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Colocado dia 26/11/2008

Dreams will come true
Dreams Will Come True

Num mundo como o de hoje, as vezes parece que nossos sonhos nunca se tornar�o realidade, e nos fazem desistir, sem ao menos tentar, pelo simples medo de persistir, de acreditar..
Cap�tulo 1: De volta pra onde eu quero estar.

�N�o aguento mais viver nessa ilus�o de um dia voltar a ver o Nick, o Joe, o Kevin, a e a . Hong Kong foi a pior coisa que podia ter acontecido na minha vida. Ser� que se eu tivesse chorado mais, implorado mais, minha m�e tivesse permitido eu ficar l� perto deles e em especial, dele? Eu sei, a s�culos n�o o vejo. Mais desde que eu sai de l�, ele � a �nica pessoa que nunca saiu da minha cabe�a. Nunca me apaixonei por outro. J� faz 3 anos. Logo logo eu vou fazer 16 anos, (/*siim, nessa fic voc� ainda tem 15 anos, porque ai encaixa direitinho com qualquer um dos 3 gatininhosdeliciasgostososmaravilhososetudomais Jonas *-*) e mais um anivers�rio sem os meus 5 imprest�veis. A tempos n�o tenho noticias deles. S� dos Jonas eu sei algumas coisas, porque fofoca � o que n�o falta, agora que eles s�o famosos ent�o.. N�o vou mais me lamentar, vou sair um pouco com a Luly, quem sabe eu n�o esque�o deles um pouco, como eles esqueceram de mim :/... �

/ Narra��o em terceira pessoa.

� uma menina de 15 anos, pr�ximo dos seus 16 que mora em Hong Kong{/como se voc�s j� n�o tivessem reparado, lol}. Nasceu e viveu at� os 13 em Nova Jersey, e uma semana ap�s seu anivers�rio, ela se mudou pra Hong Kong, devido o trabalho da m�e. Deixando aqueles amigos com quem ela cresceu pra tr�s, ela nunca teve uma vida, digamos que feliz, em Hong Kong, e , sua m�e, sabia disso. era apaixonada por um garoto desde um pouco antes de sair de Nova Jersey. Mas isso � uma longa hist�ria, que eu n�o quero contar agora :F aduhdauihduiad /momento narradora do mal on* HUAHUAHUA /momento narradora do mal off*
ta, parei. estava terminando de se arrumar pra ir ao shopping com Luly, quando sua m�e bate na porta e diz:

- filha, chegou um envelope pra voc�.
- envelope m�e? De quem?
- ta escrito aqui na frente: �Dif�cil n�o lembrar, de quem nunca se esqueceu..� ah , abre e l� que eu tenho mais o que fazer.
- ta bom ��� � a menina pega o envelope, sua m�e sai do quarto, ela fecha a porta, e o abre com cuidado. Ao abrir o envelope, se depara com 5 pap�is dobrados. Ela abre o primeiro, que era de e come�a a ler {se n�o quiser ler as cartas in�teis, n�o precisa, mais eu quis por :}:

, que saudades de voc� amiga. Desde que voc� se mudou, a gente nem tem se falado tanto.
Sinto muito a sua falta, das nossas conversas, das nossas bobagens, das nossas fotos idiotas, das idas ao shopping, de entrar nas lojas de roupas, colocar as mais bregas, e depois de experimentar a loja toda, ir embora sem comprar nada, dos trotes, das se��es pipoca, dos nossos acampamentos e de tudo aquilo que a gente fazia.
Nada mais foi igual desde que voc� se foi.
Tem dias que eu acordo, e at� me esque�o que agora voc� mora do outro lado do mundo.
Desculpa ficar por tanto tempo sem te dar not�cias, mais � que eu tenho andada muito ocupada, mais saiba que eu nunca me esqueci de ti, amiga.
O tempo passou, mais voc� NUNCA vai deixar de ser a melhor amiga que eu j� tive em minha vida toda.
Me liga quando der, apesar do fuso hor�rio nos atrapalhar.
Como as liga��es s�o car�ssimas, e eu precisava fazer voc� saber que eu nunca te esqueci, eu resolvi escrever essa carta, e voc� concerteza viu que tem mais 4 no envelope.
N�s nunca mais te vimos no IM, pra conversar e atualizar os papos, maldito fuso hor�rio ���
agora vou te atualizar das coisas amiga :D
eu to namorando *_* com direito a anel de compromisso e tudo gatinha. N�o tem id�ia de com quem seja.
IMAGINOU? Com certeza n�o. ASUIHSAUISAUH
com o *_* juro, ele � o amor da minha vida.
boom, depois eu explico melhor, sen�o eu vou escrever um livro pra voc�.
tomara que voc� tenha lido minha carta primeiro, pra o n�o contar antes que eu. ASUIHASUIUIAS
Eu te amo pra sempre minha melhor amiga, que voc� nunca se esque�a de mim, como eu n�o me esqueci de voc�.

Beijos,


Quando a garota terminou de ler a primeira carta, estava chorando muito. Fechou a carta, e abriu a segunda.

�SUA MONGA, que saudades de voc�. �, falando assim voc� j� sabe quem �. Sauhsuishauhasuias
Tanta coisa aconteceu desde que voc� se foi.
A t� namorando a 7 meses j�, mais ela vai conta na carta dela, concerteza. E o namorado dela vai repitir ���
E EU ESTOU APAIXONADA AMIGA *-*
Se voc� adivinhar, te dou uma bala. UASIHISUSHAHUIASAS
ta ta, ainda � pelo , concerteza voce pensou nele.
Ele se declarou pra mim a mais ou menos 1 m�s e meio atr�s, dizendo que me ama desde antes de voc� ir embora.
Quase morri sabendo disso, OBVIO ! mais agora to bem, a gente ta ficando, mais escondido, obvio.
enquanto n�o formos namorados, n�o vamos assumir publicamente nada, porque eles s�o famosos agora, ai j� viu.
Eu sei que eu sou p�ssima pra escrever as coisas, j� deu pra notar, ent�o quando der, LIGA PRA GENTE !
Vou iindo, tenho que ir entregar a carta pra por no envelope que voc� acabou de abrir logo, porque eu so uma tchonga e nunca me preparo pras coisas como aquele povo.

