TURISMO
Existem milhares de lugares para serem visitados no México. Aqui vão algumas dicas de pontos turísticos:
Plaza de La Constituición (Zócalo)
Uma das maiores praças públicas do mundo. Não é uma praça convencional, mas um amplo espaço pavimentado com uma enorme bandeira mexicana no centro. O local é cercado pela Catedral Metropolitana e pelo Palácio Nacional, além de outros prédios públicos, restaurantes, lojas e hotéis. Em uma das esquinas há ruínas do Templo Mayor Asteca. Para uma visão geral do Zócalo, suba ao terraço do Hotel Majestic.
Templo de La Enseñanza
Uma das mais belas igrejas da cidade do México, possui fachada estreita e ornamentada para trás a partir do chão. O átrio é pequeno e a decoração interior ilustra o auge do ultrabarroco, estilo do fim do século XVIII. Concebida como igreja de um convento, foi abandonada pelas freiras no século XIX, quando foram instauradas as anticlericais Leis da Reforma. Mais tarde o local foi ocupado por órgãos do governo, entre eles o ministério da educação.
O estonteante retábulo principal, todo em ouro, e várias imagens de santos esculpidas, ladeadas por pinturas enormes, sobe até o teto da igreja, e a altura reforça sua verticalidade. A abóbada tem como ornamento um afresco da Virgem de El Pilar, a quem a igreja é consagrada. No coro inferior, situado de ambos os lados do altar, há treliças impedindo que as freiras fiquem expostas aos olhares do fiéis.
A Fuente de La Zona Lacustre
Homenageia Tenochtitlán com um mapa relevo desta cidade repleta de canais lacustres.
A Nacional Monte de Piedad
É uma casa de penhores estatal. Ocupa um edifício histórico do Século XVI.
Catedral Metropolitana
É uma das maiores igrejas da América Latina. O afundamento que vem ocorrendo no centro da Cidade do México danificou em parte a construção. Esta catedral levou três séculos para ser construída, de 1525 a 1813 e suas torres atingem 67 m acima de Zócalo. Recebe vários estilos arquitetônicos e de decoração interna, que vão do Clássico ao Barroco e do Chunigueresco ao Neoclássico. A Catedral tem seis altares principais e 16 capelas laterais, com um valioso acervo de pinturas, esculturas e mobília eclesiásticas.
Museo de La Caricatura
Local onde existem muitas obras expostas de caricaturas.
Com fachada barroca bem conservada, e repleta de adornos complexos, o antigo Colégio de Cristo é um dos melhores exemplos de habitação da classe alta do século XVIII na Cidade do México. Concluído em 1610 como fundação educacional para alunos pobres, o prédio foi reformado na década de 1740, quando estava sem manutenção e depois se tornou uma residência. Entre os pontos altos estão o pátio e a escadaria com um arco baixo de pedras. O local foi restaurado na década de 1980 para abrigar o acervo da Associação Nacional de Cartunistas. Conta com obras de José Guadalupe Posada, artista famoso do início do século XX.
Colégio de San Idelfonso
O Seminario hoje é um museu repleto de obras de arte. Aqui nasceu o movimento merolista.
Templo Mayor
Descoberto pelos Astecas nos séculos XIV e XV, ficava no centro de Tenochtitlán. É possível andar pelas ruínas deste impressionante templo asteca descoberto no ano de 1978. O conjunto da obra foi quase todo destruído pelos espanhóis após a conquista da capital asteca.
Museo Nacional de Las Culturas
Possui peças das maiores civilizações do mundo.
Palácio Nacional
Exibe vários murais sobre a história do México pintados por Diego Rivera. Fica no local do antigo Palácio do Rei Montezuma, que se transformou na residência de Hernán Cortés, na época da conquista espanhola. Hoje este edifício romoscentista abriga os gabinetes do Presidente do México. A característica atual mais interessante do Palácio é o mural exposto acima da escadaria principal, pintado por Diego Rivera entre 1929 e 1935, no atribulado período pós-revolução. Rivera retratou sua visão sobre a história do país neste e em uma série de outros painéis pintados nas paredes do pátio, no piso térreo.
