/ narrando on*
Minha vida anda difícil. Alias, difícil já se tornou apelido, pra ser mais exato. Daqui exatas 3 semanas, é o aniversário da , e eu não a tenho comigo. A exatos 6 dias, eu soube que ela foi seqüestrada. Ninguém ao menos tem idéia de onde ela esteja. A mãe dela anda desesperada pra cima e pra baixo. Meus irmãos têm seguido com a banda esses dias sem mim. A noticia sobre o desaparecimento dela, já se espalhou. Eu? Bom, depois que eu soube que ela desapareceu, eu não me alimento direito, não durmo, não vivo. é a minha vida, e sem ela, nada faz sentido. Desde a última ligação dos seqüestradores, eu não tive mais nenhuma notícia, nada. Eu não consigo pensar em nada que eu possa fazer pra salvá-la. Se ao menos eu soubesse se ela pelo menos esta viva. O Frankie e o Big Rob, são os únicos que ainda não sabem da notícia. Meu irmão ama a , morreria se soubesse. E o Big Rob? Bom, esse foi visitar a mãe uma semana antes de a turnê começar, e só volta amanha. Demos a ele 2 semanas de férias. Ele provavelmente vai louco e procurar uma maneira de salva-la, mas de nada adiantará, não sabemos nada, absolutamente nada, que nos ajude a encontrá-la.
/ narrando off*
/ narrando on* Sofrimento : palavra básica que define tudo o que eu sinto neste momento. Agora imagino um pouco melhor como as pessoas que são seqüestradas, feitas de refém e essas coisas se sentem. A exatos 6 dias, minha vida acabou. Estou presa em um quarto quente e extremamente escuro. Quando a porta do quarto se abre, pra me entregarem comida, meus olhos doem pela claridade pela qual eu sou atingida. Acredito que até já tenham esquecido que eu existo. Os meus seqüestradores? Nem sei por quem eles foram contratados, só sei que eu devo ter algum valor, já que ainda não me mataram. Eles não fizeram mais contato com o depois daquele dia. Eu também não gritei mais por socorro, eu já não possuo forças pra isso. Ainda tenho esperanças de ser salva, mas essas não são grandes. Esperança é sempre a ultima que morre certo? Mas não sei por quanto tempo, a minha vai continuar existindo. Estou aqui, estirada no chão. Com inúmeros machucados. Esse quarto possui inúmeros objetos pontiagudos, e por estar escuro, sempre me machuco. A única hora que eu vejo meu estado é na hora do meu banho. Sempre a noite, quando todos os seqüestradores estão no local, caso eu resolva fugir. Já pensei em fugir, mas eu iria pra onde? Nem sei onde eu estou. E talvez eu demore pra descobrir. Hoje faz uma noite bem fria por aqui, o que é bem raro, acredito eu. Em todos esses dias que eu estive aqui, em todos eles o calor era insuportável. A queda de temperatura hoje foi demais, e eu estava com frio. Por mais horríveis que os meus seqüestradores fossem, eles me deram agasalhos pra eu me proteger. Acho que eu realmente tenho um valor, senão eu talvez eles me deixassem morrer de fome e frio.
terminei meu banho, me agasalhei e fui para o ‘meu quarto’. Tinha acabado de entrar lá, quando ouço o seqüestrador falando: “ta na hora”. mas espera, está na hora do que?
I need to find you. I gotta find you.
Essa dúvida era a única coisa que eu tinha em mente agora. Do que eles estavam falando. Fiquei em silencio por mais alguns instantes, pra ver se eu ouvia algo. Nada. A única coisa que eu ouvi foi uma outra voz dizendo: “amanha”. E o silencio tomar tudo novamente, eles haviam saído.
