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QUEM É JESUS, O CRISTO
O QUE JESUS CRISTO NÃO É
- Líder Político
- Um profeta como Buda ou Maomé
- Um irmão "mais velho"
- Um Ególatra
- Um desequilibrado emocional
- Um espírito de luz evoluído
- Um suicida derrotado
- Um homossexual
- Um homem anti-ecológico
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O QUE JESUS CRISTO É
- Salvador
- Senhor
- Rei
- Deus
- Criador
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O REINO DE JESUS
Leia em sua bíblia: João 18, versos 36 e 37: "Respondeu Jesus: O meu
reino não é deste mundo. Se o meu reino fosse deste mundo, os meus
ministros se empenhariam por mim; para que não fosse eu entregue aos
judeus; mas agora o meu reino não é daqui. Então disse Pilatos: Logo
tu és rei? Respondeu Jesus: Tu dizes que sou rei. Eu para isso nasci
e para isso vim ao mundo, a fim de dar testemunho da verdade.
Todo aquele que é da verdade, ouve a minha voz"
A primeira idéia que se refuta ao lermos esta passagem é a de que
Jesus seria meramente um líder político ou um rei para restaurar
politicamente ao decadente Israel, livrando-o do Império Romano. Embora
muitos de sua época esperassem isto, de sua própria boca ouvimos que
seu reino é de restauração espiritual definitiva.
Outra idéia decorrente da anterior é a de que Jesus fracassou ou era
suicida pois acabou morto na cruz. Jesus não fracassou. Pelo contrário,
cumpriu a finalidade com que veio ao mundo: vencer a morte espiritual.
Veja também: "Ninguém tem maior amor do que este: de dar alguém a
própria vida em favor dos seus amigos. Vós sois meus amigos se fazeis
o que vos mando". - João, capítulo 15, versos 13-14.
Maria foi visitada por um anjo que lhe anunciou o nascimento do
Salvador. Depois o mesmo anjo apareceu a José instando que ele
desposasse Maria pois o que nela havia sido gerado era do Espírito
Santo.
"Ela dará a luz filho e lhe porás o nome de Jesus, porque ele
salvará o seu povo dos pecados deles". - Mateus, capítulo 1, verso 21.
Uma profecia deixada pelo Espírito Santo a Simeão sobre Jesus:
"Havia em Jerusalém um homem chamado Simeão; homem este justo e
piedoso que esperava a consolação de Israel; e o Espírito Santo
estava sobre ele. Revelara-lhe o Espírito Santo que não passaria
pela morte antes de ver o Cristo do Senhor. Movido pelo Espirito,
foi ao templo; e quando os pais trouxeram o menino Jesus para
fazerem com ele o que a lei ordenara, Simeão o tomou nos braços
e louvou a Deus dizendo: Agora Senhor, despedes em paz o teu
servo segundo a tua palavra; porque os meus olhos já viram a tua
salvação; a qual preparaste diante de todos os povos; luz para
revelação aos gentios, e para glória do teu povo, de Israel.
E estavam o pai e a mãe do menino admirados do que dele se dizia.
Simeão os abençoou e disse a Maria, mãe do menino. Eis que este
menino está destinado tanto para ruína como para levantamento
de muitos em Israel, e para ser alvo de contradição.
- Lucas, capítulo 2 versos 25 a 34.
Essas passagens falam por si: a missão do Cristo (que significa
Ungido) é espiritual, não material.
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Filho de Deus
Se Jesus era um ególatra como certos apregoam, porque então o próprio
Deus-Pai manifestou-se, por ocasião do batismo de Jesus, por João
Batista? Veja Mateus, cap. 3, versos 13 a 17: "Por esse tempo,
dirigiu-se Jesus da Galiléia para o Jordão a fim de que João o
batizasse. Ele, porém, o dissuadia, dizendo: eu é que preciso ser
batizado por ti e tu vens a mim? Mas Jesus lhe respondeu: deixa por
enquanto, porque assim nos convém cumprir toda a justiça. Então ele
o admitiu. Batizado, Jesus saiu logo da água e eis que se lhe abriram
os céus e viu o Espírito de Deus descendo como pomba, vindo sobre ele. E eis uma voz dos céus que dizia: Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo."
Observamos que Jesus, ao contrário de ser uma pessoa orgulhosa,
humilhou-se diante de João a fim de que a lei fosse cumprida.
Em outro local Jesus dissera que não viera revogar a lei, mas
cumprí-la. Primeiramente, quando foi apresentado no templo por seus
pais, a lei foi cumprida pois todo o primogênito consagrado a Deus
tinha de oferecer oferta pacífica. "Passados os dias da purificação
deles segundo a lei de Moisés, levaram-no a Jerusalém para o
apresentarem ao Senhor, conforme o que está escrito na lei do Senhor:
todo primogênito ao Senhor será consagrado, e para oferecer um
sacrifício, segundo o que está escrito na referida lei: um par de
rolas ou dois pombinhos". - Lucas, capítulo 2, versos 22 a 24.
Jesus, muito bem poderia ter dito: - Sou filho de Deus e não preciso
ser batizado!" - comportando-se como certos "filhos de papai" por aí.
A bíblia mostra que,dessa forma ele não procedeu para que a lei fosse
cumprida. Chamar Jesus de ególatra, no mínimo, demonstra uma tremenda
e perigosa ignorância da palavra de Deus, e atribuir pecados a quem
não tinha pecado algum.
