Madeiras da Mata Atlântica e outras formações florestais

 

Texto explicativo em forma de nuvem: Novas espécies em crescimento, em breve disponíveis!!
 
Sapucaia, Jacarandá,  Pau Falha, Sucupira, Camaçari
Mudas disponíveis em Recife, produzidas em parceria com comunidades florestais da Zona da Mata

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Consulta rápida: Relação de Espécies

 

Melhor relação custo/benefício:

 

Mogno; Cedro; Jatobá; Jacarandá; Peroba; Ipês; Guatambu; Monjoleiro; Saguaraji; Praíba; Pau d’alho; Talo-Fino; Cabreúva; Amburana; Sucupira; Ingarana

 

Paisagismo:

 

Açaí; Ipês; Carolina; Peroba; Amescla; Paineira-rosa; Eritrina; Visgueiro; Sucupira; Acácia Grande Lilás; Cacau; Jacarandá; Cedro

 

Qualidade das madeiras

 

Açaí

Euterpe oleraceae (Mart.)

 

 

Amescla, almecegueira      

Protium spruceanum  (Benth.) Engl.

 

Madeira moderadamente pesada, razoável durabilidade e resistência. Ideal para caibros, esquadrias. Propriedades ornamentais; flores apícolas; frutos muito procurados por pássaros.

 

Ocorrência: matas ciliares.

 

AMBURANA

Amburana cearensis (Allemao)

 

Madeira moderadamente pesada, macia, de durabilidade razoável quando exposta ao tempo.

 

Ocorrência: Caatinga do Nordeste e matas pluviais do Centro-Oeste a Amazônia.

        

Banana de Papagaio, Sucuúba, sucuba

Himatanthus sucuuba (Spruce ex Mull.Arg)

 

Madeira moderadamente pesada, macia e fácil de trabalhar, indicada para obras internas.

Ocorrência: Região amazônica e mata pluvial atlântica.

 

 

 

CABREÚVA, BÁLSAMO

Myroxylon peruiferum L. f.

 

Madeira pesada, de alta resistência ao apodrecimento, própria para mobiliário. O tronco fornece o “balsamo de tolu”, empregado em perfumaria.

 

Ocorrência: floresta semi-decídua do Paraná e Mata Pluvial Atlântica da Bahia, até o Nordeste.

 

CACAUEIRO

Theobroma cação

 

Madeira leve, mole e pouco durável quando exposta às intempéries. É utilizada apenas localmente para lenha e carvão. Seus frutos são comestíveis.

 

Ocorrência: Floresta Amazônica de terra firme e Mata Atlântica.

 

CACAU-FALSO

Pachira aquatica

 

Madeira leve e porosa tem pouca durabilidade quando exposta ao tempo. Utilizada para fabricação de caixotes, fósforos, molduras e etc.

 

Ocorrência: Da Amazônia à Bahia em terrenos úmidos.    

 

CEDRO

Cedrela fissilis Vell.

 

Madeira moderadamente pesada e notavelmente durável em ambiente seco. Largamente empregada na marcenaria.

 

Ocorrência: florestas semi-decíduas e pluvial atlântica

CONDURU

 

Brosimum gaudichaudii Trécul

 

Madeira moderadamente pesada, macia, pouco durável em condições externas. Uso na construção civil. Planta medicinal, empregada contra o Vitiligo.

 

Ocorrência: do Amazonas e pará até o Paraguai, em cerrados e cerradões.

 

CUMIXÁ

Erythroxylum decidum A. St. Hil.

 

Madeira pesada, resistente e de boa durabilidade natural. Frutos consumidos por pássaros; boa para arborização de ruas estreitas e sob redes elétricas.

 

Ocorrência: Nordeste, em várias formações vegetais.

 

 

CUPAUBA (PE), PAINEIRA DO CAMPO, IMBIRU, EMBIRUÇU

 

Eriotheca gracilipes (K. Schum.)

 

Madeira leve, resistência média.

 

Ocorrência: Rio, SP, áreas de cerrado; Mata Atlântica do Nordeste; floresta semi-decidua.