/ narrando off* {n/a : narradora, uhuuuuul o/. Bom, odeio partes inuteis, entao irei resumir. É, já no começo da fic}
No outro dia, ouviu os seqüestradores ao telefone, mas não sabia com quem eles falavam. De repente a porta se abre, um deles a pega pelo braço a levando para uma salinha e a jogando no sofá {n/a: jogo ela no sofá, ui ;9 táparei}. se recolheu no canto do sofá, por medo, é claro. Logo depois, um outro seqüestrador, lhe entrega um celular.
- atenda. – ele disse levando o celular na direção dela. Com medo,
pega o celular, e atende com a voz bem tremula.
- a-a-alô?
- ? E você amor ?
- . Sim, sou eu.
- como é bom ouvir sua voz.
- é muito bom..- quando ela ia terminar, um dos seqüestradores pega o celular da mão dela. E fala com .
- viu?! Ela esta viva, como eu te disse. Agora temos que acertar algumas coisas, caso você ainda a queira de volta.
- anda, diga. O que você quer?
Ele lhe propôs um acordo {n/a: não tive criatividade pra criar algo decente} estava sem muita escolha, e aceitou. fora colocado no quarto novamente, e vai para o quarto. O dia passa lentamente para ambos. Até Big Rob chegar..
If you thought I would wait for you.. you thought wrong.
Era fim de tarde, a noite já começava a cair. Ninguém dentro da casa {n/a: lê-se mansão} dos Jonas, incluindo as meninas, tinha vontade de fazer algo desde o seqüestro de . Era uma situação desesperadora pra toda a família e amigos da garota. Ninguém tinha noção do que poderia ser feito para ajudá-la. encontrava-se sentado em sua escrivaninha, chorando novamente. Com enormes olheiras, pelas noites de sono mal dormidas, e bem abatido. Ele ouve um carro estacionando em frente a sua casa, mas não se importa. Logo depois, ouve a porta de sua casa se abrindo e algumas pessoas conversando. Não havia o porque se importar, não era a sua . {n/a: ‘sua mariana’ na hora que eu escrevi isso, aaaaaaa *-* imagina isso? Nicholas, eu sou sua, relaxa. HASIASHJAS taparei}.Continuou ali, chorando, até a porta se abrir, era Big Rob.
- , você é burro ou o que?- ele disse sério.
- Big Rob eu.. hã do que você está falando?- responde assutado. Nao sabia do que se tratava.
- O GPS SUA ANTA PATAGÔNICA! Como você pode esquecer isso?- foi então que se tocou do que se tratava.
- como eu pude ser tão burro? Meu Deus, ela podia estar aqui já, mas não, eu tive que ser burro e esquecer.
- não adianta se martirizar agora. Precisamos ir a Paris agora, naquela empresa. {n/a: é, se você tem a mente lenta e não se tocou, a turnê já acabou, eles já estão em Nova Jersey, mas vão para a lindíssima Paris novamente.} No mesmo instante, corre até o closet, pega uma pequena mala de mão, coloca algumas peças de roupa dentro, e desce correndo até a sala onde a família estava. Big Rob já se encontrava lá, e já tinha comunicado aos pais de que eles sairiam e tudo mais {n/a: preguiça me domina, bjs}. Foram até o aeroporto, o jatinho já os esperada {n/a:ser rico é outra coisa né?! Pois é, sempre quando o patrão do meu pai quer, ele vai pro aeroporto e já tem um maldito jatinho pra ele lá ¬¬’ mais continuando..}Após algumas horas de viagem, chegaram a Paris e encontraram o inesperado..
~
A tal loja, onde eles teriam instalado o GPS no colar entregue a , estava fechada, ou melhor, lacrada {n/a: ta ligado quando fica aquelas coisas amarelas de lacre de filme americano, tipo uma faixa esticada e tudo mais? Imagina isso. Se não sabe o que é, não imagine. HASSHAJK}. , é claro, entrou em pânico. Aproximou-se de um dos vidros da loja, e nada via. Começou a bater constantemente no vidro em busca de uma única alma viva ali dentro pra ajudá-lo, e nada. Algumas lágrimas começaram a cair lentamente pelo seu rosto, mas ele não desistia. Big Rob se aproximou dele, e o tirou dali. O levou para um parque ali perto. ainda estava incrédulo com tudo aquilo. Não acreditava que a única chance de salvar , tinha ido água a baixo. No parque..
