Esta é uma obra de ficção, qualquer semelhança com fatos reais terá sido mera coincidência.
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Diário do Mundo à parte volta a atacar Agora é que o bicho pega. Uma das prostitutas, a que sai com o padrasto, agora arranjou um cara para fingir que casou e o coitado nem imagina o tamanho dos chifres que tem tomado: P, M, G, GG e Extra large.  Estes dias a mãe da prostituta descobriu que o padrasto come a filha dela. Ah, o circo pegou! Rolou até papo de envenenar comida, faca amolada para cortar pescoços. Um diz que me diz que não tem fim. Até quem não tem nada com isso, sofreu respingo de merda. Casos antigos de sexo animal-bizarro surgiram. Umas certas bezerras, de menos de um mês de nascidas, sendo estupradas pelo tal padrasto, porcas e galinhas perdendo banhas e penas por causa do tarado que não livra a cara de ninguém.

O avô da prostituta é um velho muito engraçado, que vive com uma mulher em forma de barril que assegura literalmente que sua enorme pança provém das inumeráveis caixas de cervejas despejadas pela goela todos os dias. Uma mulher, com um timbre meio marginal, dessas que tem navalha nos olhos. Sabe aquelas que quando você olha viu que fez besteira e trata de disfarçar e atravessa a rua na frente dos carros? É esse tipinho. A primeira esposa desse senhor, é recatada, mora sozinha e espera que um dia o cara volte para casa. Mas como ele vai querer voltar, se o “barril” faz de tudo com ele? A recatada, faz nada não. Então ele fica ao lado da cevada ambulante que ele acha mais negócio. E tem mais, esse velho pagou vinte reais para a amiga da neta, que é a prostituta do bairro, aliás, a amiga também é prostituta, para dar uma trepada com a garota e ainda saiu dizendo que a garota é rasa, que ele não pôde “socar” tudo porque a tal não ia agüentar. Pode uma coisa dessas?

A sarna continua num vai e vem que só. Brigas de casais, garotos metidos a macho dando a bunda com tanto gosto de dar inveja. O cara que come os moleques, acha que não é gay porque come e sai espalhando que fez e desfez no rabo dos moleques. E o engraçado é que as pequenas bibas, são metidas a machos. Vai  você fazer uma brincadeira do tipo, segura minha vara, para ver o que acontece? Ficam revoltados. Imagina se esse cara filmasse esses pequenos boiolas rebolando na vara dele e passasse na sessão martírio da praça principal? Muitas mães iam ficar chocadas. Os pais eu acredito que teriam apenas uma vaga lembrança dos seus passados não muito diferentes e até perdoariam os meninos e alguns até propondo se o comedor não estaria a fim de dar uma trepada com eles também.

Um outro me saiu com uma frase assim: Aí, eu não sou gay não mas o fulano (comedor) é o mais pintoso do local. Dava para sentir uma água na boca.

Passados os traumas e não contando mais desgraças porque o leitor não merece, esses são pequenos cacos SUTIS (?), de uma comunidade pervertida, chegada a uma entrada para o Inferno com passagem só de ida. Isso se o Inferno estiver preparado para tantas loucuras. Pois até mesmo por lá, deve haver um gerente VIP que trava a entrada de certas criaturas. E esse mundo à parte já é um portal para um segundo Inferno, aquele que não precisa identificação para entrar, é só pagar, deixando a honra, a vergonha e o respeito na porta.

Barbaridades assim, acontecem nesse trecho de pequenas ruas que juntadas não têm nem um quilômetro. Mundo à parte, aí vai mais uma história. 1