A solidão que a muitos apavora
É a mesma que me faz companhia
Do tudo e do nada ela aflora
Dia e noite, noite e dia
Não me deixa a imensidão do infinito
Acaricia meu corpo o infindável espaço
Onde ecoa estridente grito
Dos fantasmas que eu abraço
São fantasmas da alegria, sorridentes
São os fantasmas de mim mesmo
Da imensidão do além, evidentes
São os fantasmas que moram no meu coração
E fazem parte da minha mente
É a minha solidão