A
Raça
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Com
o seu jeito brincalhão e um charme irresistível, o Lhasa-Apso conquista
cada vez mais fãs. Ele é uma companhia irresistível, com o seu doce
temperamento e também tem uma enorme facilidade
em se adaptar à ausência dos donos. Dono de uma densa pelagem, o Lhasa
encanta a todos com a sua beleza, além de ser um cão de muita inteligência.Ideal para quem trabalha fora e precisa deixar o animal sozinho. Por ser
o mais calmo entre os pequenos peludos, pode ser deixado sozinho por
longos períodos, se acostumado à solidão desde filhote. Não late,
perturbando a vizinhança, nem incomoda os donos, bagunçando a casa para
esquecer a solidão. Prefere esperar, em paz, que volte gente para casa,
cochilando e brincando sozinho.Na volta do dono ao lar, a saudade explode
e o Lhasa costuma oferecer uma festiva recepção extremamente carinhosa.
Trata-se de um ser destinado à vida caseira, adaptável facilmente em
residências com limitações de espaços. O
Lhasa Apso passa por uma expansão inédita para a raça. Nos últimos dez
anos, multiplicou por mais de cinco vezes a quantidade anual de filhotes
registrados - no mesmo período esse indicador não chegou a duplicar para
o conjunto das raças da Cinofilia nacional. |
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Origem O Lhasa Apso é um cão muito antigo, originário do Tibet, cuja capital chama-se Lhasa. Segundo alguns, o Apso do nome da raça seria uma derivação da palavra tibetana apsoo, que significa ovelha, o que pode ser considerado uma referência à aparência e textura áspera de seu pelo. Outros atribuem o Apso à sua função original, ser o sentinela do palácio de Potala, residência do Dalai Lama no Tibet, e para justificar esta interpretação evocam o nome original da raça: Apso seng kye, que seria o equivalente a "cão sentinela que ruge como um leão". Em seu país de origem, o Lhasa era considerado um cão sagrado, e os budistas acreditavam ser uma encarnação de antigos lamas. Acompanhavam os monges onde quer que fossem e tinham como função zelar pelas propriedades dando o alerta ao menor sinal, uma vez que a raça era reconhecida por sua audição extremamente sensível. Acreditava-se ainda, que os Lhasas seriam capazes de prever avalanches nas montanhas. Sua condição de "cão sagrado" determinava que eles jamais deveriam ser trocados por dinheiro e ganhar um Lhasa era um sinal de apreço extremo e de boa condição social. Alguns exemplares eram também encontrados nas cortes reais da China e do Japão. Sua expansão rumo ao Ocidente começou na Inglaterra, onde acredita-se que os primeiros exemplares tenham chegado em 1900, pelas mãos de oficiais do exército britânico. Nos EUA, a raça chegou apenas em 1933, pelas mãos do próprio Dalai Lama.
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A Pelagem
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