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Asunto: Festival América do Sul em Corumbá terá 240 atividades .. publicado em: sábado, 18 de setembro de 2004 .. por: Redação PantanalNEWS Campo Grande (MS) -

Brasil Milton Nascimento, Almir Sater, Cordel do Fogo Encantado, Jorge Aragão, Marcelo D2, Alceu Valença, MP4, Yamandú Costa, Manassés, Marcelo Loureiro e Jica y Turcão. A banda Paiko (Paraguai);
Isabel Parra e Rodrigo Hernández (Chile);
Patrícia Saravia e Daniel F. (Peru);
Fito Paez, Dante Ledesma, Celeste Carballo e Mercedes Sosa Group (Argentina)
a Orquestra Mattos Rodrigues e ballet de Laura Legascue e Grupo Polizón de Teatro ,Politeatro, e a escritora Ana Ribeiro ,autora de "O caudilho e o ditador" (Uruguai)
compõem o time de sul-americanos que vão se apresentar em Corumbá. A música sul-mato-grossense será representada pelos irmãos Geraldo, Tetê e Alzira Espíndola, Chalana de Prata, Grupo Acaba, Aurélio Miranda, João Figar, Lenilde Ramos, Tostão e Guarani, Beth e Betinha, Amambay e Amambaí, Maciel Corrêa, Masis, Bojo Male, Kurikaka e Makako, Olho de Gato, O Bando do Velho Jack, Orquestra de Câmara do Pantanal e a Banda Municipal de Corumbá.Outras atividades culturais do festival que se destacam são o projeto Portinari,

ACTUALIZACION 2007uma mostra multimídia sobre a obra do artista plástico, e a exposição da Fundação Pablo Neruda em homenagem ao centenário de nascimento do escritor. As apresentações do grupo paraguaio Ballet Folclórico Luque Poty; os bolivianos do La Diablada Urus; o tango argentino de Gathi Fernandes e Sérgio Cortazzo; o Grupo Sarandi Pantaneiro e a Oficina de Dança do Pantanal prometem contagiar as ruas de Corumbá. Eles irão dividir o espaço com as apresentações de teatro do Grupo Lume, Touro Candil, Ruberval Cunha, Shita Yamashita, Salim Haqzan, Grupo de Risco, Fernando Cruz, Eloketi Okowó, Cia. da Lona, Maria Mole, Locombia (Colômbia), La Gran Marcha de los Muñcones (Peru) e Grupo Polizón de Teatro Politeatro(Uruguai).>
Haverá também o lançamento de livros, exposições de artesanato e artes plásticas, além de mostras de cinema e vídeo. Em meio à pluralidade da programação artística serão realizados seminários e painéis com os seguintes temas: A América do Sul e suas Relações Econômicas e Culturais com o Mundo Globalizado; História e Cultura na América do Sul;


Integração e Desenvolvimento; Televisão e Democracia na América do Sul; Meio Ambiente; Turismo; Artes Plásticas; Literatura e Cinema. Os debates terão a participação de autoridades governamentais, lideranças representativas, artistas e intelectuais. “Os seminários e painéis são importantes na fomentação de um processo contínuo de discussão na busca da integração socioeconômica e cultural da América do Sul. E a cidade de Corumbá é um cenário adequado para esse debate, pois conjuga importância histórica e beleza natural”, avalia o diretor-presidente da Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul
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Imagen --> , Pedro Ortale, coordenador do Festival América do Sul.Corumbá está localizada às margens do rio Paraguai, na fronteira do Brasil com a Bolívia e é uma das mais antigas cidades de Mato Grosso do Sul – vai completar 226 anos no dia 21 de setembro. Após ser devastada durante a guerra com o Paraguai, reergueu-se já no final do século XIX. Nesse período passou a receber em seu porto grandes embarcações vindas da Europa, Argentina, Uruguai e Paraguai, tornando-se o mais importante entreposto comercial do Centro-Oeste brasileiro. A riqueza gerada durante essa época ficou marcada na cidade, >
Corumbá (MS) - Um dos mais importantes grupos vocais do Brasil estará no Festival América do Sul: o MPB4. O quarteto carioca apresenta-se às 20h30, no Porto Geral de Corumbá. Com quase 40 anos de carreira, o MPB4 já faz parte da história da Música Popular Brasileira. Miltinho, Aquiles, Magro Waghabi e Dalmo Medeiros - que integra o quarteto desde o início de 2004 - são os donos das vozes que ajudaram o conjunto a ser incluído em 1996 no Guines, o Livro dos Recordes, como o grupo brasileiro com maior tempo de formação. Os números ajudam a contar a história do MPB4. São mais de 30 discos entre produções do quarteto, extras e solos de Miltinho e Ruy Faria (ex-integrante).>
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O grupo presenciou a maioria dos movimentos culturais e políticos do País desde os anos 60. O MPB4 surgiu em Niterói, formado por Ruy Faria, Aquiles Reis, Milton Lima dos Santos e Magro, todos estudantes universitários. O sugestivo nome do grupo, que também fazia teatro, foi dado pelo jornalista Sérgio Porto, que certa vez comentou que o nome do quarteto parecia "prefixo de trem da Central do Brasil". Pela primeira vez se usava a sigla MPB para designar Música Popular Brasileira. A década de 70 foi o período em que mais gravaram álbuns. São 10 discos produzidos até 1979. Na década de 80 foram oito discos, nos anos 90, seis, e em 2000 foram mais duas produções. Logo que surgiu, o MPB4 associou-se a intelectuais, compositores e movimentos como o Opinião, comprometidos com a resistência à ditadura. Nesse período, conheceram o jovem compositor Chico Buarque de Holanda, de quem tornaram-se amigos, passando a acompanhá-lo em suas apresentações
Suas participações em Roda Viva e Olê Olá são antológicas e sempre pedidas pelo público. No exterior, o MPB4 já se apresentou em Portugal, Cuba, Itália, Estados Unidos e por toda a América do Sul em turnês. O MPB4 canta os maiores e mais importantes compositores brasileiros, como Chico Buarque, Milton Nascimento, Edu Lobo, Paulo César Pinheiro, Vinícius de Moraes, Tom Jobim e Ivan Lins, e se orgulha de ter lançado outros tantos. O MPB4 fez várias antologias da obra de grandes compositores e intérpretes da música brasileira. A contribuição do MPB4 para a música também se repete na produção literária. O também escritor Aquiles lançou o livro O Gogó de Aquiles em comemoração aos 40 anos de carreira do grupo e que trata da Bossa Nova, da Jovem Guarda e do Tropicalismo. Aquiles aproveita o show do MPB4 no Festival América do Sul para lançar o livro também em Corumbá, às 15h, no Espaço Manoel de Barros, na praça Generoso Ponce. Serviço MPB 4 (Brasil) Local: Porto Geral de Corumbá Data: 22 de setembro Horário: 20h30 Preço: R$ 10,00 ou R$ 5,00 Mais informações: www.mpb4.com.br FONTE: www.agenciapopular.com.br >
Festival América del Sur busca fortalecer integración de países
"La elección de Corumbá como sede del Festival América del Sur no fue al azar. La ciudad es estratégica para el desarrollo de Mato Grosso do Sul porque en sus aguas está el eslabón de unión con los países de la Cuenca del Plata y por sus rieles se consolidará la integración bioceánica", dijo el presidente de la Fundación Cultura de esta ciudad brasileña, Pedro Sérgio Lima, durante la apertura del evento internacional. Con esto anticipó el interés de Brasil en los proyectos de la ruta bioceánica y el uso del río Paraguay para la comercialización, con el proyecto hidrovía.
Durante nueve días, Corumbá, asentada en la zona del Pantanal, será escenario de importantes debates sobre Mercosur, como el uso de las aguas transfronterizas, el fortalecimiento turístico de América del Sur. Estos debates buscarán encontrar la fórmula para fortalecer la integración entre los países del Mercosur y el resto de Latinoamérica. Paralelo a este foro de debates, también hacen lo suyo, en el fomento de la integración, los mayores exponentes de la cultura, la tradición, la danza y la música del continente.
Con este evento, Brasil demuestra nuevamente que en la región lidera los debates en materia de integración, tanto a nivel regional, Mercosur, como en toda Latinoamérica.
En este festival, con la presencia de los mejores exponentes en cada sector, se nota esa diversa posibilidad de integración en las artes, en las manifestaciones populares, en la preservación de los recursos naturales, mostrando que la integración en todos los sectores es un movimiento nuevo y continuo, que cada vez se va fortaleciendo más y más, en forma irreversible. Y fue en Brasil donde se gesta este movimiento integracionista continental, con los foros sociales realizados en Porto Alegre.
Festival de América del Sur se inauguró con el homenaje a =-----------------------------------
En Corumbá, Brasil El homenaje se extendió a Mercedes Sosa y Pablo Neruda. La Diablada Artística Urus, actuará partir de las 17 horas de hoy en las calles de Corumba Por Dehymar Antezana Corumbá, 18, LA PATRIA | El Primer Festival de América del Sur se inauguró ayer en Corumbá-Brasil, con un homenaje a la boliviana Domitila Barrios de Chungara, y al mismo tiempo el acontecimiento sirve para integrar a los países del Cono Sur a través de actividades culturales, como la danza, poesía, escultura, pintura y otros. En un acto sencillo, en presencia de las principales autoridades del Estado de Matto Groso, como el gobernador José Garcirio Do Santos y autoridades culturales se inauguró el Festival de América del Sur, que reune a los artistas de los distintos países. Todo comenzó a las 17 horas con un desfile por las principales calles de Corumbá con la banda de música de esta ciudad y la compañía de baile de la Lona, hasta la plaza Generoso Ponce donde se encuentra uno de los escenarios del festival. Luego se anunció la presencia de la Orquesta de Cámara del Pantanal y Joao Figar y posteriormente se realizó el acto de inauguración por las principales autoridades del Matto Groso. El gobernador del Estado de Matto Groso, José Garcirio Do Santos, dijo que este festival debe servir para integrar a los países del continente sudamericano como Brasil, Paraguay, Bolivia, Perú, Uruguay y otros. "Tenemos que construir América del Sur, libertaria, democrática, capaz de superar el atraso, la pobreza y se constituya así como el continente más importante del mundo. Con estas palabras quiero inaugurar el Festival América del Sur y sean bienvenidos a Corumba, el Corazón del Pantanal y el Corazón de América del Sur", señaló. Antes de las palabras de la autoridad brasileña, se realizó un homenaje a la boliviana, ama de casa minera, Domitila Chungara, donde se dio lectura al historial de todos los logros que consiguió como dirigente y después de la dictadura, también se homenajeo a Mercedes Sosa y Pablo Neruda. La periodista de canal universitario del Matto Groso, Thalita Vieira, manifestó que la actividad que se desarrolla en su país es muy importante para el continente sudamericano, porque así nos integraremos en un solo pensamiento a través de la cultura. "Es bueno para la población conocer la cultura boliviana, paraguaya, uruguaya, conocer todas las culturas", añadió. La inauguración finalizo con una exhibición de juegos pirotécnicos. A las 21 horas se abrió el desfile de artistas en el Pabellón del Puerto, con Isabel Parra, de Chile, ademas de Celeste Carballo y Facundo Ramírez, quienes realizaron un homenaje a las mujeres argentinas con la banda de Mercedes Sosa, quien apareció en el escenario más tarde, para poner punto final a la jornada. Para hoy se tiene programado una muestra de artesanía regional, exposiciones de artes plásticas, artes en las calles, muestras de vídeo, el lanzamiento de la piedra fundamental del molino cultural sudamericano y la participación de la Diablada Artística Urus, en representación de Bolivia a partir de las 17 horas por las calles de Corumba. STANDS Stands de los paises participantes del continente sudamericano muestran sus artesanías típicas. Bolivia se presentó al festival con un triste stand, que exhibió hamacas en distintos colores y algunos tejidos hechos en lana de alpaca.>
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LA PATRIA-ORURO-BOLIVIA-
"11ª Festa Internacional do Pantanal: Festival de negócios, cultura e gastronomia abre temporada de turismo em Mato Grosso"
Se você é amante da natureza, adepto dos esportes radicais, aprecia aventuras na mata, safáris fotográficos, gosta de pescar, cavalgar, comer bem, admira manifestações folclóricas e culturais e quer fazer bons negócios no setor turístico Mato Grosso é o seu destino. No período de 31 deste mês a 4 de abril, será realizada em Cuiabá, a capital do Estado, a 11a Festa Internacional do Pantanal. Com o tema “Sabores de Mato Grosso”, o evento promovido pelo Governo via Secretaria de Desenvolvimento do Turismo (Sedtur), vai apresentar receitas preparadas com peixe, soja, caju, pequi, banana e outras delícias da culinária regional. A diversidade gastronômica de Mato Grosso, cuja população é composta em mais de 50% por imigrantes, também será mostrada no evento com a presença de restaurantes especializados na culinária brasileira e internacional. “A Festa do Pantanal é uma vitrine que abre oficialmente a temporada de turismo mostrando o que existe de melhor em Mato Grosso”, anunciou o Secretário de Turismo, Ricardo Henry. Empresários e lideranças de cerca de 50 municípios turísticos do Pantanal, Cerrado, Amazônia – >
personalidades políticas e empresariais como um reconhecimento à contribuição no fortalecimento do Turismo no Estado. Na área política, pelo apoio e canalização de recursos públicos e de emendas parlamentares serão homenageados também o Governador Blairo Maggi, os deputados federais Pedro Henry, Wellington Fagundes e Ricarte de Freitas, Nair Lobo, assessora especial de Mares Guia, o Secretário de Estado de Turismo, Ricardo Henry, e o Secretário Estadual de Transportes, Luiz Antônio Pagot. No segmento empresarial, uma homenagem póstuma reconhece os méritos do idealizador da Festa do Pantanal, empresário Antônio Ferraz de Oliveira (Seu Oliveira) e rende homenagens ao empresário Guilherme Paulus, proprietário da CVC Viagens, pela implantação ainda este semestre de vôos charter no Estado. Também serão homenageados os empresários e lideranças Leopoldo Nigro, Renato Kachenschi, Mauro Carvalho, Alencar Farina, Sérgio Antunes Lemos, Roberto Marques, Dan Conrado e Edy Vecchi. Informações para a imprensa: Sedtur (65) 613-9306 Lana Motta (65) 9605-0429 Celeste Lustosa (65) 9971-5697
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20 ... Futuro, que iniciou ontem durante a programação do Festival América do ...
