Clonagem Terapêutica

 

À partir do princípio técnico da clonagem reprodutiva, cientistas investiram no eficaz processo de reconstituição de tecidos e órgãos. O tratamento celular consiste em inserir o núcleo da célula somática no óvulo sem núcleo, mantendo-o in vitro. Essas células voltam a ser totipotentes, que tem a propriedade de constituir-se em qualquer tecido do corpo humano. Sendo assim, isso seria um meio de obtenção de “auto-tratamentos” ou “auto-transplantes”, afinal, ela obteria células-tronco. [clique aqui para ver imagem]

Pesquisas recentes mostraram que células-tronco retiradas da medula de indivíduos com problemas cardíacos foram capazes de reconstituir o músculo do seu coração, o que abre perspectivas fantásticas de tratamento para pessoas com problemas cardíacos.”

Em favor, podemos dizer que esse tipo de tratamento praticamente não enfrenta empecilhos éticos, pois estando in vitro não há esperanças de criar uma vida humana, o que essa prática geraria são apenas tecidos, que podem ser muito úteis para reconstituição de órgãos vitais. Porém, há algumas contradições, no caso de o paciente ser portador de uma doença genética, por exemplo, não poderia receber células – tronco geradas pelas suas próprias células somáticas. Neste caso, a solução é receber de outro doador, por exemplo um parente próximo.

Envolve questões sobre a compatibilidade entre doador e receptor a terapia celular, que é um método para obtenção de células-tronco afim da reconstituição de órgãos, também. Essa técnica mostra muita eficácia em teoria e em prática, apesar de ainda estar em processo de aperfeiçoamento. Aqui se busca uma saída alternativa para os problemas que a clonagem terapêutica mostra possuir, indicando métodos e pesquisas para se obter os benefícios que a clonagem terapêutica oferece, porém, colocando menos riscos aos pacientes, mostrando fontes de obtenção de células tronco, como; medula- que mostra bons resultados na reconstituição de músculos do coração-, cordão umbilical e placenta,que apesar de não ser certo que possuem eficácia na reconstituição de tecidos e órgãos, seria um bem se conseguissem,pois o uso do cordão umbilical no tratamento não envolveria problemas éticos.

Já existem aqueles que guardam os cordões umbilicais em laboratórios especializados, caso houver alguma necessidade, terão uma fonte à recorrer.

 

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