Aulas
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Na
aula de biologia, o professor pergunta:
-
Joãozinho! Quantos testículos nós temos?
-
Quatro professor - responde o menino sem pestanejar.
-
Quatro? Você ficou doido?
-
Bem... Pelo menos os meus dois eu garanto!
O
professor de Matemática levanta uma folha de papel em uma das mãos e pergunta
para Joãozinho:
-
Se eu dividir essa folha de papel em quatro pedaços, Joãozinho, com o que eu
fico?
-
Quatro quartos, professor!
-
E se eu dividir em oito pedaços?
-
Oito oitavos, professor!
-
E se eu dividir em cem pedaços?
-
Papel picado, professor!
O
rapaz está a ir para a escola. No caminho, encontra uma colega de turma, que não
conseguia parar de rir:
-
Interessantes essas meias que estás a usar, Ricardinho... uma amarela e outra
azul...
-
É verdade. Tem graça é que lá em casa tenho outro par igual!
A
professora mandou fazer uma composição para o dia seguinte sobre o tema: 'Mãe,
há só uma'. No outro dia a professora mandou o Joãozinho ler a dele;
-
Quando eu era mais pequeno, fui passear com a minha mãe e então ela parou para
ver uma montra e eu comecei a atravessar a estrada. Veio um carro e quando
estava quase a ser atropelado, a minha mãe salvou-me. Mãe, há só uma.
-
Muito bem Joãozinho. Agora podes ser tu Manuelzinho.
-
A semana passada fui com os meus pais à praia e fui tomar banho ao mar. Veio
uma onda e arrastou-me. Quando estava quase a ser levado, aparece a minha mãe e
salvou-me. Mãe, há só uma.
-
Muito lindo Manuelzinho. Lê agora a tua, Zézinho.
-
Eu ontem estava em casa a ver um filme pornográfico com a minha mãe.
Ela manda-me ir ao frigorífico buscar duas cervejas, eu vou lá, abro o
frigorífico e digo: 'Mãe, há só uma'.
Num
colégio de crianças deficientes, o professor ia passando perto do refeitório
quando o cozinheiro chega e pergunta:
-
Quer comer uma torta, professor?
-
Não, agora não, obrigado! Acabei de comer uma ceguinha!
Joãozinho
está brigando na rua, com um menino que deveria ter a metade da sua idade. Um
senhor que passava por eles se aproxima e os separa.
-
Você não tem vergonha? - diz ele se dirigindo ao Joãozinho. - Bater num
menino bem menor do que você? Seu covarde!!
-
O senhor queria o quê? - respondeu ele. - Que eu ficasse esperando ele crescer?
Joãozinho
e Luisinho conversam na hora do recreio.
-
Meu pai é tão alto - diz Luisinho, contando vantagem. - mas tão alto que um
dia ele levantou os braços e encostou a mão nos nuvens.
-
Quando ele encostou sentiu algo macio? - perguntou Joãozinho sem querer ficar
por baixo.
-
Exatamente.
-
Pois era o saco do meu pai!
Joãozinho
batendo boca com um coleguinha do prédio:
-
Meu pai é melhor que o seu - desafia o coleguinha.
-
É porra nenhuma! - retruca Joãozinho.
-
Meu irmão é melhor que o seu!
-
É o caralho!
-
Minha mãe é melhor que a sua!
-
Bem... isso pode ser! Meu pai vive dizendo a mesma coisa!
A
professora entra na sala e se depara, horrorizada, com a seguinte
inscrição no quadro negro: "Joãozinho tem o Pau Grande!".
Imediatamente
ela apaga a inscrição e sem fazer nenhum comentário, começa a aula.
No
dia seguinte, ao entrar na sala novamente, a mesma inscrição em letras
garrafais: "Joãozinho tem o Pau Grande!". Pela segunda vez, ela apaga
os dizeres,
sem fazer nenhum comentário.
No
outro dia, a história se repete, e no outro e no outro e no outro... até que
um dia ela resolve colocar à prova a veracidade daquela mensagem. Quando toca a
campaínha avisando que a aula terminou ela pede para todos sairem menos o Joãozinho.
Tranca a porta, tira a roupa e viola o menino.
Dia
seguinte, ao entrar na sala, ela lê no quadro: "A Propaganda é a Alma do
Negócio!".
No
meio da aula de Geografia, Joãozinho chega para a professora e pergunta:
-
Professora! Lâmpada é boa de chupar??
