Mulher fora de casa, homem de cama Uma pesquisa recente revelou que quando a mulher trabalha mais de 40 horas semanais e fica fora de casa esse tempo todo, a saúde do marido declina em mais de 25 por cento ![]()
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O autor do estudo, Ross Stolzenberg, professor de Sociologia na Universidade de Chicago, revelou que quando a mulher trabalha mais de 40 horas semanais, a saúde do marido pode declinar mais de 25 por cento. A pesquisa teve como base a análise de 2867 casais e durou cerca de três anos.
O cientista chegou à conclusão que as mulheres são, no geral, melhores a estimular as relações, essencialmente no que diz respeito à saúde. Elas pressionam os maridos a tratarem de si próprios. Por isso, segundo Stolzenberg, "todos deviam ser responsáveis pela sua saúde, mas esta pesquisa revela o quanto os maridos dependem das suas mulheres no que diz respeito à saúde".
No entanto, o investigador descobriu também que quer as mulheres trabalhem a tempo inteiro ou simplesmente não trabalhem fora de casa, isso não afecta a sua saúde. Mas quando o marido não trabalha ou perde um emprego, a saúde do casal, tanto do homem como da mulher, declina de forma significativa.
De acordo com a CNN.com, outra conclusão que Stolzenberg apresentou na American Sociological Association, em Washington, foi que a saúde do casal melhora quando o homem está empregado e trabalha pelo menos 16 horas por semana. O trabalho em horas extraordinárias, para este sociólogo, também não afecta negativamente a saúde do casal.
Quando o assunto é cuidar da saúde, algumas regras parecem estar completamente institucionalizadas, revelou ainda Ross Stolzenberg. As mulheres prestam mais atenção à saúde e ao bem-estar da família, enquanto os homens têm tendência para ignorar os seus problemas e "stress".
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