Flui de minh'alma a poesia
Deliráveis sonhos que sonhei
Alegre ou triste, simples harmonia
Sorrisos e lágrimas que chorei
E no peito brotam versos
Compostos de mim mesmo
E na imensidão do meu eu, submersos
Nada e tudo são. Vagam a esmo
No infinito plausível da poesia
Sou na praia, não mais que um grão de areia
Música qualquer que o vento assovia
Sou agora um poeta encantado
Pelo doce canto da poesia, essa sereia
Os versos não mais controlo, sou por eles controlado