No lânguido vão do infinito
Onde tudo se perde
Ecoa o estridente grito
Um grito qualquer de uma alma inerte
Rompendo as barreiras do além
Persiste a voz incessante
Do mal contra o bem
Do sentido certo, do caminho errante
Prolifera-se no vazio da mente
A indecisão do futuro incerto
Do paraíso aconchegante, do inferno ardente
Prazer e agonia num instante momento
Em meio à multidão, o mais vasto deserto
Expectativa do último julgamento