Beij�o minha gatinha liinda, te amo.


A menina desembestou ainda mais a chorar, e ficou com medo das pr�ximas 3 que ainda tinha pra ler, seu cora��o n�o iria ag�entar. E ela, que pensava que tinham lhe esquecido, descobre a real. Como iriam de te ligar com esse fuso hor�rio? E as liga��es que eram car�ssimas? E tinha se esquecido que seus amigos s�o famosos? Tinham muita coisa pra fazer. Realmente, tinha se arrependido de tudo o que havia escrito um pouco antes. Eles n�o haviam lhe esquecido, s� era complicado ela morar em Hong Kong. Criou coragem, e abriu a terceira carta. Era de .

�AAI PEQUENA, que saudades :/ Fico muito dif�cil sem voc� aqui.
Queria tanto que voc� visse nossos shows, como nossa vida mudou, e como a gente ta feliz com a banda, as f�s, e com todas essas mudan�as.
Vida de artista � complicada, mais � foda ser celebridade 8)
Brincadeira baixinha, a gente n�o faz nada, nem peidar pode, que eles anunciam ���
boom, mais eu n�o to aqui pra escrever disso.
To com muita saudade, muita mesma.
As vezes eu n�o tenho com quem conversar, porque A SENHORITA EST� EM HONG KONG, mais beleza.
Quando der, nos d� noticia, se � que voc� ainda lembra da gente.
vou inda minha pequena, tenho que dar uma entrevista.

Te amo pra sempre minha querida,


Ela ent�o pega a pr�xima carta, que era de .

�E ai gata?!
n�o podia deixar de te escrever neh?!
vou ser sincero, voc� me faz uma falta IMENSA gatinha.
eu ainda tenho esses 4 inuteis, mais nenhum � comparado a voc�.
Tem dias que eu preciso falar com algu�m, e ai eu lembro que eu n�o te tenho mais por perto.
Juro, ainda te trago divolta pra c�.
agora eu quero te contar umas coisas, caso voc� queira saber :D
Primeiro: to namorando com a ! ela � perfeita ! caso voc� tenha lido a dela primeiro, n�o liga pra esse detalhe repetido.
Segundo: o e a t�o meio �juntos� e se eles j� contaram, n�o liga pra esse detalhe tamb�m.
Terceiro: Desde que voc� se foi, algu�m em especial mudou muito, mas isso eu prefiro n�o te falar, voc� vai descobrir um dia.
To indo gata. Beijos do cara mais lindo da tua vida, e concerteza o amigo que mais te ama,


Ela continua enxugando as l�grimas, e ent�o abre a ultima carta. {essa vale a pena ler, acho}

� Ai meu amor, que saudades de voc�. Tem sido t�o dif�cil sem voc� aqui perto de mim. Ainda vou acordar desse pesadelo, com voc� ao lado da minha cama, me dizendo que foi tudo um sonho, e ai eu vou te abra�ar muito forte, e te dizer o que eu n�o disse antes de voc� ir embora. Desde que voc� foi pro outro lado do mundo, nada faz sentido na minha vida sabe?! Acho que voc� ter ido, me fez ver tudo o que se passa dentro do meu cora��o. Me fez ver como voc� � especial, e como � imposs�vel ser feliz com voc� t�o longe. Voc� sempre, de n�s 6, foi a mais especial pra mim. A que podia ser um dia chuvoso, trancado dentro de alguma casa, voc� CONSEGUIA fazer todos se divertirem, de algum jeito. Realmente, nunca fiquei com t�dio, com voc� por perto. Sinto falta daquela amiga pra quem eu contava tudo, e todos os podres dos meus irm�os. Aquela que sempre inventava um acampamento no quintal da casa dela, pra a gente ficar uma noite toda tendo conversas idiotas, e dormir muito mal. Asuihsuihsaas Saudades daquela com aquele sorriso t�o lindo, com aquela carinha de emburrada t�o fofa, com aqueles olhos t�o brilhantes, que eu nunca vi igual. E olha que depois que eu virei famoso, eu vejo tanta menina, com a esperan�a de te ver em meio de tantas, e poder te abra�ar bem forte e te dizer tudo o que eu n�o te disse. Minha vida perdeu o sentido total. E eu nem sei bem ao certo o porque de tudo isso. S� sei que sem voc�, nada � igual. Quando n�s sa�mos, os 5, n�o tem assunto, nem risadas, NADA*. Nossos papos s�o sempre a banda, ou voc�. Penso em voc� a cada dia, a cada momento, em como voc� deve estar mais linda do que sempre foi. Ainda vou te encontrar, sei disso. E sei tamb�m que nada vai ter mudado entre n�s. Seremos sempre os 6.
Nessa vida, ei de achar pessoas de todos os tipos, mas ningu�m comparado a voc�.
Vou indo meu amor, n�o esquece de mim, do mesmo jeito que eu nunca te esqueci.

Eu te amo tanto, e pra sempre. J� sabe, we�re inseparable.


