...esta é outra...
                                                     NO INICIO DA REVOLUÇÃO

Agora chegou a hora de dominares todos os teus pecados mortais
Altura de tomares a força dos vendavais
Pois o campo vai deixando ao vencedor
Que encobre o profundo peito de dor
Escondida do seu tremor
O medo de morte e da sua despedida ,por deixar a vida
Lhe dá, não receio mas asas á fugida
E medo também da mágoa, da desonra e triste nojo
De ver os outros a gozar do seu despojo
Preparado assim p´ra travar a certa guerra
Pergunta-me a mim:
Como é que as krew’s usam a traição da própria terra?!
A noite chegou
E ele entrou no terreno
Tentava sobrepor ao seu ar sereno
O melhor que ele tinha a fazer
Era não correr p’ra ultima ala
Porque ele é um ser a quem ninguém se iguala

R         | Que se fodam as krew’s
E        | Que se foda o movimento
F         | Porque nós temos o nosso pensamento
R        | E nenhuma krew nos consegue levar ao tormento
à       | ----------------------------------------
O        | -----------------------------------------

E em enchamamento
Ele lá continuava
Cheio de esperança
Pois a liberdade ,estava na sua lança
E assim começa a dança
Sacam de navalhas e borboletas
Muitos já no chão e outros nas retretas
Rompem assim muitos peitos com aço
Cada vez se sente mais o fracasso
E com a consciência já cheia de feridas
Como a quem já não dói perder as vidas

(REFRÃO) 2X

Os da krew perderam a sua glória
Para eles isto, era mais que uma simples vitória
Assim os gajos ficaram arrenegados
Completamente dominados
Tiveram que se render aos céus e aos seus “fados”
Para não irem para ao profundo
Inferno que habita no nosso mundo,
E o grande ditador
Ficou marcado na memória
Para sempre uma vida ,uma história...

(REFRÃO) 4X
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