O Silêncio da Morte

O SILÊNCIO DA MORTE



Ah!!! O silêncio. Esse silêncio que impera

Esse silêncio que propaga

Parece que espera

O tinir do nada, nessa hora amarga


Não se ouve o cantar dos pássaros na madrugada

E nem o cair das folhas com a leve brisa da manhã

Não se sente o respirar da mulher amada


O silêncio que evidencia os pensamentos

É o mesmo que agoniza a alma

Cala vozes, esconde sentimentos

Impõe a solidão, indesejada calma


Silêncio... o nada mais forte

Cruel e absoluto imperador

Nada mais que a seqüência da morte

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