-
Que é isso Joãozinho? Imagina! Quem que te falou uma coisa dessas?
-
Meu pai! Ontem eu passei na frente do quarto dele e ouvi ele dizer para minha mãe:
"Agora, apaga a luz e chupa!"
Em
certa escola, na Idade da Pedra, a professora distribui um pedaço de pedra, um
martelinho e um cinzel para cada aluno e começa a fazer o ditado.
-
O rei...
Pléc,
pléc, pléc. Todo mundo grava uma coroa.
-
... é forte...
Pléc,
pléc, pléc. Todo mundo grava um leão.
-
e viril...
Todo
mundo pensativo, de repente a voz de Joãozinho quebra o silêncio:
-
Professora! Viril se escreve com um ou dois testículos?
Joãozinho
chega em em casa e entrega ao pai o recibo da mensalidade escolar.
-
Meu Deus! Como é caro estudar nesse colégio.
E
o menino:
-
E olhe, pai, eu sou o que menos estuda da minha classe!
Joãozinho
vai a farmácia.
-
Seu Joaquim, me dê uma caixa de supositórios.
Distraído,
o menino pega a caixa e vai saindo da farmácia sem entregar o dinheiro.
-
É pra pôr na conta de sua mãe? - pergunta o farmacêutico.
-
Não, é prá pôr no cú do meu pai!
Menino
Joãozinho, diga depois de mim : ai ...
-
Ai!
-
Éi...
-
Éi!
-
Ói...
-
Ói!
-
Ui...
-
Uí!
-
Joãozinho, não é UÍ, é UI ,então disse tudo bem ,e não é capaz de dizer
UI?Diga lá ,Ui!
-
Uí!
-
Não , não é nada disso! Então o que é que o menino diz quando se queima,
por exemplo?
-
Porra !
Um
belo dia nasceu o primo do Joãozinho, aquele famoso miudo que passa a vida a
dizer asneiras. O primo do Joãozinho até que era bonito, não fosse um pequeno
detalhe: nasceu sem orelhas.
A
mãe do Joãozinho tinha que ir visitar o mais novo membro da familia mas não
queria levar o Joãozinho pois sabe-se lá o que ele poderia dizer ao primo. Mas
como nãohavia ninguem para ficar a tomar conta do Joãozinho ele foi mesmo
visitar oprimo
A mãe avisou-o logo para ficar calado senão ficava um mês de castigo.
Quando
chegaram a casa da tia o Joãozinho ficou num canto do quarto, mas logo se
apercebeu de que o bébé não tinha orelhas. Foi então que ele disse:
-Tomara
que tenha bons olhos !
Todos
ficaram surpreendidos com o gesto solidário do Joãozinho. Então a tia do Joãozinho,
espantada por o Joãozinho ter dito uma coisa boa a alguém, perguntou-lhe:
-Joãozinho,
que frase bonita que disseste. Mas porque é que desejas que ele tenha bons
olhos ?
-Porque
se tiver de usar óculos tá lixado !
Havia
um garoto que era um tagarela, quando começava a falar, nunca mais se calava.
O professor chateou-se com a história e mandou um bilhete para os pais
assinarem :
Este
menino fala muito
Ao
outro dia o miúdo entrega outro bilhete ao professor :
Sai
à mãe !
-
Dê-me o exemplo de um animal desdentado.
-
A minha avó, Sr. Professor!
Uma
professora:
-
Hoje é o dia mundial das boas acções, portanto, o Jãozinho, o Carlinhos e o
Zézinho - que eram os três "melhores" alunos da turma - vão lá
fora praticar uma boa acção, e voltam para contar aos colegas o que fizeram,
está bem ?
Os
miúdos lá foram e passado quase uma hora voltaram.
-
Então Joãozinho, qual foi a boa acção que praticaste ?
-
Eu ajudei uma velhinha a atravessar a rua !
-
Muito bem, e tu Carlinhos?
-
Eu também ajudei a velhinha a atravessar a rua!
-
Ah sim? E tu Zézinho?
-
Pois ... Eu também ajudei a velhinha a atravessar a rua!
-
O quê ? Os três !?!? Então e demoraram tanto tempo porquê ???
-
Não havia meio de o raio da velha querer atravessar a rua !...
-
Pai, hoje fui expulso da escola.
-
O quê??? O que é que fizeste?
-
Meti dinamite debaixo da cadeira da professora.
