A Whole New World.

A new fantastic point of you.








- , quem � seu �dolo?
A garota sorriu, e nem parou para pensar um segundo somente. Sua vida mudar� tanto t�o r�pidamente, e parecia que todos seus suportes haviam ca�do sobre seus p�s. Teve que mudar seus h�bitos, seus dias e encotrar um novo suporte. E ela encontrou, por mais incr�vel que pare�a, numa pessoa.
- Voc� sabe muito bem, .
Ela respondeu, ainda sorrindo. Sua melhor amiga estava com ela na sorveteria, tomando um b�sico sorvete de creme.
- Voc� sabe tamb�m que n�o precisa tomar um sorvete podre e ruim tipo o meu por d� de mim, .
As duas riram. deu mais uma colherada na colher, e imitou. Colocou na boca o sorvete horr�vel, e fez uma careta quando comeu, o que fez rir mais.
- Eu gosto de creme, algo contra?
- Nada, amr (: - Ela respondeu.
- Mas � que tipo, eu acho.. Que se ele continuar sendo seu �dolo, voc� poderia tentar falar com ele, n�o?
- Por qu�?
- N�o � �bvio, ?
- Sim, �. Mas n�o precisa; Eu n�o preciso conhecer ele para saber a pessoa maravilhosa que ele �.
- Humm, ok ent�o.
- Voc� � a melhor, .
As duas se abra�aram. Era t�o bom poder contar com uma amiga verdadeira todo o tempo, que te apoiava em tudo, e se sacrificava a comer um sorvete de creme horr�vel somente para poder sentir parte da sua dor. Mal ela sabia que essa amiga faria em breve algo mais com ela. Ultrapassaria os limites de seus sonhos, daria a ela um motivo permanente para ela sorrir sem precisar sentir �nica ali.

acordou na semana seguinte, era um s�bado. N�o tinha sa�do ontem, seu m�dico havia falado que ela n�o estava muito bem e deveria ficar em casa. Era dif�cil ter diabetes assim, e ter que abrir m�o de �timas opurtunidades e festas por causa da doen�a.
Ela se levantou, tomou um banho e colocou sua cal�a jeans favorita, junto se sua camiseta branca com uma estrela vermelha e rosa no meio. Vestiu novamente a pantufa r�dicula e extramente confort�vel e desceu as escadas. Entrou na cozinha e n�o estranhou estar sozinha; Seu pai e sua m�e deveriam ter ido no supermercado, afinal, j� eram onze horas. Seus pais voltaram para casa, e ela passou o resto da tarde mofando. Quando eram 5 horas, seus pais sa�ram e logo em segui, ela ouviu a campainha e foi atender. Era .
- O que veio fazer aqui, toscona?
- Vamos, vamos! J� estamos atrasadas. Voc� tem que se arumar.
- Pra qu�? Bebeu ontem, heim?
ignorou os insultos e perguntas da amiga, e a levou pro quarto. Abriu a porta e percebeu que nada havia mudado desde da �ltima vez que entrara ali. A cama bagun�ada, o arm�rio totalmente arrumado, os sapatos todos organizados e as paredes todas forradas por poster de .
Ela fez vestir uma cal�a jeans mais clara, com pequenos brilhos espalhados, e uma camiseta preta muito bonita que ela havia ganho do seu pai. Ajeitaram o cabelo dela, passaram uma leve e delicada maquiagem, e a campainha tocou.
- , o que � isso? - Ela disse, enquanto descia as escadas.
- , eu vou indo antes que voc� perceba e me bata. Te amo, beijos amiga.
E saiu correndo para a cozinha. Saiu pelas portas dos fundos e logo em seguida a campainha voltou a tocar. olhou pelo olho-m�gico, e viu que era ningu�m mais, ningu�m menos que ! Ela se assustou, e entendendo o que havia feito, abriu a porta.
- Olha, desculpa, n�o precisa..
- Voc� � a ? - Ele disse, dando um sorriso.
- Sou *-* - Ela respondeu, babando e viajando naqueles olhos t�o perfeitos.
- Ent�o, sua amiga me falou sobre voc�. Quer sair comigo?
- Pode ser..
Ela n�o acreditava. Estava est�tica. Ia sair com , seu �dolo! E depois que voltasse, ia espancar at� a morte, claro. Viu que ele sorria para ela e observava seu rosto, e retribui o sorriso muito envergonhada.
- Pode ficar tranquilo. Sou sua f�, mas n�o vou pular em voc� nem pedir uma foto ou um aut�grafo.
- Por que n�o?
- Porque eu n�o preciso disso. Posso te garantir que nunca vou esquecer isso..
Ele deu uma risada espalhafatosa, e verdadeira. Ela riu do jeito dele rir, nunca tinha visto ele rir desse jeito em v�deos nem em shows. Parecia ser mais real, mais gostosa e mais verdadeira. Parecia ser a risada do verdadeiro . N�o do .
- Por que voc� riu? - Ele disse, olhando confuso.
- Desculpa, sua risada � muuuito engra�ada.
- Ningu�m nunca me disse isso.
- Tudo existe uma primeira vez na vida, . - Ela disse, sorrindo.
Eles estavam andando na rua, que estava calma e parada. Ela n�o sabia como, n�o havia f�s ou fot�grafos ali, parecia um sonho. O mais perfeitos de todos, aquele que voc� pensa o dia inteiro para conseguir sonhar t�o bem.
- , faz uma coisa comigo?
- O qu�? - Ela perguntou, assustada.
- Vem aqui.
Ele pegou na m�o dela, e eles subiram no telhado de uma coisa. J� estava escuro, somente os postes e as estralas brilhavam naquela noite densa e perfeita. Ele se sentou, e puxou-a para se sentar do lado dele.
- Qual seu maior sonho? - Ele perguntou, depois de um tempo quietos observando as estrelas.
- Quer mesmo saber?
- Sim.
- � meio infantil,..
- Todos os verdadeiros sonhos s�o infantis. Mas nunca � infantil o suficiente para ser tarde de realiz�-los.
- Ok. Meu sonho � cantar sentada num telhado a m�sica A Whole New World com uma pessoa especial. Igual no filme Aladdin.
Ele sorriu, e deu uma risada pelo nariz. Ficaram mais um tempo em sil�ncio, e ele revelou algo para ela:
- Eu achava que seu sonho seria conhecer algum famoso, ou sabe.. Se livrar da Diabetes..
- N�o. Faz parte da vida entender o porque cada um temos nossos problemas. E para que conhecer algu�m famoso se eu j� tenho tudo que eu quero? Nenhum famoso conseguiria se comparar aos meus melhores amigos.
Ele abaixou a cabe�a, como se tivesse sido ofendido. S� ent�o, ela se lembrou que ele era realmente famoso. Ela havia entrado tanto no mundo dos sonhos que nem se tocou que na sua frente estava um dos integrantes da BoyBand mais famosa, que era at� comparada aos Beatles.
- Por isso j� te considero meu amigo.
Ele ergueu a cabe�a e deu mais um sorriso para ela. Pegou decidido na m�o dela, e disse:
- Ent�o, eu prometi a sua amiga realizar seu sonho.
Ela sorriu, e um sorriso como fazia tempos que ela n�o dava. Ele parecia ser mais perfeito ainda de perto, e ela tinha certeza agora que escolhera o �dolo certo.

