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“A partir do momento em que o genoma humano é mapeado e o proteoma começa a ser mais conhecido, aumentam as correlações conhecidas entre certos genes (alelos, mais especificamente) e certas características humanas – sejam elas “físicas ou psicológicas”. Assim, já existe a possibilidade de julgarmos os seres humanos a partir de amostras de seu sangue, pele ou qualquer parte do corpo. A USP, por exemplo, já disponibiliza aconselhamento genético ao público brasileiro. Há muitos tipos de testes genéticos que visam evitar dor desnecessária; por outro lado, alguns pesquisadores consideram preocupante a banalização desta prática. Os testes genéticos estão cada vez mais eficientes, dada a criação de métodos como o chip de DNA. O que fazer com tudo isso?”
Prof. Rodrigo (Digão)
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Definição Chave I:
Gene: “O gene é a unidade fundamental da hereditariedade. Cada gene é formado por uma seqüência específica de ácidos nucleicos, que está associada com funções reguladoras e funções codificantes. Assim o gene que codifica para uma determinada proteína tem a sequência de bases que codifica para essa proteína, mas também regiões que permitem regular a produção dessa proteína. O conjunto dos genes de um organismo, população ou espécie constitui o genoma.O gene é um dos fatores que determinam a forma ou função de uma ou várias característica dos seres vivos, pois é por meio de genes que são determinadas proteínas.Engenharia Genética e Modificação Genética são termos para o processo de manipulação dos genes num organismo, geralmente fora do processo normal reprodutivo deste. Envolvem frequentemente o isolamento, a manipulação e a introdução do ADN num chamado "corpo de prova", geralmente para exprimir um gene. O objetivo é de introduzir novas características num ser vivo para aumentar a sua utilidade, tal como aumentando a área de uma espécie de cultivo, introduzindo uma nova característica, ou produzindo uma nova proteína ou enzima.”
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Introdução: A ciência da genética é aquela dedicada ao estudo dos genes, os blocos que constroem a vida tal como a conhecemos e estão presentes em todos os seres vivos. Esses estudos também oferecem um melhor entendimento do conceito de hereditariedade e da diferenciação entre espécies, sendo que, na biologia moderna, a genética é parte fundamental que dá valor e credibilidade a evolução. Sendo um estudo consideravelmente novo, temos muito pouco entendimento de seu funcionamento pleno, embora a genética tenha nos acompanhado por toda nossa existência, desde a pré-história (onde os hominídeos primitivos utilizam o cruzamento entre animais e plantas a fim de conseguir variações de raça que se adequasse melhor aos seus interesses) até hoje em dia (onde, com o uso da genética, podemos fabricar em laboratórios espécies transgênicas que se encaixam a nossos interesses ‘modernos’). O DNA (Deoxyribonucleic Acid) ou ADN (Ácido Desoxirribonucléico) é a representação química molecular presente em todos os seres vivos, cuja estrutura interna contém os chamados cromossomos. A partir do ponto que se compreende a estrutura genética de um ser vivo, pode-se ter noções de que genes são incumbidos de determinadas características, desde cores dos olhos e dos cabelos até a informação necessária para se criar um braço. A um nível mais profundo (o qual estamos colocando nosso dedos com muita delicadeza), você poderia sintetizar estruturas genéticas com base em cadeias modificadas a fim de conseguir uma variação fisiológica do ser que lhe seja útil. A genética se divida em quatro ramos: genética clássica, genética molecular, Genética populacional/genética quantitativa/ecologia genética e genômica. A área da genética tem sido explorada apenas muito recentemente, de modo que a maior certeza que temos dela é praticamente zero perto do real conteúdo que essa ciência pode abrangir. Através da exploração de interesses, que podem exceder o científico, a genética está sendo lentamente encaminhada para o entendimento do chamado ‘público comum’, já tendo sido utilizada tanto pela literatura quanto pelo cinema para retratar hipotéticos cenários futurísticos (tanto utópicos quanto catastróficos) onde essa tecnologia seria a base de uma nova sociedade. |
Definição Chave II:
Genética: “Genética, do grego genno (fazer nascer), é a ciência dos genes, da hereditariedade e da variação dos organismos. Ramo da biologia que estuda a forma como se transmitem as características biológicas de geração para geração. O termo genética foi primeiramente aplicado para descrever o estudo da variação e hereditariedade, pelo cientista William Bateson numa carta dirigida a Adam Sedgewick, datada de 18 de Abril de 1905. Os humanos, já no tempo da pré-história utilizavam conhecimentos de genética através da domesticação e do cruzamento seletivo de animais e plantas. Atualmente, a genética proporciona ferramentas importantes para a investigação das funções dos genes, isto é, a análise das interacções genéticas. No interior dos organismos, a informação genética está normalmente contida nos cromossomas, onde é representada na estrutura química da molecula de DNA. Os genes codificam a informação necessária para a síntese de proteínas. Por sua vez as proteínas influenciam, em grande parte, o fenótipo final de um organismo. Note-se que o conceito de "um gene, uma proteína" é simplista: por exemplo, um único gene poderá produzir múltiplos produtos, dependendo de como a transcrição é regulada.”
