Rapel
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Já foi o tempo em que fazer esporte era andar de bicicleta e jogar um futebolzinho no fim de semana. Para
algumas pessoas, tudo isso se tornou muito chato e comum. A saída foi procurar por esportes radicais que alteram a adrenalina do corpo e a todo momento há o risco e o medo de alguma coisa dar errada.

 O rapel reúne tudo isso e muito mais. Ele não é apenas um esporte. Acredita-se que o rapel apareceu no Brasil há 15 anos atrás com os primeiros espeleólogos que iniciaram a pesquisa e estudo das cavernas no País. O rapel também é utilizado por montanhistas para descida de montanhas e como técnica de resgate em altura.

Os rapeleiros, como são chamados os seus praticantes, descem cachoeiras, grutas e até prédios utilizando um material específico que garante a segurança e o sucesso da descida.

Durante este trajeto, é possível realizar algumas manobras na cadeirinha, como balançar e até ficar de cabeça para baixo, tornando o esporte mais atraente para quem curte coisas novas. 

Em todo o País, não se sabe o número exato de rapeleiros. "Existem profissionais credenciados, mas também os rapeleiros de fim de semana", de acordo com o rapeleiro

A confraternização entre grupos de rapeleiros não é rara. Apesar de não haver uma confederação ou qualquer outro tipo de organização para o esporte em nível nacional, as
associações criadas em algumas cidades do País tentam manter o contato entre elas. Normalmente, os encontros, quando acontecem, são na Chapada Diamantina, ao sul da Bahia, Minas Gerais e São Paulo. Nestes encontros, além de muitas descidas radicais, eles aproveitam para trocar informações sobre os bons locais no País para fazer rapel.

Críticas, dúvidas e sugestões devem ser enviadas a [email protected]
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