O
tempo
As horas vazias
O movimento humano:
os gestos, as
vozes, as expressões
Um
espelho repentino:
o corpo que sonha
O sonho se quebra no espelho inteiro.
O
tempo de novo.
Um homem, do andar
de cima, observa
Observa que
observo?
Presente nos meus
olhos
alguma lucidez,
alguma loucura, coisa alguma?
Um
certo abatimento provoca-me o avesso
Busco atingí-lo,
mas ele desaparece
entre a solidão marmorizada
e a de vidro fumê
Rostos, rostos, rostos
Ai
de mim que amo...
Ai de mim que
sonho...
Ai de mim que
escrevo versos...
Gostou desta página ? Envie
o endereço a seus amigos pelo ICQ Envie este site a um amigo (a) |