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www.http://www.wikipedia.org/ - Gene / Engenharia Genética |
www.http://www.wikipedia.org/ - Genética |
Genética Molecular:
Pode ser vista como a ampliação da genética clássica, lidando diretamente com a matriz que rege toda genética, que é justamente a função dos genes num nível molecular. Ela é uma ciência que utiliza métodos semelhantes a sua antecessora (como a hibridação, o processo de formação de orbitais eletrônicos híbridos). É conhecida como ciência classificatória, onde categoriza diferenças entre organismos a nível genético também incluindo conceitos de ecologia genética e genética populacional.
Genética Populacional/Genética Quantitativa/Ecologia Genética:
São essas as ciências irradias da genética clássica que se sustentam com base em conceitos da genética molecular. Nessas ciências, há o estudo das populações de seres vivos presentes na natureza, hora focando em uma determinada espécie ou num grupo específico de indivíduos. Esses ramos da genética são parte suplementar da teoria da evolução, acrescentando os conceitos neodarwinistas (sendo que os clássicos conceitos meramente darwinistas desconheciam a existência dos genes, portanto eram incompletos). Esse ‘remendo’ afeta enormemente toda base na qual a biologia se sustenta (a evolução): a mutação, a migração, a seleção natural e a deriva genética. A teoria também visa compreender especiação e adaptação. Por sua vez, a ecologia genética é fundada sobre a genética populacional, possuindo um recorte mais fechado especificamente para conceitos ecológicos. Ela estuda os bancos de genes macroscópicos existentes na natureza, fornecendo amostras de material genético e dados de aspectos ecológicos para a genética molecular.
Considerada a mais jovem das ciências que englobam a genética, essa estuda os chamados padrões genéticos macroscópicos presentes em todo DNA de qualquer espécie viva (o genoma). Essa ciência genética depende essencialmente de ferramentas decodificadoras, tais como computadores, fabricadas pela bioinformática e de genomas inteiramente seqüenciados. Os computadores são especialmente preciosos por conseguirem analisar gigantesca quantidade de dados num tempo relativamente curto.
Na história científica, a genética possui a seguinte cronologia:
Cronologia de Descobertas e Acontecimentos Importantes na Genética:
(cronologia retirada diretamente de http://pt.wikipedia.org/wiki/Gen%C3%A9tica) |
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O que se tem hoje em dia a respeito dos Testes Genéticos? Quais propostas estão sendo feitas para a utilização desse conhecimento?
Pode ser considerado teste genético qualquer exame clínico que tenha por propósito analisar o DNA, ou até mesmo o RNA. Pode ser um cromossomo ou uma proteína de qualquer ser vivo, normalmente com a coleta de uma amostra de sangue, na busca do material genético ou algum subproduto seu que possa ser analisado. Geralmente, os testes genéticos são feitos em humanos, ou então visam poderem ser feito mais tarde em humanos, a fim de desempenhar exames de vários tipos. Permite, entre outros fins, determinar a pré-disposição de um indivíduo a desenvolver uma série de enfermidades de fonte genética e, eventualmente, uma possível cura.
Atualmente, já existem vários testes genéticos capazes de predizer com facilidade a incidência de desordens causadas por um único gene. Porém, existem testes para doenças causadas por mutações em vários grupos de genes, e mesmo doenças provenientes da interação dos genes de um indivíduo com o seu estilo de vida e com o meio ambiente. Entretanto, esses estudos têm um universo bem reduzido. Nesses casos, os testes são muito mais imprecisos.
Dentre os vários testes genéticos que existem hoje, se destacam cinco deles:
Teste de Identidade:
Identificação ou Rastreio do Portador:
É feito no caso de um casal que pensa em vir a ter um filho, e cujas famílias têm antecedentes de perturbação genética.
Diagnóstico Pré-Natal:
É o teste genético do próprio feto. Geralmente é feito nos casos onde há risco de o bebê apresentar genes associados a uma deterioração física ou a um atraso mental.
Rastreio do Recém-nascido:
Esse teste é freqüentemente realizado como medida de saúde preventiva, para ver se o bebê possui qualquer tipo de alteração genética.
