Madeiras da Mata Atlântica e outras formações florestais
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Melhor relação custo/benefício:
Mogno; Cedro; Jatobá; Jacarandá; Peroba; Ipês; Guatambu; Monjoleiro; Saguaraji; Praíba; Pau d’alho; Talo-Fino; Cabreúva; Amburana; Sucupira; Ingarana
Paisagismo:
Açaí; Ipês; Carolina; Peroba; Amescla; Paineira-rosa; Eritrina; Visgueiro; Sucupira; Acácia Grande Lilás; Cacau; Jacarandá; Cedro
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Açaí Euterpe oleraceae (Mart.)
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Amescla, almecegueira Protium spruceanum (Benth.) Engl.
Madeira moderadamente pesada, razoável durabilidade e resistência. Ideal para caibros, esquadrias. Propriedades ornamentais; flores apícolas; frutos muito procurados por pássaros.
Ocorrência: matas ciliares.
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AMBURANA Amburana cearensis (Allemao)
Madeira moderadamente pesada, macia, de durabilidade razoável quando exposta ao tempo.
Ocorrência: Caatinga do Nordeste e matas pluviais do Centro-Oeste a Amazônia. |
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Banana de Papagaio, Sucuúba, sucuba Himatanthus sucuuba (Spruce ex Mull.Arg)
Madeira moderadamente pesada, macia e fácil de trabalhar, indicada para obras internas. Ocorrência: Região amazônica e mata pluvial atlântica.
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CABREÚVA, BÁLSAMO Myroxylon peruiferum L. f.
Madeira pesada, de alta resistência ao apodrecimento, própria para mobiliário. O tronco fornece o “balsamo de tolu”, empregado em perfumaria.
Ocorrência: floresta semi-decídua do Paraná e Mata Pluvial Atlântica da Bahia, até o Nordeste.
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CACAUEIRO Theobroma cação
Madeira leve, mole e pouco durável quando exposta às intempéries. É utilizada apenas localmente para lenha e carvão. Seus frutos são comestíveis.
Ocorrência: Floresta Amazônica de terra firme e Mata Atlântica.
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CACAU-FALSO Pachira aquatica
Madeira leve e porosa tem pouca durabilidade quando exposta ao tempo. Utilizada para fabricação de caixotes, fósforos, molduras e etc.
Ocorrência: Da Amazônia à Bahia em terrenos úmidos.
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Cedrela fissilis Vell.
Madeira moderadamente pesada e notavelmente durável em ambiente seco. Largamente empregada na marcenaria.
Ocorrência: florestas semi-decíduas e pluvial atlântica |
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CONDURU
Brosimum gaudichaudii Trécul
Madeira moderadamente pesada, macia, pouco durável em condições externas. Uso na construção civil. Planta medicinal, empregada contra o Vitiligo.
Ocorrência: do Amazonas e pará até o Paraguai, em cerrados e cerradões. |
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CUMIXÁ Erythroxylum decidum A. St. Hil.
Madeira pesada, resistente e de boa durabilidade natural. Frutos consumidos por pássaros; boa para arborização de ruas estreitas e sob redes elétricas.
Ocorrência: Nordeste, em várias formações vegetais.
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CUPAUBA (PE), PAINEIRA DO CAMPO, IMBIRU, EMBIRUÇU
Eriotheca gracilipes (K. Schum.)
Madeira leve, resistência média.
Ocorrência: Rio, SP, áreas de cerrado; Mata Atlântica do Nordeste; floresta semi-decidua.
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Cupiuba Tapirira guianensis Aubl.
Madeira leve, macia, resistente a cupins. Ideal para briquedos, compensados, cabos.
Ocorrência: Todas as formações vegetais, especialmente lugares úmidos.
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EMBIRIBA – PRETA Xylopia emarginata Madeira leve e de baixa durabilidade natural. Muito utilizada em carpintaria.
Ocorrência: Matas ciliares da Bahia, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso do Sul e São Paulo.
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ERITRINA, MULUNGU DO LITORAL Erytrina speciosa Andrews
Madeira leve e porosa. Arvore ornamental ideal para paisagismo. Planta pioneira, adaptada a lugares úmidos.
Ocorrência: floresta pluvial atlântica
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FARINHA-SECA Albizia niopoides
Madeira leve e macia. É utilizada para forros, caixotaria e confecção de objetos leves.
Ocorrência: Floresta semi-decidua de São Paulo, Minas Gerais e Goiás.
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GUATAMBU AMARELO Aspidosperma ramiflorum Mull.Arg.
Madeira resistente ao apodrecimento quando não exposta à umidade.
Ocorrência: Mata Atlântica |
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GUATAMBU VERMELHO, PAU-PEREIRA DO CAMPO Aspidosperma subincanum Mart.
