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Mitológica


 

Oráculos e adivinhos


    Como muitos outros povos, os gregos também temiam o futuro e tentavam precaver-se contra os golpes da sorte. Por isso, confiavam em seus adivinhos, que, segundo se pensava, sabiam interpretar os sonhos e ler o futuro no vôo dos pássaros ou nas víceras dos animais sacrifcados.
    Quanto aos oráculos, acreditava-se que exprimiam a palavra dos deuses. Assim, quando o vento soprava sobre os carvalhos da floresta de Dodona, imaginava-se que o farfalhar das folhas revelava o que Zeus pretendia. O mais célebre oráculo era o do templo de Apolo em Delfos. Sua sacerdotisa, a pítia, sentava-se sobre o trípode, entrava em transe e pronunciava palavras que deviam esclarecer quem a consultava.
    Todavia, era preciso interpretar muito bem o que ela dizia, senão...
    Quando o rei Creso veio interrogá-la, a pítia declarou:
    - Se fores à guerra, destruirás um grande império!
    Todo contente, Creso voltou a seu país e atacou seu vizinho, o rei persa Ciro.
    Mas foi vergonhosamente vencido. O grande império destruído foi o seu!
    Apesar dessa dificuldade de interpretar-lhe as palavras, o sucesso da pítia durou muito tempo. Gregos e bárbaros afluíam ao templo de Delfos, o qual só foi fechado em 385 d.C., quando o oráculo se calou para sempre.

 

 

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