Rastreio de Perturbações de Manifestação Tardia:
É feito para detectar doenças que se manifestam mais tarde ou já na idade adulta. Enquanto umas são causadas por um único gene, outras podem ser rastreadas numa cadeia deles ou por um fator ambiental. Há três situações em que esse teste pode ser feito: a primeira delas é quando o paciente não apresenta nenhum sintoma, onde o teste pode prever com precisão o desenvolvimento futuro de doenças, quando essas são causadas por um único gene (como por exemplo a doença de Huntington). Outra situação é a previsão do risco de uma futura doença, ainda em um paciente que não apresenta sintomas (no caso do Alzheimer, e de alguns tipos de cancro). E a terceira situação é no caso de o paciente já apresentar o sintoma, onde o teste serve para confirmar o diagnóstico.
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Ética: a posso desse poder significa necessariamente a sua utilização? O que se teme a esse respeito?
Talvez um dos problemas centrais a respeito dos avanços dos testes genéticos seja a banalização que as pessoas tendem hoje em dia a fazer desse assunto. Como é uma área da ciência que ainda caminha em estado juvenil, as informações e detalhes que chegam ao público tendem a ser muito vagas e de constante modificação, de forma que talvez quase ninguém (fora do meio científico) realmente compreenda o que está sendo feito e as implicações que essas descobertas podem ter na sociedade. Para muitos (geralmente aqueles que não necessitam do contato direto com essa ciência), a genética apresenta-se como uma ameaça em potencial. Algo que distorce os valores humanos e glorifica o homem de forma egocêntrica como se brincasse de Deus. Para outros, porém, a genética passou a ser vista como última esperança. Uma ciência milagrosa extremamente enigmática cujos prós superam todas as desvantagens que possam surgir.
De repente, produtos e exames genéticos estão se tornando mais acessíveis ao público, havendo laboratórios por todo país disponibilizando meios de se garantir imunidade ou cura para doenças como câncer de mama ou de intestino, assim como o ‘concerto’ de fetos que não se desenvolveram adequadamente. Será possível?
E por que parar aí? Tornou-se cabível também a identificação de genes responsáveis pelo desempenho sexual, baixa estatura ou mesmo perda gestacional.
Essas doenças e ‘imperfeições’ genéticas eram antes vistas como incuráveis e completamente imprevisíveis. Seu tratamento geralmente se baseava no repouse e na melhor forma possível de se enfrentar o problema ao longo da vida. Muitos não querem isso, querem uma cura. Uma solução. E a genética caiu como uma luva para essa agonia.
Na China, a engenharia genética tem se desenvolvido a todo vapor (muito mais rápido que em outros locais), de forma que muitas pessoas procuram os geneticistas chineses a fim de fazer uso das técnicas de implantação das miraculosas células troncos. O material é coletado dos cordões umbilicais de bebês, que possibilita uma rica concentração dessas células com potencial para tornarem-se quaisquer outras células do corpo humano em formação. Essa habilidade é explorada pelos cientistas, que as implantam em pessoas já ‘formadas geneticamente’, mas que apresentam alguma imperfeição que varia desde paralisia dos braços e pernas (pessoa tetraplégica) até doenças mentais. As células troncos, repletas de ordens químicas de construção, teoricamente reparariam os danos do corpo do novo hospedeiro como se estivesse formando um bebê, regenerando tecidos, nervos e até ligações da rede neural. Porém, essa prática mostrou-se extremamente imprevisível e pouco confiável. As células troncos, em si, não afetam o corpo de nenhuma maneira negativa, mas se corre o risco delas também não o afetarem de maneira positiva. O resultado não é garantido, e, apesar de alguns casos realmente fantásticos onde se obteve sucesso, ainda é uma técnica que precisa de muito estudo.
Entretanto, apesar de aparentemente milagrosos, os cientistas começaram a crer que os testes genéticos tornaram a ser uma nova variável que afetou o mercado e o comportamento das pessoas de forma preocupante no mundo todo.
Isso repercute no fato de que a engenharia genética subitamente despertou uma crença ilimitada na ciência, levando muitas pessoas a realizarem os exames a fim de identificarem possibilidades futuras de possuírem alguma doença. Mas é justamente a catalogação dos genes ‘defeituosos’ que iniciou os primeiros debates polêmicos sobre a ética. Peguemos o caso do câncer de mama, por exemplo. Foi visto que mais mulheres começaram a buscar o procedimento médico de mastectomia bilateral profilática (ou retirada das mamas, como medida preventiva) que é um método legalmente aprovado pela grande maioria da comunidade médica dos EUA. Entretanto, de acordo com as pesquisas realizadas por Marlene Braz, da Fundação Oswaldo Cruz, no Brasil a prática ainda não é aceita ou recomendada pela maioria dos médicos, que julgam os exames tradicionais (que implicam as mamografias e apalpação das mamas) mais confiáveis do que a vaga previsão que os testes genéticos podem oferecer. Marlene Braz afirma: “O diagnóstico genético não implica que se possa fazer algo que impeça o aparecimento do tumor (...) As pessoas que teoricamente necessitariam de cuidados médicos, não os procuram, enquanto os fóbicos, hipocondríacos e neuróticos são os que mais demandam”.
