D. Maria Clementina das Neves Lameiro

 
 

 

Mons. Dom Paulo Jorge de Laureano

Arcebispo Metropolita Primaz Eleito

 

 

TESTEMUNHO

 

 

 

Conheci V. Eminência nos primórdios da sua chegada à I.A.C.O (Igreja Apostólica Católica Ortodoxa), logo, logo me dei conta da sua força espiritual e interior, e dinâmica no trabalho na forma de melhorar o dia a dia da igreja em comunhão com os fiéis.

Tive a oportunidade e a felicidade de nos aproximarmos cada vez mais alicersando uma profunda amizade, que nasceu da admiração e respeito pela sua inteligência, método no trabalho e a própria gestão de recursos de forma tão organizada, tudo isto através das suas funções dentro da I.A.C.O, na medida em que o Bispo da Igreja, D. Armando Monteiro se encontrava na altura detido na P.J. e por isso D. Paulo Jorge Laureano assumiu a orientação da Igreja e dela dando a par e passo contas a D. Armando Monteiro.

Muita gente ligada a hábitos antigos de outras gestões da I.A.C.O, anárquica e de lodo, não gostaram, començando a fazer grandes intrigas e difamações, tornando dia a dia a vida de D. Paulo Jorge Laureano cada vez mais difícil.                                     

No entanto ele nunca desistiu, batalhou e foi conquistando os fiéis puros de coração, verdadeiros crentes que se foram aproximando dele pela sua palavra, pela sua fé e pela acção que sempre levou à prática na união dos crentes. Tanto assim, que após a sua saída voluntária da I.A.C.O, o acompanharam e acompanham até hoje.

Sofreu, sem dúvida que sofreu muito até ao dia de tomar a decisão de abandonar tudo. Foi preciso no entanto muita provocação, muita humilhação para que D. Paulo Jorge Laureano decidisse bater com a porta.

Quando D. Armando Monteiro regressou à Igreja, encontrou um jovem padre dedicado, sabedor e com o sentido interiorizado das suas crenças e responsabilidades eclesiásticas, verdadeira entrega e devoção. Sobretudo encontrou a casa devidamente arrumada como é uso dizer.

Os manuais de canto e guias litúrgicos tinham sido feitos de novo devidamente organizados de forma a serem mais facilmente manuseados pelos fiéis. Também a apresentação da Igreja melhorou a olhos vistos, onde havia flores a monte sem uma estética pré definida, passou a haver nas grandes liturgias, só arranjos de flores naturais devidamente combinadas e colocadas. No altar só flores naturais, salvo uma ou outra excepção. E nas alturas em que não havia flores naturais eram colocados estéticos arranjos obra de verdadeiros profissionais tudo em colaboração de D. Paulo Jorge Laureano com os fieis que participavam no melhoramento da Igreja pelo carinho que lhes era dado por este amigo, conselheiro e confessor. Em suma, a comunidade de crentes era grande, participativa quer na oração, na doação e participação activa sempre que era solicitado algo.

Acontece então, que D. Armando Monteiro quando chega de novo para assumir a direcção da I.A.C.O. vê este panorama totalmente novo, nada do que tinha sido até D. Paulo Jorge Laureano ter entrado para a jurisdição, porque quem ficou a tomar conta até à entrada deste jovem padre, causou danos extremamente graves alguns irrecuperáveis, como perda de bens da igreja, dádivas, dinheiros e até o edifício da igreja esteve em risco de ir a asta pública por falta de cumprimento financeiros. Não fora a ajuda dos fiéis, quer monetariamente, quer com conhecimentos nas devidas áreas, que fizeram com que D. Armando Monteiro conseguisse negociar a dívida, obtendo prazos para se proceder ao pagamento.

Foi a comunidade alicerçada por D. Paulo Laureano, com pessoas novas e com fiéis ausentes que de novo adquiriram o hábito de frequentar a igreja que tornaram possível ao Sr. Bispo sentir força e ânimo para continuar em frente.

D. Armando Monteiro cada vez mais se cercou da ajuda dinâmica, no trabalho, na parte intelectual, espiritual e mesmo de companhia, num período de adaptação à vida do cotidiano, após os anos que esteve privado desta sua vida devido à reclusão a que foi forçado.

Legitimamente D. Paulo Jorge Laureano foi promovido eclesiasticamente sempre que ia fazendo mais e mais em prol da I.A.C.O., nomeações essas que estão devidamente relacionadas no seu curriculum no site da Net.  

D. Armando Monteiro passado cerca de ano e meio, dois anos, já devidamente refeito da sua reclusão na P.J. começou a cercar-se de novo dos elementos que lhe tinham quase destruído a Igreja, Começou a deixar que essas vozes se levantassem e provocassem D. Paulo Jorge Laureano porque tinha tomado as rédias e não deixou mais que a anarquia e o acesso a determinados bens fosse usado ou desviado. Começou também o Sr. Bispo a cercar-se de elementos novos para a jurisdição, tendo em vista o aumento do clero. Até aí tudo bem, só que os elementos não foram bem escolhidos por D. Armando Monteiro, pois só arranjou com isso, corrida a protagonismo, favoritismos e de novo para se alcançar a liderança é preciso destronar o detentor de certas responsabilidades. Só pretensão, porque capacidade e conhecimento não havia por parte dessas pessoas que, com o apoio do Sr. Bispo tornavam dia a dia a vida de D. Paulo cada vez mais difícil, os fiéis começaram a sentir essa perseguição ao seu amigo e sentindo-se mal desabafavam com ele que iam lá apenas por ele e para o apoiar.

A gota de água que iria pôr um final à participação de D. Paulo Jorge Laureano chegou nos finais de Fevereiro quando o Sr. Bispo resolveu ele próprio colocar nas costa de D. Paulo um autocolante muito pouco digno, o qual ele passeou nas costas durante parte desse dia, na rua e entrando na igreja com ele para todos os fiéis poderem ver. Quando finalmente D. Paulo viu o que tinha colado no casaco, ficou indignado pela humilhação que o próprio Bispo o tinha feito passar. Não contente, D. Armando Monteiro nos dias seguintes ainda tentou fazer passar D. Paulo Laureano por mais algumas situações difíceis que fez com que ele nos primeiros dias de Março abandonasse de vez aquela jurisdição eclesiástica.

Apoiado e cercado pelos amigos e fiéis, fundou então uma nova jurisdição, da qual muito me orgulho de ser um dos membros fundadores.

Sendo Sua Eminência a pessoa descrita por mim e sentida por todos os fiéis que o seguem, como o descrevi no princípio deste meu testemunho, só assim se compreende os desbravar de novos rumos, na fé, no trabalho e na criação da obra escrita que está a levar a cabo, bem como a construção do seu site na net, feito por ele próprio, num trabalho árduo de pesquisa e estudo no intuito de o fazer na perfeição.

Por tudo isto, D. Paulo Jorge Laureano, eu lhe agradeço ser o meu mentor religioso, o meu confessor e o meu amigo sem par, solidário e sempre presente.

Um bem haja por existir, e o saúdo em Cristo na Santa Paz da Fé Cristã.

Sempre junto de V. Eminência com carinho e dedicação.

 

 

Clementina Lameiro

 

 

Amora, 20 de Maio de 2004.

 

 

Arcebispo Primaz Katholikos

Mons. Dom ++ Paulo Jorge de Laureano – Vieira y Saragoça

(Mar Alexander I da Hispânea)

 

 

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Última actualização deste Link em 23 de Abril de 2009

 

 

 

 

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