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A
árvore Pachira Aquática, plantada em vários bairros
do Rio de Janeiro, foi transformada em objeto de trabalho em função
das formas de suas sementes, e do acelerado movimento de abertura de suas
flores.
À noite, entre 19:30 e 21:30 h, os alongados botões de 30 cm começam a movimentar suas 5 pétalas, liberando o pistilo e mais de 200 estames, num tempo que varia de alguns segundos a poucos minutos. Justapondo contemplação e velocidade, arte e ciência, novamente utilizo uma imagem banalizada e subvalorizada para produzir conexões entre cultura de massa e arte contemporânea. |
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Mauricio
Ruiz
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