www.pantanalnews.com.br/ - 44k - 20 Sep 2004 - En caché - Páginas similares .) These wetlands are created by the seasonal flooding of the river Paraguai and its many tributaries located in southwestern Brazil and portions of eastern Bolivia and northern Paraguay. The Pantanl and its diverse environment and eco-regions attract visitors who come for the scenery and wildlife.
Fishing enthusiasts come from all over the world to fish the river systems, lakes and lagoons.The Pantanal is the site of the popular annual International Fishing Festival (FIP) located in
The festival began in the 1980's and has grown to huge proportions, so much so that it's in the Guiness Book of World Records. About 200,000 thousand people are expected for this year's festival, the 24th FIP, held September 13 - 21. There are daily buses to and from Cuiabá (Mato Grosso) and Santa Cruz (Bolivia) to Cáceres to tansport the crowds to the festival.
In addition to the fishing events, which include many competitions, the Festival is the locale for musical shows, folkloric presentations, a boat show, and an arts and crafts fair. Festival attendees enjoy the reza de santo or saint's prayer, siriri or traditional dance, cururu or traditional dance, as well as typical musical instruments such as the viola de cocho and ganzá. They also eat paçoca, or crushed meat with manioc flour, and patê de jacaré, alligator patê as well as locally caught fish
O primeiro contato com o paraíso selvagem é quase assustador. A grandiosidade de espécies animais, a largura dos rios, a multiplicidade de cores e todas as formas de comunicação da fauna pantaneira com os homens, desde o canto das aves até o barulho do mergulho do jacaré, nos fazem ter a certeza de que estamos diante de um milagre da natureza. O Pantanal Mato-Grossense, debruçado pelo Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, parece uma imensa tela expressionista em três dimensões. As cores que pintam esta fauna e flora beiram a ficção. Os cantos e prantos destes animais colocam grandes sinfonias de compositores imortais em notável desvantagem.
Aqui, o ciclo da vida é comandado pelas temporadas das cheias no verão e da vazante (seca) no inverno. Por isso, a melhor época para chegar é entre maio e setembro, quando as águas estão mais baixas. Considerado uma das maiores planícies alagadas do mundo, o Pantanal é drenado pelo seu rio principal, o rio Paraguai. A porta de entrada para este paraíso é a cidade de Corumbá, com ótima estrutura hoteleira.
O monólogo da natureza
Ao entrar no Pantanal, você percebe que a natureza se exibe com vários tipos de vegetação. Os campos, matas, cerrados, savanas, cordilheiras e pastagens naturais abrigam mais de seiscentas espécies de aves, desde o famoso tuiuiú, o símbolo da região, a araras azuis ameaçadas de extinção, garças, tucanos e uma infinidade de cores e penas que se transformam em um espetáculo indescritível na manhã ou no crepúsculo, quando elas se locomovem.
Além da abundância de asas batendo, o Pantanal é bastante conhecido pelo espetáculo protagonizado por outros animais. Outra figura fácil da região é a temida onça pintada nas trilhas que desembocam nos rios, os macacos-prego, tamanduás bandeira, piranhas, jacarés, veados e a traiçoeira sucuri, uma cobra que chega a dez metros de comprimento e come, de uma só vez, um boi inteiro.
Clicando cartões postais
Para registrar este exotismo explícito da natureza, os turistas não abandonam as câmeras fotográficas e filmadoras por nada. Se você pretende clicar ou filmar toda essa exuberância, comece cedo e não esqueça de levar uma lente teleobjetiva para não perder nenhum detalhe.
O melhor horário é até às 10h, quando os animais ainda estão se movimentando, procurando por comida ou então, a hora em que a tarde cai, no pôr-do-sol. Nesses horários, a luz é mais bonita, mais amarelada, fazendo com que as fotos se transformem em verdadeiros postais.
Na panela pantaneira...
“Espero voltar mais vezes aqui para admirar essa beleza natural e conviver com um povo cordial, sentindo essa magia, o cheiro da água, uma fronteira que não tem fronteira”, frisou. Yamandú foi o segundo músico a se apresentar no pavilhão do porto-geral, ontem, e tão logo deixou o palco avisou que não queria perder a apresentação de outro fronteiriço, Marcelo Loureiro. “O Loureiro é uma figura muito importante, um grande parceiro que também carrega esse comprometimento latino na música”, comentou ele. Depois de tocar com Loureiro, disse que gostou “da brincadeira”. “Não conhecia o cara, espero que tenhamos mais Loureiros nesta fronteira”. Inspiração – Loureiro, ao contrário, declarou que tem acompanhado à distância o trabalho de Yamandú Costa, que já conhecia pela TV, e resolveu de última hora chamar ele e o cearense Manasses para fazer uma surpresa para o público. “Não foi nada combinado e deu certo”, contou. Aos 25 anos, o interprete sul-mato-grossense elogiou a iniciativa do Governo do Estado de promover o Festival América do Sul e abrir o caminho para uma aproximação dos povos. “É um evento que vai marcar época porque permite esse entrelaçamento, discutindo conflitos sócio-econômicos e nossa cultura”, destacou. “Sou carioca, mas sinto-me um fronteiriço. Essa região me inspira e contagia. Todos nós temos um pouco de fronteira, e isso é muito bom”, >
acrescentou. “Estou feliz em participar do festival e, através da música, refletirmos um pouco sobre a paz, a união e a confraternização da nossa América”. Loureiro confessou ser fã de Yamandu e Manassés – “Essas feras me inspiram” – e disse ter discos do cearense pouco conhecido por estas paragens, mas que conquistou a platéia pantaneira. “O público me surpreendeu, até porque não sou muito conhecido por aqui”, disse ele, que já se apresentou duas vezes em Bonito durante o Festival de Inverno. “Esse festival também me surpreendeu, pela organização e nível da discussão de nossas fronteiras”.
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Turismo Pantanal e Bonito na rota internacional de
..quarta-feira, 22 de setembro de 2004 Durante cinco dias, 14 operadores turísticos de receptivo internacional conheceram as belezas naturais de grutas, rios, cachoeiras, baías e toda a fauna e a flora dos destinos sul-matogrossensesA arara-azul, ave do Pantanal, possui um só parceiro durante sua vida inteira...
Festival América do Sul em Corumbá terá 240 atividades
.. publicado em: sábado, 18 de setembro de 2004
.. por: Redação PantanalNEWS
Campo Grande (MS) - A Capital do Pantanal (Corumbá)
vai sediar o Festival América do Sul, um dos maiores
eventos já promovidos em Mato Grosso do Sul. Durante
nove dias, de 17 a 25 setembro, cerca de 240
atividades vão promover um intercâmbio cultural,
intelectual e socioeconômico entre 10 dos 13 países
sul-americanos.Quem estiver na Cidade Branca durante o
evento vai poder desfrutar de uma extensa programação
artística - shows musicais, mostras de vídeo e cinema,
teatro, dança, literatura, artesanato e artes visuais
–, além de painéis e seminários que vão discutir>
questões voltadas ao meio ambiente, cultura, turismo,
desenvolvimento e integração do continente.A união
entre países sul-americanos é um dos principais motes
não só do governo federal, mas do governo de Mato
Grosso do Sul. “Fomos educados a acreditar que as
coisas só chegariam pelo Atlântico, vindas da Europa.
Percebi que chilenos e bolivianos também acreditam
nisso. Foi para mudar esse pensamento que criamos o
Festival”, afirma o governador Zeca do PT. “Este
Festival vai marcar a história da integração que o
presidente Lula tem defendido para a América do Sul”,
ressalta.Na abertura do evento estarão presentes
autoridades governamentais de diversos países do
continente, além de outras personalidades. Neste dia
serão feitas homenagens a oito importantes nomes da
América do Sul:
Augusto Roa Bastos (Paraguai), Domitilla Barrios de
Chungara (Bolívia), Pablo Neruda (Chile), Mercedes
Sosa (Argentina), Marta Guarani, Apolônio de Carvalho,
Milton Nascimento e Manoel de Barros (Brasil). “São
ícones da história sul-americana e os escolhemos por
sua trajetória de luta e comprometimento com a
cidadania e a cultura”, avalia o secretário de Cultura
de MS, Silvio Nucci.
Dos treze países da América do Sul, dez estão
participando da programação do Festival. Serão 240
atividades distribuídas nos nove dias do evento, com
apresentações em Corumbá e Ladário, além de Puerto
Suárez e Puerto Quijarro (Bolívia). A programação
diária começará às 9h e terminará às 2h da manhã. Em
95% dos atrativos a entrada será franca. Somente em
alguns shows que vão acontecer no Pavilhão do Porto
será cobrado ingresso (R$ 10,00).Entre as atrações
musicais nacionais estão
BRASIL
Milton Nascimento, Almir Sater, Cordel do Fogo
Encantado, Jorge Aragão, Marcelo D2, Alceu Valença,
MP4, Yamandú Costa, Manassés, Marcelo Loureiro e Jica
y Turcão.
A banda Paiko (Paraguai);
Isabel Parra e Rodrigo Hernández (Chile);
Patrícia Saravia e Daniel F. (Peru);
Fito Paez, Dante Ledesma, Celeste Carballo e Mercedes
Sosa Group (Argentina)
a Orquestra Mattos Rodrigues e ballet de laura
legazkue (Uruguai)
compõem o time de sul-americanos que vão se
apresentar em Corumbá.