Madeira dura, resistente ao ataque de cupins.
Ocorrência: Centro sul especialmente na floresta semi-decídua. Planta resistente a áreas de transição para o cerrado. |
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INGARANA, ANGELIM FALSO, PAU-BICHO Abarema jupunba (Willd.)
Madeira pesada, macia, textura leve. Indicada para embalagens, cabo de ferramentas. Recomendada para arborização paisagística.
Ocorrência: Região amazônica e na Mata Pluvial de terra firme até o RJ.
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Ipe roxo, ipê rosa, pau-d’árco-roxo Tabebuia heptaphylla
Madeira pesada, duríssima, infinitamente durável sob quaisquer condições.
Ocorrência: Sul da Bahia a São Paulo, especialmente na Mata pluvial Atlântica.
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Ipê-amarelo-cascudo, ipê tabaco, pau-d’arco-amarelo Tabebuia crysotricha
Madeira moderadamente pesada, resistente, grande durabilidade, própria para obras externas. Ideal para arborização de ruas estreitas e abaixo de redes elétricas por seu pequeno porte (4-10 m).
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JACARANDÁ-PAULISTA Michaerium Villosium
Madeira moderadamente pesada e de longa durabilidade quando exposta ao tempo. É utilizada para construção civil em obras externas, carpintaria e marcenaria. Boa adaptação em áreas acima de 500 m. Ocorrência: Floresta densa e topos de morros. Sementes irregulares e escassas.
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Hymenaea courbaril
Madeira pesada e de média resistência. É utilizada na construção civil (vigas, caibros, ripas e para acabamentos internos.
Ocorrência: Floresta semi-decidua do Piauí ao norte do Paraná.
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JENIPAPEIRO Genipa americana
Madeira moderadamente pesada, flexível e de longa durabilidade quando não exposto ao solo e à umidade. É utilizada para construção civil, marcenaria, na confecção de móveis e peças curvadas.
Ocorrência: Floresta Pluvial de todo o país.
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JENIPARANA, JANDIPARANA, JAPARANDUBA Gustavia augusta L.
Madeira dura, moderadamente durável quando protegida; própria para construção civil e marcenaria; planta ornamental, flores perfumadas; frutos consumidos por roedores.
Ocorrência: Floresta amazônica; Mata Atlântica do sul de Pernambuco.
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JUCÁ Caesalpinia férrea
Madeira muito pesada e de longa durabilidade natural. É utilizada na construção civil, obras externas e marcenaria em geral. Ocorrência: Floresta Pluvial Atlântica do Piauí ao Rio de Janeiro.
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Swietenia macrophylla
Madeira moderadamente pesada e alta resistência ao ataque de cupins de madeira seca. É utilizada para mobiliário de luxo, objetos de adorno e etc. “
Ocorrência: Amazônia, em particular no sul do Pará.
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Acácia polyplilla DC.
Arvore resistente com utilização na marcenaria em geral. Planta pioneira e rústica.
Ocorrência: região amazônica e floresta semi-decídua do centro-sul.
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Mulungu Erythrina velutina Willd.
Madeira leve, macia, empregada na construção de jangadas. Arvore muito ornamental.
Ocorrência: Ceará a Minas Gerais, com predominância na caatinga. |
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TAMBORIL, ORELHA-DE-NEGRO Enterolobium contortisiliquum
Madeira leve e medianamente durável. É utilizada na fabrico de barcos e de canoas de tronco inteiro, brinquedos e etc.
Ocorrência: Floresta pluvial e semi-decidua do Pará ao Rio Grande do Sul. Goiás.
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Gallesia integrifólia
Madeira moderadamente pesada, dura ao corte. É empregada para tabuado em geral, sarrafos, para construções temporárias etc.
Ocorrência: Floresta Pluvial Atlântica da Bahia até o Paraná.
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PAU-FERRO Caesalpinia ferrea
Madeira muito pesada e de longa durabilidade natural. É utilizada na construção civil, obras externas e marcenaria em geral. Ocorrência: Floresta Pluvial da encosta Atlântica do Piauí a São Paulo.
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Peroba d’água, peroba, peroba-rosa Aspidosperma polyneuron M. Arg.
Madeira moderadamente pesada, dura, compacta, muito durável quando protegida da umidade. Própria para construção civil, móveis pesados. Árvore de valor ornamental.
Ocorrência nas florestas semideciduas e pluvial atlântica.
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PRAÍBA, PARAÍBA, MARUPÁ, SIMARUBA Simarouba amara Aubl.