 

Cupiuba

Tapirira guianensis Aubl.

 

Madeira leve, macia, resistente a cupins. Ideal para briquedos, compensados, cabos.

 

Ocorrência: Todas as formações vegetais, especialmente lugares úmidos.

 

EMBIRIBA – PRETA

Xylopia emarginata

Madeira leve e de baixa durabilidade natural. Muito utilizada em carpintaria.

 

Ocorrência: Matas ciliares da Bahia, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso do Sul e São Paulo.

 

ERITRINA, MULUNGU DO LITORAL

Erytrina speciosa Andrews

 

Madeira leve e porosa. Arvore ornamental ideal para paisagismo. Planta pioneira, adaptada a lugares úmidos.

 

Ocorrência: floresta pluvial atlântica

 

FARINHA-SECA

Albizia niopoides

 

Madeira leve e macia.  É utilizada para forros, caixotaria e confecção de objetos leves.

 

Ocorrência: Floresta semi-decidua de São Paulo, Minas Gerais e Goiás.

 

GUATAMBU AMARELO

Aspidosperma ramiflorum Mull.Arg.

 

Madeira resistente ao apodrecimento quando não exposta à umidade.

 

Ocorrência: Mata Atlântica

GUATAMBU VERMELHO, PAU-PEREIRA DO CAMPO

Aspidosperma subincanum Mart.

 

Madeira dura, resistente ao ataque de cupins.

 

Ocorrência: Centro sul especialmente na floresta semi-decídua. Planta resistente a áreas de transição para o cerrado.

INGARANA, ANGELIM FALSO, PAU-BICHO

Abarema jupunba (Willd.)

 

Madeira pesada, macia, textura leve. Indicada para embalagens, cabo de ferramentas. Recomendada para arborização paisagística.

 

Ocorrência: Região amazônica e na Mata Pluvial de terra firme até o RJ.

 

Ipe roxo, ipê rosa, pau-d’árco-roxo

Tabebuia heptaphylla

 

Madeira pesada, duríssima, infinitamente durável sob quaisquer condições.

 

Ocorrência: Sul da Bahia a São Paulo, especialmente na Mata pluvial Atlântica.                                            

 

Ipê-amarelo-cascudo, ipê tabaco, pau-d’arco-amarelo

Tabebuia crysotricha

 

Madeira moderadamente pesada, resistente, grande durabilidade, própria para obras externas. Ideal para arborização de ruas estreitas e abaixo de redes elétricas por seu pequeno porte (4-10 m).     

 

JACARANDÁ-PAULISTA

Michaerium Villosium

 

Madeira moderadamente pesada e de longa durabilidade quando exposta ao tempo. É utilizada para construção civil em obras externas, carpintaria e marcenaria. Boa adaptação em áreas acima de 500 m. Ocorrência: Floresta densa e topos de morros. Sementes irregulares e escassas.

 

JATOBÁ

Hymenaea courbaril

 

Madeira pesada e de média resistência. É utilizada na construção civil (vigas, caibros, ripas e para acabamentos internos.

 

Ocorrência: Floresta semi-decidua do Piauí ao norte do Paraná.

 

JENIPAPEIRO

Genipa americana

 

Madeira moderadamente pesada, flexível e de longa durabilidade quando não exposto ao solo e à umidade. É utilizada para construção civil, marcenaria, na confecção de móveis e peças curvadas.

 

Ocorrência: Floresta Pluvial de todo o país.

 

JENIPARANA, JANDIPARANA, JAPARANDUBA

Gustavia augusta L.

 

Madeira dura, moderadamente durável quando protegida; própria para construção civil e marcenaria; planta ornamental, flores perfumadas; frutos consumidos por roedores.

 

Ocorrência: Floresta amazônica; Mata Atlântica do sul de Pernambuco.

 

JUCÁ

Caesalpinia férrea

 

Madeira muito pesada e de longa durabilidade natural. É utilizada na construção civil, obras externas e marcenaria em geral.

Ocorrência: Floresta Pluvial Atlântica do Piauí ao Rio de Janeiro.