A música sul-mato-grossense será representada pelos
irmãos Geraldo, Tetê e Alzira Espíndola, Chalana de
Prata, Grupo Acaba, Aurélio Miranda, João Figar,
Lenilde Ramos, Tostão e Guarani, Beth e Betinha,
Amambay e Amambaí, Maciel Corrêa, Masis, Bojo Male,
Kurikaka e Makako, Olho de Gato, O Bando do Velho
Jack, Orquestra de Câmara do Pantanal e a Banda
Municipal de Corumbá.Outras atividades culturais do
festival que se destacam são o projeto Portinari, uma
mostra multimídia sobre a obra do artista plástico, e
a exposição da Fundação Pablo Neruda em homenagem ao
centenário de nascimento do escritor. As apresentações
do grupo paraguaio Ballet Folclórico Luque Poty; os
bolivianos do La Diablada Urus; o tango argentino de
Gathi Fernandes e Sérgio Cortazzo; o Grupo Sarandi
Pantaneiro e a Oficina de Dança do Pantanal prometem
contagiar as ruas de Corumbá. Eles irão dividir o
espaço com as apresentações de teatro do Grupo Lume,
Touro Candil, Ruberval Cunha, Shita Yamashita, Salim
Haqzan, Grupo de Risco, Fernando Cruz, Eloketi Okowó,
Cia. da Lona, Maria Mole, Locombia (Colômbia), La Gran
Marcha de los Muñcones (Peru) e Grupo Polizón de
Teatro (Uruguai). Haverá também o lançamento de
livros, exposições de artesanato e artes plásticas,
além de mostras de cinema e vídeo.
Em meio à pluralidade da programação artística serão
realizados seminários e painéis com os seguintes
temas: A América do Sul e suas Relações Econômicas e
Culturais com o Mundo Globalizado; História e Cultura
na América do Sul; Integração e Desenvolvimento;
Televisão e Democracia na América do Sul; Meio
Ambiente; Turismo; Artes Plásticas; Literatura e
Cinema. Os debates terão a participação de autoridades
governamentais, lideranças representativas, artistas e
intelectuais.
“Os seminários e painéis são importantes na fomentação
de um processo contínuo de discussão na busca da
integração socioeconômica e cultural da América do
Sul.
E a cidade de Corumbá é um cenário adequado para esse
debate, pois conjuga importância histórica e beleza
natural”, avalia o diretor-presidente da Fundação de
Cultura de Mato Grosso do Sul, Pedro Ortale,
coordenador do Festival América do Sul.Corumbá está
localizada às margens do rio Paraguai, na fronteira do
Brasil com a Bolívia e é uma das mais antigas cidades
de Mato Grosso do Sul – vai completar 226 anos no dia
21 de setembro. Após ser devastada durante a guerra
com o Paraguai, reergueu-se já no final do século XIX.
Nesse período passou a receber em seu porto grandes
embarcações vindas da Europa, Argentina, Uruguai e
Paraguai, tornando-se o mais importante entreposto
comercial do Centro-Oeste brasileiro. A riqueza gerada
durante essa época ficou marcada na cidade,
principalmente na arquitetura de seus prédios.
Atualmente sua economia se baseia na agropecuária e no
turismo ecológico.A realização do Festival América do
Sul é do governo do Estado de Mato Grosso do Sul, por
meio da Secretaria de Cultura e Fundação de Cultura de
Mato Grosso Sul.
O Festival tem patrocínio do Banco do Brasil e apoio
do Governo Federal.
Integrantes do MPB4 autografam último CD no pavilhão
.. publicado em: quinta-feira, 23 de setembro de 2004
.. por: Redação PantanalNEWS
tiraram fotos com os fãs e demonstravam a felicidade do retorno a Corumbá, onde dizem ter encontrado um público fiel e jovem. “Os imprevistos nos impediram de ter mais tempo para esse público maravilhoso”, comentou Miltinho (Lima Santos), 60. “O ideal seria chegar um dia antes. Perdemos o outro lado do festival, que são os debates”.Miltinho elogiou a iniciativa do Governo do Estado de promover a discussão da América Latina e espera ter a oportunidade de participar do evento nos próximos anos. “Sabemos que o festival será anual. Isso é muito bom, os organizadores estão de parabéns”. Aquiles, que autografou seu livro “O gogó de Aquiles”, onde conta a história do grupo e da MPB, afirmou que o festival aprofunda o debate sobre o relacionamento do povo latino. “Estamos tão próximos e distantes ao mesmo tempo”, observou.
01. Pierrot apaixonado (Heitor dos Prazeres - Noel Rosa) 02. Quem ri melhor (Noel Rosa) 03. Não tem tradução (Cinema falado) (Noel Rosa) 04. Pela décima vez (Noel Rosa) 05. Quem dá mais (Noel Rosa) 06. Com que roupa (Noel Rosa) 07. Filosofia (André Filho - Noel Rosa) 08. Feitio de oração (Noel Rosa) 09. Conversa de botequim (Vadico - Noel Rosa) 10. Último desejo (Noel Rosa) Fita amarela (Noel Rosa) O orvalho vem caindo (Noel Rosa - Kid Pepe) Até amanhã (Noel Rosa) Felicidade (René Bittencourt)
É o Movimento Arte e Democracia, criado em funçãoo dessa política de dar mais acesso à mostra às populações mais carentes, mostrando a que veio. Mas é o conteúdo desta Bienal que vai mostrar a quantas anda a produção artística mundial, por meio de suas (ainda que restritas e subjetivas) representações.
A temática da mostra – "território livre" –, também abrangente, também serve a múltiplas interpretações artísticas, políticas, sociais, filosóficas e até econômicas. "Trata-se de um espaço for a do domínio da economia e política – só a arte é capaz de criar estes mundos estéticos e empíricos próprios, paralelos", explica Hug.
Dialetos visuais
É que a globalização pode estar longe de significar uma redução de diferenças sociais, portanto econômicas, no mundo, mas no universo das artes concilia-se o aparentemente inconciliável: quem for à esta Bienal vai ver que é pobre, rico e remediado falando a mesma língua – ou quase. E e não é inglês, não. São dialetos visuais que confluem numa enigmática terra de ninguém. Um mundo à parte, onde a arte acontece e a gente reflete sobre coisas e estados que geralmente estão aquém, mas são provocados pela experiência estética.
É uma vertigem que nos tira do eixo. E, falando em eixo, essa Bienal desloca ou eixo da arte para o Hemisfério Sul, invertende, nem que seja por alguns meses, o esquema de dominação geopolítico da arte. Como tudo nesse mundo, é do Hemisfério Norte que vêm as tendências, o mais "bacana", o "preço", o que deve ser imitado e seguido. Pois neste domingo as coisas mudam de figura e o visitante pode entrar no Pavilhão e se deixar lá for a dogmas e outros fantasmas pré-concebidos.
Fotografias >
As pessoas vão se perguntar: o que é pintura, o que é foto? As fronteiras entre ambas as técnicas estão cada vem mais tênues. Não se engane, incauto(a) visitante. A fotografia domina esta Bienal – 25% das obras são fotos. Confira os trabalhos do equatoriano Pablo Cardoso, do polonês Krzysztof Zielinski, dos irlandeses Stephen Longman, Dennis McNulty (Desperate Optimists) e ainda do croata Zlatko Kopljar, que fotografa um sujeito ajoelhado em pontos movimentados de Nova York. Há ainda um módulo especial, dedicado só à fotografia africana.
Entre os brasileiros, vale despender atenção especial aos trabalhos de Tiago Bortolozzo e Beatriz Milhazes, que, de tanto vender quadros em dólar e euro, vem sendo chamada de Beatriz "Milhares". "Multiplex"
Engana-se quem acha que se livrou das famigeradas instalações nesta Bienal. Aviso aos navegantes: o 2o. andar da mostra já foi apelidado de "multiplex" pela organização, porque é ali onde as benditas obras (que suscitam a velha pergunta que parece jamais calar: "Isso é arte?") se encontram, em meio a vídeos, som e luzes. A câmera e ação fica por conta do canadense David Rokeby.
Sua instalação Gathering usa câmaras colocadas em locais estratégicos dentro do prédio da Bienal a fim de capturar e isolar imagens de pessoas em movimento. As imagens dos transeuntes são extraídas do ambiente, separadas e então projetadas dentro de uma estrutura octogonal. Resultado: visitantes estarão se vendo embutidos na colagem, seja sua imagem capturada em algum lugar, alguns minutos ou algumas horas atrás.
Como crê Alfons Hug, "nessa riqueza de metáforas, linguagens e valores simbólicos é possível encontrar momentos de poesia, reflexão e até (quem diria) de beleza".
Horário de visitação: de segunda a quinta, das 9h às 22h; sexta, sábado e domingo, das 9h às 23h.
Agendamento de visistas monitoradas pelo e-mail [email protected] (com três dias de antecedência). Informações: (11) 5549-0230.
Bienal – Parque Ibirapuera, s/no.; portão
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Corumbá (MS) – Foi um encontro de muita emoção, levando às lágrimas o cacique Severo quando ele desabafou contando para Domitila a luta dos guató, tribo considerada extinta, para retornar a suas terras, na Ilha Ínsua, região isolada do Pantanal, distante 340 quilômetros de rio acima. “Ouvindo sua história, é como se fosse a nossa luta, a luta dos campesinos pela terra de onde fomos expulsos, desagregando nossas famílias e nos impondo a miséria”, disse Domitila, um dos homenageados pelo Festival América do Sul.
Severo, que na língua guató significa dente de jacaré (“Maguekôo”), estava em seu barco ancorado no porto, ao lado da mulher, dona Dalva, e netos, quando recebeu a visita surpresa da sindicalista boliviana. Eles não se conheciam, mas logo perceberam que defendem direitos comuns sem fronteira. “Seja forte, como tem sido até agora, reunindo novamente seu povo”, disse Domitila. “É uma gente sincera, que trabalha em comunidade e já fez a sua revolução”, comentou ela, depois, em entrevista.
Miséria – O cacique guató, 64 anos, lidera seu povo há 22 anos. Nos anos 70, a nação foi expulsa de suas terras e a tribo chegou a ser considerada extinta devido ao processo de dispersão, com os índios passando a morar na zona urbana de Mato Grosso do Sul, Mato Grosso e outros estados. Severo ganhava a vida com uma oficina de bicicletas e uma borracharia, no bairro Cristo Redentor, em Corumbá. Os guató retornaram à ilha em 1994 e ganharam a homologação das terras por ato do presidente Lula.
“O nosso retorno às terras foi inesquecível. Lutei pelo meu povo, sabendo que meu direito também estava alí, negado pelo homem branco”, disse Severo. Domitila mostrou interesse pela conversa: “Esse festival está sendo importante para conhecermos um pouco da realidade dos nossos irmãos, permitindo-nos momentos como este”. Ela disse que a América do Sul deve acordar para suas graves questões sociais: “Se não nos integrarmos, não resolveremos problemas em comum, como a terra, a fome, a desigualdade”.
A sindicalista, mais uma vez, denunciou a situação de miséria em que vivem os trabalhadores de seu país, culpando o governo por aceitar a pressão e os interesses do capitalismo estrangeiro. “A Bolívia está entregando seus recursos minerais, a madeira nobre, o petróleo e o gás, enquanto o povo passa fome. Sobram alimentos nos supermercados, mas o povo não tem dinheiro”, disse Domitila. “A máquina está substituindo os oA abertura dos XXVII "Jogos da primavera foi realizada ontem, a partir das 18 horas, no Ginásio Poliesportivo. O evento conta com o apoio da Prefeitura Municipal de Aquidauana e da Fundação de Esportes de Aquidauana (FEMA). Estão participando da concorrida competição, alunos das escolas municipais, estaduais, particulares e universitários. Os jogos serão disputados nas categorias: voleibol, basquetebol, futebol de salão, handebol, futebol de campo e atletismo, divididas em infanto-juvenil, pré-mirim, mirim, juvenil e livre. Durante todo o campeonato que vai até o dia 22 de outubro, 142 partidas serão realizadas com a participação de aproximadamente 1.500 atletas.
