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TEXTO 1 – Se houvesse uma lei que proibisse a circulação de automóveis no centro da cidade, todos seriam beneficiados. Para os pedestres, esta lei representaria uma liberdade e segurança até agora desconhecidas. Para os comerciantes, significaria uma clientela que teria maior tempo e maior disposição. Para os que moram ou trabalham no centro da cidade, a medida restauraria o silêncio e a pureza do ar há muito tempo perdidos. Para o próprio automobilista, finalmente, a caminhada que teria de fazer dos estacionamentos periféricos até seu destino contribuiria para a sua saúde e abriria seus olhos para coisas que, até agora, só vislumbrara de passagem.
1 - Após a leitura do texto, sabe-se que o autor, com a expressão “Se houvesse uma lei...”, quer dizer que: a) esta lei não existe nem existirá; b) esta lei existiu, mas foi revogada; c) esta lei deveria existir; d) esta lei existe, mas não é cumprida; e) esta lei só existirá no futuro.
2 - Após a leitura do texto, sabe-se que ao utilizar o vocábulo automóveis, o autor cometeu um erro, já que se refere, de fato, a: a) todos os tipos de veículos motorizados ; b) veículos movidos a gasolina; c) automóveis e ônibus; d) todos os transportes coletivos; e) veículos de transporte individual.
3 - “Se houvesse uma lei que proibisse a circulação de automóveis no centro da cidade, todos seriam beneficiados.”; uma outra maneira, igualmente correta, de formular-se essa mesma frase, mantendo-se o sentido original, é: a) Se, no centro da cidade, houvesse uma lei que proibisse a circulação de automóveis, todos seriam beneficiados; b) Se houvesse uma lei para que todos fossem benefi- ciados que proibisse a circulação de automóveis no centro da cidade; c) Todos seriam beneficiados se houvesse uma lei que proibisse, no centro da cidade, a circulação de auto- móveis; d) Todos seriam beneficiados, no centro da cidade, se houvesse uma lei que proibisse a circulação de automóveis; e) Se houvessem leis em que a circulação de automó- veis no centro da cidade fosse proibida, todos seri- am beneficiados.
4 - “Se houvesse uma lei que proibisse...”; se, em lugar de SE, escrevêssemos QUANDO, as formas verbais sublinhadas deveriam ser, respectivamente: a) houver / proíba; b) haver / proibisse; c) haja / proibindo; d) haver / proíba; e) houver / proíbisse.
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emprego da palavra finalmente significa que: a) o autor não deseja dizer mais nada; b) esse é o último ponto a ser abordado no texto; c) o texto está terminando; d) vai expressar a finalidade do que vem expresso no texto; e) o texto é considerado cansativo pelo autor.
12 - Os estacionamentos periféricos, citados no texto, são os que: a) devem ser pagos; b) são de responsabilidade da Prefeitura; c) têm tempo preestabelecido de duração; d) ficam próximos e fora dos centros urbanos; e) oferecem segurança aos motoristas.
13 - A caminhada que o motorista teria de fazer dos estacionamentos até o centro da cidade contribuiria para a sua saúde porque assim: a) respiraria ar mais puro; b) evitaria o stress de excesso de trabalho; c) praticaria exercício físico; d) passaria a ver coisas jamais vistas; e) não sofreria mudanças bruscas de temperatura.
TEXTO 2 – O homem contemporâneo não é onívoro como seu antepassado pré-histórico; nem todos os animais e vegetais da região figuram em sua cozinha. Nosso sertanejo, por exemplo, aprecia muito os peixes de água doce e a mandioca, mas não dá o menor valor aos crustáceos e às verduras. Os negros africanos também não valorizam as hortaliças e pouca atenção dão à carne de gado. O homem urbano do Ocidente, por sua vez, não tolera a idéia de mastigar os gafanhotos, as larvas e os besouros que fazem a delícia de tantos povos do Oriente e da África. Os hindus preferem morrer de fome a provar a carne das gordas reses que abundam em seu país. Todos os povos possuem limitações inarredáveis no tocante às coisas que comem.
14 - O último período do texto funciona como: a) explicitação; b) contestação; c) conclusão; d) retificação; e) repetição.
15 - “O homem contemporâneo não é onívoro...”; o segmento sublinhado significa que o homem contemporâneo: a) não gosta de tudo; b) não come tudo; c) não é igual em todas as partes do mundo; d) não se alimenta bem; e) come muitas coisas inadequadas. |
antepassado pré-histórico;”; esse segmento traz uma ambigüidade que desapareceria se fosse reescrito, mantendo-se o sentido pretendido no texto, da seguinte forma: a) O homem contemporâneo não é onívoro como era seu antepassado pré-histórico; b) Como seu antepassado pré-histórico, o homem contemporâneo não é onívoro; c) O homem contemporâneo, como seu antepassado pré-histórico, não é onívoro; d) O homem contemporâneo e seu antepassado pré- histórico não são onívoros; e) O antepassado pré-histórico do homem contemporâneo não é onívoro como ele.
17 - “...nem todos os animais e vegetais da região figuram em sua cozinha.”; esse segmento do texto significa que: a) o homem contemporâneo desconhece muitos alimentos de sua região; b) o homem contemporâneo não se alimenta de forma adequada; c) alguns animais e vegetais não fazem parte do cardápio do homem contemporâneo; d) as regiões apresentam animais e vegetais distintos; e) nem todos os homens se alimentam de animais e vegetais.
18 - NÃO servem de exemplo que comprovam a tese do texto: a) os sertanejos brasileiros; b) os negros africanos; c) os homens urbanos do Ocidente; d) povos do Oriente; e) os hindus.
19 - Ao designar de hindus os nascidos na Índia, o autor do texto: a) preferiu esta designação à de indianos; b) errou, pois hindu se aplica somente aos adeptos do hinduísmo; c) quer referir-se somente a uma parte dos habitantes da Índia; d) designa somente os que adoram a vaca como símbolo religioso; e) errou, visto que o vocábulo é grafado sem a letra H.
20. “O homem urbano do Ocidente...”; o vocábulo subli- nhado se aplica ao homem: a) civilizado; b) culto; c) não-rural; d) adulto; e) contemporâneo. |
Gabarito