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Pr Marcos César |
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Texto: Joel 2:13 Mensagem pregada no dia 25/02/01 Certo pensador disse: “O homem tem veneno dentro dele; a mente é venenosa, lute contra ela.” Em um certo hospital tinha os seguintes dizeres: “Aqui um homem foi picado por um escorpião, foi tratado, curou-se e recebeu alta. Aqui um homem foi picado por uma cobra, foi tratado, curou-se e recebeu alta. Aqui um homem foi mordido por um cachorro louco, foi tratado, curou-se e recebeu alta. Aqui um homem foi mordido por outro homem, está inconsciente e em breve morrerá”
Existe um adágio oriental antigo que diz que: “Todo o mundo é como a aranha que traz sua própria teia internamente. Onde a aranha vai, espalha sua teia ao seu redor, e a tira do seu próprio intestino. E sempre que deseja mudar de lugar, engole a teia de novo e se muda”.
Veja se os seres humanos não são assim, carregam os seus profundos embaraços dentro deles.
Entre tantas áreas que Karl Max errou, eu mostrarei mais uma: Ele disse que a causa existe do lado externo da pessoa. Ela é miserável porque existem causas externas que ciaram a miséria
Ouçam-me: As causas são internas. Externas são apenas as desculpas.
Você poderá mudar o externo, mas nada se alterará se o interno permanecer o mesmo.
Deus disse a Joel: “Rasguem, porém o coração”. O Senhor estava falando de algo no íntimo, na alma.
Abram suas bíblias comigo em Marcos 7.21 ao 23. “Porque de dentro, do coração dos homens, é que procedem os maus desígnios, a prostituição, os furtos, os homicídios, os adultérios, a avareza, as malícias, o dolo, a lascívia, a inveja, a blasfêmia, a soberba, a loucura. Ora, todos estes males vem de dentro e contamina o homem.” Prestem-me a atenção:
Abram suas bíblias em Mateus 23.27. Vamos ver o que Jesus disse aos religiosos da sua época: “Ai de vós, escribas e fariseus hipócritas, porque sois semelhantes aos sepulcros caiados, que, por fora, de mostram belos, mas interiormente estão cheios de ossos de mortos e de toda a imundícia!” É assim que muitos são:
Certo pensador disse: “O homem traz seu céu e seu inferno com ele.” No dia 24 de agosto de 1856, Spurgeon pregava e dizia: “O crente em Jesus não fica possuído por demônios, mas alguns carregam dentro deles vícios demoníacos.” Não esqueçam, Deus disse a Joel: “Rasguem, porém o coração” O Salmo 139 é um clássico da sondagem interna de Deus; e veja o versículo 23 o pedido que o salmista faz a Deus: “Sonda-me, ó Deus, e conhece o meu coração, prova-me e conhece os meus pensamentos;” O salmista faz esse pedido, porque sabe que a mente humana é podre, é pejorativa, é suja, é imoral.
Ouçam-me
Abram suas bíblias em I Coríntios 11.28. Disse o apóstolo Paulo: “Examine-se, pois, o homem a si mesmo...” Conta-se uma certa história: “Há muitos e muitos anos atrás, num certo país, vivia um pintor jovem e famoso. Ele decidiu criar um retrato realmente grandioso, um retrato vivo, repleto da alegria de Deus, o retrato de um homem cujo os olhos irradiassem paz eterna. Assim, saiu em busca de alguém cujo rosto refletisse essa luz eterna. O artista andou de uma aldeia a outra, atravessou selvas, em busca do seu objetivo, até que por fim encontrou um homem de olhos brilhantes, com rosto e feições que continham a promessa de algum lar celestial. Um olhar bastou para convencer o pintor que Deus estava presente naquele jovem. O artista fez o retrato do jovem. Milhões de cópias foram feitas e vendidas por toda parte. O povo sentia imensa gratidão só por poder pendurar a pintura de um jovem refletindo a alegria de Deus. Quase 20 anos depois, quando já estava velho, o artista decidiu pintar um outro retrato. Sua experiência havia lhe mostrado que a vida não é só bondade, que satã também existe no homem descuidado. A idéia de pintar um retrato do diabo persistiu. Realizando o seu propósito, as duas obras se completariam e mostrariam um homem completo. Ele já retratara a divindade; agora queria retratar o mal encarnado. Saiu em busca de um homem que não fosse um homem, mas o próprio diabo. Freqüentou covis de malfeitores, tavernas e hospícios. O tema tinha que conter fogo do inferno; aquele rosto tinha que mostrar tudo o que há de mal feio e sádico. Depois de longa busca, o pintor finalmente encontrou um prisioneiro numa cadeia. O homem havia cometido sete assassinatos e estava sentenciado à forca, daí a poucos dias. O inferno era evidente nos olhos do homem; eles esguichavam ódio. Seu rosto era o mais feio que se poderia encontrar. O pintor começou a pintá-lo. Quando acabou o retrato, trouxe o antigo e colocou ao lado do novo para ver o contraste. Do ponto de vista artístico, era difícil afirmar qual o melhor; ambos eram maravilhosos. Ficou parado, olhando os dois retratos. De repente, ouviu um soluço. Virou-se e encontrou o prisioneiro condenado chorando. O pintor ficou espantado. Perguntou: “Meu amigo, porque estás chorando? Esses quadros o perturbam? O prisioneiro disse: “Tenho tentado todo este tempo esconder uma coisa de você, mas hoje não consigo. Obviamente você não sabe que esse outro retrato também é meu. Os dois são meus. Sou o mesmo jovem que você encontrou há vinte anos atras nas montanhas. Choro pela minha queda nestes últimos vinte anos. Caí do céu para o inferno, de Deus para o demônio.” O maior problema do homem está:
Certo pensador disse: “Na infância, estamos no paraíso, mas conforme vamos crescendo, e nos contaminando com as filosofias da pós-modernidade, aos poucos acabamos no inferno.
Se fôssemos colocados ao avesso:
Deus disse ao profeta Joel: “Rasguem, porém os vossos corações.” Vamos curvar nossas cabeças e orar: “Querido Pai, permita que esta mensagem faça com que reflitamos sobre a nossa vida interna, e assim, queremos ser o retrato do homem que reflita a verdadeira alegria celestial, através de uma fonte que está dentro dos nossos corações.”
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