/pensamento de oon*

Como ele pode fazer isso comigo, como? Eu amo tanto ele, mais n�o � como amiga, nem como Irma. � diferente, eu sei disso. � s� nele em quem eu penso dia e noite, desde que eu me mudei. Eu durmo chorando e acordo sorrindo, por sonhar com ele. Ele � tudo o que eu quero, tudo o que eu preciso. E eu concerteza n�o passo de uma mera amiga, pra quem ele sente falta de contar as coisas. Concerteza ele quer contar das namoradas, e tudo mais. Vou parar de pensar nele, e vou descer que minha m�e ta me chamando.

/pensamento de off*

A menina vai at� o banheiro, lava o rosto e desce ver o que sua m�e quer.
- fala m�e- diz com as l�grimas ainda escorrendo pelo rosto.
-o que tinha no envelope? � a m�e pergunta assustada.
-5 cartas dos meus 5 melhores amigos. As 5 melhores pessoas que eu j� conheci em minha vida, e deixei pra tr�s pra vir pra c�. E mesmo durante esses quase 3 anos, n�o se esqueceram de mim, e ta tudo provado naquelas 5 cartas. Mas de que adianta essas cartas se eu n�o os tenho aqui comigo? � dizia a menina com as lagrimas escorrendo cada vez mais por seu rosto com uma express�o triste.
-por enquanto minha filha, por enquanto..
- n�o to entendendo m�e.
- voc� quer mesmo voltar? Tem certeza de que � isso que voc� quer?
-eu nunca quis tanto algo assim na minha vida. Mais porque a pergunta m�e?
-logo voc� vai saber minha filha, logo logo..


Cap�tulo 2: I know, we�re inseparable.


Sem entender ao menos uma palavra do que a m�e queria dizer, ela foi para o shopping encontrar Luly. Elas conversaram muito, e contou a Luly sobre as cartas, sobre o fato de seus amigos serem a banda que elas mais amavam no mundo e tudo mais. No inicio, Luly ficou chateada de esconder tudo, mais ela entendeu o porque depois. Elas foram fazer umas comprinhas b�sicas, passam no mc, depois foram ao cinema ver High School Musical 3 {/j� sei que s� lan�a dia 24 de outubro, mais queria isso na historia :F}. E logo depois do filme, se despede de Luly e vai pra casa.
Chegando l�, sua m�e esta de um lado para outro no telefone, ent�o ela sobe para seu quarto pra entrar em seu IM. Ao entrar se depara com muitos contatos online, muitos do Brasil, e algumas pessoas em especiais vindo falar com ela no mesmo momento. Abrem-se 3 janelinhas. Uma de e , pois o casalzinho resolveu passer a tarde junto; outra de e , que tamb�m resolveram passar a tarde junto, e a ultima, de .

: oi beest, ooi gatinha [ aqui]
: oooii best, ooi gato. Asuihsuisas que saudades meus amores.
: tamb�m estamos com saudades. Recebeu as cartas?
: chegaram hoje, ameei *__*
: , n�s somos seus melhores amigos ainda nao somos?
: OBVIO! Porque?
: conta pra gente o que o escreveu na carta? Ele fico horas tentando te escrever algo, se preocupando se voc� ia gostar, e n�o quis mostrar pra gente :�(
: �e? *-* que liindo. Boom, entao eu nao posso contar :F sauhsauiashasiuas morram de curiosidade.
: maldita ��� vamos indo, beijos gatinha, te amamos.
: beijo bests :D

/ oooooutra janela
: SUA MOONGA !
: PEQUENA :D
: nossa, os casaizinhos resolveram se reunir hoje pra falar comigo?
: aduihdaiuduad j� vi que j� leu nossas cartas...
: �, j� *-* chegaram hoje de manha. Muito lindas. Seus malditos, chorei pra caralho. Jurava* que tinham me esquecido.
: NUNCA* entendeu?! Mais me diz uma coisa, que tanto que o escreveu pra voc� hein?!
: eita porra, voces tamb�m?! N�o conto, carta pra mim. MORRAM DE INVEJA :F
: sua corna. tamo saindo, vamo no cinema :D Amamos voc�, beij�o.
: aamo voces :D

/ na ultima janela�
: amoor, que saudades de voce. As cartas j� chegaram?
: chegaram hoje meu amor. Chorei muito quando eu li.
: gostou mesmo amor?
: e TINHA como nao gostar?
: voce nao muda :D n�o tem no�ao da falta que me faz todos os dias..
: voce ainda tem esses outros 4 e eu? Que vim sem ningu�m? :�(
: vou te buscar um dia, me aguarde.
: eu sei que vai :D mais eu tenho esperan�a de voltar antes disso :/
: vai voltar meu amor, sei que vai. Mais e ai, como anda a vida por ai? Ta com quem agora?
: com NINGUEM :) yuaasihasasuias eu fiquei com um menino o outro aqui, mais nenhum que mexesse comigo. E voc�? Aposto que ta namorando, ou ficando com algu�m. Vi muita foto de voc� por aqui, e pra ser sincera, voc� ta cada dia mais lindo :x
: aduihduiuhadaduida � uma tonta mesmo. N�o, s� cheguei a ficar uma semana com uma menina, mais ningu�m depois. Meu cora��o tem dona a muito tempo..
: aaaaaah -(como ele pode me dizer isso? Eu amo ele. Amo mesmo, n�o to assim por uma paixonite minha, se isso n�o � amor, o que h� de ser? Vou parar de pensar nele como o meu amor, vou pensar s� como amigo, pelo menos tentar.) come�a a limpar as l�grimas e continua digitando.- e quem seria essa que o senhor n�o me contou na carta?
: te prometo, logo mais voc� vai saber.
: AT� VOCE? Minha mae disse o mesmo agora pouco. , vou indo. Ta tarde :/ amanha se der a gente conversa. Beeijos meu lindo.
: Beijos meu amor, eu te amo. N�o se esquece..
E MANDAM NA MESMA HORA
: I know, we�re inseparable s2
: I know, we�re inseparable (LL)

ent�o sai do IM, e fica um tempo pensando, sobre todo esse suspense de todos ultimamente, mais o cansa�o era enorme, e ela acaba pegando no sono.