Além
da imprecisão do
diagnóstico genético, a grande maioria dos casos,
onde uma mulher apresenta
câncer de mama, não possuem uma causa conhecida.
Apesar da descoberta do gene
responsável (cujo nome é BRCA1 mutado), ele
só tem participação 5% a 7% das
vezes, o que conclui que um diagnóstico genético
que revele resultados
negativos não necessariamente quer dizer que não
vá futuramente se formar um
câncer.O trecho a seguir (retirado
diretamente o site http://www.comciencia.br/comciencia/handler.php?
section=8&edicao=8&id=49) ilustra um
outro lado do problema, igualmente preocupante.
Como pudermos ver nas situações citadas, o assunto dos testes genéticosse tornou polêmico exatamente por mexer com a cabeça das pessoas em um nível não previsto no início das pesquisas. É ciência nova de alta tecnologia e ainda muito misteriosa e imprecisa. Por essa razão, torna-se fácil enganar as pessoas com falas promessas e propagandas enganosas. Ninguém tem absoluta certeza de nada, então por que desconfiar?
Mas, a cada ano que passa, mais se é descoberto e mais banalizado o assunto e os testes se tornam.
Em
2005, houve o mapeamento
dos genes do corpo humano (o denominado Projeto Genoma) ,mas
após isso nada
aconteceu. Isso coloca os leigos numa situação
complicada porque, com a freada
brusca após o mapeamento e em seguida as tentativas de
interpretar o papel de
cada gene, parece que ficamos a mercê das pesquisas
científicas. Essa nova
tecnologia coloca em questão muitos fatores,dentre eles o
direito a privacidade ,a proteção de
nossas identidades e a ausência de
discriminação. Em
relação a banalização, tem
se dois lados que já foram meramente citados:
começando
pelo bom,podemos dizer que facilita,pois dá para se
descobrir doenças com maior
rapidez,possibilita investigações de
má formação dos genes,se tem
resultados
rápidos e eficazes,além de a partir disso
conseguir-se uma prevenção e
tratamentos de doenças mais rapidamente. Mas, por outro
lado, esse fácil acesso
leva consigo uma mudança drástica na vida do ser
humano, outrora que pode
trazer mudanças radicais,levando – em alguns casos
– até ao suicídio. Muitos
pacientes que, ao receberem a notícia que os testes
genéticos apresentaram
resultados de má formação ou
doenças relacionadas a seus genes (ou de seus
filhos), simplesmente não suportam o problema e botam fim a
própria vida. De
repente o enfrentamento do problema deixa de ser uma possibilidade,
já que o
teste genético foi interpretado como uma cartomante
científica inquestionável.
Outra questão gerada é o avanço da
genética do pré-nascimento,ou
seja,muitas pessoas andam descobrindo tudo de seus filhos,como futuras
doenças,sexo,genes,etc,fazendo-os pensar em
questões cruciais como ter ou não um filho,
podendo então fazer o “melhor” para a
sociedade.Essa ciência vem desenvolvendo uma
questão muito maior: o aumento da prática do
aborto (o que vem preocupando aos médicos e especializados
no assunto),que para alguns médicos apenas se trata de uma
escolha pessoal da família sem
oposição do Estado, levando ao melhor pra
ela,enquanto para outros é algo totalmente
ultrajante que envolve muito mais que apenas uma escolha.Como no caso
de um
médico da área,que pensa que essa escolha
não retrata casos como a influência de
amigos,familiares e do próprio padrão da
sociedade, retrata um problema ético que mexe com a moral do
indivíduo.Para muitos, esse controle dos testes
genéticos esta começando a exagerar a partir do
momento que todas as famílias tem controle sobre os
seus futuros
filhos,levando a um padrão, quase que inconsciente, de
vida,já que todas as mães querem ter um filho
saudável, perfeito e sadio,mostrando,assim,mais uma enorme
(senão o maior) questão ética. E com o
aumento no número de abortos,outro risco que se aumenta
é o número de mortes que se pode ter entre as
mães,já que nesse caso o aborto não
é legalizado,fazendo as recorrer a lugares ilegais que
cometem o aborto de maneira suja e arriscada.Ou seja,essa
prática se torna cada dia
mais comum e mais abordada,pondo em discussão a
delimitação dos testes
genéticos precisando haver uma
regulação de seu uso,não colocando-a
em tanta
prática do cotidiano,para não haver risco a
discriminação e moral do ser humano,para
não prejudicá-lo,além de precisarmos
da fiscalização dos testes genéticos
para o mesmo fim.