- e agora big? Como eu vou encontrar a sem aquela loja de GPS? Não podiam tê-la lacrado depois de eu encontrá-la?
- eu nem sei o que te dizer .
- Mas eu sei. – um estranho aparece dizendo.
- e quem seria o senhor? - diz sério.
- meu nome é Edward, eu trabalhava lá. {n/a: criativa com o nome, bjs}
- e porque ela foi fechada? Eu preciso que abram dinovo, minha namorada foi seqüestrada, e o colar que eu dei pra ela tem o GPS da sua loja e..- é interrompido pelo homem que diz.
- sinto lhe dizer que não podemos mais abrir o negocio.
- não tem jeito big, eu perdi a .- diz deixando uma lagrima escorrer pelo rosto relativamente abatido desde o seqüestro.
- mas eu posso te ajudar- Edward diz fazendo levantar a cabeça no mesmo segundo.
- como?- Big Rob pergunta.
- eu tenho os aparelhos da loja em minha casa, talvez nós consigamos encontrá-la. Venham comigo.
- ok
Eles vão até a casa de Edward, que não era longe dali. Uma casa bem simples por sinal, num beco escuro e sombrio. Um lugar nada típico da bela Paris bem iluminada. Entram na casa, Edward acende as luzes, e começa o seu trabalho. Ele faz algumas perguntas a , que as responde com um certo nervosismo, se aquilo daria certo. A tensão no ar era eminente naquele enorme silencio que só era quebrado pela respiração e pelos dedos de Edward batendo num teclado ali existente. Até que esse silencio é quebrado quando Edward diz:
I wish that I could take it all away, and be the one who catches all your tears.
- , sinto lhe dizer que.. eu a encontrei.
- eu entendo que você fez tudo o que pode e.. VOCE A ENCONTROU?- responde espantado, demorou pra cair a ficha. Edward não se conteve, e riu. – e onde ela esta?
- na índia, uma cidade próxima a Dubai.
- OQUE? Quem a levaria pra lá? Pois não importa, preciso ir salvá-la. Você tem a localização exata dela?
- tenho. Ela esta numa pequena parte numa área abandonada. Numa casa antiga. Esse é o endereço. {n/a: imaginem um endereço porque eu nunca fui pra nenhuma cidade próxima a Dubai pra saber um endereço de uma rua abandonada com uma casa velha. HASJIASHJASK}- Edward lhe entrega um papel com o endereço exato do local onde estava, e lhe da seu telefone, caso acontecesse algo. agradece e sai. Ele não tinha idéia do que fazer, mas ao menos sabia onde ela estava. era americana, então o caso teria de ser da policia americana. Eles voltam, acionam o FBI {n/a: sempre sonhei com o FBI *-* taparei} e fretam um avião para ir até lá. Desembarcam em Dubai {n/a: sei lá se lá tem aeroporto, mas na fic tem, bjs} e seguiram em direção ao local onde supostamente estava. Era difícil ter certeza, podia ser só o colar dela.
Cercaram a casa, ficaram escondidos por inúmeros locais. Atiradores de elite estavam posicionados em pontos estratégicos, não havia como escapar. estava um pouco atrás, em uma área mais segura. Era a hora de invadir.