Cap�tulo 3: Cora��o, corpo e alma n�o ag�entam..


No outro dia, acorda, faz sua higiene matinal, troca de roupa e desce tomar seu caf� da manha. Depois vai pra sala, liga a TV e procura algo interessante pra assistir. Come�a a passar os canais quando de repente, v� uma not�cia sobre os Jonas e resolve deixar naquele canal. A rep�rter come�a a falar:
�Os irm�os sensa��o do momento anunciaram que ir�o tirar longas f�rias que come�aram daqui uma semana, quando a turn� deles acabar.. Angelina..�

Ela � interrompida pelo telefone. Atende, era sua m�e.
- al�?
- oi filha, preciso te falar uma coisa. � urgente, ent�o faz assim, toma banho, e fica ai pronta pra na hora do almo�o a gente conversar. Dessa vez a coisa � s�ria.
- que que aconteceu m�e?
- quando eu chegar, eu explico. Daqui meia hora eu chego. Beijos querida.
- ta, beij�o mae.
desliga o telefone, deliga a tv e vai tomar banho para esperar a noticia da m�e. Ela termina o banho, coloca um short branco, uma batinha rosa, uma rasteirinha branca, e uma tiara branca com detalhes pratas e desce esperar a m�e. Quando termina de descer as escadas, a m�e entra pela porta da casa, deixando as coisas em cima do sof�.
- m�e, fala antes que eu morra.
-n�svamosvoltarpranovajerseydaqui2dias.
-repete na minha l�ngua m�e.
N�S VAMOS VOLTAR PRA NOVA JERSEY DAQUI 2 DIAS !
-OQEEEEEEEEEEEE? TA DE BRINCADEIRA NEH MAE?!
- n�o. Ent�o sugiro que voc� v� ao shopping comprar roupa pra levar pra l� ainda hoje, e comece a arrumar suas coisas porque eu j� to organizando nossos documentos..
- mas m�e- a interrompe dizendo- voc� ama esse lugar, sempre foi seu sonho trabalhar nessa empresa, o que te deu?
- filha, primeiro de tudo, o que me importa � sua felicidade, e eu sei que voc� n�o � feliz aqui. E outra, eu consegui fazer eles abrirem a empresa l� pertinho de casa, ent�o pedi transfer�ncia. Claro que as vezes eu venho pra c�, mais ai voc� fica uns dias sozinha.
- aaai m�e, te amo. To indo pro shopping *__* beijos,meliga.

Ao chegar no shopping, come�a a entrar em todas as lojas, liga pra Luly, que vai ao encontro dela no shopping e conta tudo pra amiga, e come�am as compras. depois vai pra casa e come�a a arrumar as coisas. Afinal, ela s� teria mais um dia em Hong Kong, pois faria um v�o noturno para os EUA. Ela passa o dia arrumando tudo, toda animada. No fim do diia, vai para o aeroporto. Luly estava l� pra se despedir da amiga, e diz que quando terminasse as aulas, iria pra l�, mesmo que demorasse meses pra isso ainda. Ela embarca, e o resto dos m�veis e essas coisas iriam depois. Ap�s uma longa viajem no avi�o, ela chega finalmente aonde queria estar, em Nova Jersey. Arruma as coisas na nova casa, e vai dormir. Amanha seria um longo dia, quem sabe.. reencontrar os amigos?


Cap�tulo 4: O reencontro..


Ap�s uma longa noite de sono, acorda, faz sua higiene matinal, e desce ainda com o seu shortinho e uma regatinha, com que havia dormido, e uma pantufa de hipop�tamo lil�s {/minha irma tem uma linda *__* quempergunto?} Havia apenas penteado o cabelo e o deixado solto. Desceu e sem prestar aten�aonas conversas que rolavam na cozinha, ela entra pra tomar quando..
- querida, como voc� cresceu! Ta mais linda do que quando foi pra Hong Kong.
-DENISE?!- corre dar uma abra�o nela quando a m�e interrompe o abra�o dizendo.
- vai trocar de roupa AGORA! Se � que voc� quer ir ver seus amigos daqui a pouco..
TO INDO MAE !- e sobre correndo. Coloca uma saia jeans, uma batinha roxa e uma rasteirinha. Arruma o cabelo colocando a franja de lado, e usando uma tiara.
Denise a esperava pra acompanh�-la. Ningu�m sabia que a menina iria.Nem ao menos sabiam que ela tinha voltado. Chegando l�, encontra e na sala vendo TV. corre abra��-los. Lagrimas come�am a correr pelo rosto dos 3. L�grimas de carinho, de saudade. Soltaram-se do abra�o, e come�a a fazer uma festa. Pulando pra todo o lado, e at� rodando a namorada e a melhor amiga. Vendo o barulho, e que estavam na cozinha comendo, v�o at� a sala e v�em a amiga. Ambos correm abra��-la e mais l�grimas rolam. Estavam os cinco ali, juntos e chorando de felicidade pela volta da amiga. Mas estava faltando algu�m. Sim, o que ela mais esperava ver. Seu amor de todos esses anos, n�o estava ali. Onde estaria ? Ela resolve perguntar.
- Cad� o ?
- senti um certo interesse em saber do -dizia com um sorriso malicioso no rosto- ele ta l� em cima dormindo ainda, novidade --� Sobe l� gatinha, ele vai adorar a surpresa..
- ta :D
A garota sobre, abre a porta do quarto e fica vendo aquele ser t�o lindo ali deitado naquela cama. Com o corpo coberto at� a cintura, estava sem camisa, e ficou apreciando aquela cena {/QUEEEM n�o apreciaria? Delicias :9} Ela ent�o fecha a porta e vai at� a cama de e deita ao seu lado com a cabe�a apoiada na m�o. {pra ter no��o de como voc� estava, olha essa foto dessa crian�a feliz http://www.japiassu.com.br/casamento/fotos/amanda/amanda_deitada.jpg desse jeito voce tava do lado do [u]deliciagostosogatissimomaravilhosohotetudomais[/u] Jonas ;9} Come�a a fazer carinho na cabe�a de . Repara que ele havia ido dormir chorando, e ela perguntaria sobre o que havia lhe feito chorar depois que acordasse. Ela continua acariciando seu cabelo, e come�am a escorrer l�grimas de seu rosto. Havia se lembrado da carta dele.

