um beijo na cabeça – sinto
muito.
-
RYORI NAKO! Se você não for ao médico eu nunca vou te perdoar pelo o que você
fez ao meu ryo-kun, eu não só gostava dele, ele era uma lembrança muito forte do
meu... pai!
Ryori desmoronou, toda vez que Yuy tocava no seu pai se sentia culpado, fechou
os olhos se lembrando daquele terrível acidente. Olhou para o moreno que o
olhava com aqueles olhos vermelhos de tanto chorar, se amaldiçoou por dentro ao
ver que era o culpado por aquelas lágrimas, levou sua mão até o rosto do moreno
colhendo algumas lágrimas.
-
Tudo bem... eu vou... – fechou os olhos se xingando mentalmente – mas vou ligar
para Shibushi antes.
Ryori se levantou indo até o seu celular, minutos depois desligou. Havia ligado
para Shibushi avisando que ia demorar dois dias para chegarem.
-
Onde eu fui me meter? - suspirou.
Uma espuma rosa caiu sobre o seu nariz fazendo-lhe cócegas, espirrou fazendo a
espuma voar longe, a pequena espuma rosa caiu sobre as roupas jogadas no chão.
Continua...
Hello!!
Não resisti... eu não tive culpa, meus dedos não me obedeciam e eu acabei
escrevendo sobre o Yuy e o Ryori. Espero que tenham gostado desse capitulo!
Comentários são bem vindos!!
Bom, é isso.
Ah! Obrigada por lerem.
30/07/2004
00:28 h.
Por Leona-EBM