Madeira leve, fácil de trabalhar, baixa resistência quando exposta. Resistência especial contra insetos. Ideal para forros, caixas de documentos e materiais preciosos; ornamental, com valor para paisagismo. Rápido crescimento em áreas expostas. Ocorrência: Região amazônica e floresta pluvial atlântica.
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Quiri, Quiré, Muirapimina Brosimum guianense (Aub.)
Madeira pesada, média resistência, durabilidade média. Recomendada para tornearia, fabrico de móveis, pasta de celulose. Frutos muito procurados por pássaros.
Ocorrência: Amazônia e Mata Atlântica; terrenos secos a não inundáveis.
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Colubrina glandulosa Perkins
Madeira pesada, bastante resistente ao apodrecimento, mesmo em contato com o solo e a umidade.
Ocorrência: encosta pluvial atlântica e floresta semi-decídua.
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SAMBACUIM Didymopanax morototonii Madeira macia ao corte e muito utilizada na fabricação de lápis, fósforo, gaiolas etc.
Ocorrência: Da Amazônia ao Rio Grande do Sul.
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SAPUCAIA, JARANA, INUIBA-VERMELHA, SAPUCAIU
Lecythis lúrida (Miers)
Madeira pesada, dura, de elevada resistência mecânica, alta resistência ao ataque de cupins; própria para uso externo; ornamental; tolerante a terrenos secos.
Ocorrência: Floresta pluvial atlântica; encostas elevadas, bem drenadas.
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Bowdichia virgillioides Kunth
Madeira pesada, de longa durabilidade natural. Arvore ornamental, com aplicação em arborização de ruas estreitas.
Ocorrência: no cerrado do centro-sul e Mato Grosso.
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TALO-FINO Pouteria grandiflora
Madeira pesada, dura ao corte e de boa durabilidade. É indicada para pequenas obras de construção civil (caibros, estacas etc).
Ocorrência: Restinga arbórea litorânea de Pernambuco ao Rio de Janeiro.
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Parkia pendula
Madeira moderadamente pesada, fácil de trabalhar e durável em ambientes internos. É própria para carpintaria e marcenaria.
Ocorrência: Floresta Pluvial Amazônica e Atlântica.
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Outras espécies
Pau piranha Pisonia laxa (Neto) Furlan
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Conheça a qualidade das madeiras
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IPÊ ROXO, IPÊ ROSA, PAU-D’ÁRCO-ROXO Tabebuia heptaphylla
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1 Madeira pesada, duríssima, infinitamente durável sob quaisquer condições.
Ocorrência: Sul da Bahia a São Paulo, especialmente na Mata pluvial Atlântica. |
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IPÊ-AMARELO-CASCUDO, IPÊ TABACO, PAU-D’ARCO-AMARELO Tabebuia crysotricha
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1 Madeira moderadamente pesada, resistente, grande durabilidade, própria para obras externas. Ideal para arborização de ruas estreitas e abaixo de redes elétricas por seu pequeno porte (4-10 m). |
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JACARANDÁ-PAULISTA Michaerium Villosium
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1 Madeira moderadamente pesada e de longa durabilidade quando exposta ao tempo. É utilizada para construção civil em obras externas, carpintaria e marcenaria. Boa adaptação em áreas acima de 500 m. Ocorrência: Floresta densa e topos de morros. Sementes irregulares e escassas.
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JATOBÁ Hymenaea courbaril
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1 Madeira pesada e de média resistência. É utilizada na construção civil (vigas, caibros, ripas e para acabamentos internos.
Ocorrência: Floresta semi-decidua do Piauí ao norte do Paraná.
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JUCÁ Caesalpinia férrea
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1 Madeira muito pesada e de longa durabilidade natural. É utilizada na construção civil, obras externas e marcenaria em geral. Ocorrência: Floresta Pluvial Atlântica do Piauí ao Rio de Janeiro.
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MOGNO Swietenia macrophylla
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1 Madeira moderadamente pesada e alta resistência ao ataque de cupins de madeira seca. É utilizada para mobiliário de luxo, objetos de adorno e etc. “ Ocorrência: Amazônia, em particular no sul do Pará.
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PAU-FERRO Caesalpinia ferrea
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1 Madeira muito pesada e de longa durabilidade natural. É utilizada na construção civil, obras externas e marcenaria em geral. Ocorrência: Floresta Pluvial da encosta Atlântica do Piauí a São Paulo. |
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PEROBA Peroba d’água, peroba, peroba-rosa Aspidosperma polyneuron M. Arg.
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1 Madeira moderadamente pesada, dura, compacta, muito durável quando protegida da umidade. Própria para construção civil, móveis pesados. Árvore de valor ornamental. Ocorrência nas florestas semi-decíduas e pluvial atlântica.
