Nathan de Castro
Meus amigos


P O E M A S


 Poeta primata  Beijos de Spica  Vício  Cavalgada  Desafinado


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Poeta Primata

-Quando em minhas linhas derramas os prantos que brotam sonetos, os quais, pouco a pouco espalham tristezas por todos os cantos... Pergunto: _ Que quer de mim, poeta louco? -Nas noites não durmo e pelas madrugadas me riscas, embola, rasga e joga fora, castiga a caneta nas folhas marcadas co'o sabor amargo da dor que apavora. -Se queres furar e sangrar este edema crescido no peito em suas caminhadas, esgote estas mágoas com este poema; e escute um conselho: Vá explorar cavernas!... Derrame os seus medos em pedras lascadas... -Poeta primata das paixões eternas! * * * * Nathan de Castro

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Beijos de Spica

Hoje o sol no céu da noite canta Marte! Planeta vermelho de paixões e guerra que derrama sangue e lágrimas na Terra... E na solidão, eu bebo a minha parte! E distante Vênus nem ouve os lamentos lança sua branca luz para o universo... Fria e amargurada, vai plantar tormentos pra colher o fruto que arrancou de um verso. Marte, companheiro de paixões e lutas que posso fazer pra um dia te explicar... Se não tenho alguém (Por que tanto me insultas?) e nada aprendi do verbo amor-amar? Quisera bem perto uma fiel amiga linda e apaixonada pra me consolar... Co' os beijos de Spica sua dor nem liga pr' esta que o meu peito vem dilacerar. * * * * Nathan de Castro

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Vício

A minha porta sempre está aberta; por ela o vento sopra noite e dia e quando vem com ele a frase certa, abro as janelas, pra beber poesia! E quanto mais eu bebo, mais deparo co' este caminho que derruba muros e quando acaso o vento muda... Paro! Refaço os versos, em solo seguro. O vento ensina a poesia que passa e passa o tempo na minha janela... Como se a morte espreitando a caça, soprasse a vida co'a dor que ela traça indiferente aos meus passos...Mas, dela, zombo em poemas e faço fumaça! * * * * Nathan de Castro

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Cavalgada

A vida passa e por mais que brilhantes, estrelas morrem ou vagam sozinhas... O tempo é o espaço do vôo da andorinha e neste passo a vida é só um instante! Supremo o vento muda a toda hora e nas manhãs a brisa nos ensina que a solidão da luz do sol lá fora encontra toda tarde a mesma sina! No céu estrelas chorarão a morte, E as andorinhas migrarão pro norte... Na terra, amores não se encontrarão. Mas, um poeta abre o seu caderno cavalga versos, vai até o inferno; encontra um sonho e rasga o coração! * * * * Nathan de Castro

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Desafinado

Preciso rasgar um poema e preciso cantar uma música; preciso construir nova ponte... Preciso... Um poema rasgado é silêncio e a música cantada, desafina... Preciso atravessar a ponte... Preciso... E insisto que um poema rasgado é silêncio e admito que desafino e confirmo... Preciso construir nova ponte... Precisa! * * * * Nathan de Castro

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