~ Um dos chefes ali presentes da o sinal, e 4 homens seguem em direção a porta e a arrombam. {n/a: não é fic hot, bjs}
- VAI VAI VAI {n/a: sempre imaginei isso *-* ta, continuando..}
Eles entram, e ali se encontravam três seqüestradores. Logo depois desses 4 entrarem, mas 3 entram. Eles prendem os três, que tentam resistir mas são presos. Ali existiam uma área aberta, com sala e uma pequena cozinha, e duas portas. Abrem a primeira, que era o banheiro. Vão em direção a segunda, e antes de abrirem, ouvem o gemido de alguém. E logo em seguida uma voz dizendo:
- eu sei que vocês estão ai, mas vocês não a terão de volta, eu irei matar a .
a porta então é aberta lentamente, e os agentes do FBI vêem uma cena inesperada: em uma cadeira e o seqüestrador atrás, com uma arma apontada para sua cabeça. Ela chorava, descontroladamente. Medo é claro. Chorava, mas em silencio. O medo de morrer a dominava.
- calma, solte-a e nós entraremos em um acordo. – um dos agentes lhe disse.
- não terá acordo, fui pago para a manter aqui e só ser tirada morta, e é o que farei.- o seqüestrador dizia descontrolado.
- você esta cercado em todos os cantos, não piore a situação. Solte-a.- o agente insistia. estava ali sentada, estática.
- e se eu não quiser? Bom, ao menos eu posso fazê-la sofrer antes de matá-la. E se eu atirar aqui- ele colocou a arma em cima da coxa dela.- ou talvez aqui- direcionou a arma para a barriga dela- alias, acho que uma morte direta seria melhor. E se eu atirar, aqui? – ele apontou a arma para a cabeça dela novamente, e fez menção de atirar. Todos os agentes se assustaram. Ele começou a rir, gargalhar da situação.
estava impaciente do lado de fora, todos os mandavam esperar, mas a situação era desesperadora. Ele ouviu a gargalhada, e não se conteve, correu, entrou na casa, e gritou:
- SOLTE-A
- aah, o famosinho chegou, finalmente.- o seqüestrador disse.
- solte-a. fique comigo, mas a deixe ir.
- hum, uma proposta e tanto, mas.. NÃO.- ele disse, voltando a gargalhar.
- , saia por favor. É perigoso. – um dos agentes disse tentando numa tentativa frustrada de tirá-lo dali. Ele resistiu, e continuou. O seqüestrador hesitou atirar novamente, e voltou a gargalhar pelo desespero de .
- chega de palhaçada, vamos acabar logo com isso- o seqüestrador disse, apertando o gatilho. {n/a: ta ligada aquelas armas que as balas ficam num treco redondo que vai rodando? Tipo essa. então, é dessa} a arma não estava toda cheia de balas, e logo que ele apertou, um dos lugares vazios, foi disparado, não acontecendo nada. – que DROGA ! vamos tentar dinovo
Quando ele ia novamente tentar atirar na cabeça de , um dos atiradores de elite resolve atirar na lateral do corpo dele, o fazendo cair, e permitindo os agentes prende-lo e salvar . Sem tempo de nada, eles a soltam dali e no mesmo instante, corre para os braços de . Ambos choravam descontroladamente. Ela o abraçava forte, em busca de proteção, enquanto ele retribuía e afagava seus cabelos para acalmá-la.
- você ta bem amor?- ele perguntou, afastando-se um pouco a fim de ver o rosto dela que estava apoiado em seu peito.
- estou sim, obrigada.- ela disse, selando os lábios dele. – mas como me achou?
- seu colar. Instalei um GPS pra você nunca fugir de mim- ele disse, e ela sorriu. – viu?! Ao menos um sorriso de você eu consegui tirar.
- bobo.
- vem, vamos embora.
eles seguiram até um carro, que os levou ao aeroporto, iriam embarcar diretamente para os estados unidos novamente. Durante todo o caminho dentro do avião, eles descansaram, conversaram, e aproveitaram os momentos um com o outro. O pesadelo, tinha chego ao fim.
Restart !
