PROGRAMA FX - Segunda Etapa

No dia 1º de agosto passado a FAB deu um importante passo no sentido de atender uma necessidade de reposição material ao emitir os pedidos de proposta às empresas concorrentes. Projetada para o final do ano a divulgação dos finalistas do Programa que visa inicialmente substituir os Mirage IIIBR e tem negociação e assinatura de contrato previstas para maio de 2002, tendo sido estimado inicialmente em US$ 600 milhões que poderão evoluir, embora o momento econômico brasileiro continue difícil, para US$ 700 milhões, despertou os interesses dos principais fabricantes de aeronaves e gerou incertezas, especulações e comentários com relação a principalmente, cumprimento de prazos e liberação de recursos.

Depois de o presidente Fernando Henrique Cardoso, autorizar o programa de reaparelhamento da FAB, o ministro do Planejamento Martus Tavares deixou implícito em um discurso a congressistas, a problemática nacional no que se refere à liberação de verbas para o Programa FX; na ocasião disse que “o dinheiro do Orçamento não sai do bolso do presidente, do ministro da Fazenda ou do Planejamento, nem de uma entidade abstrata chamada governo, mas sim do bolso do contribuinte”, pedindo também aos parlamentares que não se rendam às “tentações populistas”.

Os concorrentes são: O americano F-16 Fighting Falcon, o F/A-18 Hornet desistiu; os russos Su-27/30 Flanker e o Mig 29; o sueco Saab Jas 39 Gripen; e o Francês Dassault Mirage 2000 MK2. Podendo ainda entrar na concorrência o Dassault Rafale e o Eurofighter, mas por causa dos seus altos preços, mais de US$ 100 milhões, possivelmente ficaram de fora da concorrência.

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