Por fim, com todos os problemas desenvolvidos por um ser humano catalogados e erradicados, corremos o risco de perder a única coisa que nos restou até o momento: o livre arbítrio, agora submisso ao controle desenfreado da genética que busca uma população de indivíduos ‘perfeitos’.
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Quem patrocina e quem financia os testes genéticos? Quem são os interessados?
Além do já citado grande número de pessoas que buscam o teste genético como medida de prevenção ou de cura para doenças relacionadas aos genes, há também um grande investimento nessa ciência por parte das indústrias de transgênicos.
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Definição Chave III:
Transgênicos: “Transgênicos são organismos que, mediante técnicas de engenharia genética, contenham material genético de outros organismos. A geração de transgênicos visa à obtenção de características específicas por um organismo de interesse. Resultados na área de transgenia já são alcançados desde a década de 1970, época na qual foi desenvolvida a técnica do DNA recombinante. A manipulação genética recombina características de um ou mais organismos de uma forma que provavelmente não aconteceria na natureza. Por exemplo, podem ser combinados os DNAs de animais e plantas. O primeiro transgênico foi a bactéria Escherichia coli, que sofreu adição de genes humanos para a produção de insulina na década de 1980”.
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Se prever transformações genéticas no corpo humano é “brincar de Deus”, então os transgênicos devem ser a mais intensa blasfêmia.
Entretanto, apesar de muito criticada e de extrema polêmica, a indústria dos transgênicos são os principais investidores na pesquisa da engenharia genética.
No ano de 1994 (muito recentemente, convenhamos) o tomate Flavr-Savr (tomate de amadurecimento retardo) ganhou o título de primeiro alimento transgênico (geneticamente modificado) e consumido num país industrializado. A partir daí, diversos países começaram a investir dinheiro e a contribuírem para o aumento das pesquisas de engenharia genética e para a expansão de mais de vinte vezes a área total do planeta cultivada de produtos transgênicos. Isso quer dizer que, em apenas um ano, o total de área dedicada ao cultivo dos transgênicos aumentou de 1,7 milhões para 11 milhões (de 1996 a 1997), chegando a 27,8 milhões em 98 e aumentando mais de dez milhões de vezes em 99 (com 39.9 milhões). Na virada do milênio, havia mais de 43 milhões.
Dentre os países interessados e que possuem culturas de transgênicos, estão Estados Unidos, China, Canadá, França, Alemanha, México, Argentina, Austrália, Ucrânia, Bulgária. África do Sul e Espanha.
Entretanto, a grande maioria das pesquisas de engenharia genética que visa sua aplicação nos transgênicos vem sido conduzida mais aprofundadamente pelos países super-desenvolvidos, sendo a Europa Ocidental e a América do Norte os continentes onde há os maiores investidores. As empresas que se dedicam a essas pesquisas e as patrocinam visam o completo controle e domínio da aplicação das tecnologias que envolvem o DNA e a recombinação genética para a agricultura, sendo essas principais companhias a Dow Agrosciences, Novartis, Aventis, Monsanto/Pharmacia & Upjohn, Astra-Zeneca e Dupont/Pioneer.
Porém, uma quantidade considerável de países subdesenvolvidos e em desenvolvidos aderiu a biotecnologia dos transgênicos e se tornaram qualificados para a obtenção de produtos vindos do meio da engenharia genética.
O trecho a seguir (retirado diretamente de http://www.institutoaqualung.com.br/info_trans39.html) nos mostra com mais detalhes o papel dos Estados Unidos como primeiro na indústria mundial dos transgênicos.
“Tanta
controvérsia não
impediu que os alimentos transgênicos começassem a
ser produzidos em escala
comercial nos Estados Unidos, líderes mundiais em OGMs, na
Europa e em outros países
do primeiro mundo.
Os americanos cultivam plantas geneticamente modificadas desde 1994 e
estima-se
que, nos próximos cinco anos, suas
exportações sejam compostas de 100% de
transgênicos ou de produtos combinados a eles.
Na Europa o quadro é um pouco diferente. Segundo pesquisas
realizadas por
órgãos de saúde em 1997, 80% dos
consumidores europeus se mostravam temerosos
em relação aos alimentos transgênicos e
exigiam que eles fossem rotulados, de
forma a dar ao comprador o direito de escolha entre um OGM e um produto
normal.
Hoje a União Européia rotula os produtos
transgênicos e patrocina constantes
pesquisas e testes.
No Brasil, a discussão gira principalmente em torno da soja transgênica resistente ao Roundup, um poderoso herbicida que mata qualquer planta. Tanto o Roundup como a soja RR (Roundup Ready), que resiste ao veneno pela inserção de três genes encontrados em algas e bactérias, são produzidos pela empresa multinacional Monsanto, uma das detentoras da tecnologia no mundo, ao lado da Novartis, da Agrevo e outras”.