A festa de abertura do Jogos da Primavera contou com a presença de inúmeras autoridades, destacando-se a presença o Chefe de Gabinete, Mario Nelson Palhano Argerim; a secretária municipal de Educação, Kátia Botelho; Tenente Gomes representante do 9º BE COMB, acompanhado com três Cadetes da Aban , e os professores, Mário Augusto Portocarrero, Gleice Falcão, Cleide Godoy, José Ramão Marinho, Amélia Sampaio, Silmara Ayache, Lenídea Silva, Cleuza Jará e Osvaldina Queiroz. Durante o evento, o Ginásio Poliesportivo de Aquidauana esteve lotado não somente pelos participantes, como também pelos familiares, professores e autoridades.
Logo após as apresentações a apresentação da presidência dos jogos, que ficou assim formada: presidente, a professora Kátia Botelho, diretora geral; Nilza dos Santos, diretor técnico administrativo; Alfredinho de Oliveira, diretor de modalidades de Voleibol; Professor Guto, basquetebol; professor Bugalú, futsal; Professor Evandro, futebol; professor Ademar, handebol professor; Éder, atletismo professor; Tié, cerimonial;professora Jose, aconteceu a entrada das delegações.
Vão participar das competições, o Centro de Atendimento Integrado à Criança e ao Adolescente Antônio Pace (CAIC), escolas estaduais Cândido Mariano, a Antônio Corrêa, Antônio Salústio Areias, Cel. José Alves Ribeiro (CEJAR), Dóris Mendes Trindade, Erso Gomes, Felipe Orro, Laudelino Barcelos,
Marechal Deodoro da Fonseca, Marly Russo Rodrigues, Geraldo Afonso Garcia(Cera), as particulares: IEA, Instituto Educacional Falcão, Irene Cicalise e a Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS).
Depois da apresentação das delegações, foi executado o Hino Nacional Brasileiro, enquanto os pavilhões foram hasteados
pela secretaria de Educação Kátia Botelho e pelo Chefe de Gabinete Mário Nelson Argerim e Tenente Gomes. Concluído o hasteamento iniciou-se o Hino de Aquidauana seguido do juramento dos atletas, representados pela aluna Suane, atleta revelação de vôlei do Instituto E. Falcão.
A Tocha Olímpica foi levada pelos representantes das escolas CAIC, Dóris Mendes Trindade e IEA que deram a volta na quadra e em seguida, a tocha percorreu sobrevoando, toda a quadra, levando o público ao delírio quando a Pira acendeu-se, surtindo um efeito emocionante.
A Secretária de Educação
Kátia Botelho, ao fazer uso da palavra, enalteceu o empenho da administração municipal no sentido de viabilizar as condições necessárias para a realização do jogos e agradeceu o envolvimento de todos servidores da Secretaria de Educação e Cultura e a participação e execução da Fundação de Esporte de Aquidauana. “O esporte, além de envolver a cultura, saúde e educação, traz para os alunos a aprendizagem do convívio com a comunidade”, finalizou Kátia Botelho.
Ao finalizar, houve uma apresentação houve apresentação cultural com a Companhia de Dança Aqui Dance e uma partida de voleibol (amistoso) de Aquidauana X Anastácio.
Repercussão
Em entrevista ao site Pantanal em Foco, o diretor de voleibol dos jogos, Professor Guto disse: “é um prazer muito grande de estar participando dos Jogos da Primavera, um evento tradicional. Vemos, todos os anos, o entusiasmo dos alunos nas escolas, com as preparações, os treinamentos, gerando a expectativa para o grande final. Achamos, entretanto, que a presença dos familiares deveria ser maior. Sentimos que este momento, deveria se compartilhado com a família, que os pais deveriam estar junto dos filhos. Gostaria de fazer um apelo para que os pais entendessem a função do esporte no processo educacional e viessem também participar dos Jogos da Primavera.
Em entrevista, Mauro Lúcio Ortiz ressaltou a importância do evento: “os Jogos da Primavera são indiscutivelmente, a grande festa dos estudantes de Aquidauana. Os jovens se preparam com afinco e determinação; os professores se empenham e as escolas se unem para participar desta competição. Um evento dessa natureza serve acima de tudo, como forma de integrar os estudantes e mais do que isso, fazer com que haja uma competição sadia. É a cidade inteira vivendo essa festa.
Nós, como homens de rádio, como imprensa, só podemos dar parabéns à prefeitura municipal, a secretaria de Educação e Cultura e a Fundação de Esportes de Aquidauana por mais esta iniciativa e que unidas promovem uma festa dessa envergadura e grandeza. Aquidauana só tem a ganhar com tudo isso.
Fonte: Simoni Lopes
perários. Máquina não protesta, não precisa de saúde, educação”.
Regionale America del Sud Brasile.
Immagini ( Promobrasil ) link, informazioni turistiche, appartamenti in affitto nelle principali città, reportage, annunci, vita notturna e musica per conoscere questo paese.
Città di Sào Paulo
Camburì
17-20 milioni di abitanti Sàn Paulo, la città più moderna e cosmopolita del Brasile, ospita interi quartieri di immigrati e di minoranze etniche. Milioni di Italiani vi approdarono alla fine del secolo scorso, milioni di Giapponesi l'hanno scoperta durante questo secolo e altrettanti Brasiliani provenienti dalle campagne e dal Nordeste stanno continuando ad arrivare. Tale diversità etnica unita allo sviluppo industriale ha prodotto la classe media più vasta,più acculturata e meglio istruita del Brasile. I Paulistanos (ossia gli abitanti della Città, da non confondere con i Paulistas, cioè i Brasiliani dello stato di Sào Paulo) chiamano la loro città Sampa e, nonostante le continue lamentele circa la violenza nelle strade i problemi del traffico e il tasso d'inquinamento, non si sognerebbe mai di vivere altrove. Sào Paulo sorge su di un altopiano a una altitudine piuttosto elevata, dose fa freddo d'inverno e i mesi estivi sono stretti nella morsa di un caldo afoso intriso di smog. A prima vista può essere un luogo tuttaltro che invitante, ma se conoscete qualcuno che vi faccia visitare gli angoli più interessanti o se semplicemente amate le grandi città, vale la pena di fare tappa a Sào Paulo, che in quanto a divertimenti e vita notturna non ha nulla da invidiare alle più grandi metropoli del mondo.
Mato Grosso, `cuore` del paese E` degli stati più grandi del Brasile, situato a ovest della regione centro-occidentale, al centro del Sudamerica
l Mato Grosso, uno degli stati più grandi del Brasile, è situato a ovest della regione centro-occidentale, praticamente al centro dell’intero continente sudamericano. Il nord è formato da altipiani con vegetazione di tipo amazzonico. Le pianure si trovano ad est, presso il confine con il Goiás, e a sud, nella grande area paludosa del Pantanal. Il clima, pur risentendo delle variazioni dovute alla vastità del territorio, è generalmente tropicale: se in pianura l’inverno è generalmente secco e l’estate calda e umida, sugli altopiani è maggiormente temperato. Da rilevare che rispetto all’orario di riferimento, quello di Brasília, l’orologio deve essere posizionato un’ora indietro.
La bandiera del Mato Grosso
Le prime esplorazioni del Mato Grosso furono condotte nel 1525 da Pedro Aleixo Garcia: considerata la ricchezza del territorio, bandeirantes brasiliani e gesuiti spagnoli iniziarono a popolare questa vasta terra che, secondo il Trattato di Tordesillas, apparteneva alla corona spagnola. Nel 1718 vennero scoperti i primi grandi giacimenti auriferi e l’anno seguente fu fondata Cuiabá, l’odierna capitale. Ormai facente parte dei possedimenti portoghesi, Cuiabá fu elevata a città nel 1727 ed il territorio circostante, che apparteneva alla Capitania di São Paulo, fu chiamato Minas do Cuiabá. Il nome attuale di Mato Grosso ha una storia a sé, legato indirettamente alla legge fiscale che prevedeva che un quinto dell’oro trovato fosse prelevato dallo stato centrale. Questa situazione, insieme al lento esaurimento delle miniere, spinse i cercatori d’oro a spingersi lontano da Cuiabá per reperie il prezioso metallo. Nel 1734 i fratelli Artur e Fernando Paes de Barros scoprirono giacimenti nella valle del fiume Guaporé che chiamarono Minas do Mato Grosso per via dell’enorme ed impenetrabile foresta che vi trovarono (il termine mato significa infatti foresta, ndr). Seppure per alcuni anni la zona fosse stata definita come `Minas do Cuiabá`, con il tempo passò a chiamarsi `Minas do Cuiabá e Mato Grosso` fino al solo, definitivo `Mato Grosso` odierno.
Trattandosi di zona di confine, i portoghesi potenziarono questa parte del territorio coloniale e nel 1748 nacque la Capitania di Cuiabá che si staccò quindi da quella paulista e che recava facilitazioni per chiunque andasse a risiedervi, come ad esempio alcune esenzioni fiscali.
La mappa dello stato
i. Seppure nel 1750 gli spagnoli riconobbero come possesso portoghese questo territorio, varie scaramucce si susseguirono nel corso degli anni fino alla pace definitiva del 1802: durante questo periodo furono costruiti vari forti e città proprio con lo scopo di difendere il territorio. Nel 1819 si ebbero le prime divisioni che avrebbero portato, nel secolo successivo, allo smembramento dello stato: i fedeli della casa regnante formarono una propria giunta governativa a Cuiabá, mentre i liberali ne fondarono un’altra a Vila Bela. Grazie all’indipendenza, il Mato Grosso tornò ad avere un solo governo con sede in Cuiabá. Ma a causa di lotte interne, esterne con il Paraguay e varie epidemie, lo stato mato-grossense si avviò verso una fase di estrema difficoltà che terminò con l’avvento della Repubblica. L’occupazione dell’area amazzonica, lo sviluppo generale della regione centro-occidentale del Paese e la nascita di Brasilia, fecero sì che il Mato Grosso progredisse rapidamente nel corso del XX secolo. Nel 1977, dopo oltre un secolo e mezzo di rivolte, lo stato venne sdoppiato: nacquero così gli stati del Mato Grosso e del Mato Grosso do Sul come li conosciamo oggi. Il primo, quello di cui ci stiamo occupando in questo viaggio, è oggi certamente più povero, con gravi problemi legati all’organizzazione agricola ancora legata al grande latifondo.
L’economia mato-grossense si basa sulla coltivazione della canna da zucchero, ma importanti sono anche le produzioni di soia, riso e cotone: le grandi foreste producono gomma, legname e castagne. L’allevamento bovino è di gran lunga il più presente nel territorio, seguito da quello suino: la tutela dei moltissimi tipi di uccelli che popolano lo stato sta avendo i suoi buoni risultati.
Un`immagine del Pantanal
Il sottosuolo viene sfruttato tramite l’estrazione di oro e diamanti, mentre l’industria riveste scarsa importanza, legata comunque ai prodotti agricoli: la maggiore concerne i prodotti alimentari e di trasformazione di minerali e legname. La nostra consueta “pausa pranzo” ci porta in una cucina basata sui prodotti agricoli di questa terra, che la numerosa presenza di carne e pesce non può che arricchire. L’Arroz de Coco, la strong>Lingüiça Cuiabana, la Zuppa di Piranha, i dolci a base di banana e i vari succhi e gelati a base di frutta sono ciò che di meglio offre la gastronomia locale. La popolazione è molto varia grazie alle immigrazioni che si sono susseguite nel corso degli anni, con una presenza indigena ancora rilevante. Il Mato Grosso infatti è lo stato brasiliano con la maggiore concentrazione indigena e si pensa che vi siano tribù che non hanno ncora avuto contatti con i bianchi. E proprio dalle tantissime riserve indigene possiamo partire per la consueta nostra visita turistica locale: turismo che si sta sviluppando in maniera importante anche grazie al territorio che offre, tra l’altro, due stupende attrazioni naturali. La prima più che stupenda è unica ed è il Pantanal con la sua enorme varietà di flora e fauna: vi si può trovare l’uccello Tuiuiú che ne è il simbolo e la Capivara, il maggior roditore del mondo. L’altro grande parco naturale è quello di Chapada dos Guimarães che offre paesaggi incantevoli e più di trenta zone archeologiche.