A volta foi normal e sem nada que pudesse atrapalhar. Assim que chegaram, todos comemoram pela volta da garota. Talvez esse pudesse ser o fim de todos os problemas desse lugar, e com a volta dela, nada poderia impedir a felicidade de ninguém. Enganam-se aqueles que pensam que ao fim de um enorme pesadelo, a vida volta como se nada tivesse acontecido e que dali em diante nada te impediria de ser feliz. Os dias se passaram devagar, e a cada dia, eles pensavam mais e mais, que seriam felizes pra sempre e que nada os separaria. e , mesmo que escondidos, estavam mais juntos do que nunca. Estavam já decididos a assumir tudo em público, e serem felizes sem se esconderem, e lutarem pra continuarem juntos. O medo da reprovação da mãe de os dominada, mas eles estariam juntos, e era isso que realmente importava. Dias depois do pesadelo, em uma linda tarde ensolarada, enquanto e estavam a beira da piscina com , , e ..
- , será que eu posso falar com você? - perguntou receoso.
- claro.- a garota respondeu sorrindo. Ambos saíram de perto dos outros, sentando em baixo de uma enorme sombra formada por uma arvore, no imenso quintal dos Jonas.
- , eu fiz uma coisa muito feia.- disse já escondendo o rosto.
- como assim? , você esta me assustando.
- primeiro: promete pra mim que acima de tudo você vai ficar do meu lado sempre, e que não vai contar pra ninguém sobre isso. Promete?
- ta, eu prometo.
- você não ta prometendo com vontade.
- para de fogo . Até parece que não me conhece.
- ta. É que..
- não me enrola.
- eu trai a , . - disse colocando as maos no rosto, e abaixando a cabeça.
- VOCE OQUE ? como você pode ?
- , a nossa relação não anda muito bem, e aconteceu..
- quando foi isso?
- um dia depois de você voltar.
- ela sabe?
- NÃO! E nem vai saber.
- , ela tem o direito de saber e..
- você prometeu
- eu não vou contar.- dizia quando a interrompe dizendo.
- ufa, que bom.. – ela o interrompe também.
- você vai contar.
- você bebeu ? Eu não posso fazer isso.
- ela merece saber. Ela não pode continuar sendo enganada.
- eu não vou contar.
- e você vai continuar com essa mentira? Até quando?
- vou terminar com ela.
O silêncio tomou conta do local por alguns instantes. ainda estava incrédula do que ouvira. Não queria acreditar no que o seu melhor amigo, fez com a sua melhor amiga. Não queria acreditar que um namoro de tanto tempo, acabaria assim.
- ? - dizia quebrando o longo silencio que havia formado ali.
- vem , vamos voltar pra lá.
Seguiram pra piscina novamente. Logo que chegaram, a cara de ambos era eminente de que algo havia acontecido. Todos perguntaram, e foi em vão. Ambos permaneceram quietos, preocupando todos que estavam ali. não parava de pensar o que havia acontecido de tão sério naquela conversa, pra fazer ficar tão quieta. Logo a garota que era tão alegre. Resolveu não insistir, e conversar com ela depois. Ficaram mais um tempo na piscina, e depois de algum tempo conversando, decidiram fazer um dos enormes e famosos
N/a: uau, que saudade dessa fic :* pois é, eu morri de saudade de escreve-lá e ela vai voltar firme e forte a partir de agora. espero que ainda tenha gente que leia :* agradeço a todas as meninas que ficaram no meu pé pra eu voltar com ela, não sei se eu voltaria tão cedo se não fosse por vocês, de verdade. desculpa a demora, prometo 'tentar' fazer a fic valer a pena pra vocês lerem. meu muito obrigada, de verdade.
AAAAAAAAH, vocês tem uma autora muito legal, e que não esta numa fase muita boa ultimamente sabe!? então não liguem pra posts fofos, cheios de clichês e tudo mais. momento emo me ataca, bjs. UIASHUIASHUIASSUA táparei.
passem no tópico pra dizer o que acharam eeeee.. até o próximo post-q