De repente uma melodia
Do menino, o sono desperta
O autor a esbanjar alegria
É visível pela janela entreaberta
De galho em galho
Esconde-se sorrateiramente
E no canto não falho
Canta, encanta até a mente
Obra prima da mãe natureza
Tão alegre e pequenino
Derrama toda sua beleza
Aos olhos do fascinado menino
E ao olhar o vai-e-vem
Da construção do ninho
A criança se faz refém
Do esbelto passarinho