Da non perdere è l’artigianato che si basa su creazioni di utensili in legno e ceramica, quest’ultima usata anche in elementi decorativi. Importante, vista la numerosa presenza, è anche l’artigianato indigeno basato sulle lavorazioni in fibra vegetale. I musei si trovano soprattutto nella capitale Cuiabá e mostrano la storia, la cultura e le produzioni locali. Ma le feste sono un vero punto di forza del turismo mato-grossense. Basti pensare che a Cáceres si tiene la più grande festa di pesca del mondo. Feste quindi di respiro internazionale, ma anche feste che solo da queste parti si possono trovare: è il caso del Quarup dove viene reso omaggio alla vita e alla morte dei capi tribali. Le tipiche feste di Natale e del periodo di giugno vengono accompagnate da strumenti tipici come una specie di piccola chitarra in legno con corde fatte con interiora di scimmia. Numerose le processioni fluviali e le feste dei santi patroni, con danze come il lundu, rasqueado, siriri, boi-à-serra a rallegrare le manifestazioni. Tipica è anche la danza di São Gonçalo che rende omaggio al santo, mentre a San Benedetto viene reso omaggio grazie alla danza del Congo, esclusivamente maschile, e con la danza dei mascherati.
Il nostro viaggio nel Mato Grosso non può terminare se non a otto chilometri dalla città di Chapada dos Guimarães. Una terrazza panoramica ci fa gustare il paesaggio circostante, ma ci ricorda soprattutto che qui è fissato il punto geodetico centrale dell’America Meridionale: se non possiamo dire che siamo al centro del mondo, certamente siamo nell`ombelico esatto dell`immenso continente sudamericano.
Questo articolo è stato realizzato in collaborazione con Igiesse Viaggi:
Fito Páez triunfa en Brasil
Servicios de La Opinión
27 de septiembre de 2004
Fito Páez echa a volar sus clásicas ‘Mariposas tecnicolor’ por el Festival América del Sur El rockero argentino Fito Páez desplegó durante el fin de semana toda la fuerza de su música en pleno Pantanal brasileño, con un concierto ante unas 10 mil personas que fueron al delirio al son de sus Mariposas Tecnicolor.
Con la canción que hace años catapultó su fama desde Argentina hacia el resto de América Latina Fito Páez concluyó un concierto de casi dos horas en el marco del Festival América del Sur, encuentro cultural que se celebra en la ciudad brasileña de Corumbá, en el estado de Mato Grosso do Sul.
En un escenario por el que en días anteriores pasaron, entre otros, el brasileño Milton Nascimento, la chilena Isabel Parra y la argentina Celeste Carballo, Fito Páez conectó desde el comienzo con el público al cantar Meu Bem, Meu Mal, de Caetano Veloso.
Pero luego entró de lleno en su fase más rockera, homenajeó a los Beatles con Revolution y fue suavizando hasta llegar a los sonidos más melodiosos de su último disco, Naturaleza sangre, grabado el año pasado.
“Si ustedes no me conocían, pues ahora me van a conocer”, dijo en portuñol, una mezcla de portugués y español, antes de dejar los teclados para empuñar la guitarra en una acelerada y eléctrica versión de Mariposas Tecnicolor.
Páez fue aclamado hasta el delirio por un público que le vio por vez primera y regresó a Buenos Aires, donde volverá a cantar el día 1 de octubre en un festival de rock que se realizará en la capital argentina.
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periodismo
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Galas de Tango
Dirección: Federico García Vigil "> NACIÓ EN MONTEVIDEO en 1941, a temprana edad comenzó sus estudios de piano en el Conservatorio Guillermo Kolischer. Al culminar su aprendizaje de la técnica pianística estudió armonía, composición y orquestación, especialidades en la que contó con la orientación de los maestros F. Landa, J. Borlichec y Charles Schwarts. Realizó también estudios de contrabajo con los maestros Ricardo Planas, O. Urfé y A. Nenov.
En 1971 el Ministerio de Educación y Cultura le otorgó una beca para trasladarse a Buenos Aires, donde realizó estudios de dirección de orquesta con el maestro Simón Blech. En 1971 la Embajada de Francia en Uruguay lo invitó a proseguir tales estudios en el Conservatorio Nacional de Estrasburgo, donde tuvo como maestro a Jean-Sebastian Bereau. Luego, bajo los mismos auspicios perfeccionó sus conocimientos de dirección en la Universidad de París con Pierre Stoll.
En 1974 fue invitado por el gobierno de la República Federal Alemana y por el gobierno de Gran Bretaña, a realizar una gira por las escuelas de dirección de orquesta de ambos países con el fin de conocer más profundamente la metodología de aprendizaje de esa disciplina. Durante su estadía tuvo oportunidad de dirigir la Orquesta Sinfónica del Conservatorio Nacional de Estrasburgo. En noviembre de 1978 fue invitado a participar en el Concurso Internacional de Dirección de Orquesta del Festival Villa Lobos en Brasil. Ejerció la dirección estable del ensamble Ciudad de Montevideo y la dirección de la Orquesta Nacional Juvenil de Venezuela.
Sus condiciones de compositor y director lo han hecho merecedor de varios galardones, tanto en su patria como en Europa: Florencio 1969, 1970 y 1981, Primer Premio de Música de Cámara-Concurso AEMUS, BAW, Primer Premio Dirección de Orquesta en Estrasburgo, Francia 1973, Iris de Oro - Suplemento Sábado Show (diario El País), 1995. Fue Director titular de la Orquesta Sinfónica Municipal de 1985 a 1990 y de la Orquesta Sinfónica de Bogotá de 1991 a 1994. Ha dirigido en Brasil la Orquesta Sinfónica de Rio de Janeiro, de Porto Alegre y de San Pablo; en la República Argentina ha dirigido todas las orquestas; en Venezuela la Orquesta Sinfónica de Maracaibo, la Orquesta Municipal de Caracas y la Orquesta Simón Bolívar; en EE.UU. la Orquesta Sinfónica de Manitowa-Wisconsin, la Orquesta Sinfónica de Savannah-Georgia, la Greenville Symphony Orchestra; en España, la de Córdoba; en Suecia, la de Stocolmo Malmo Vëxo. Fue distinguido junto a los maestros Isaac Karabtchevsky y Simón Blech para dirigir la Orquesta Sinfónica de San Pablo en el Encuentro Sinfónico Internacional "Mercosur Cultural" en el mes de setiembre de 1996.
Su actividad como director de ópera es muy intensa. Entre los títulos ya realizados se encuentran, Don Giovanni, Flauta Mágica, Cossi Fantutti, Bastián y Bastiana, Rigoletto, La Traviata, Aída, Madamme Butterfly, Fausto, Carmen, Anna Bolena, Cenerentola, al frente de los Cuerpos Estables de la ópera de Catalunya, sociedad Pro-Opera, Teatro Colón de la Ciudad de Bogotá y Teatro Teresa Carreño de Caracas. Actualmente es el Director Titular de la Orquesta Filarmónica de Montevideo. También se desempeña como Catedrático de Dirección Musical en la Escuela Universitaria de Música de la Universidad de la República y de la Escuela Municipal de Música.
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ESPECTÁCULOS
Habrá dos escenarios callejeros. Uno en Avenida del Libertador y Galicia y otro en El Gaucho.
Estos funcionarán en los mismos horarios entre las 16.30 y 20.30 horas, momento en el cual las ceremonias protocolares y de gobierno van a darse en el Palacio Estévez. Estos mismos escenarios volverán a funcionar ni bien termine la Filarmónica desde el Palacio Legislativo, aproximadamente a las 22 horas.
En estos dos escenarios habrá una muestra representativa de la música nacional: Canto Popular, Murgas, Rock nacional, Salsa, y Tango con la Filarmónica. Por razone? de espacio y de tiempo no podrán actuar todos los que merecerían y querrían. Pero se descuenta que estarán Pepe Guerra, Larbanois-Carrero, Daniel Viglietti, Pablo Estramin, Numa Moraes, Tabaré Cardozo, Falta y Resto, Diablos Verdes, Araca, La Reina, Agárrate Catalina,
Jorge Schellemberg, Los Fatales, L' Auténtica, y varias bandas de Rock. Con motivo de la toma de mando del doctor Tabaré Vázquez, flamante Presidente de la República Oriental del Uruguay, se levantaron dos escenarios populares para los festejos, los que estarán animados por integrantes del SUA (Sindicato Uruguayo de Actores). Estarán ubicados en Avda. de Libertador y Galicia y en el monumento al Gaucho, 18 de Julio y Constituyente. Participarán representantes de diferentes géneros de nuestra cultura.
ORDEN
ESCENARIO 1 (EL GAUCHO)
ESCENARIO 2 (Galicia y Avda. del libertador)
De 16:30 a 20:30
1
Los Fatales
La Autentica
2
Diablos Verdes
Curtidores de Hongos
Agarrate Catalina
La Matiné
3
Manuel Capella y Zucará
Mareados y Sakwokay
4
Mauricio Ubal
Carlos y Bocha Benavides y
Braulio López
5
Daniel Viglietti
Numa Moraes
DE 22:30 A 01:00
6
Larbanois Carrero y Pepe Guerra
Pablo Stramín
7
Rada
Jorge Schelemberg
8
Tabaré
Abuela Coca
9
La Tabaré
Abuela Coca
10
Falta y Resto
Reina de la Teja
Contrafarsa
Araca la Cana
Ambos escenarios funcionarán en forma simultánea a partir de las 16:30 hs. y hasta las 20:30 para dar paso al discurso del Presidente de la República doctor Tabaré Vázquez, retomando la actividad a las 22:30 hs.
Asimismo, también el 1º de Marzo, el Teatro el Galpón brindará con entrada libre la obra MONTEVIDEANAS a la hora 18:00. Las invitaciones se retiran en el Teatro con anticipación.
Tema: Comunicado a la Prensa Internacional. Actividades con autoridades del Gobierno Electo. 28.02.2005.
Esta programación se confirmará mañana
Tema: Programa "Galas de Tango". 24.02.2005.
En el marco del programa de festejos por la Ceremonia de Transmisión del Mando Presidencial, a realizarse el próximo 1 de marzo del 2005, la Orquesta Filarmónica de Montevideo, ofrecerá en la escalinata central del Palacio Legislativo a partir de la hora 20:00, un concierto denominado "Galas de Tango".
REPERTORIO GALAS DE TANGO
Director - Federico García Vigil
LA CUMPARSITA
Autor: Gerardo Matos Rodríguez
QUE ME VAN A HABLAR DE AMOR
Autores: Héctor Stamponi - Homero Expósito
Canta: Ricardo Olivera
LA YUMBA
Autor: Osvaldo Pugliese
COMO 2 EXTRAÑOS
Autores: Pedro Laurez - José María Contursi
Canta: Valeria Lima
NARANJO EN FLOR
Autores: Virgilio y Homero Expósito -
Oboe: Elvira Casanova
GARUA
Autores: Aníbal Troilo - Enrique Cadícamo
Canta: Francis Andreu
ADIOS NONINO
Autor: Astor Piazzolla
MELANCOLICO
Autor: Julian Plaza
LOS HIJOS DE GARDEL
Autores: Alberto Magnone - Laura Canoura
Canta: Miguel Angel Maidana
SUR
Autores: Anibal Troilo - Homero Manzi
Canta: Laura Canoura
GARUFA
Autores: Victor Soliño
Canta: Daniel Cortés
TAQUITO MILITAR
Autor: Mariano Mores
BAILARINES -
Maria Inés Camou - Guillermo Lugrin
Laura Legazcue - Federico García
Virginia Antelo - Pepe Ramallo
Paula Cáceres - Gabriel Zoccola
Patricia Mastroianni - Rodrigo Fleitas
Mariana Mendina - Nazareno Listur
COREOGRAFÍA
Maria Inés Camou y Laura Legazcue
Esta Yo no me la pierdo ......
Autor: Otro Polenta
Fecha: 14-02-05 03:33
Celebrarán la asunción de Tabaré Vázquez y el nacimiento de "un nuevo Uruguay"
El Frente Amplio prepara un gran festejo popular desde la "hora 0" del 1º de marzo
La Comisión Nacional de Organización del Encuentro Progresista- Frente Amplio/Nueva Mayoría (EP-FA/NM), se encuentra ultimando los detalles de los diversos festejos que se realizarán en todo Montevideo "desde la hora 0" del próximo 1º de marzo, día en que Tabaré Vázquez asumirá como nuevo presidente de la República y en el que "comenzará un nuevo Uruguay".