/Flash back on*
�Ainda vou acordar desse pesadelo, com voc� ao lado da minha cama, me dizendo que foi tudo um sonho, e ai eu vou te abra�ar muito forte, e te dizer o que eu n�o disse antes de voc� ir embora.�

/ Flash back off*

Quando seus pensamentos voltam pra aquele momento, ali com do teu lado, ele acorda e fala ainda com os olhos meio fechados.
- � voc� ?
- sou sim meu amor. Voltei pra perto de voc� :)
-e como eu posso saber se n�o � mais um sonho?
- abrindo os olhos totalmente seria uma boa. ASUIHSAUIASIAS � dizia ela se sentando na cama.
- n�o sabe como eu esperei por isso- diz ele sentando do seu lado e a abra�ando muito forte. Lagrimas come�am a cair desesperadamente do olho de ambos.
- eu tamb�m esperei muito. Mais a espera acabou. Eu voltei. Voltei pra ficar.
ele se solta do abra�o e fala: ta me dizendo que vai morar aqui dinovo?
- �E, a tr�s casas da tua :D
- hoje � o dia mais feliz da minha vida amoor- dizia ele a abra�ando dinovo
- o meu tamb�m � ambos sorriram � e porque o senhor foi dormir chorando?
- te conto depois, prometo.
- ta bom (: agora vamo desce que ta todo mundo l� em baixo esperando a gente (: se troca e desce, vo indo l�.
- ta bom gatinha, voc� que manda. � ele pisca pra ela, que sorri.
- uui, n�o faz assim que eu n�o resisto. ASUIHSAUIASHASUA � e desce.
ent�o desce e todo mundo fica em sil�ncio quando ela chega. At� que..
- huum, que sorriso bobo � esse dona ? � dizia
- felicidade de ta de volta :D ooou, uma pergunta. Voc�s n�o voltam daqui 4 dias?
- mudei tudo quando soube da tua volta- disse Denise entrando na cozinha e saindo em seguida
- ela sabia e nem pra contar ���- disse.
- pelo menos eu to aqui :D � depois de falar isso, chega, abra�a a menina por tr�s, lhe d� um beijo no rosto e sussura em teu ouvido- ainda bem que voc� ta aqui. � a menina se arrepia toda {n�o � pra menos ;9}
todos olham ainda abra�ando por tr�s, quando fala
- ooou, a gente podia sair comemorar a volta da neh?!
- claaro- concordaram todos.
- gente, vou indo, tenho que almo�ar, e arrumar minhas coisas que t�o jogadas l� ainda :*
- aaaaaah :/ voc� acabou de chegar. � disse
- eu sei, mais a noite a gente se v� :D e se voc�s n�o tiverem sobrevivendo at� l�, minha casa � a 3 casas pro lado :D � s� ir la� :)
- t�a, pode ir, ate� daqui 10 minutos entao :) ASIUHASUIASHASHAS �disse
- boobo ! too iindo, beijos gatinhos e gatinhas. AAMOO VOCES :D - a levou at� a porta, a abra�ou e sussurou em seu ouvido: at� mais tarde minha gatinha.- ela se arrepiou toda, pra variar. E foi embora.

/pensamento de on*
Ele nao pode fazer isso comigo! Eu voo enlouquecer desse jeito. Como eu queria que ele gostasse de mim como eu gosto dele :/ vou parar de pensar que eu ganho mais.

