Luiz Delfino de Bittencourt Miranda
Meus amigos


P O E M A S


 Aos amigos Poetas  Revolta  A brisa desta noite  Amar-te assim  Um Acróstico à Andréa Abdala  Apelo ®


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Aos Amigos Poetas

Prezados colegas Licença venho pedir Se não puder ser poeta Nas letras irei sentir O que aqui se confessa No instante de redigir Um soneto, uma trova...ou prosa De todos que estão aqui. Luiz Delfino

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Revolta

Homens fardados... legados Revoltados com o que ganham Homens pelados... ultrajados Revoltados com o que ganham Homens cultos... solutos Revoltados com o que ganham Homens humildes... tristes Revoltados com o que ganham Homens artífices... pontífices Ganham dos revoltados. Luiz Delfino

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A brisa desta noite

A brisa desta noite faz-me saudoso... do cheiro do teu corpo e do teu rosto... Respiro então profundamente... e sinto que no vento arfejante teu cheiro é bem real e de amante... Luiz Delfino

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Amar-te assim

Amar-te assim com um desejo imenso pensando em ti se desejar, eu vejo teu corpo em mim soprado por teu beijo Luiz Delfino

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Um Acróstico à Andréa Abdala

A miga neste seu dia N osso Senhor se orgulha D e que Paz irradia R ezando em Luz - as fagulhas E ntão perduram por dias A té às mais infindas alturas A migos tens para sempre B ons amigos que te querem D entre eles sou... serei sempre A migo teu e sincero... ( queremos ) e L ogo, espere....( Gabriel prepare o chão ) A i pousar meu coração F elicidades mereces R indo sempre como fazes A mando a vida em preces N 'um momento... em qualquer fase K ilômetros não te entristecem. Luiz Delfino

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Apelo ®

Na minha maneira de ser Às vezes egocentrista Às vezes ruim pra entender Dizendo-se ( sempre ) sonetista. Procuro aqui e ali Me expor, na ciência das letras Pois não há a ciência do amor Entre as ciências eleitas. Não quero ser observador Desses que pouco dizem Mas desejo que realizem Das letras meu caro doutor O que criticar, que se vem Ou que vir? ou chegar ou que tem? Quero aprender o que perdi No passado que vivi. Apelo então aos senhores. ( O acaso fez-me aqui ? ) Que sejam desbravadores Dos versos que transmiti. Sou livre; de espaço sereno Se acaso não agradar... Na mesma porta que entrar Sairei, bem firme e ameno. Luiz Delfino

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