MANHÃ DE SOLIDÃO....MANHÃ DE SOLIDÃO....MANHÃ DE SOLIDÃO....MANHÃ DE SOLIDÃO....MANHÃ DE SOLIDÃO....MANHÃ DE SOLIDÃO....MANHÃ DE SOLIDÃO....MANHÃ DE SOLIDÃO....MANHÃ DE SOLIDÃO....MANHÃ DE SOLIDÃO....MANHÃ DE SOLIDÃO....MANHÃ DE SOLIDÃO....MANHÃ DE SOLIDÃO....MANHÃ DE SOLIDÃO....MANHÃ DE SOLIDÃO....MANHÃ DE SOLIDÃO....MANHÃ DE SOLIDÃO....MANHÃ DE SOLIDÃO....



A manhã emerge branca e pálida

Um branco-chuva que cai

E pelo dia, mansa e cálida

Baila suavemente e depois se esvai


Suavidade e graça, branca ternura

Cristal em pó que pelo ar

Dança cristalino, magia pura

Aos quatro cantos a se espalhar


Um branco sonho, já esquecido

Perdido nos destorcidos caminhos do coração

O branco atordoante da solidão


E no meu pensamento a névoa da saudade

A dor da solidão eternece

A chuva se esvai, a solidão permanece

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