I can show you the world, shining, shimmering, splendid.
Tell me princess, now when did you last let your heart decide?
I can open your eyes, take you wonder by wonder,
Over sideways and under, on a magic carpet ride

A whole new world, a new fantastic point of view
No one to tell us no, or where to go, or say we're only dreaming.
A whole new world,
A dazzling place I never knew
But when I'm way up here, it's crystal clear
That now I'm in a whole new world with you.

Unbelievable sights, indescribable feeling
Soaring, tumbling, freewheeling through an endless diamond sky

A whole new world, / Don't you dare close your eyes,
A hundred thousand things to see. / Hold your breath it gets better.
I'm like a shooting star, I've come so far,
I can't go back to where I used to be / A whole new world,
With new horizons to pursue
I'll chase them anywhere, there's time to spare
Let me share this whole new world with you

A whole new world, a new fantastic point of view
No one to tell us no, or where to go, or say we're only dreaming.
A whole new world,
Every turn a surprise,
With new horizons to pursue / every moment red-letter.
I'll chase them anywhere, there's time to spare
anywhere, there's time to spare
Let me share this whole new world with you

A whole new world / A whole new world
That's where we'll be / That's where we'll be
A thrilling chase
A wondrous place
For you and me.


- Obrigada, . - Ela disse, depois de a m�sica ter acabado e o sil�ncio estar contornando eles novamente. - Mas agora tenho que ir.
Ele concordou com a cabe�a e se levantou, ajudando ela a levantar. Levou ela at� em casa, e quando chegaram na porta, ela se virou e recebeu um forte abra�o dele. Retribuiu com a mesma for�a e vontade, e se virou novamente para entrar em casa.
- Me d� seu telefone? - Ele disse, quando ela j� tinha aberto a porta.
- Humm..
- Ah, vamos . Quando foi a �ltima vez que voc� ignorou tudo, e deixou seu cora��o decidir?
- Faz tempo, e posso te garantir que estou bem melhor sem ele querer decidir tudo.
- Mas voc� nunca mais foi t�o feliz como era antes, n�o?
Ela ficou sem resposta. Era verdade; Ela havia se isolado por causa de uma doen�a, estava destruindo a sua vida e suas opurtunidades porque tinha medo do que poderia acontecer. Vendo que ela ficara sem resposta, ele prosseguiu:
- No nosso mundo, n�o importa o que seja, voc� pode deixar ele te controlar.
Magicamente, como se obedecesse h� um pedido de seu cora��o, ela se afastou da porta e se aproximou do garoto. Ele pegou a cintura dela, e lhe deu um selinho. Ela se afastou, na hora, e sussurou:
- Te vejo amanh�.
E saiu andando e entrou em casa. Ele ficou ali, pensando, at� que percebeu que ela n�o lhe dera seu telefone. Colocou as m�os no bolso do seu moletom, e sentiu um papel no casaco direito. Tirou, e viu que tinha o telefone dela. Sorrindo, ele foi andando at� em casa.
Meia hora, estava deitada em sua cama, mal acreditando no que havia acontecido. No fundo, ela somente tinha um novo sonho: N�o ouvir o despertador nunca mais. N�o queria jamais acabar com esse sonho.

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