Outro universo da genética que está
sendo sustentado por diversas empresas é aquele relacionado
ao Projeto Genoma
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Definição Chave IV:
Projeto Genoma: “Projeto Genoma é o nome de um trabalho conjunto realizado por diversos países visando desvendar os mistérios do código genético, através do mapeamento do Genoma humano, além de outras espécies de animais e alguns vegetais”.
(retirado diretamente do site: http://pt.wikipedia.org/wiki/Projeto_genoma)
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O projeto Genoma surgiu inicialmente em 1985, quando houve propostas iniciais para que o genoma humano fosse mapeado. Essa idéia surgiu de um grupo de cientistas que visavam detectar as mutações ocorridas pela natureza do corpo humano.
Esse ambicioso projeto caminho primeiramente com a obtenção de DNA de diversas pessoas anônimas, cuja origem do material genético não era relevante visto que todas pertenciam a espécie humana e, portanto, suas singularidades genéticas estruturais eram insignificantes. Nós, humanos, somos uma espécie única e não várias irradias pelo globo.
Porém, foi apenas na virada do milênio, no dia 26 de junho, que o genoma humano foi cem por cento mapeado, sendo que pouco tempo depois a empresa de nome Celera patenteou os 6.500 genes que havia mapeado, apesar de o Projeto Humano ter contribuído para esse sucesso. Os problemas éticos que se criaram a partir desse pedido de patente foram incontáveis, já que isso ameaçava inviabilizar a indústria farmacêutica que tinha os conhecimentos como base para seu sustento.
Atualmente, estão mapeados os genomas de trinta espécies de seres vivos.
Abaixo, uma tabela que aponta diferentes tipos de curas e avanços médicos que o Genoma Humano poderá influenciar e seus respectivos patentes (retirado diretamente do site http://pt.wikipedia.org/wiki/Projeto_genoma)
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Participando através de suas universidades, o Brasil tem contribuído com diversas pesquisas (principalmente por meio da UNICAMP e USP), dentre elas o mapeamento do genoma da bactéria de nome Xyella, que afeta diretamente vegetais com uma doença de nome “amarelinho”.
Cerca de 17 países estão participando do projeto Genoma Humano. São eles: Estados Unidos, China, Alemanha, França, Itália, México, Japão, Brasil, Suécia, Rússia, Reino Unido, Dinamarca, Coréia do Sul, Canadá, Austrália, Israel, Canadá e os Países Baixos.
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Hipóteses, modelos e teorias desenvolvidas a respeito do futuro da humanidade nas mãos dos testes genéticos (modelos do cinema, da literatura, do senso comum, entre outros).
Como vimos até agora, a genética possui um poder virtualmente ilimitado de controle da natureza, embora nem se quer tenhamos chegado perto e de conquistar esse poder (e talvez seja melhor que nunca cheguemos).
Porém, ela continua sendo vista como uma ameaça para uns e uma benção para outros, talvez exatamente por possuir o seu quê de indomável. O desconhecido nos fascina e nos atemoriza e saber de repente que somos feitos de milhares de bloquinhos que, se alterados, configuram nossa composição é sem dúvida algo assustador e empolgante.
Por essa razão, genética sempre foi um tema de inspiração para filmes, livros e quadrinhos, com especial força nas obras de ficção científica. Principalmente no início dos estudos sobre genética, quando ela compunha um campo ainda inóspito da ciência e as novas possibilidades para o futuro que ela propunha incentivaram uma grande produção de obras que apresentavam novas hipóteses para um mundo do futuro, totalmente movido e modificado por mutações e experiências excêntricas. Grande parte dessas hipóteses não foram inventadas com propósitos científicos, mas como teorias sérias. Porém, muitos delas parecem cada vez mais possíveis, conforme surgem e avançam essas novas tecnologias.
Claro que muitas dessas histórias sugerem apenas humanos com “super poderes” criados por mutações genéticas aleatórias e naturais. Outros tiveram seus poderes concebidos por modificação consciente da parte humana e há aqueles também que apelaram para compostos radioativos. Parecem mágicos demais, dificilmente mutações genéticas aleatórias resultariam na formação de um gene que permite uma pessoa voar sem alterar a sua fisionomia. Essa hipótese mesmo que seja possível, parece longínqua, pois conhecer os genes humanos e a função de cada um deles não possibilita controlá-los (ainda) e menos ainda crias outros novos; portanto essas histórias fictícias necessitariam de uma melhor e mais avançada manipulação genética e por isso fazem parte de um grupo de hipóteses ainda improváveis.
Mas outras obras, como o filme Gattaca, passam a parecer de fato uma representação de um futuro próximo, pois apresentam uma sociedade onde a clivagem social é definida pela seqüência genética onde os bebês podem ser “programados” pelos seus pais para serem perfeitos, é isto algo que dependeria da manipulação de genes já existentes e conhecidos.
