O amor na estrada Como começa? Bem devagarinho, sem tempo, sem presa... O fio da meada puxado com jeitinho... Como termina? a lã enrolando, nós cegos, apertando se embaraçando... Um rato no ninho. Amor é assim, no fim a tristeza, vem e rouba a cena. Mas tenha a certeza, ir fundo, não fugir, vai sempre valer a pena! É bom ter o que lembrar, quando o fim da estrada estiver para chegar. E na introspeção recordações bem ocultas, olhar de quem avaliza! De quem sabe o que viveu, e tem no cantinho da boca, um riso de Monalisa. Vuch@ |
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