Fitas de �udio Reflex�es
Sabedoria das Parabolas
Escreva-nos
Deixe o seu Recado !! Homem desorientado
Metamorfose

Huberto Rohden
      Quando um ovinho de borboleta �morre� para seu estado primitivo, n�o morre a vida interna do ovo, morre apenas o inv�lucro externo dele, a fim de possibilitar � vida latente e pequenina uma  expans�o maior e mais bela; quer dizer que a morte do ovinho �, na realidade, uma ressurrei��o, um nascimento para uma via maior. Morre a pequena vida do ovinho para que viver possa a vida maior da lagarta.
Quando semanas mais tarde, a lagarta tamb�m �morre� e se imobiliza no misterioso ata�de da cris�lida ou do casulo, mais uma vez essa pseudomorte preludia uma nova fase de vida, mais ampla e plena que as duas etapas anteriores.
Finalmente, vem a terceira �morte� desse inseto em evolu��o ascensional, e o ocaso dessa terceira fase da vida � a alvorada da vida mais deslumbrante que vai despontar � a borboleta.

Em cada nova metamorfose, o inseto morre com a mesma tranq�ilidade com que nasce e renasce, porque sabe instintivamente que essas vicissitudes de luz e trevas, de movimento e imobilidade, de expans�o e contra��o, s�o necess�rias para atingir a meta final da sua evolu��o.

N�o teme a morte, prel�dio de uma nova vida.
Do livro �O caminho da Felicidade�
Iris Helena Gomes
Voltar a P�gina Inicial
Hosted by www.Geocities.ws

1