O controle genético parece ser a tecnologia que faltava para tornar possível a formação da raça superior, uma idéia que estava morta desde o nazismo. No filme Gattaca, o que vemos é uma comunidade de humanos ‘perfeitos’, onde todos são brancos, altos e de físicos atléticos, possibilidades que assustam se formos pensar numa sociedade regida apenas por esse estereótipo de perfeição. Essa ausência de diversidade de raças humanas, vista como perfeita, nos provoca certo desgosto, pois trabalha exatamente com a idéia de que esse tipo de tecnologia permitiria ao homem controlar sua própria evolução ao mesmo tempo em que perde sua essência no meio do caminho.
De toda forma, muitas dessas produções têm como principal objetivo entreter ou renderem com o sensacionalismo hollywoodiano. Não podem ser entendidas como fontes de dados científicos ou como teorias testadas e aceitas no mundo da ciência.
Muitos filmes e quadrinhos já retrataram realidades catastróficas, onde a humanidade teve que apelas para a genética para sua salvação ou então fora justamente essa tecnologia que a condenou. Filmes como Aeon Flux, Ultravioleta ou Extermínio tratam a idéia de sociedades condenadas, ou devastadas pela proliferação de vírus criados em laboratórios ou presas em sua própria tecnologia tão avançada que a reprodução agora ocorreria através da clonagem. De repente, o surgimento de uma nova raça, geneticamente modificada, parecia a única forma de conservar o pouco de humano em nós numa geração pós-desastre.
Por outro lado, alguns também visam um senso auto-crítico. O filme Godzilla coloca em jogo os perigos que os testes nucleares proporcionam ao meio ambiente e que conseqüências graves isso pode nos acarretar (e a criatura de nome Godzilla talvez nem seja a personificação do que poderia ocorrer de mais grave).
Uma idéia que é muito citada justamente por sua riqueza de possibilidade em conteúdo e ainda sim é motivo de grande polêmica é a clonagem. Vários filmes nos mostram a clonagem humana sendo realizada de forma quase trivial em sociedades avançadas, o que acaba por nos desmerecer por completo. De uma hora pra outra, a mágica de se conceber e criar uma criança se converte para a produção em massa de milhares de indivíduos, podendo eles até serem gerados por máquinas (tal com o filme Matrix retratou).
O filme Jurassic Park, porém, trabalha com uma idéia ainda mais assustadora, que é clonagem de seres vivos já extintos trazidos para nosso mundo moderno. Quer dizer, será que teríamos essa ousadia? A ciência poderia se tornar tão moralmente cega a ponto de brincarmos não só com a nossa evolução mas com a das espécies que já tiveram sua chance de viver na Terra e fracassaram? Teríamos esse direito?
Embora poucos filmes trabalhem com suposições cientificamente corretas (sendo muitas vezes, como já dissemos, sensacionalistas) elas ilustram de modo perfeito nossos maiores receios e anseios relacionados à genética.
Quadrinhos (e mais tarde filmes) como X-Man, Hulk e Homem Aranha nos mostram super-heróis que saíram da monotonia da vida humana através de alterações genéticas via radiação ou mutação.
São idéias que nos fascinam e alimentam nossas fantasias dessa ciência misteriosa.
As vezes o foco nem sempre é necessariamente a genética, sendo ela uma mera e conveniente forma de conferir a um ser humano chato e normal poderes fantásticos, o que intensifica mais a imagem mágica que fazemos dela.
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Conclusão
Nossa intensa pesquisa pelo mundo da genética, nos seus mais diversos níveis (talvez tendo faltando um pouco justamente do seu funcionamento) nos mostrou que ela é provavelmente o estudo que mais nos incomoda e provoca. Isso ocorre justamente por ela afetar a todos os seres vivos e isso (ainda) nos inclui. É uma tecnologia que diz respeito a nós, ao nosso funcionamento composição e ao que somos. É fácil quando estamos clonando ovelhas, mas é quando passarmos a clonar nossa própria espécie? Quando vemos essa possibilidade, freamos a beira do oceano de possibilidades e começamos a lentamente cutucar sua margem meio de soslaio.
Modificar, moldar, acrescentar e retirar as partes diminutas dessa estrutura tão complexa que é o corpo mostrou resultados terríveis e belos, o que nos amedronta de forma a começarmos a ver com o que realmente estamos lidando.
A genética é a ciência transitória que une a já familiarizada tecnologia com a tão jovem biotecnologia, e essa passagem possui diversos benefícios que ironicamente destroçam nossos mais conservadores e tradicionais dogmas morais e éticos. Afinal, se é tão doloroso para nós nos desapegarmos a nossos princípios, por que não paramos imediatamente com isso? Por que é tão difícil negar essa tecnologia que pode (como imaginamos com tanto fervor) nos destruir?