Plaza de Santo Domingo
Perdendo em importância para o Zócalo, a Plaza de Santo Domingo (chamada oficialmente de Plaza 23 de Mayo) guarda muita história. Foi lá que em 1527, os dominicanos fizeram o primeiro convento da Nova Espanha, do qual hoje só resta uma capela restaurada, a Capilla de La Expiación. A maioria dos outros prédios que ladeiam a praça são do século XVIII. A igreja de Santo Domingo, com sua fachada sóbria parcialmente coberta com tezontle (pedra vulcânica vermelha), foi erguida entre 1717 e 1737. Sua torre é arrematada por um pináculo piramidal revestido com ladrilhos. Acredita-se que as imagens de santos do interior da igreja sejam do século XVI. Há ainda pinturas a óleo de Juan Correa e Alonso Lopes de Herrera e um órgão antigo. Os bancos de cedro do coro, feitos no século XVIII, foram esculpidos com imagens de santos e ornamentados com ouro dos altares laterais são impressionantes.
O afundamento desigual do solo, que levou à demolição dos igrejas que ocupavam anteriormente o local, é bastante perceptível na praça. Da porta da igreja, nota-se bem a ondulação dos portales. (arcadas) que ficam do lado oeste da praça. Ali se sentam escreventes que por um trocado, preenchem documentos em velhas máquinas de escrever.
Museo José Luis Cuervas
Esta jóia do século XVII, inicialmente os claustros do convento de Santa Inês, foi transformado em residências particulares no século XIX e declarada monumento nacional em 1932. O edifício abriga, desde 1988, uma galeria de arte que espelha o gosto do pintor e escultor mexicano José Luis Cuervas.
No pátio se destaca a enorme escultura de bronze La Giganta, criada por Cuervas especialmente para o local. Espalhados pelo andar térreo há alguns bronzes menores do artista. Nas galerias existem pinturas de Cuervas e de outros artistas mexicanos, bem como retratos do pintor e sua mulher. Há também obras de artistas estrangeiros como Leonora Carrigton. Logo na entrada de uma sala negra dedicada às obras eróticas de Cuervas, os visitantes são avisados, ironicamente, da possível afronta a quem teve uma criação puritana.
As portas da Igreja do convento de Santa Inês, ao lado das do museu, tem entalhes com cenas da vida da santa (inclusive sua decapitação) e retratos dos fundadores do museu rezando ajoelhados.
Nas proximidades, na esquina de La Santíssima e Moneda, fica a Igreja de Santíssima Trindad, construída no século XVIII.
As pinturas ovais de mártires encontram-se na nave da igreja, junto com as duas esculturas de madeira inspiradas na Trindade e o crucifixo com madeiras nobres e ossos incrustados.
Casa de Los Azulejos
A “Casa dos Azulejos”, construída no século XVI, surgiu como Palácio dos Condes de Orizaba. O exterior de azulejos azuis e brancos é atribuído a uma reforma conduzida pela quinta Condessa em 1737. Hoje ocupado pela loja e restaurante da Sanborn`s o prédio foi cuidadosamente restaurado, conservando grande parte do interior do mourisco.
Os azulejos que decoram a escadaria principal vão até a altura da cintura. No patamar do primeiro andar há um mural de José Clemente Orozio chamado “Onisciência” pintado em 1925. Os espelhos do andar superior possuem molduras de ouro decoradas com figuras de anjos e querubins.
A Igreja de Sán Francisco fica do outro lado da rua. Ela fazia parte do maior convento da Nova Espanha, construído no lugar do Zoológico do Imperador Asteca Montezuma. Entra-se na Igreja pela Capilla de Balvonera, fora o estilo chunigueresco, a capela não possui nada muito interessante.
Outros lugares para serem visitados:
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Pinacoteca
Virreinal
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Museo
Mural Diego Rivera
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Palácio
de bellas Artes
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Museo
Franz Mayer
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Museo
de La Ciudad de México
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Secretaría
de Educación Pública
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Museo
de Cera e Museo Ripley
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Museo
Nacional de Sán Carlos
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Monumento
a La Revolución
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Museo
Rufino Tamayo
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Museo
de Arte Moderna
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Castello
de Chapultepec
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Bosque
de Chapultepec
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Museo
Nacional de Antropología