-
Maldito! Vais já à escola pedir desculpas à tua professora!
-
Qual escola?!?
Filho
para o pai...
-
Não quero ir à escola hoje pai e tenho três razões:
1.-
Os meninos não brincam comigo.
2.-
Estou cansado da escolinha.
3.-
As professoras me gozam.
Pai
para o filho:
-
Três razões porque deves ir:
1.-
Já faltaste cinco dias este ano.
2.-
Tens 43 anos de idade.
3.-
És o director da escolinha.
Na
escola:
-
Que sabes tu dos químicos do Século XVII, meu menino?
-
Bem ... Sei ... Sei ... Que estão todos mortos ?!?
-
Está bem , eu tomo nota ... O Luizinho não pode vir às aulas hoje porque está
com gripe ... Já agora, quem é que está ao telefone ?
-
É o meu paizinho Sra. Professora !
Havia
uma professora que não tinha ensinado nada aos alunos, e então recebeu uma
carta a avisá-la que iria receber em breve a visita de um inspector.
Ela
então explicou aos alunos o que se ia passar, e que eles não deveriam ficar
nervosos, e que quando não soubessem alguma coisa que ele lhes perguntasse, que
olhassem para ela que ela iria arranjar uma maneira de ajudá-los.
Assim
foi, no dia da visita o inspector escreve no quadro a letras grandes CANETA.
-
Pode ser esse menino aí na primeira fila. Leia isto em voz alta.
O
garoto olha para a professora, que, enquanto o inspector estava a escrever,
pegou numa caneta e começa a soletrar :
-
Ca-ne-ta!
-
Sim senhor, agora isto. - e volta a escrever, desta vez BORRACHA - Você aí ao
lado agora.
Mesma
cena, e o garoto:
-
Bo-rra-cha!
-
Hmm afinal isto não está assim tão mal quanto diziam. Bem mais uma vez, agora
aquele menino lá no fundo. - e ele escreve SINO
O
garoto aflito a olhar para a professora que estava a sacudir a mão fechada para
cima e para baixo como quem está a tocar o sino.
-
Pu-nhe-ta!
Uma
professora pediu que os alunos fizessem uma composição onde utilizassem pelo
menos uma vez a expressão "Suponho que ...".
Uma
das composições :
Ontem à noite, depois do jantar, os meus pais deixaram-me com a empregada, e
foram ao cinema. Suponho que tenham ido ver um bom filme
-
Muito bem, diz a professora. Agora vamos ver a composição do Quinzinho.
Na semana passado quando fui ver o meu avô, vi-o subir o monte com a TIME
debaixo do braço. Ora, como o meu avô não sabe inglês, suponho que tenha ido
cagar!
Numa
escola de betos pergunta a professora:
-
António, diz-me uma flor começada por 'R'.
-
Rosa! - diz o António.
-
Ai! É óptimo, é óptimo, é óptimo.
João,
diz-me uma flor começada por 'C'.
-
Cravo! - diz o João.
Ai!
É óptimo, é óptimo, é óptimo.
-
Zezinho, diz-me uma flor começada por 'O'.
-
Hum, ...orgasmo! - diz o Zezinho.
-
Orgasmo?! Mas orgasmo não é uma flor!
-
Mas é óptimo, é óptimo, é óptimo...
Numa
aula, diz a nova professora aos alunos:
-
Bom dia, o meu nome é Valgina! Decorem bem este nome porque amanhã eu vou
perguntar!
No
dia seguinte pergunta a professora ao Zezinho:
-
Tu, menino! Qual é o meu nome?
O
Zezinho, que estava distraído no dia anterior, responde:
-
Hum, ..., já sei! Colna!
Numa
escola primária, todos os dias a seguir ao almoço, a professora perguntava aos
alunos o que estes haviam comido.
Virava-se
para o Joaquim e perguntava-lhe:
-
Ó Joaquim, o que é que comeste hoje?
-
Bife com batatas fritas! - respondeu o Joaquim.
-
Muito bem, e tu Zezinho?
-
Comi umas costeletas! - respondeu o Zezinho.
-
Muito bem, e tu ciganito?
-
Eu comi sopa! - respondeu o ciganito.
-
Muito bem!
E
durante toda a semana o ciganito respondia sopa até que este, já zangado, diz
à mãe:
-
Ó mãe, a minha professora pergunta sempre o que é que a gente come e só eu
é que como sopa.
-
Está bem filho, amanhã dizes à professora que comeste faisão! - diz a mãe.
