Olá!              

 

Primeiro as apresentações: esta aí em cima é uma das moradoras que conheci na Serra do Quati, em Araçoaí, a Macondo do seu Tota, pai do Guido. Houve outras, que mais para baixo eu apresento.

P’ra ver bem esta minha página, use a resolução 800x600 pontinhos. No explorer (da Microsoft) o melhor é desligar a barra de botões (Exibir/Barra de Ferramentas/Botões padrão) ou apertar F11 (tela inteira). Tela limpa dá mais espaço e reduz a interferência desse excesso de cores chamado Windows (Janelas) nas fotos. Isso p’ra quem usa PC. Eu sou Corinthians e PC, não sei nada de Palmeiras e Mac. Se precisar, você há de conhecer alguém partidário da Maçã.

Antes que morra de raiva: esse quadrinho da Yahoo aí à direita não vai embora de jeito nenhum. Você fecha e, depois de um tempinho, ele se abre de novo. Foi uma permuta, é esta bandeirinha enxerida que me paga a página.

Mais uma beldade do Vale do Jequetinhonha:            

Sobre as fotos: dividi a página nas séries que montamos para expor, Cláudia Lammoglia - dívida eterna pelo apoio! -  e eu. A primeira, “Quando o carteiro chegar”, teve curadoria também do Sérgio Pizoli, junto da Clau. Selecionei algumas fotos de cada uma das mostras. “Uma casa...” está quase toda aí - só tirei uma de que não gosto mais. Os pequenos textos que se lêem em cada uma dessas páginas faziam parte das exposições e, já que anos os separam, seus estilos são irregulares.

Aí achei que o sítio estava muito monótono (parecia o poema do Drummond: “... êta vida besta, meu Deus”) e pus umas capas que já tive a sorte de publicar e outras imagens esparsas. As capas dos livros do Donizete Galvão (“Ruminações”) e do Paulo Ferraz (“Constatação do Óbvio”) estão páginas das exposições nas quais foram publicadas pela primeira vez.

A última fileira de fotos esparsas são de uma série inédita: “São Paulo vertical. Frestas.” Foi minha primeira tentativa de organizar um trabalho coeso. Não vingou, nunca consegui expor, mas é uma espécie de primeiro filho, meio “gauche” (com licença de novo, Carlos), que eu estou sempre apresentando p’ras visitas.

Foram três as exposições (por enquanto, espero).

1)   “Quando o carteiro chegar” (1995): Agência dos Correios Central de São Paulo - 14 de agosto a 25 de agosto de 1995; Centro de Triagem dos Correios de São Paulo - 15 de setembo a 2 de outubro de 1995; Faculdades Metodistas de São Bernardo - novembro de 1995; ECT Galeria de Arte de Brasília - 16 de janeiro a 17 de fevereiro de 11996; Espaço Cultural dos Correios do Rio de Janeiro - 1 a 31 de março de 1996

2) “Telas casuais” (1997): FUNARTE - Sala Almeida Salles - São Paulo - 11 de setembro a 11 de outubro de 1997.

3) “Uma casa e uns outros cantos” (1999): Centro Cultural Vergueiro, São Paulo.

Além dessas, também participei com três fotos da “I Mostra de Portfolio – Casa da Fotografia FUJI” (1996)

 

A última moradora, que faz dieta vegetariana:   

 

Por fim, deixo o Seu Corilo e a sua Serra do Quati, onde ele viveu e trabalhou para senhoras parecidas com as que aqui representei. Acho que este foi o seu último retrato, pois eu soube que, quando chegou pelo correio, ele já tinha ido. Diz que a filha chorou muito ao receber a foto. Vale a pena fazer clics, às vezes.

Taí o Corilo chamando sua serra: “Quati!”

                            

PS 1:      Ah!, esse sinal de caracol faz voltar para a página inicial     

  e minha assinatura (nas fotos grandes) faz voltar uma página.  

 

     (Para os menos experientes com sítios: quando se clica nas fotos pequenas, elas se ampliam.)            

 

PS 2 (antipático, mas inevitável): O conteúdo desta página tem autoria de fácil comprovação e o autor, além de ser advogado, fica furioso com usos não autorizados.

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