/pensamento de off*

Ela chega, e passa a tarde arrumaando todo o resto que faltava. No fim da tarde, come�a a se arrumar. Coloca um vestidinho b�sico {estilo esse http://bp0.blogger.com/_qOTbkStht4w/Ri6x1LR07GI/AAAAAAAAAGA/V9za1XrWca4/s1600-h/18+Balon%C3%83%C2%AA+festa.jpg porque eu gostei e quis esse na historia :F} e arruma a franja de lado. Quando estava terminando de se arrumar, a campainha toca. Era . Ela poe o gloss e o celular numa bolsa e sai. Estava linda. fica fitando sua beleza, at� que algu�m no carro grita, eles v�o em dire��o ao carro. Iam ao Outback. Foram conversando o caminho todo, e no Outback, tinham reservado uma �rea separada pra n�o serem atacados por flashes e f�s. Conversam muito e e trocam olhares o tempo todo, como se ninguem estivesse vendo. Estavam sentados lado a lado, e pega na m�o de por de baixo da mesa pra que ningu�m veja, e ficam ali, s� curtindo os momentinhos simples deles. Depois resolvem ir pra uma Boate americana, que s� entravam pessoas com nomes na lista. Os Jonas eram Vips l�, e tinham avisado logo que saiu de l�, o nome das 3 garotas que iriam com eles. Chegaram l�, come�aram a beber um pouco, mais nada exagerado. At� que..
- vamo dan�a?- perguntava estendendo a m�o.
Ela ent�o lhe d� a m�o e v�o pra o outro lado da pista, pros outros n�o ficarem lhes vigiando. E deu certo. Come�aram a dan�ar, at� que ele n�o ag�entou, pegou-a pela cintura, e a puxou pra mais perto de si, os dois ficaram muito pr�ximos. As m�os delas que estavam no peitoral do garoto, subiram em dire��o a nuca dele, ele a puxou pra mais perto, e se beijaram. Um beijo com vontade, com saudade, com necessidade, com carinho, com amor. Um beijo doce, que ambos queriam que fosse pra sempre. Quando terminaram, se olharam e sorriram. E resolveram voltar pra mesa. Estavam de m�os dadas, e com sorrisos bobos no rosto. achou melhor nao contar nada sobre o que sentia por ele ainda, vai que ele fez aquilo por impulso. Depois de um tempo, pagaram a conta da Boate, e os meninos deixaram as meninas em suas casas. foi a ultima, por morar mais perto. Assim que ela desceu, quando foi entrar em casa, saiu do carro, disse para os irm�os irem que ele j� iria a p� mesmo. E gritou:
- ! espera !
- que foi ?
- preciso saber de uma coisa.
- oque?
- aquilo que rolou na boate, significou algo pra voc�?
- pra ser sincera? Significou sim. Mais , sei que voce s� fez aquilo por impulso, ent�o relaxa..-ela � interrompida por ele que coloca os dedos em seu l�bio fazendo a mesma se calar.
- n�o foi por impulso, disso voc� pode ter certeza..- a puxou pela cintura dinovo, e lhe beijou novamente. Quando acabaram, ambos sorriram. lhe d� um selinho de despedida, e vai indo em dire��o a porta. Ele a abra�a por tr�s e sussurra em seu ouvido: Obrigada por hoje meu amor. At� amanha. � ele beija seu rosto e vai embora.
Ela entra com um sorriso bobo em casa, vai para seu quarto, ouve um pouco de musica e depois pega no sono.


Cap�tulo 5: Se n�o for amor, o que mais pode ser?