No
outro dia, depois de a professora perguntar aos outros miúdos, chega a vez do
cigano:
-
Então ciganito, o que é que comeste hoje?
-
Ah, eu hoje comi faisão!
-
E olha lá, comeste muito? - continua a professora.
-
Ah, três malgas!
Na
Madeira, chega um menino à beira da professora e diz:
-
Sra. Professora, a minha coelha teve cinco coelhinhos e são todos P.S.D.!
-
Muito bem! Olha, amanhã vem cá o Sr. Alberto João Jardim e tu contas-lhe essa
história. Está bem?
-
Está bem! - responde o menino.
No
dia seguinte, o Alberto João Jardim vai visitar a escola e, como combinado, a
professora chama o menino. O menino dirige-se à beira do presidente e diz:
-
Sr. Presidente, a minha coelha teve cinco coelhinhos e dois são do P.S.D.!
-
Então, - diz intrigada a professora - não eram os cinco?
-
Eram, ...mas três já abriram os olhos!
A
professora chega à aula sem cuecas e pergunta ao Zezinho:
-
Zezinho, diz-me o nome de três estados do Brasil.
O
puto pôs-se a olhar para as pernas da professora e diz:
-
Bela Vista!... Pernambuco!... Mato Grosso!...
Numa
aula, a professora pergunta aos meninos o que estes querem ser quando forem
grandes. Um diz que quer ser aviador, outro cientista, outro piloto de automóveis
e, quando chega a vez do menino Carlinhos, este diz que queria ser playboy.
Pergunta
a professora:
-
Playboy, menino Carlinhos?! O que é isso?
-
Então! É um gajo que anda em brutos carros, bebe uns brutos whiskies e anda
com umas brutas mulheres.
-
Ó menino Carlinhos, chegue aqui!
A
professora deu-lhe uma série de reguadas no rabo e o miúdo vai a chorar para
casa. Chega a casa e o pai, ao ver o filho a chorar, pergunta:
-
Porque choras meu filho?
-
Porque a minha professora perguntou-me o que eu queria ser quando fosse grande e
eu disse que queria ser playboy.
O
pai, irritado, faz-lhe a mesma coisa. No outro dia, o menino Carlinhos já de
mansinho, quando a professora pergunta o que este quer ser quando for grande,
responde:
-
Eu quero ser mini-playboy!
-
E o que é isso? - pergunta a professora.
-
Então! É um gajo que anda em brutos triciclos, bebe umas brutas gasosas e bate
umas brutas "penhetas"!...
Redacção
de um menino da 2ª classe, àcerca da água.
-
A água é um líquido branco e molhado, que se torna preto quando a gente se
lava nele.
O
menino Zézinho chega esbaforido e todo sujo, alêm de atrasado, à aula. A
Professora toda empertigada, interpela o Zézinho:
-
ENTÃO ISTO É QUE SÃO HORAS DE CHEGAR? E ainda por cima todo sujo? Isto não
tem explicação.
-
Tem sim, xôpessora: tive de levar a vaca lá de casa, pró touro cobrir.
-
Mas o seu pai não pode fazer isso?
-
Poder, pode...,mas acho que a vaca prefere o touro.
-
Alguém me sabe dizer donde vem a luz eléctrica ?
Pergunta
o professor ?
Responde
o João, muito rápido:
-
Da Selva !
-
Da Selva ? - Pergunta o professor.
-
Pois, ainda esta manhã o meu pai disse, quando estava a tomar banho:
"Estes macacos cortaram outra vez a luz ..."
O
aluno chega à aula todo esmurrado. A professora pergunta:
-
Ó rapaz o que te aconteceu?
-
Foi o meu pai que me bateu.
-
E bateu-te porquê?
-
É que o Sporting perdeu, e sempre que o Sporting perde o meu pai bate-me.
-
Ai sim, e o que é que o teu pai faz quando o Sporting ganha?
-
Não sei, Sra. professora, só tenho 12 anos!
O
garotinho entra eufórico em casa:
-
Mamãe, hoje a professora deu aula de sexo!
-
E o que você achou?
-
Legal! Pena que as carteiras são tão desconfortáveis...
Na
aula de religião o professor voltou-se para a mais assanhadinha da classe e
perguntou:
_
Lurdinha, me diga, quem foi o primeiro homem!
_ Ah! Professor, se o senhor não se importa, eu prefiro não dizer!
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