Isso soou excessivamente dramático, mas o que é a genética senão o drama de manipular a vida?
Durante a Guerra Fria, o pavor que mais retumbava na mente das pessoas era a possibilidade de uma guerra nucelar. Na nossa geração, porém, parece que nossos maiores medos são o descontrole do clima e a eventual aparição do tão clássico ‘cientista maluco’, pronto para por em cena o mais pestilento dos vírus ou a mutação mais grotesca já vista.
De certa forma, os cientistas malucos existem e estão por aí. Como a genética é uma ciência, sua natureza se qualifica precisamente pela criação de modelos que tentam condizer com aquilo que pode ser experimentado. O experimento é, por sua vez, uma atividade particularizada. Própria. Não tem um fundamento ou propósito que não seja o de desvendar. Muitas vezes o mundo do laboratório do cientista não está unido ao mundo externo, de forma que as descobertas nem sempre possuem uma finalidade. São inconstantes. E, enquanto nossas curiosidade humana (incorporada nos cientistas) está visando o florescimento de um novo saber (da forma mais inescrupulosa possível, se for necessário) o nosso lado objetivo humano (podendo ser facilmente associado a economia mundial) quer uma utilidade para isso. Quer explorar. O primeiro passo, dado pelos cientistas, é perguntar “como funciona”. O segundo passo, dado pelo restante da sociedade, é perguntar “para que serve”.
Obviamente não podemos dizer que os cientistas são na verdade todos alienados ao mundo a sua volta. Isso seria distorcer a realidade.
Assim como a primeira ferramenta tecnológica utilizada pela humanidade, o fogo, a genética apresenta seus perigos evidentes. Os cientistas e a comunidade sofrem ambos por seu encanto, mas esse encanto é sentido de formas diferentes. Um se fascina com a possibilidade de decodificar seus mistérios o outro se fascina apenas pelos seus mistérios.
A genética é a nova bruxaria. Ela se contextualiza numa era onde a mágica antiga medieval já foi completamente desmascarada, mas o imaginário humano não se contenta com isso e distorce o que lhe é desconhecido de forma a mistificar novamente o mundo. É um paradoxo possivelmente incorrigível, mas a própria certeza absolutista que a ciência acaba passando para as pessoas (lembrando que a ciência não propõe verdades, e sim modelos que comportem aquilo que pode ser visto e testado) acaba por criar os mesmos pilares incontestáveis e divinos que a religião e os mitos solidificaram na história humana antiga.
De fato, na medida em que nossa sede de conhecer cresce e o mundo se torna menor, acabamos por optar pela não explicação. Ou, pelo menos, para a pequena parcela de surrealismo que ainda não foi extinta, melhor dizendo, que acabou de surgir.
A possibilidade de poder criar e manipular a vida (tal como imaginamos originalmente que Deus tenha feito) nos coloca numa delicada posição de juízes da existência. De repente, abre-se um poder para nós que talvez esteja muito além da nossa compreensão ou controle. Talvez não estejamos prontos para ele.
Entretanto, já é tarde demais. A genética chegou para ficar e como é uma ciência jovem, realiza passos quilométricos a cada ano.
Ela pode ser a chave para destruir o temível câncer, para dar a visão aos cegos e a mobilidade àqueles que a perderam. Pode criar criaturas híbridas, superiores as originais. Ou mesmo pode duplicar um ser fielmente. Quando, na história da humanidade, sonhamos em possuir esse poder?
TRABALHO INTERDISCIPLINAR DE BIOLOGIA E FÍSICA _________________________________________________________________
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.:T E S T E S G E N É T I C O S:.
Bibliografia
Sites:
Banalização
de testes genéticos preocupa pesquisadores
(http://www.comciencia.br/comciencia/handler.php?section=8&edicao
=8&id=49)
Testes
genéticos. Para quem e para quê?
(http://www.cartacapital.com.br/2004/12/1831)
Manipulação genética
(http://www.geocities.com/petsburgh/8205/genetica.htm)
Quais são as limitações dos testes genéticos?
(http://www.gdpn.com/pages/index.php?ID=101)
É impossível melhorar genes, diz cientista
(http://publicacoes.gene.com.br/Atuais/%C3%89%20IMPOSS
%C3%8DVEL%20MELHORAR%20GENES@Folha%20de%20S%
Wikipedia:
www.http://www.wikipedia.org/
- Gene / Engenharia Genética
www.http://www.wikipedia.org/
- Genética
http://pt.wikipedia.org/wiki/Gen%C3%A9tica
– Cronologia da Genética
http://pt.wikipedia.org/wiki/Transg%C3%AAnicos
–
Transgênicos
http://pt.wikipedia.org/wiki/Projeto_genoma
- Projeto Genoma