.:Who?:.

Eu, Danielle Toste, desde 17 de março de 1986.
Residente do ABC
Paulista a partir dai.
Cumprindo deveres
diarios como Assistente de Importação.

Estudante de Direito, cheia de ideologias, acredita em justiça, não importa o que digam por ai. Utopica as vezes, porque não?

Fé nas pessoas, sim! Mudar o mundo esta nas nossas mãos, basta querer de verdade, e estar disposto a sacrificar algumas coisas por isso.

.:Loves:.

Gatos, Musica, Arte, Livros, Amigos, RPG, Direito, Pessoas queridas, Familia, Bjo, Chocolate quente no frio, Franja, Carinho, Sonhos, Changeling, Abraço, Picnic, Patins, Sorvete, Fadas, Suco de uva, Pessoas interessantes, Conversas inteligentes, Desabar na cama depois de um dia longo, Dormir, Sorrisos. Quando tudo da tão errado que acaba dando certo.

.:Hates:.

Chuva, Medo, Ficar doente, Homofobia, "bad hair day", Hipocresia, Preconceito, Rotulos, Pessoas que maltratam outras pessoas, Quem odeia Gatos, Domingo na hora de dormir. Quando as coisas tem tudo para dar certo e dão tudo errado.

.:The Past:.

.:Places:.

Fotolog > GrrrlStuff
Orkut > Grrrl Interrupted

Lilika's Den
Nay - My Bride
Carol - Luanin
Pinuotoons.com

.:Shelter:.

Blog > Blogger.com
Comments > Haloscan

A gente sente, mas porque? Quando a porta bate na nossa cara a gente sente (seja no sentido figurado ou não), quando a gente se quebra a gente sente. E as vezes tudo isso é muito simples de entender, porque esse nosso sentir, é consequencia de uma ação, mas as vezes nada acontece, e exatamente por isso, a gente sente. A nossa capacidade de sentir é tão enorme, tão sem barreiras. A gente pode sentir as menores coisas tanto quanto as gigantescas (outro dia o elastico da blusa bateu no meu dedo, e eu ja tinha dado joelhadas na quina da cama que doeram menos), a gente pode sentir as coisas boas e as coisas ruins (E as vezes a gente pode sentir uma dentro da outra, como quando vc tah na chuva e perde o onibus, mas acaba ganhando uma carona por causa do atraso, e simplesmente se SENTE satisfeito por não ter que tar espremido entre um monte de gente com o guarda chuva molhadado na mão). E incontaveis vezes, quando eu pensava na possibilidade de quão positivo seria ser simplesmente insensivel, eu percebi que essa SENSIBILIDADE é o que dava graça a vida. E mais ainda, eu percebia que mesmo as coisas negativas que eu sentia, faziam parte do que tornava a vida interessante. Sempre que a gente cai a gente aprende, sempre que a gente sofre a gente aprende, e talvez se não houvessem as lagrimas a gente acabaria simplesmente não entendendo quão maravilhoso é o riso. Nós sentimos talvez ainda mais do que os outros seres (talvez porque eu nunca fui outra coisa alem de humana para saber sobre isso), porque nós sentimos com os sentidos, e depois sentimos com a mente, a gente sente coisas que não podem ser vistas, ouvidas, tocadas, que não tem cheiro, sabor ou forma. Mas nós simplesmente sentimos... e se você para pra pensar bem sobre isso, você percebe quão importante, maravilhoso e muitas vezes assustador isso é.

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at 7/27/2004 10:28:28 AM


Eu não acho que as pessoas sejam meramente frutos da sociedade. Meu irmão, que cursou ciencias sociais, tem uma tendencia as vezes irritante de culpar a sociedade pelo comportamento das pessoas. Vejam bem, eu não duvido de maneira alguma que a sociedade tenha um papel importante na formação da personalidade de uma pessoa, mas acredito que outros fatores, como por exemplo instinto ou até talvez fatores biologicos (sei la, de repente quantidade de um tipo de hormonio, enzima(?), ou qualquer esquema desse tipo, talvez tendencias passadas hereditariamente) também influenciam em como alguem reage a certas situações impostas pela sociedade. Eu sei que as experiencias que a gente tem (principalmente entre a fase criança/adulto) fazem uma diferença enorme, mas existem coisas que simplesmente parecem ser parte de nós e não algo inserido em nós pela sociedade. Por exemplo, eu ja disse aqui, que eu acho que eu sou bastante nerd. Eu acho dificil acreditar que isso seja culpa da sociedade, porque eu sou cabaça assim desde que eu lembro, desde meu primeiro dia na escola eu ja tava preocupada em fazer tudo certinho, quando eu andei com o pessoal do fundão eu ainda me preocupava em fazer tudo certinho. É uma coisa minha, eu me preocupo e é um instinto ou sei la o que. Existem outras coisas também, sei la, sobre o quanto as pessoas se importam uma com as outras, ou de quanto valor as pessoas dão à vida alheia. Eu não tou dizendo que o social não interfira muito nisso também, mas acho que existe sim um fator individual, acho que existe a parte de como cada individuo reage às experiencias sociais, de o que isso causa a ele etc. Sei la...

Drawn by CursedGrrrl
at 7/19/2004 10:07:27 AM


Eu realmente acho que eu devia ser mais grata pelas pequenas coisas que eu tenho e que de uma maneira ou de outra são importantes. De todas as coisas que eu reclamo, eu realmente acho que eu devia ser grata por pequenos detalhes. Eu nunca sofri nenhum acidente, nunca quebrei nenhum osso, só fui assaltada uma vez e posso dizer que foi algo realmente insignificante, nunca apanhei. Não acho que minha vida esteja nem proxima de ser perfeita, mas acho que entre as minhas crises de reclamação sobre os assuntos universais, e o cosmo e a orbita dos planetas, emfim, no meio de tudo isso, acho que de vez em quando eu devia me lembrar de coisas boas. Outro dia eu estava conversando sobre a competitividade do mundo. É muito complicado sabe, de um jeito ou de outro, a gente cresce sendo lembrado de que deveriamos ser perfeitos, de que não somos perfeitos, e de que deviamos correr atraz do prejuizo das nossas imperfeições. Nós crescemos (especialmente as garotas), num mundo bulimiaco/anorexico de modelos perfeitas que nós (ou pelo menos eu) nunca seremos. Nós crescemos para ser lindas, inteligentes, interessantes, divertidas, para falar nas horas certas, para ficar quietas nas horas certas, para sorrir quando o que a gente mais quer é chorar. Eu nunca fui muito boa nesse jogo de perfeição, eu nunca fui muito boa em ficar calada quando eu queria falar, eu realmente nunca consegui me encaixar muito bem nesse universo. De qualquer maneira, eu estou também tentando de alguma maneira alcansar o maximo que eu posso ser (nos meus conceitos, não o deles), eu estou de alguma maneira tentando ser perfeita (mesmo que isso seja impossivel). Eu não gosto das coisas que o mundo exige de nós, eu não gosto da maneira como ele exige essas coisas, eu não gosto de exigencias. Porque quando eu realmente paro para pensar, eu acho que a perfeição é patetica, quando eu analizo de verdade, eu percebo que a perfeição é extremamente entediante, e eu gosto de chorar de vez em quando, e eu gosto de sorrir sempre que possivel, e eu realmente gosto de ter a oportunidade de de vez em quando olhar para minha vida e simplesmente me sentir com sorte.

Drawn by CursedGrrrl
at 7/06/2004 03:24:32 PM


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