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Ficha Geral
M�sica: Leo
Delibes Hist�ria ATO I - A hist�ria se passa em uma pra�a de um pequeno vilarejo europeu h� alguns s�culos atr�s. Uma jovem de nome Copp�lia est� sentada em um balc�o lendo um livro. Swanilda, garota cheia de vida, entra e tenta atrair sua aten��o, mas � em v�o, o que a deixa irritada. Franz, noivo de Swanilda, aparece e manda um beijo para Copp�lia. Ela tamb�m o ignora, continuando a leitura do livro. Swanilda percebe que o namorado anda flertando a outra garota e fica com ci�mes, o que faz Franz ter que assumir novamente que a ama e que ela � �nica para ele. Ainda ciumenta, Swanilda n�o acredita no rapaz e foge dele enquanto um grupo de jovens invade a pra�a. O Burgomestre entra e anuncia que o Capel�o ofereceu um sino � vila, e que haver� uma festa no dia seguinte para celebrar, onde o mesmo ir� presentear todos os casais desejosos em se casar com dotes. Swanilda ignora o fato de poder se casar com Franz. Todos dan�am ao saber da boa not�cia e quando a noite cai retornam a suas casas. Dr. Coppelius, que � o pai de Copp�lia, sai de casa e tranca a porta, mas � interpelido por um grupo de fanfarr�es, que fazem a chave de sua oficina cair no ch�o. Swanilda e suas amigas aparecem e encontram a chave, e curiosas por saber os mist�rios do doutor, entram na oficina. Dr. Coppelius retorna e se assusta ao ver a porta aberta. Franz pega uma escada, na tentativa de ir at� o balc�o de Copp�lia. ATO II - Oficina do Dr. Coppelius. � um lugar cheio de brinquedos parecidos com humanos. As amigas entram e logo percebem isso, e Swanilda v� que Copp�lia tamb�m n�o passa de uma boneca. As mo�as colocam os bonecos em movimento. Entra o Dr. Coppelius, que j� est� furioso, e todas as culpadas fogem, menos Swanilda, que se esconde onde est� Copp�lia. Ao mesmo tempo, o doutor se depara com Franz subindo sua janela. Ele alega amar a linda Copp�lia. Dr. Coppelius por sua vez se aproveita do rapaz para realizar algumas experi�ncias, e o embriaga com vinho, e ele desmaia. Ent�o o doutor vai ver sua boneca favorita, sua obra-prima, que ele queria tanto que fosse viva. S� que no lugar de Copp�lia est� Swanilda, que dan�a para seu senhor. Dr. Coppelius fica fascinado e acredita que sua boneca est� realmente viva. A garota consegue chegar perto de Franz e o acorda, e os dois fogem da casa do fabricante de brinquedo. Procurando a filha, o velho corre ao quarto da boneca e a encontra despida, atr�s da cadeira, completamente sem vida, como sempre. Ele fica muito entristecido e chora muito pela ilus�o. ATO III - � o dia seguinte, o dia da festa. Franz e Swanilda se entendem novamente e ele a pede em casamento, e ela felic�ssima aceita. Foi um lindo dia. Swanilda e suas amigas estavam se casando todas juntas. O Dr. Coppelius compareceu � festa e Swanilda com pena deu o seu dote ao velho para que ele continuasse a fabricar brinquedos. � tarde o novo sino anunciava o casamento, e a festa continuou at� a noite com todos dan�ando alegremente.
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