A Babosa (Aloe vera)

A Receita para a Cura do Câncer

1 - meio quilo de mel puro (se for alérgico ao mel utilize fruta). Ou algumas colheres a gosto, de mel.

2 - 40 a 50ml de bebida destilada (três colheres de sopa de cachaça, conhaque,...).

3 - babosa (duas folhas de 50 cm ou três de 35cm, quanto menor o tamanho mais folhas se acrescenta).

Colheita da babosa:

Para efeito sobre o câncer colher sem luz solar (a propriedade responsável pela cura do câncer perde efeito se houver claridades). Colher as folhas e, logo após preparar. Não lave as folhas apenas passe um pano úmido. Prefira as folhas do meio da planta (não as folhas velhas, aquelas amareladas) e não as da beirada da planta. Colher com no mínimo uma semana sem ter chovido, pois a chuva encharca a planta. Coloque no liquidificador e bata tudo em média um minuto (sempre no escuro - não vi explicação para este motivo de evitar claridade de lâmpada). Guardar num vidro escuro na geladeira.

Uso:

Agitar antes de usar. 3 colheres no máximo ao dia (devido a possibilidade de intoxicação). Recomendo uma para iniciantes na primeira semana.

A babosa utilizada na receita para maior efeito contra o câncer é a Aloe arborescens (de folhas largas). Vale lembrar que se encontram nas folhas as maiores propriedades de cura para o câncer. Você pode utilizar outro tipo de babosa (Aloe humilis) caso não encontre a arborescens ou para aproveitar propriedades diferentes; pois os tipos de babosa se diferem em quantidades e/ou qualidades medicinais.

Aloe Humilis (encontrada facilmente em jardins e parques).

Cuidado com a planta agave e a piteira que se assemelham em alguns aspectos com a babosa; procure orientação com botânicos ou especialistas quando na dúvida.

Você pode alternar entre os diferentes tipos de babosa; já que algumas possuem propriedades a menos ou a mais que outras.

Sintomas apresentados em pacientes que se utilizam da receita: mal estar, urina marrom, feridas, diarréia e vômitos. Isto devido à ação higienizador da Babosa; os sintomas desaparecem em alguns dias e depois o paciente se sente mais revigorado. Mesmo com os sintomas a pessoa deve continuar a receita até o final. A não ser que apresente reações agressivas de forma insuportável ou que o médico mande suspender. Utilize o bom senso pois cada organismo se difere do outro.

Na dúvida faça a receita sem a casca para analizar possíveis sintomas. Pois é a casca que pode provocar maior agressão já que ela é adstringente forte. Mas lembre-se que para a cura do câncer a casca é o fator principal; o gel tem propriedades medicinais excelentes.

Cuidado com superdosagem:

no máximo três colheres por dia um período de 10 dias. Após o tratamento dar um intervalo de meses (varia de organismo. Use o bom senso e cuidado que a babosa tem toxicidades) para livrar-se de eventuais intoxicações da planta.

O abuso intoxica o fígado e os rins (provoca nefrite - inflamação dos rins).

Há estudos sobre a Babosa e pode que alguma informação aqui dita não tenha valor científico; ou, outros benefícios sejam descobertos. Esta receita leva em consideração os fatos relatados em revistas e da receita do Frei Romano Zago (Livro: Câncer tem Cura - Frei Romano Zago, editora Vozes). Há outras receitas semelhantes da babosa; mas todas procuram tratar os mesmos males.

Outras posologias: duas colheres duas vezes por dia, durante dez dias (Irmã Maria Zatta). Duas colheres três vezes ao dia, durante dez dias (Paulo César de Andrade). Pára-se antão por dez dias e retoma-se à medicação, parando novamente depois de dez dias, e assim sucessivamente até a cura completa. Alguns tomaram a receita até a cura completa devido a ansiedade de cura rápida; mas isto não é indicado.

Melhor prevenir que remediar: mesmo aqueles que não tem câncer deve seguir o tratamento pelo menos uma vez por ano, durante dez dias. É um tratamento simples, barato e eficaz de manutenção e é o bastante para manter a doença afastada, além de combater muitos outros males.

Porquê usar bebida destilada: dilatação dos vasos sangüíneos para facilitar a propagação do mel de levar a aloína pelo corpo.

Mel: por atingir os pontos mais distantes do nosso organismo. É o mel quem leva a aloína mais longe por entre os vasos sangüíneos.

Cuidado: o mel não é indicado para crianças abaixo de um ano pois estas não possuem defesa contra bactérias originadas do mel. Nem a receita deve ser ministrada em crianças devido à sensibilidade orgânica. Procure orientação médica.

Importante: além de seguir o tratamento, aconselha-se levar uma vida mais tranqüila e tirar a carne da alimentação, substituindo-a por cereais, frutas, legumes e vegetais.

Esta receita também encontra-se pronta em casas do ramo e farmácias.

Estas informações baseam-se em bibliografias escritas. Vide Frei Romano Zago http://www.babosa.com.br

Se eu usei esta receita? Uma vez. Não tive nenhum tipo de reação ou dor.

Onde saber mais

http://www.plantaservas.hpg.ig.com.br

http://www.babosa.com.br

 

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