Há quem diga que Jesus não é modelo de serenidade porque perdeu as
estribeiras, atacando os vendedores, destruindo os seus negócios e
expulsando-os do templo. Uma atitude tão simples que é negar a Jesus
Cristo como Senhor, Deus e co-criador com Deus-Pai e Deus-Espírito,
de todas as coisas culminaria inevitavelmente nessa lamentável
acusação. Não adianta negar a divindade de Cristo Jesus, porque os
próprios espíritos imundos - que, diga-se de passagem, inspiram
inúmeras seitas espalhadas pelo mundo - reconhecem-no como Filho de
Deus. Veja Marcos, capítulo 1, verso 24: "Que temos nós contigo,
Jesus Nazareno? Vieste para perder-nos? Bem sei quem és: o Santo de
Deus". E veja também, Marcos capítulo 3, verso 11: "também os
espíritos imundos, quando o viam, prostravam-se diante dele e
exclamavam: Tu és o Filho de Deus".
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Casa de Oração
Há quem diga que Jesus não é modelo de serenidade porque perdeu as
estribeiras, atacando os vendedores, destruindo os seus negócios e
expulsando-os do templo. Veja, então, o que diz Mateus, capítulo 21,
versos 11 e 12: "Tendo Jesus entrado no templo, expulsou a todos que
ali vendiam e compravam; também derrubou as mesas dos cambistas e as
cadeiras dos que vendiam pombas. E disse-lhes: Está escrito: a minha
casa será chamada casa de oração. Vós porém a transformais em covil
de salteadores".
Tradicionalmente, havia comércio de oferendas para sacrifício, como
cordeiros, pombas e também havia câmbio de moedas do templo pois as
moedas estrangeiras não eram aceitas por terem a efígie do imperador
César (que era considerado um deus) ou de outras divindades. Mas havia
desonestidade nos negócios: muitos vendedores exploravam os peregrinos
na venda dos objetos de sacrifício. Tamanha liberdade foi dada que
tomaram todo o recinto do templo, a ponto de o culto tornar-se mero
pretexto para as vendas. Jesus, como Senhor e alvo daquelas oferendas
hipócritas, via somente a iniquidade e a insinceridade nelas, daí
porque os expulsou. Quem gostaria de ver sua própria casa tomada por
ladrões, quando deveria ser um local de repouso espiritual e reflexão?
Há filhos que somente com surra pesada, respeitam os pais. Jesus
repreendeu os vendedores, pois só daquele modo aprenderam que ali
não era lugar para o que faziam.
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Jesus, Buda ou Maomé?
Quanto a dizer que Jesus Cristo é apenas um dos "caminhos evolutivos
para o homem", que ele é como Buda ou Maomé, enganam-se a si mesmos
os que pensam assim. Observem quando ele diz, no livro de João,
capítulo 14, versos 2 a 11: "Na casa de meu Pai há muitas moradas.
Se assim não fora, eu vo-lo teria dito; pois vou preparar-vos lugar.
E quando eu for e preparar-vos lugar; voltarei e vos receberei para
mim mesmo, para que onde eu estou, estejais vós também. E vós sabeis
o caminho para onde eu vou. Disse-lhe Tomé: Senhor, não sabemos para
onde vais; como saber o caminho? Respondeu-lhe Jesus:
Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida: ninguém vem ao Pai senão
por mim. Se vós tivésseis me conhecido, conheceríeis também a meu Pai.
Desde agora o conheceis e o tendes visto. Replicou-lhe Filipe:
Senhor, mostra-nos o Pai, e isso nos basta. Disse-lhe Jesus: Filipe,
há tanto tempo estou convosco, e não me tens conhecido? Quem me vê a
mim, vê o Pai: como dizes tu: - mostra-nos o Pai? Não crês que eu
estou no Pai e que o Pai está em mim? As palavras que eu vos digo,
não vos digo por mim mesmo; mas o Pai que permanece em mim, faz as
suas obras. Crede-me que estou no Pai e o Pai em mim; crede ao menos
por causa das mesmas obras"
Jesus não faou tudo isto por loucura ou por egolatria. Ora, qual o
autor que, íntima e espiritualmente negaria sua própria obra, tendo
visto que era boa, ainda que ninguém lhe soubesse o nome? O homem,
fraco o bastante para redimir-se do seu pecado de desobediência a
Deus, não seria capaz de fazê-lo sem a vinda de Jesus com a missão
redentora. Somente o Pai far-se-ía conhecido aos que o buscam. Não
ficaria anônimo, como não ficou, quando Moisés perguntou-lhe o nome
para anunciá-lo ao povo de Israel, escravizado pelos egípcios. "Disse
Deus a Moisés: Eu Sou O Que Sou. Disse mais: Assim dirás aos filhos
de Israel: Eu Sou me enviou a vós outros". Êxodo, capítulo 3, verso
14. Poderiam parecer estranhas as palavras de Jeus se el não fosse
realmente o Filho de Deus, mas, por tudo o que vimos até agora e
pelo que se sucedeu depois com a morte e a ressurreição de Cristo,
profetizada pelo próprio, os apóstolos tiveram a certeza íntima de
o Pai, o Filho e o Espírito Santo serem um só e da original semelhança
nossa com Deus.
Ao dizer ser o único caminho, assim o fez pois sabia que muitos outros
pregaram e pregariam mentiras e invenções que, por mais engenhosas que
fossem, não levariam à redenção humana. Assim, Buda e Maomé, dentre
outros tantos não são mais que meros ecos de tradições mundanas e/ou
demoníacas milenares. Após tão bem declarado o verdadeiro Autor de
todas as coisas, por que insistir em buscar supostos autores que
permanecem no anonimato, não têm ira, nem andam matando figueiras
por não dar frutos? Acharíamos alguém maior? Não !
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