No outro dia, ela acorda, toma um banho, faz a higiene matinal, coloca um shortinho curto jeans, e uma batinha meia roxa {igual essa http://lh6.ggpht.com/_RrgOJMG3ihA/SIdZim2wNAI/AAAAAAAAAiE/kXNeyQJHVn8/bata+balone+em+liganete.jpg e siim, eu adoro roxo. /quem perguntou? auihsaas} e um chinelinho branco. Quando termina de pentear o cabelo, a campainha toca. Ai sim ela se toca de que eram quase meio dia j�. Desce e ao abrir a porta..
- eer, oi :D - dizia meio assustada com a presence do garoto ali.
- ooi :D n�o vai me convidar pra entrar?
-�bvio que n�o, voc� parece t�o bem ai fora. ASUIHSAUIHSAASUI entra (:
- agora siim dona .- ele entra, e eles se sentam no sof�. Ele pega na m�o dela, e diz- Precisamos conversar.
- pode falar.
- preciso te confessar umas coisas, mais eu n�o sei se � a hora, mais eu n�o ag�ento mais n�o te falar, mais ao mesmo tempo eu tenho medo de falar, porque vai que voc� n�o pensa o mesmo que eu, e depois eu n�o sei se pode acontecer alguma coisa com a nossa amizade, porque eu n�o quero que mude, mais eu preciso falar, e eu n�o sei como falar...- o interrompe.
- caalma, respira. Nada, nunca vai nos separar. N�o era isso que tava na carta? Que n�s somos insepar�veis? Ou foi tudo mentira?
NAAAO ! nunca ! era e ainda � verdade. Mais sei l�, eu to com medo. Como ser� que voc� vai reagir ?
- s� vai descobrir se me contar amoor.
- ta, voc� venceu. Eu conto.
- sempre consigo o que eu quero ;) asuisashaiasuas continua..
- Sabe a musica inseparable?
- sei. � LINDA* que que tem ela?
- eu escrevi, pensando em voc�. Por isso eu sempre te falo �i know, we�re inseparable�. Porque � isso que eu escrevi na musica quando pensei em voc�. Um pouco antes de voc� ir, eu descobri que tava apaixonado por voc�, mais sabia que n�s �ramos s� amigos, por isso eu escrevi a �Just Friends� tamb�m. A mais recente �Please be mine�, eu escrevi umas duas semanas antes de te mandar a carta. Eu sei que voc� � meio f� nossa, e que nas entrevistas sempre saia que n�s n�o escrevemos essas musicas. Mais quase todas as nossas musicas n�s escrevemos, mais as vezes n�o queremos que as pessoas saibam que n�s que as escrevemos, pra n�o surgirem mais boatos entende? Por meio das musicas, eu passava o que eu sempre senti, e nunca disse a ningu�m. Quando voc� foi embora, eu pensei que meu mundo fosse acabar sabe!? Foram os anos mais tristes da minha vida, sem voc� comigo. Me arrependi de n�o ter te dito que te amava antes de voc� ir. Cara, voc� realizou nosso sonho. Ou pensa que a minha m�e n�o contou depois que voc� se foi que foi voc� que foi atr�s da gravadora e mandou um cd nosso, aquele que n�s gravamos pra voc� de anivers�rio. Ficamos sabendo que voc� fez a c�pia, devia ter nos contado. - ela o interrompe.
- desculpa amor, eu n�o podia contar..- ele a interrompe dizendo.
- n�o tem problema, me deixa terminar sen�o eu morro.
- ta
- Quando ficamos sabendo, j� era tarde demais pra agradecer. Mais isso n�o foi o grande problema, o de agradecer. Os dias iam se passando, e cada vez mais a tua falta ia acabando com os meus dias, com a minha felicidade, com a minha vontade de viver. Eu escondia, n�o contava pra ningu�m, at� que um dia, o entrou no meu quarto, viu as musicas em cima da cama e algumas anota��es do lado, escrito como eu me sentia mal por voc� ter ido, e dizendo o quanto eu te amava. Ele veio falar comigo, disse que eu devia ter te dito tudo antes, e que voc� j� tinha ido, n�o havia mais o que fazer. Aquilo acabou comigo. Acho que voc� ficou sabendo de uma �poca que n�s paramos de fazer show? Pois �, eu havia entrado em depress�o. Mais consegui melhorar com o apoio de todos, mesmo faltando o mais importante, o teu. Aquela falta da tua voz, do teu sorriso, do teu olhar, do teu jeito, e de tudo, tava me fazendo muita falta. Cheguei a pedir pros meus pais irem se mudar pra l�, mas eles diziam que eu tinha a banda, os shows, e minha vida era aqui, n�o podia mudar e largar tudo aqui. Os dias, meses e anos se passaram, mais eu juro meu amor, eu NUNCA, nem se quer por um segundo, deixei de te amar. Eu sei, fiquei um tempo com a Miley, pra ver se eu te esquecia. Ela gostava de verdade de mim, mais n�o adiantou. Quando ela me beijava, eu n�o sentia nenhum sentimento se quer. Nenhum tipo de atra��o. Voc� n�o saia da minha cabe�a. Achava que ia enlouquecer. Ontem voc� voltou. Parece que eu nasci dinovo, voltei a viver. Vi que aqueles olhos, aquele sorriso, haviam voltado pra perto de mim. E voltaram numa pessoa ainda mais linda, do que aquela que eu vi partir. Eu sei, eu devia ter te dito antes, mais nunca � tarde pra se arrepender do que n�o fez n�o �?! S� quero que voc� saiba que eu te amo, de verdade. Que eu nunca deixei um segundo se quer, de pensar em voc�. E que a noite de ontem foi a melhor noite da minha vida. E que nada mude entre a gente, independente do que voc� pensar depois te tudo o que eu te disse.
- estou sem palavras, de verdade. Eu esperei tanto pra ouvir isso de voc� que agora eu to meio que sem a��o.
- como assim esperou tanto pra me ouvir dizer isso ?
- eu te amo. Eu sempre te amei, desde muito antes de eu ir. E eu nunca te falei por medo de perder a tua amizade. E me arrependo de n�o ter falado antes tamb�m. A gente podia ter dado certo a anos atr�s.. �ele a interrompe e diz.
- e a gente n�o pode dar certo agora? � disse ele se aproximando dela.
- a gente pode tentar (: - ele pegou, a pegou pela cintura, ela colocou uma m�o em suas costas, e outra em sua nuca e quando estavam perto o suficiente pra sentir suas respira��es, fecharam os olhos e selaram um beijo doce e cheio de amor. Quando terminaram, ele a olhou e disse:
- se isso n�o � amor, o que mais pode ser?
- n�o sei. Mais e agora? Como fica a gente? Voc� nao pode sair por ai falando tudo, voc� � famoso esqueceu?
- a gente ta junto, e a gente n�o precisa se apressar com a impressa agora, a n�o ser que voc� fa�a quest�o, por mim tudo bem. A gente ta junto, e quando acharmos conveniente, anunciamos tudo. O que voc� acha?
- por mim tudo bem, eles que descubram sozinhos. AUIHASUIASHUI
- verdade. E amoor, quer ir almo�ar em casa?
- claro. Mais eu preciso me arrumar.
- n�o precisa nada, voc� ta linda. Vamos logo, n�o podia nem ter demorado aqui.
- mais demorou por uma boa causa :D
- uma �tima causa amor. N�o sabe como eu to melhor depois de ter dito tudo
- n�o sabe como eu to melhor depois de ter ouvido tudo.
se beijaram dinovo e foram de m�os dadas. Chegando l�, e olhavam com um sorriso de felicidade pelo irmao. Depois de tudo, ele realmente havia conseguido o que queria. e iriam pra l� tamb�m, e chegam um pouco depois. Eles ficam assistindo TV at� elas chegarem pra almo�arem. Denise repara o que estava acontecendo e percebe a intensa troca de olhares e sorrisos entre e . Ficara feliz pelo filho, que depois de tudo, estava muito feliz perto da amada. Eles terminam de comer, e v�o pra sala assistir um filme, os 3 casaizinhos. At� que a campainha toca. vai atender e..
- VOCEEE?


Cap�tulo 6: Tava tudo bom demais pra ser verdade..