 

 

MOGNO

Swietenia macrophylla

 

Madeira moderadamente pesada e alta resistência ao ataque de cupins de madeira seca. É utilizada para mobiliário de luxo, objetos de adorno e etc. “

 

Ocorrência: Amazônia, em particular no sul do Pará.

 

Monjoleiro

Acácia polyplilla DC.

 

Arvore resistente com utilização na marcenaria em geral. Planta pioneira e rústica.

 

Ocorrência: região amazônica e floresta semi-decídua do centro-sul.

 

 

Mulungu

Erythrina velutina Willd.

 

Madeira leve, macia, empregada na construção de jangadas. Arvore muito ornamental.

 

Ocorrência: Ceará a Minas Gerais, com predominância na caatinga.

TAMBORIL, ORELHA-DE-NEGRO

Enterolobium contortisiliquum

 

Madeira leve e medianamente durável. É utilizada na fabrico de barcos e de canoas de tronco inteiro, brinquedos e etc.

 

Ocorrência: Floresta pluvial e semi-decidua do Pará ao Rio Grande do Sul. Goiás.

 

PAU-D’ALHO

Gallesia integrifólia

 

Madeira moderadamente pesada, dura ao corte. É empregada para tabuado em geral, sarrafos, para construções temporárias etc.

 

Ocorrência: Floresta Pluvial Atlântica da  Bahia até o Paraná.

 

PAU-FERRO

Caesalpinia ferrea

 

Madeira muito pesada e de longa durabilidade natural. É utilizada na construção civil, obras externas e marcenaria em geral.

Ocorrência: Floresta Pluvial da encosta Atlântica do Piauí a São Paulo.

 

PEROBA

Peroba d’água, peroba, peroba-rosa

Aspidosperma polyneuron M. Arg.

 

Madeira moderadamente pesada, dura, compacta, muito durável quando protegida da umidade. Própria para construção civil, móveis pesados. Árvore de valor ornamental.

 

Ocorrência nas florestas semideciduas e pluvial atlântica.

 

PRAÍBA, PARAÍBA, MARUPÁ, SIMARUBA

Simarouba amara Aubl.     

 

Madeira leve, fácil de trabalhar, baixa resistência quando exposta. Resistência especial contra insetos. Ideal para forros, caixas de documentos e materiais preciosos; ornamental, com valor para paisagismo. Rápido crescimento em áreas expostas.

Ocorrência: Região amazônica e floresta pluvial atlântica.

 

Quiri, Quiré, Muirapimina

Brosimum guianense (Aub.)

 

Madeira pesada, média resistência, durabilidade média. Recomendada para tornearia, fabrico de móveis, pasta de celulose. Frutos muito procurados por pássaros.

 

Ocorrência: Amazônia e Mata Atlântica; terrenos secos a não inundáveis.

 

SAGUARAGI

Colubrina glandulosa Perkins

 

Madeira pesada, bastante resistente ao apodrecimento, mesmo em contato com o solo e a umidade.

 

Ocorrência: encosta pluvial atlântica e floresta semi-decídua.

 

SAMBACUIM

Didymopanax morototonii

Madeira macia ao corte e muito utilizada na fabricação de lápis, fósforo, gaiolas etc.

 

        Ocorrência: Da Amazônia ao Rio Grande do Sul.

 

SAPUCAIA, JARANA, INUIBA-VERMELHA, SAPUCAIU

 

Lecythis lúrida (Miers)

 

Madeira pesada, dura, de elevada resistência mecânica, alta resistência ao ataque de cupins; própria para uso externo; ornamental; tolerante a terrenos secos.

 

Ocorrência: Floresta pluvial atlântica; encostas elevadas, bem drenadas.

 

SUCUPIRA

Bowdichia virgillioides Kunth

 

Madeira pesada, de longa durabilidade natural. Arvore ornamental, com aplicação em arborização de ruas estreitas.

 

Ocorrência: no cerrado do centro-sul e Mato Grosso.

 

TALO-FINO

Pouteria grandiflora

 

Madeira pesada, dura ao corte e de boa durabilidade. É indicada para pequenas obras de construção civil (caibros, estacas etc).

