SÚPLICA AOS POESTAS....SÚPLICA AOS POESTAS....SÚPLICA AOS POESTAS....SÚPLICA AOS POESTAS....SÚPLICA AOS POESTAS....SÚPLICA AOS POESTAS....SÚPLICA AOS POESTAS....SÚPLICA AOS POESTAS....SÚPLICA AOS POESTAS....SÚPLICA AOS POESTAS....SÚPLICA AOS POESTAS....SÚPLICA AOS POESTAS....SÚPLICA AOS POESTAS....SÚPLICA AOS POESTAS....SÚPLICA AOS POESTAS....



Olho ao meu redor o mundo

Insensível e solitário de cada um

De solidăo e ódio profundo

Vai se constituindo a humanidade

Sem esperança, muito além do fundo

Do poço. Esquecida foi a verdade

Assim como o amor pelo próximo

E o mundo "humano" se perde em maldade.


Olhando nos olhos de um transeunte,

Pergunto-me o que foi feito da poesia?

Onde foi parar o amor

Onde está o sol da amizade que irradia

Nos coraçőes? Porque tanto rancor?

As nuvens gotejam nostalgia

Metralhadoras disparam ódio

Por toda parte. Pássaros cantam tristezas

E é triste a vida em cada episódio

Desta guerra sem razăo, sem certeza

Se é realmente necessária.


Onde estăo poetas? Onde estăo?

Porque abandonam o mundo agora

Se antes nunca o fizeram, mesmo com razăo.

Onde estăo poetas? Eis que se aproxima a aurora

E com ela todas as musas inspiradoras

Elas (as musas) trazem nos lábios a poesia

E como se fossem elas as autoras

Recitam cada verso com alegria

A escuridăo da noite, opressora

Já se esvai, chega o dia.

Tudo é certeza năo há dilema

O mundo se perde no egoísmo

Tentam destruir o belo, o poema

Com golpes baixos, com cinismo


Que cada caneta muda

Empunhada pelas măos de dons repletas

Ofereçam o clamor da humanidade, ajuda

Evidenciem suas poesias amigos poetas.

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