Ser solteiro não faz bem à saúde De acordo com uma investigação alemã, os solteiros são mais caros para a Segurança Social do país e vivem menos do que os casados

Especialistas alemães, ao analisarem a redução de custos da sua situação deficitária de saúde, constataram que na Alemanha os solteiros adoecem mais vezes e permanecem mais tempo nos hospitais, porque não têm quem cuide deles.

Segundo as estatísticas oficiais, as pessoas que vivem sozinhas têm menos expectativas de vida do que os casados. Os números indicam também que 19 por cento dos lares alemães são constituídos por pessoas que vivem sós. Na cidade de Berlim, cada casa em duas pertence a pessoas solteiras.

Steffan Willich, director do Instituto de Medicina Laboral e Social da Universidade de Humboldt, em Berlim, afirmou à CNNenEspañol que "viver só parece ser muito perigoso" e adiantou ainda que "os solteiros que vivem sós são mais propensos à enfermidade do que os casados. Essencialmente, sofrem com mais frequência de vícios como o álcool, as drogas e contraem mais facilmente doenças infecciosas e até cardiovasculares".

Uma das conclusões que os investigadores alemães também revelaram foi o facto de as mulheres se darem melhor com o seu estado civil de solteiras. De acordo com Willich, "as mulheres sobrevivem melhor à situação e as suas expectativas de vida são aproximadamente de 77 anos, contra os 69 anos para os homens".
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