Si bien ya existe una cadena de correos electrónicos a través de los cuales se invita "a la fiesta popular" que de hecho se realizará el 1º de marzo, de todas maneras la Comisión de Organización de la fuerza de izquierda se encuentra en las últimas etapas de los preparativos de la variada oferta de eventos que se realizarán.
La actividad central y oficial del 1º de marzo se compone del discurso que Vázquez ofrecerá a la Asamblea General, a partir de la hora 14. Continuará con la recorrida del presidente electo por avenida del Libertador hasta la Casa de Gobierno en la Plaza Independencia (ver recuadro) donde el presidente saliente, Jorge Batlle, le traspasará la banda presidencial. Allí Vázquez designará a su gabinete ministerial y anunciará las primeras medidas de gobierno.
Sin embargo, los festejos populares comenzarán a la hora cero del 1º de marzo (formalmente, Vázquez ya será presidente desde ese momento) y se estima que los mismos tendrán características de "festejos de fin de año por el comienzo de un nuevo Uruguay", señaló Alfredo Curbelo, presidente de la Comisión Nacional de Organización del EP-FA/NM.
Curbelo indicó a LA REPUBLICA que la "organización ha recibido múltiples propuestas" y se espera tener la agenda de escenarios y la nómina de artistas cerrada, el próximo 20 de febrero.
Destacó que hasta el momento son cerca de mil artistas nacionales y algunos del exterior que podrían participar de los festejos y actuar gratuitamente.
Añadió que existe una oferta de boliches nocturnos que podrían instalar escenarios callejeros a partir de la madrugada del martes 1º, como por ejemplo algunos centros nocturnos de Ciudad Vieja y Parque Rodó.
"También existen propuestas de determinadas empresas elaboradoras de refrescos, que proporcionarían y transformarían sus camiones en escenarios móviles", sostuvo Curbelo.
Asimismo, la Comisión de Organización pondrá a disposición de la población cerca de medio centenar de ómnibus para transportar público desde todos los barrios de Montevideo y zonas metropolitanas hacia el Palacio Legislativo.
En los lugares de partida de tales ómnibus habrá actuación de artistas de distinta índole, tales como cuerda de tambores, murgas y animadores infantiles
Por su parte, "compañías teatrales cooperativas y amateurs ofrecerían espectáculos gratuitamente en determinados centros teatrales y Daecpu propuso la apertura de escenarios para facilitar la actuación de artistas".
En tanto que, entre el desarrollo de la actividad protocolar y el acto popular en el que Vázquez comunicará las primeras medidas de gobierno como, por ejemplo, el restablecimiento de las relaciones diplomáticas con Cuba, el acuerdo de intercambio con Venezuela y la puesta en marcha del Plan de Emergencia Social, se instalarán dos escenarios, uno en Avenida del Libertador y La Paz y otro en 18 de julio y el Gaucho en los que también se desarrollarán espectáculos públicos.
El acto de Vázquez se realizará a la hora 21 en la escalinata del Palacio Legislativo, por Avenida del Libertador hacia 18 de Julio. En primera instancia la Orquesta Filarmónica ejecutará el Himno Nacional, luego se procederá a la parte oratoria y la Filarmónica concluirá con Galas de Tango y obras de su último repertorio.
Se instalarán dos pantallas gigantes, una sobre el encolumnado del Palacio Legislativo y otra en la intersección de avenida del Libertador y la Paz.
Se estima la participación de un público mayor al que concurrió al acto de cierre de campaña del EP-FA/NM. *
A todo tango, se lanza esta noche "el nuevo Uruguay
Martes, 1 de marzo de 2005
Las coordinaciones finales para el traspaso de gobierno se concretaron a lo largo de toda la jornada de ayer. Concentrados sobre todo en los ajustes técnicos, los operadores definieron el perfecto funcionar del sonido, luces y amplificación para las diversas actividades protocolares y festejos dispuestos por el Frente Amplio-Encuentro Progresista-Nueva Mayoría.
Las estructuras tubulares de andamios tanto para medios de prensa como los soportes de luces y parlantes, ya están dispuestos. A ambos lados del escenario principal ubicado al frente del Palacio Legislativo se encuentran dos torres de 14 metros de altura cada una, sosteniendo la amplificación desde donde se podrá escuchar el discurso del presidente electo Dr. Tabaré Vázquez, y posteriormente el espectáculo que ofrecerá la Orquesta Filarmónica de Montevideo, bajo la dirección del maestro Federico García Vigil. Cristhian Antelo, Ing. Sonido de la Orquesta Filarmónica, expreso "que las pruebas preliminares fueron perfectas".
El tiempo acompaña
Como la mayoría de las actividades se desarrollará al aire libre, tanto las autoridades como los organizadores y el público se encontraban expectantes de cómo sería el tiempo en el transcurso del día de hoy. Sin preocupaciones por cierto, dado que el tiempo atmosférico para hoy, presenta una temperatura que ronda los 23 grados de máxima, con una mínima de 14. Los vientos provenientes del sector sur, sureste serán moderados y algo fuertes, con una velocidad aproximada de 10 Km por hora. Con respecto a las precipitaciones se prevé la ocurrencia de chaparrones en zonas costeras, sobre todo hacia el Este del país con persistencia de nubosidad al sur y este del territorio nacional.
diariolarepublica.com The San Luis Argentine Festival Awards, presented annually by the Governement, are considered the most coveted of the many contemporary music awards. Despite the honor the awards carry and the ratings success of the televised awards show, many industry insiders consider the awards to be merely a reflection of mainstream commercial success.Latin San Luis Award,Condor de Oro,Golden Condor nods included laura legazkue ballet for Revelation -Dance
*********"> DREXLER amigos:
-Que la locutora de E entretenimientos dijo:-es la historia de dos jovenes discolos (-sin mencionar al Che)
-Que MTV dijo:-el argentino Drexler
-Que muchos en el Norte no entendieron que paso
-Que Drexler debio decir:soy de Uruguay,un pequeño paisito en el sur
-Que Drexler estuvo muy bien al cantar su cancion,que ese es su derecho
-Que la cancion es muy buena y muy sencilla
-Que Drexler se beneficio con la guitarra de Santana,aunque eran agregados multiples y la imagen de Banderas,sobre todo al persignarse y con los agregados de Robert Redfort,
-Que Tabare Vasquez lo menciono dos veces,como un maracanazo,en la asuncion presidencial,ante los insignes visitantes y nosotros
Esto significa que todos hablan de Drexler y eso es MUY bueno
*******************************
************* "> *****google
************PERFOMANCE... 1997 Participación en la declaratoria del tango como Patrimonio Nacional. Palacio legislativo. Recepción de medallas alusivas. ...
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Con galas de tango celebran 14 años del Mercosur,Duhalde,1200 invitados,trasmitido en cadena por los paises del mercosur,una idea del Pte Duhalde
MONTEVIDEO - Con un concierto a cargo de la Filarmónica de Montevideo, la Comisión de Representantes Permanentes del mercado común, cuyo titular es el ex presidente argentino Eduardo Duhalde, celebra el próximo lunes los 14 años de creación del Mercosur.
El espectáculo, denominado "Galas de Tango", posibilitará la presencia de autoridades, empresarios, académicos y gremialistas de los países miembros del bloque (Argentina, Brasil, Paraguay y Uruguay), informó este lunes la Comisión.
La Filarmónica se presentará en el Teatro Solís, el más importante de Uruguay, bajo la dirección de Federico García Vigil, y con la actuación del vocalista argentino Miguel Angel Trelles, la voz masculina preferida por Astor Piazolla.
Con este concierto se inicia un "vasto programa de acción cultural encarado por el organismo que preside Duhalde con el objetivo de promover la identidad común de nuestras sociedades y reafirmar la capitalidad comunitaria de Montevideo en la región", expresó el comunicado de prensa.
El Mercosur se creó el 26 de marzo de 1991 con la firma del denominado Tratado de Asunción.
AFP
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La Prensa | Interior del sur de California | Notas AP... familias enteras rodearon el Palacio Legislativo y la Casa de Gobierno, ... clásicos temas musicales rioplatenses como el tango "La Cumparsita". ...
www.laprensaenlinea.com/ap_news/SP_Latin_America/ AMS_GEN_URUGUAY_VAZQUEZ_FESTEJOS_126750SPLA.shtml - 37k - 2 Mar 2005 - En caché - Páginas similares
RAUL JAURENA | BANDONEONISTA; EMBAJADOR DE URUGUAY Y SU CULTURA
"El tango necesita la adrenalina de la improvisación"
Entrevista de Daniel Mazzone y Leonel García, de la redacción de El País Digital
Hermoso lugar tiene la Orquesta Filarmónica de Montevideo como sede y sala de ensayos. Muy hermoso. Un espacioso edificio ubicado en la calle Bacacay, que ha gozado de un renacimiento en los últimos años. Uno de los amplios e iluminados salones del recinto,que respira música por cada uno de sus rincones, fue el punto ideal para el encuentro con elbandoneonista Raúl Jaurena, un hombre que vive, disfruta, y hace las veces de embajador uruguayo de una de las expresiones ciudadanas más entrañables: el tango.
En la charla (realizada un día antes de su presentación con la Filarmónica en el Radisson), amena y disfrutable, propia de la que surge cuando uno ama lo que hace, el maestro Jaurena aseguró que hoy por hoy el tango es uno de los mejores negocios a nivel musical en el mundo. Sostiene que, en clara oposición a los tangueros más tradicionalistas, los rioplatenses no tienen que creerse los dueños del dos por cuatro. No cree en la fusión con el jazz, sin embargo, es un partidario de la improvisación que, según él, es lo que le hace falta a este ritmo surgido en los arrabales de Buenos Aires y Montevideo.
¿Qué es Montevideo para usted?
Montevideo es todo... acá están mis raíces, mis calles, mi gente.
Usted tocó en Europa y EE.UU. ¿cómo es la recepción del tango en esos países tan alejados de la idiosincracia rioplatense?
Es muy buena, muy buena. En este momento el tango es uno de los mejores negocios, moviendo millones de dólares en clases de tango, grabaciones, espectáculos. Es algo que nos identifica a nosotros, y no nos damos cuenta cuánto. Si lo supiéramos, le daríamos mucho más corte acá en el Río de la Plata.
¿En el Río de la Plata o en el Uruguay?
En el Uruguay más que nada, los argentinos en eso nos llevan mucha ventaja.
Relativo a eso, se dice que el tango nació en los arrabales de Barrio Sur y Palermo, que Gardel es uruguayo, así como Matos Rodríguez, el autor de la Cumparsita, ¿en Uruguay se le da la trascendencia al tango que se merece?
No, no de la forma que se le debería dar. Pienso que a una orquesta como ésta (la Filarmónica de Montevideo), que tiene el programa Galas del Tango, el gobierno tendría que tenerla viajando por el mundo como representante.
Usted ha grabado con artistas de diversas latitudes y procedencias musicales, el tango que usted realiza con el clarinetista Giora Feidman, por ejemplo, ¿no puede considerarse un poco "light"?
Bueno... el que hago con él no es un tango-tango del Río de la Plata sino más bien pensado para Europa. Hay que tomar en cuenta que el no es un tanguero.
¿Se identifica con ese tango?
Yo me identifico con todas las formas del tango que se hagan con respeto. No hay que encerrarse en una sola forma, todos son sacos, solo uno es azul, otro es verde y otro es rojo.
¿Siguen existiendo tradicionalistas a ultranza?
Sí, claro. Sobre todo en el Río de la Plata. Lo que pasa es que acá nos creemos los dueños del tango. De alguna manera es así, pero... ¡uno tampoco es dueño de los hijos!