 

Ocorrência: Restinga arbórea litorânea de Pernambuco ao Rio de Janeiro.

 

VISGUEIRO

Parkia pendula

 

Madeira moderadamente pesada, fácil de trabalhar e durável em ambientes internos. É própria para carpintaria e marcenaria.

 

Ocorrência: Floresta Pluvial Amazônica e Atlântica.

 

Outras espécies

        

Pau piranha  Pisonia laxa (Neto) Furlan

        

 

 

 

 

 


 

 

 

Conheça a qualidade das madeiras

 

IPÊ ROXO, IPÊ ROSA, PAU-D’ÁRCO-ROXO

Tabebuia heptaphylla

 

                                            

 

1

Madeira pesada, duríssima, infinitamente durável sob quaisquer condições.

 

Ocorrência: Sul da Bahia a São Paulo, especialmente na Mata pluvial Atlântica.

IPÊ-AMARELO-CASCUDO, IPÊ TABACO, PAU-D’ARCO-AMARELO

Tabebuia crysotricha

 

                                         

 

1

Madeira moderadamente pesada, resistente, grande durabilidade, própria para obras externas. Ideal para arborização de ruas estreitas e abaixo de redes elétricas por seu pequeno porte (4-10 m).

JACARANDÁ-PAULISTA

Michaerium Villosium

 

 

1

Madeira moderadamente pesada e de longa durabilidade quando exposta ao tempo. É utilizada para construção civil em obras externas, carpintaria e marcenaria. Boa adaptação em áreas acima de 500 m. Ocorrência: Floresta densa e topos de morros. Sementes irregulares e escassas.

 

JATOBÁ

Hymenaea courbaril

 

 

1

Madeira pesada e de média resistência. É utilizada na construção civil (vigas, caibros, ripas e para acabamentos internos.

 

Ocorrência: Floresta semi-decidua do Piauí ao norte do Paraná.

 

JUCÁ

Caesalpinia férrea

 

 

1

Madeira muito pesada e de longa durabilidade natural. É utilizada na construção civil, obras externas e marcenaria em geral.

       Ocorrência: Floresta Pluvial Atlântica do Piauí ao Rio de Janeiro.

 

 

MOGNO

Swietenia macrophylla

 

 

1

Madeira moderadamente pesada e alta resistência ao ataque de cupins de madeira seca. É utilizada para mobiliário de luxo, objetos de adorno e etc. “

Ocorrência: Amazônia, em particular no sul do Pará.

 

PAU-FERRO

Caesalpinia ferrea

 

 

1

Madeira muito pesada e de longa durabilidade natural. É utilizada na construção civil, obras externas e marcenaria em geral.

Ocorrência: Floresta Pluvial da encosta Atlântica do Piauí a São Paulo.

PEROBA

Peroba d’água, peroba, peroba-rosa

Aspidosperma polyneuron M. Arg.

 

 

1

Madeira moderadamente pesada, dura, compacta, muito durável quando protegida da umidade. Própria para construção civil, móveis pesados. Árvore de valor ornamental.

Ocorrência nas florestas semi-decíduas e pluvial atlântica.

 

AMESCLA, ALMECEGUEIRA

Protium spruceanum  (Benth.) Engl.

 

 

2

Madeira moderadamente pesada, razoável durabilidade e resistência. Ideal para caibros, esquadrias. Propriedades ornamentais; flores apícolas; frutos muito procurados por pássaros.

Ocorrência: matas ciliares.

 

BANANA DE PAPAGAIO, SUCUÚBA, SUCUBA

Himatanthus sucuuba (Spruce ex Mull.Arg)

 

 

2

Madeira moderadamente pesada, macia e fácil de trabalhar, indicada para obras internas.

Ocorrência: Região amazônica e mata pluvial atlântica.

 

 

CUMIXÁ

Erythroxylum decidum A. St. Hil.

 

 

 

2

Madeira pesada, resistente e de boa durabilidade natural. Frutos consumidos por pássaros; boa para arborização de ruas estreitas e sob redes elétricas.