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AMESCLA, ALMECEGUEIRA Protium spruceanum (Benth.) Engl.
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2 Madeira moderadamente pesada, razoável durabilidade e resistência. Ideal para caibros, esquadrias. Propriedades ornamentais; flores apícolas; frutos muito procurados por pássaros. Ocorrência: matas ciliares.
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BANANA DE PAPAGAIO, SUCUÚBA, SUCUBA Himatanthus sucuuba (Spruce ex Mull.Arg)
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2 Madeira moderadamente pesada, macia e fácil de trabalhar, indicada para obras internas. Ocorrência: Região amazônica e mata pluvial atlântica.
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CUMIXÁ Erythroxylum decidum A. St. Hil.
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2 Madeira pesada, resistente e de boa durabilidade natural. Frutos consumidos por pássaros; boa para arborização de ruas estreitas e sob redes elétricas. Ocorrência: Nordeste, em várias formações vegetais.
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Cupiuba Tapirira guianensis Aubl.
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2 Madeira leve, macia, resistente a cupins. Ideal para briquedos, compensados, cabos. Ocorrência: Todas as formações vegetais, especialmente lugares úmidos.
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INGARANA, ANGELIM FALSO, PAU-BICHO Abarema jupunba (Willd.)
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2 Madeira pesada, macia, textura leve. Indiada para embalagens, cabo de ferramentas. Recomendada para arborização paisagística. Ocorrência: Região amazônica e na Mata Pluvial de terra firme até o RJ.
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JENIPAPEIRO Genipa americana
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2 Madeira moderadamente pesada, flexível e de longa durabilidade quando não exposto ao solo e à umidade. É utilizada para construção civil, marcenaria, na confecção de móveis e peças curvadas. Ocorrência: Floresta Pluvial de todo o país. |
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ORELHA-DE-NEGRO Enterolobium contortisiliquum
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2 Madeira leve e medianamente durável. É utilizada na fabrico de barcos e de canoas de tronco inteiro, brinquedos e etc. Ocorrência: Floresta pluvial e semi-decidua do Pará ao Rio Grande do Sul.
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PAU-D’ALHO Gallesia integrifólia
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2 Madeira moderadamente pesada, dura ao corte. É empregada para tabuado em geral, sarrafos, para construções temporárias etc. Ocorrência: Floresta Pluvial Atlântica da Bahia até o Paraná.
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PRAÍBA, PARAÍBA, MARUPÁ, SIMARUBA Simarouba amara Aubl.
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2 Madeira leve, fácil de trabalhar, baixa resistência quando exposta. Resistência especial contra insetos. Ideal para forros, caixas de documentos e materiais preciosos; ornamental, com valor para paisagismo. Rápido crescimento em áreas expostas. Ocorrência: Região amazônica e floresta pluvial atlântica.
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SAMBACUIM Didymopanax morototonii
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2 Madeira macia ao corte e muito utilizada na fabricação de lápis, fósforo, gaiolas etc. Ocorrência: Da Amazônia ao Rio Grande do Sul.
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TALO-FINO Pouteria grandiflora
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2 Madeira pesada, dura ao corte e de boa durabilidade. É indicada para pequenas obras de construção civil (caibros, estacas etc). Ocorrência: Restinga arbórea litorânea de Pernambuco ao Rio de Janeiro.
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VISGUEIRO Parkia pendula
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2 Madeira moderadamente pesada, fácil de trabalhar e durável em ambientes internos. É própria para carpintaria e marcenaria. Ocorrência: Floresta Pluvial Amazônica e Atlântica. |
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CACAUEIRO Theobroma cação
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3 Madeira leve, mole e pouco durável quando exposta às intempéries. É utilizada apenas localmente para lenha e carvão. Seus frutos são comestíveis. Ocorrência: Floresta Amazônica de terra firme e Mata Atlântica.
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CACAU-FALSO Pachira aquatica
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3 Madeira leve e porosa tem pouca durabilidade quando exposta ao tempo. Utilizada para fabricação de caixotes, fósforos, molduras e etc. Ocorrência: Da Amazônia à Bahia em terrenos úmidos. |
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EMBIRIBA – PRETA Xylopia emarginata
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3 Madeira leve e de baixa durabilidade natural. Muito utilizada em carpintaria. Ocorrência: Matas ciliares da Bahia, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso do Sul e São Paulo.
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FARINHA-SECA Albizia niopoides
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3 Madeira leve e macia. É utilizada para forros, caixotaria e confecção de objetos leves.
Ocorrência: Floresta semi-decidua de São Paulo, Minas Gerais e Goiás. |
Fonte de referência: Lorenzi, H. Arvores do Brasil, vol. 1 e 2, Instituto Plantarum, 2002.