No hay que descalificar a un alemán o a un chino, que quiera bailar o tocar tango. No lo va a hacer como nosotros, porque no caminó por las mismas calles ni tuvo la misma educación, por lo tanto lo va a ejecutar de distintas formas. ¡Pero hay que decirle gracias! ¡Gracias por tocar mi música!
¿Se ha sorprendido en alguna oportunidad por la repercusión en el extranjero?
Sí, tremendamente. En una oportunidad escribí la música para un cuerpo de danza moderna en New York y tuve la suerte que nos dieron un premio a la mejor música y a la mejor danza. Frente a eso, hicimos una gira por toda Europa.
En ese tour estuve en la capital de los Montes Urales en Rusia, casi en la frontera con China. Yo dije, "¿acá qué pueden saber de tango?" Bueno, para mi sorpresa se conoce y se sabe que es una música. Obviamente no se sabe quién es Raúl Jaurena, pero en la marquesina decía "Tango", ¡y el teatro se llenaba! Sin embargo, fui a la escuela de esa ciudad y el director me dijo que yo era el tercer extranjero que él había visto en su vida.
El tango aparece muy a menudo en el cine europeo. Yo creo que en este momento, en cualquier parte del mundo, se menciona la palabra "tango" y saben de qué se trata.
¿Y qué pasa con el tango en América del Sur? Porque mucha Europa, mucho EE.UU., pero, ¿Brasil y Chile?
Yo creo que en América del Sur sigue siendo una música restringida all Río de la Plata.
¿Todavía se busca el tango arrabalero?
Todavía se busca, y pienso que... con todo respeto, porque me gusta mucho... ya fue. Todo tiene una línea evolutiva, y el actual tango es parte de aquél. No podemos seguir en la misma que en 1924, si se piensa distinto, la problemática de la juventud es distinta...
Eso en el tango música, ¿y en el tango letra?
Eso se ha movido menos, en la parte musical se ha evolucionado más. Y hay otra cosa: los tangos clásicos son de tres minutos, no más. ¿Por qué? Porque no cabía más que eso en los discos de antes. Pero, qué pasa ahora: se realizan conciertos en EE.UU. y Europa de una hora o dos de una hora de duración. Utilizando temas de tres minutos, ¿cuántos temas se necesitán? ¡Hay que andar aplaudiendo cada poco tiempo! (gesticula entre risas) Además, los finales pasan a ser un problema, ¡ya no te quedan! Chan-chan, pun, tucutún, tiquitín (risas). Yo estoy trabajando sobre otra dinámica, desarrollos de quince minutos, donde todos los músicos tienen oportunidad de mostrarse, explayarse y crear diferentes climas. Entonces, en un set de cincuenta minutos capaz que tocamos cuatro números...
Eso lo inició Astor Piazzolla...
El empezó a alargar los tiempos cada vez más. Yo estoy trabajando mucho en la improvisación en el tango. Pero ojo, no creo en el jazz-tango. O es jazz, o es tango. Esa a mí no me la venden. Sí, creo en una improvisación libre, pero sobre armonías y ritmo determinados.
¿Con quién está discutiendo ahí?
En Buenos Aires están en la onda de hacer tango con saxofón, aunque se puede hacer con cualquier instrumento...
Como si fuera "Reunión Cumbre" (N. de R. el disco entre Piazzolla y el saxofonista Gerry Mulligan), digamos...
Sí, eso es algo que no me gusta. Creo que el bandoneón y el saxofón se llevan muy mal. Pienso que además de eso, Piazzolla tenía la costumbre de ser bandoneonista y líder, y cuando grabó, por dar un ejemplo, con Gary Burton, no supo qué hacer, en momentos aparece y desaparece. Él estaba acostumbrado a liderar su quinteto, y en esas oportunidades parecen dos personas que querían salir al mismo tiempo por una misma puerta.
A Piazzolla el experimentalismo le salía por los poros.
Pasó por muchas cosas, como la parte electrónica -que no me gustó nada-, una de las cosas que más me gustó fue el octeto, el último quinteto. Pero todo el que se hace algo, al mismo tiempo que abre nuevas posibilidades, también en parte se puede equivocar.
¿Cuál fue la formación de la orquesta de Piazzolla cuando usted tocó con él en el Festival de Montreal?
En aquel momento, yo trabajaba para la Facultad de Música de Montreal y a él lo habían contratado para el Festival. Estábamos los dos al bandoneón, y además violonchelo, bajo y piano.
¿Cómo fue la relación, musical y humana, con Piazzolla? ¿Era un hombre difícil?
Sí, era difícil, pero musicalmente me llevé muy bien. Toda persona que es perfeccionista y quiere su profesión es difícil. ¡También Federico García Vigil es difícil, en el buen sentido de la palabra! Es exigente, si a eso se le puede llamar difícil.
Usted ya había hecho tango con García Vigil, ¿cómo es la química?
Es muy buena. Federico sabe de tango y le sabe sacar a la orquesta hasta la última gota de jugo, la conoce muy bien y le hace rendir al máximo.
Yo he tocado recientemente con dos orquestas magníficas como la de Cleveland y la de Berlín, y con la Filarmónica de Montevideo, siento que me llevan del brazo, por los tiempos, por la dinámica, porque, ¿qué músico de los de esta orquesta no ha tocado ni escuchado tango?
¿Usted se considera Piazzollista?
Sí, no soy fanático pero soy.
¿En qué etapa está el tango actualmente?
Pienso que el tango necesita el punch, la descarga de adrenalina que da la parte de improvisación. Por eso creo que el jazz nos lleva ventaja. Es como el tipo que camina por la cuerda floja y muchos de los que miran están esperando para ver si se cae. En la improvisación yo estoy dando algo que provoca nervios y tensión en el público (risas). Si yo me acartono en una música que siempre toco igual, no me salgo del libreto, a la tercera vez nadie me escucha porque se aburre.
Sin embargo, con la improvisación estoy dando algo de mí, que podrá gustar o no, pero es diferente.
Sin vanidad ninguna, soy el primer bandoneonista que está improvisando en una sinfónica o filarmónica. En dos temas de la presentación (del viernes 4 en el Radisson), "Libertango" y "Buenos Aires, hora cero" de Piazzolla, la orquesta hace un open y yo "camino por la cuerda floja".
En algún momento, improvisar en una sinfónica o filarmónica era considerado una falta de respeto, ¿falta de respeto por qué? Los arreglos que hago siempre tienen una parte abierta a ese recurso. Sería una etapa post-Piazzolla, ya que él era un tipo que escribía toda su música y solamente la guitarra podía salirse del libreto.
Usted dice que el jazz le lleva ventaja, ¿pero el público de tango ha reaccionado bien o mal?
Bueno, yo hace muchos años que no vivo aquí. Anteriormente vine en dos oportunidades a Uruguay con dos diferentes grupos. Una de las veces vine con un trío para Joventango con un pianista-jazzista, Ethan Iverson, que en estos momentos es uno de los mejores de New York. Hicimos un open de improvisación con temas como "La cumparsita", "Palomita blanca", "Desde el alma", y me acuerdo que gustó muchísimo, ¡y son clásicos!
También vine al Solís con un grupo alemán, Tango Five... y al menos no nos tiraron piedras. Yo creo que gusta. Pero, ojo, no olvido la raíz de esta música, en el momento que uno la pierde ya está tocando cualquier cosa. Yo mantengo una armonía, un beat y un ritmo de dos por cuatro.
¿Qué es lo que se recoge de los clásicos?
Se recoge la esencia del tango. Yo tuve la suerte de tocar con músicos muy importantes como César Zagnoli, formando su trío, etapa que recuerdo con mucho cariño, donde actuaba todas las noches en varios lugares como Portofino, el Club Náutico, Intermezzo o La Cumparsita, con Donato Raciatti y con Toto D`Amario.
¿Cuáles son los secretos del bandoneón?
Muchos, es un instrumento muy ilógico, el mismo botón para adentro es un sonido y para afuera otro; además es diatónico, las notas no están puestas en escala.
Piazzolla decía que tocar cerrando es aburrido y tocar abriendo es la gloria.
Sí... bueno, no tanto como aburrido. Pasa que los efectos para el tango se sienten mejor abriendo. Eso es lo que más hacemos nosotros; ahora, "bandoneonísticamente" no está bien del todo.
¿Hay un misterio en el encuentro del bandoneón con el tango?
Yo creo que sí, hablar del bandoneón me encanta porque soy un fanático, es como un brazo o una pierna mía. El "fuelle" tiene una expresión que lo puede hacer agresivo o dulce.
Lo realmente increíble es que sea un instrumento de origen alemán.
Hace ocho años estuve en una fábrica muy antigua de bandoneones. Ahí encontré una persona, hijo de uno de los artesanos de la fábrica de Arnold, que me contó una anécdota: antes se construían bandoneones al sistema alemán, mucho más fáciles que éstos del tango. Y un día, éste tipo creó los que usamos ahora. Pensaron que era muy difíciles de tocar y los tiraron a un costado. Ya eran algunos cientos.
Un día fueron unos argentinos a Alemania a comprar bandoneones. Ellos, que no son tontos, les vendieron los que tenían de clavo (risas). Al poco tiempo, llegaron pedidos por miles y miles. Pasó a ser el sistema más famoso.
Hay que sentirse agradecidos a Alemania, entonces.
A mí me encanta ese país. Es más, mi mujer quiere irse a vivir ahí pero yo ya estoy cansado de mudarme y cambiar de residencia, de aprender idiomas. Alemania tiene un público excelentísimo, vas al sur y es increíble, te acepta lo que vos hacés en tu forma más genuina.
Ahí hay una diferencia con EE.UU. donde siempre se le quiere poner ketchup: una lucecita, una cornetita, un fuego artificial. En el Hollywood Bowl, donde actué una vez, le pusieron ¡fuegos artificiales a un malambo! Nunca vi unos más lindos, computarizados, que costaban 50 mil dólares, pero, ¿para qué? Los norteamericanos están más para el show-business. Los europeos respetan tu arte original, les gustará o no, pero lo escuchan.
¿Es la única diferencia con los europeos?
No, hay otra diferencia muy grande: no tienen complejos, que es algo que lo veo muy seguido por estos lados. Yo acá, y en EE.UU. también, si le hago una corrección a un músico generalmente lo toma como algo personal. ¡No te enojes, yo no estoy diciendo que sos una mala persona! Pero se pone en postura de "a mí me vas a enseñar a tocar el instrumento". Y no estás enseñando, simplemente indicás de qué manera querés que vaya la melodía. Una vez estaba en una orquesta alemana, ¡y el director se puso a tocar conmigo! Cuando lo vi, me di cuenta que era veinte veces más profesional que yo y que tenía una humildad tremenda, y yo tengo que aprender de eso.
En estos días, Federico (García Vigil) me corrigió un aspecto en un ensayo y yo se lo agradecí personalmente, y ahora públicamente. En una parte, yo adelantaba una nota y lograba un efecto que es mucho más lindo atrasándolo. Yo no me había dado cuenta, y se lo agradecí. Siempre hay lugar para aprender.
Luego del viernes 4 en el Radisson, ¿qué viene, Raúl?
Al otro día me voy (sábado 5), ya que la semana que viene tengo un espectáculo muy grande en New Jersey, el 28 de octubre me voy a Mónaco, donde me quedo unos tres días, y de ahí a Stuttgart donde tengo un concierto el 4 de noviembre. El 10 de diciembre estoy en Budapest y posiblemente el 13 esté de vuelta en Montevideo.
¿Para descansar o para trabajar?
Vengo para festejar los 25 años de Joventango.
¿Por qué acá no nos damos cuenta del potencial que tiene el tango?
Es una buena pregunta... no sé, será porque cuando se tiene algo bueno uno no se da cuenta hasta que lo pierde. Tal vez lo sentimos tan nuestro que ni lo notamos, como que es imposible que se nos vaya. A nivel mundial hay una demanda enorme. Yo hice arreglos de tangos tradicionales para orquesta. Es una música con un potencial tan grande que atrae gente que está cansada, tal vez, del estilo clásico de las grandes salas.
A nivel internacional es el gran momento del tango, yo ya tengo la agenda ocupada hasta febrero. El 14 de ese mes, toco con la orquesta de Minneapolis, y me acaban de avisar que ya está vendida la fecha, y me llamaron para que me quede un día más para agregar otra. Es algo sorprendente.