Ocorrência: Nordeste, em várias formações vegetais.

 

Cupiuba

Tapirira guianensis Aubl.

 

 

2

Madeira leve, macia, resistente a cupins. Ideal para briquedos, compensados, cabos.

Ocorrência: Todas as formações vegetais, especialmente lugares úmidos.

 

INGARANA, ANGELIM FALSO, PAU-BICHO

Abarema jupunba (Willd.)

 

 

2

Madeira pesada, macia, textura leve. Indiada para embalagens, cabo de ferramentas. Recomendada para arborização paisagística.

Ocorrência: Região amazônica e na Mata Pluvial de terra firme até o RJ.

 

JENIPAPEIRO

Genipa americana

 

 

 

2

Madeira moderadamente pesada, flexível e de longa durabilidade quando não exposto ao solo e à umidade. É utilizada para construção civil, marcenaria, na confecção de móveis e peças curvadas.

Ocorrência: Floresta Pluvial de todo o país.

ORELHA-DE-NEGRO

Enterolobium contortisiliquum

 

 

2

Madeira leve e medianamente durável. É utilizada na fabrico de barcos e de canoas de tronco inteiro, brinquedos e etc.

Ocorrência: Floresta pluvial e semi-decidua do Pará ao Rio Grande do Sul.

 

PAU-D’ALHO

Gallesia integrifólia

 

 

2

Madeira moderadamente pesada, dura ao corte. É empregada para tabuado em geral, sarrafos, para construções temporárias etc.

Ocorrência: Floresta Pluvial Atlântica da  Bahia até o Paraná.

 

PRAÍBA, PARAÍBA, MARUPÁ, SIMARUBA

Simarouba amara Aubl.     

 

 

2

Madeira leve, fácil de trabalhar, baixa resistência quando exposta. Resistência especial contra insetos. Ideal para forros, caixas de documentos e materiais preciosos; ornamental, com valor para paisagismo. Rápido crescimento em áreas expostas.

Ocorrência: Região amazônica e floresta pluvial atlântica.

 

SAMBACUIM

Didymopanax morototonii

 

 

2

Madeira macia ao corte e muito utilizada na fabricação de lápis, fósforo, gaiolas etc.

        Ocorrência: Da Amazônia ao Rio Grande do Sul.

 

TALO-FINO

Pouteria grandiflora

 

 

2

Madeira pesada, dura ao corte e de boa durabilidade. É indicada para pequenas obras de construção civil (caibros, estacas etc).

Ocorrência: Restinga arbórea litorânea de Pernambuco ao Rio de Janeiro.

 

VISGUEIRO

Parkia pendula

 

 

 

2

Madeira moderadamente pesada, fácil de trabalhar e durável em ambientes internos. É própria para carpintaria e marcenaria.

Ocorrência: Floresta Pluvial Amazônica e Atlântica.

CACAUEIRO

Theobroma cação

 

 

3

Madeira leve, mole e pouco durável quando exposta às intempéries. É utilizada apenas localmente para lenha e carvão. Seus frutos são comestíveis.

Ocorrência: Floresta Amazônica de terra firme e Mata Atlântica.

 

CACAU-FALSO

Pachira aquatica

 

                                         

 

3

Madeira leve e porosa tem pouca durabilidade quando exposta ao tempo. Utilizada para fabricação de caixotes, fósforos, molduras e etc.

Ocorrência: Da Amazônia à Bahia em terrenos úmidos.

EMBIRIBA – PRETA

Xylopia emarginata

 

3

Madeira leve e de baixa durabilidade natural. Muito utilizada em carpintaria.

Ocorrência: Matas ciliares da Bahia, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso do Sul e São Paulo.

 

FARINHA-SECA

Albizia niopoides

 

 

3

Madeira leve e macia.  É utilizada para forros, caixotaria e confecção de objetos leves.

 

Ocorrência: Floresta semi-decidua de São Paulo, Minas Gerais e Goiás.

 

Fonte de referência: Lorenzi, H. Arvores do Brasil, vol. 1 e 2, Instituto Plantarum, 2002.

 

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