Terra querida que me viste nascer
Hoje já não mais sou aquele menino
Que sobre teu dorso se punha a correr
Tão inofensivo, tão pequenino
Já não sou tão somente uma criança
De medo e perdão e inocência
Já não brilha em meus olhos a esperança
E sou eu todo vasta ausência
Ausência de ti, oh!!! Terra querida
Ausência dos amigos que não esqueço
Ausência de sonhos e da amada não esquecida
Sou eu todo corroendo em saudade cruel
Sou eu todo pagando doloroso preço
Por ter deixado-te um dia... Oh!!! Coromandel