¿Hay un relanzamiento del tango como marca?
Sí, tenemos que prestarle mayor atención a nuestras cosas más intelectuales. Con todo respeto, pero llega la Filarmónica de Montevideo, que estuvo en Egipto y en todos lados mostrando algo que es nuestro, y a Carrasco habrán ido cinco personas. Llega Peñarol o Nacional y va todo el mundo con pancartas a recibirlos. ¡Vamos a darle un poco más de corte a cosas que nos identifican! Dejemos de ser exportadores de gente y pasemos a ser exportadores de cultura.
¿Por qué le parece que pasa eso?
Pasa que no hay interés porque no tenemos identificación ni autoestima, y no entendemos que nosotros somos algo, tenemos una tradición y tenemos que creer en lo que somos. Pero, lamentablemente, nosotros no sabemos quiénes somos ni de dónde venimos, y quien no sabe de dónde viene no sabe adónde va.
Una vida dedicada al dos por cuatro
Raúl Jaurena nació en Montevideo en 1941. Más precisamente en el barrio de la Unión. A muy temprana edad comenzó sus estudios de bandoneón con su padre y a los 8 años integraba una orquesta de tango infantil. A los 15 años, en una época en que a esa edad todavía se usaban pantalones cortos, él se ponía los largos para actuar en la Orquesta de Donato Raciatti en bailes, discos y teatros. Posteriormente integró el trío del pianista César Zagnoli, época que él recuerda con más cariño. Una vez madurado su estilo, llegó el momento de hacerse reconocido internacionalmente. Estuvo radicado en Venezuela, Cuba y México, entre otros países, y hace 15 años que vive en Nueva York. Actualmente es el director musical del grupo de tango New York Buenos Aires Connection, es bandoneonista y arreglista de innumerables producciones musicales, se ha presentado con orquestas filarmónicas de todo el mundo y estuvo recientemente nominado al Grammy en la categoría Tango. Su agenda esta completa por varios meses, no solo mirando hacia delante sino hacia atrás. El sábado 28 de setiembre, seis días antes de presentarse con la Orquesta Filarmónica de Montevideo en el Hotel Radisson, tocó con la Sinfónica de Cleveland. Llegó a su casa neoyorquina el domingo, cambio la valija, y se vino para el Uruguay. La anterior semana había estado en Alemania con la Filarmónica de Berlín. Su bandoneón estuvo presente con las Filarmónicas de New York (dirigido por el maestro Dennis Rusell-Davis), de Stuttgart (el director fue el maestro Bernd Ruf), Philadelphia, Chicago, Minneapolis, Indianapolis (ver "El director que lo fue a buscar al aeropuerto") y la Sinfónica de Viena, tal vez la orquesta más tradicional del mundo.
El director que lo fue a buscar al aeropuerto
"Una de las satisfacciones más grandes que tuve en mi carrera fue en Indianápolis, cuando fui a tocar con la Filarmónica de esa ciudad. Siempre mandan a un asistente al aeropuerto a buscarte, y a mí me fue a recibir el director, Stanley Da Ruscha. ¡Yo creí que era un empleado y casi le doy las valijas para que me las lleve (risas)! Tuve una relación bárbara con él, me llevó a desayunar e incluso una vez cocinó para mí, un gran tipo". "Luego le retribuí el favor. En una oportunidad que vine a Uruguay, conocidos míos me dicen: `acá hay un director que te conoce, Sanley Da Ruscha`. Averigüé dónde estaba ensayando y lo fui a saludar. Ni bien me ve, me pregunta `¿qué hacés aquí?`. `¿Qué hacés vos?`, le digo yo, `si yo soy de acá` (risas). Por supuesto, lo llevé a cenar".
"Nunca pensé que me fueran a nominar"
El punto no podía ser pasado por alto, aunque el maestro Jaurena confiesa que no le prestó demasiada atención. Su nominación al Grammy en la categoría Tango por su disco "Tango Bar" lo sorprendió pero no lo desveló. Como el mismo indica, en estos momentos su vida pasa por desarrollar su música, y tiene la envidiable situación de desear que todos los años sigan igual que éste, viajando por el mundo para seguir expandiendo su arte. "Cuando me nominaron para el Grammy, fue por uno de mis trabajos que menos pensaba que podía ser. Es un buen disco pero no uno de los mejores míos. Fue un tango hecho a la usanza tradicional con un sexteto. Nunca pensé que me fueran a nominar. Es más, el día de la premiación me fui a tocar con la Filarmónica de Berlín. En este momento me interesa más mi música, y quiero seguir así. Trato de mejorar en mi instrumento aunque no me interesa tocar mejor que nadie, toco para ser feliz, y si hay algún bandoneonista mejor que yo - que hay muchos - lo disfruto".
URUGUAYOS.3 A.M.
Libre
Agarrame el funk
Mundo tremebundo
Alvacast
Inocente
BCG
La BCG no engorda
BCG
No queremos a nadie
Bonaldi, Jorge
Ducret, Adriana
Roberto, el tenaz
Bonaldi, Jorge
Ducret, Adriana
Porque así me gusta a mí
Bonaldi, Jorge
Ducret, Adriana
Tengo una casa disparatada
Bonaldi, Jorge
Ducret, Adriana
Montón de disparates
Bonaldi, Jorge
Ducret, Adriana
Jugando a las escondidas
Bordón, Edison
Divague
Bordoni, Walter
Aguafuertes montevideanas
Buenos Muchachos
De a dos mejor
Buitres después de la una
Ojos rojos
Buitres después de la una
Maraviya
Buitres después de la una
Calavera Tour
Buitres después de la una
La noche es sin luna
Buitres después de la una
Cada vez te quiero más
Buitres después de la una
Una noche
Buitres después de la una
Del cardal
Cabrera, Fernando
Ingold, Mariana
La casa de al lado
Cabrera, Fernando
Creía yo
Cabrera, Fernando
El loco
Cabrera, Fernando
Virginia
Cabrera, Fernando
Granja Pepita
Cabrera, Fernando
Niño perdido
Canoura, Laura
Musiquita de cristal
Canoura, Laura
Todo lo que quiero
Canoura, Laura
Nada vale más
Canoura, Laura
Al sur de tu corazón
Canoura, Laura
Para hacerte sentir mi amor
Carbajal, José «El Sabalero»
No te vayas nunca compañera
Cerrado por duelo
América
Chicos eléctricos
Psicosound
Chicos eléctricos
$ 100 con consumición
Chicos eléctricos
Buchona
Cor, Gisela
Pájaros
Cuarteto de nos
Barranca abajo
Cuarteto de nos
Vino en mi jeringa
Cuarteto de nos
No me puedo mover
Cuarteto de nos
Ya te vas a mejorar
Cuarteto de nos
No me rompan más los cocos
Darnauchans, Eduardo
Sansueña
Denoir, Diane
Y hoy te ví
Drexler, Jorge
Antes
La sangre de Verónika
El extremo
Exilio Psíquico
Sin palabras
Exilio Psíquico
Nico
Ferradás, Alejandro
Tres Cruces
Ferradás, Alejandro
Algo no anda bien
Ferrer, Horacio - Stamponi
Balada para un loco
Frenética
Siempre igual
Fun you stupid!
Uruguayan locos
Galemire, Jorge
Lana Turner
Gil, Esteban
Diálogos con el viento
Gil, Esteban
Litoral II
González, Pepe
Polución nocturna
González, Pepe
Alma de pueblo
González, Pepe
Malibú con Fanta
Guachingo
Sé tú
Hot jam
Fiesta
Huéspedes en la morgue
Como siempre
Ingold, Mariana
Fattoruso, Osvaldo
Adiviná
Ingold, Mariana
Fattoruso, Osvaldo
Llamando
Ismael y Banda Belén
Olor a madera
Ismael y Banda Belén
Belén en Nueva York
Karibe con K
Robarte un beso
La abuela Coca
Afoxé
La Tabaré Riverock
2 x 3 llueve
La Tabaré Riverock
En tiempos de mala magia
La Tin Banda
Coreando
La Tin Banda
Luz
La Tin Banda
Picolé
La trampa
En la noche
La trampa
Maldición
La Vela Puerca
Paren hoy
Larissa y Gabriel
Los mareados
Los fatales
Claretón cortao
Los terapeutas
Los perros siempre saben dónde está lo bueno
Los traidores
Radio Babilonia
Los traidores
Flores en mi tumba
Magnone, Estela
Milonga de París
Maslíah, Leo
Zanguango
Maslíah, Leo
Perdón si te molesto
Mateo, Eduardo
Palomas
Navarro, Samantha
El mar en un andén
Níquel
La gamela
Níquel
Mi canción
Níquel
Milonga Hey
Níquel
Playa Honda
Níquel
Candombe de la Aduana
Níquel
Gusano Loco
Níquel
No tengo timón
Níquel
Lo que no te dí
NN Ópera
No me uses
NN Ópera
Ambición
No te va a gustar
Solo de noche
Nocetti, Gustavo
Libertango
Nolé, Ricardo. Trío
Me pa'
Nolé, Ricardo. Trío
A la mama vieja
Nolé, Ricardo. Trío
Candombe pa' Venado Tuerto
Parabólica
Sentimiento virtual
Peyote asesino
L Mental
Peyote asesino
Mal de la cabeza
Prada, Tunda
Tamo regalá
Prada, Tunda
La santa
Quartino, Álvaro
Space is a dream
Rada, Ruben
Lovely John
Rada, Ruben
La mandanga
Rada, Ruben
Loco de amor
Radko y sus amigos
Quiero pintar
Requiem Aeterman
Infamy
Ríos, Lágrima
Amándote
Rivero, Eduardo
y Lavanda Elástica
Uruguayos peleones
Roos, Jaime
Dices que te vas
Roos, Jaime
No dejes que
Roos, Jaime
Lo que no te di
Roos, Jaime
Si me voy antes que vos
Roos, Jaime
El hombre de la calle
Roos, Jaime
Inexplicable
Roos, Jaime
Durazno y Convención
Roos, Jaime
Brindis por Pierrot
Roos, Jaime
Cuando juega la celeste
Roos, Jaime
Siestas de Mar de Fondo
Roos, Jaime
Los futuros murguistas
Roos, Jaime
Amándote
Rosas negras
Danza primitiva
Sátrapa
Nake your truth
Schellemberg, Jorge
Kin Tin Tan
Schellemberg, Jorge
Tenemos que hablar
Shakers
Break it all
Sonora Cumanacao
Ta buena ya
Sordromo
Dónde vas
Super 8
Días de fiesta
Superbanda Antillano
Nuestro amor
The Supersónicos
Ejecuten plan A
Taddei, Claudio
Estoy contento, nena
Taddei, Claudio
Noche de sal
Taddei, Rossana
Pies de Anahí
Trío Gótico
Mirándome en tus ojos
Trotsky vengarán
Un beso y una flor
Trotsky vengarán
Tu lugar
Trotsky vengarán
Malditos reflejos
Trotsky vengarán
Mueve que te mueve
Trotsky vengarán
Tocando fondo
Trotsky vengarán
Por vos
Tucuta y Lady Jones
Batea de Tacuarí
Ubal, Mauricio
Una canción a Montevideo
Ulivi, Fernando
Feriado y amor
Ulivi, Fernando
Magia de murga
Zero
No cambies
Zero
Persecución
Zero
Tres horas
Para fazer a digestão no Pantanal, você deve seguir o exemplo dos animais e "jiboiar", como diz o dito popular. Sendo assim, esta é a melhor hora para conhecer um contador de "causos". Os pantaneiros se superam em criatividade cada vez que relatam uma lenda ou história, que eles juram que é verdade.
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..FERNANDO CABRERA - TABARÉ CARDOZO
EDUARDO DARNAUCHANS - ABEL GARCÍA
VIERNES 4 DE MARZO, 22.30hs.
ESPACIO GUAMBIA
Podrás disfrutar de estos excelentes músicos y lo más importante: estarás colaborando con Joaquín!
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