A luz do dia desce no horizonte

O Sol vai embora sem acenar

Despede-se, presenteando este poeta,

Enquanto caminha para seu descanso

E dá lugar a sua gêmea

Banha tudo que vejo

Com uma luminosidade melancólica

Tinge as nuvens de vermelho

Um ninar sem canção

Como um afago de um bom pai

Que deseja boa noite

Mas este se estende pela imensidão

Nesta hora, num ínfimo entre dia e noite

Esse pobre homem, triste poeta

Vê em um mero truque de luz

Algo tão comum, mas neste instante

Nada poderia ser mais belo

Pra sempre vai ficar na memória,

Gravado, eterno!

  Beldenthor

 

Hosted by www.Geocities.ws

1