- AMOOOOR ! que saudades do meu namorado lindo � dizia pulando em cima de e o beijando. Ele acaba demorando um pouco pra se soltar, dando tempo de ela ver a cena, quando se solta, v� passando pela porta e indo pra casa, com e atr�s da amiga. L�grimas estavam escorrendo pelo rosto da garota. Ele empurra e corre atr�s da amada. Pega em seus bra�os fazendo-a parar de correr, e fala.
- amor, por favor, olha pra mim. N�o sou nada dela, eu te juro. Por favor, acredita em mim .
- acabou . � dizendo isso, segue pra casa. N�o acreditava no fato de o garoto lhe dizer tudo aquilo, pra chegar outra o beijando e o chamando de namorado. As amigas ficam lhe dando apoio um tempo, at� que acaba dormindo, e as amigas voltam pra casa dos Jonas. A noite, eram quase 7 horas j�, acorda. Toma um banho, coloca uma roupa b�sica, e desce pra comer algo. Quando estava fazendo seu misto, a campainha toca.
Apesar do receio de ser , vai l� e abre. Era . Antes mesmo que ambos pronunciassem algo, ela o abra�a muito forte, e ele diz:
- calma gatinha, eu to com voc�. � lagrimas caiam desesperadas pelo rosto da menina. Ao ver o estado da amiga, chora tamb�m. Eles entram, sentam-se no sof� e..
- , voc�s precisam converser.
- acho que nao tenho mais o que conversar com ele. Eu vi tudo. Ningu�m me contou. Eu VIII! E ele demorou pra largar dela. Aaai eu amo ele, sempre amei. Ta dif�cil..
- me escuta. Eu sei que ele demorou pra largar dela, mais ELE LARGOU ! eu juro, eu nunca vi menino chorar tanto, todos os dias, antes de dormir, como ele fez desde que voc� se foi. A quase 3 ANOS eu n�o vejo meu irm�o sorrir como ele sorriu ontem. As musicas que mais fazem sucesso s�o as que ele escreveu pra VOCE ! Aliais, falando em musica, eu achei uma que ele escreveu ontem quando foi dar uma volta na praia hoje depois que voc� saiu. Ele mandou a ir embora, e bateu a porta na cara dela. Depois ele colocou um moletom pra se disfar�ar e saiu dar uma volta na praia. Voltou arrasado, nada o colocava pra cima. Ta l� deitado, chorando como crian�a. Pensa bem . Ele te ama, de verdade. E voc� sabe que o ama tamb�m. N�o deixem isso pra tr�s.
- Obrigada gatinho, eu vou ver o que eu fa�o.
- ta, pensa bem. Vou indo que eu tenho que ver minha namorada. � dizia ele indo at� a porta, abra�a a amiga, beija seu rosto e vai.

ela come�a a chorar mais ainda, por saber que pode ser tudo mentira. Resolve ir a casa dos Jonas falar com ele. Chegando l�, abre a porta desesperado.
- , o ta ai?
- n�o. Ele foi embora.
- OQUEE? Como assim?
- acabei de ir no quarto dele falar com ele, ele fugiu. N�o sei pra onde foi. N�o tenho a m�nima id�ia pra onde ele foi. Eu achei uma carta pra voc� em cima da escrivaninha dele. L�, quem sabe ai n�o ta pra onde ele foi.
- � tudo culpa minha! Devia ter acreditado nele! Eu s� fa�o mal a ele.- ela falava chorando descontroladamente.
- voc� s� faz BEEM a ele, e � por isso que ele fugiu, por n�o ter mais voc�. Se acalma e l�
- ta.- ela leu a carta, dizia que ele se arrependia de demorar pra se soltar na garota, e que a amava muito, e como n�o a teria mais, resolveu ir embora. E nas ultimas partes da carta, ela l� alto pra ouvir: �Esteja voc� onde estiver, vou estar com voc�. Talvez seja melhor eu sair um pouco daqui. S� voc� sabe onde me encontrar. O nosso esconderijo de mais de 3 anos atr�s. E como eu sei que voc� n�o vai atr�s de mim, ent�o n�o conte aos outros onde eu estou. Se eu n�o posso te fazer feliz, eu prefiro ficar bem longe pra voc� ser feliz sem eu pra te atrapalhar. Eu te amo, sempre te amei. Obrigada pelo melhor dia da minha vida ontem. � EU SEI ONDE ELE T� ! s� eu posso reverter essa situa��o e traz�-lo divolta. eu vou l�.
- vou com voc�.
- naao, preciso resolver isso sozinha.
- como quiser pequena.
Ela sai, e vai atr�s de . Chegando no lugar ela come�a a gritar por ele, e o v� numa quadra perto dali. Estava chovendo muito. Ela continua gritando, ele a v� e quando ela vai atravessar a rua para ir a seu encontro, um carro a atropela.
- ! NAAAOOOO ! � dizia indo em dire��o a amada jogada ao ch�o. Ele gritava por socorro, chorava descontroladamente. O carro que a atropelou, foi embora sem ajudar. Uma mulher que passava pelo local, ligou pra ambul�ncia e foi com ela dentro pra acompanh�-la. De l�, ligou pros irm�os, e pediu que avisassem a m�e dela, e as meninas.Pouco depois estavam todos l�. A fam�lia Jonas, e as melhores amigas dela. Ela havia sido levada as pressas para o centro cir�rgico, e um pouco depois, o m�dico sai pra falar com todos.
- doutor, como ela esta? Ela vai ficar bem? Por favor, traz ela de volta pra mim. � dizia chorando descontroladamente.
- olha, vamos ter que fazer uma opera��o de risco, o carro causou a uma hemorragia interna muito grande, fora a fratura de um bra�o e in�meros ferimentos mais leves. Ser� necess�rio autoriza��o dos pais ou respons�veis.
- N�s nos responsabilizamos. � disse Paul.
- Ok, assinem aqui.
eles assinaram, e o m�dico voltou para fazer a opera��o.
- Muito obrigada pai.
- magina filho, eu adoro essa menina. E pra tua felicidade, preciso dela bem. Agora se acalma, vai dar tudo certo. Ah n�o, paparazzis. Acho melhor voc�s irem embora que n�s resolvemos isso, e qualquer coisa ligamos.
- n�o pai, eu quero ficar aqui, com ela.
- voc� tem certeza?
- absoluta.
- ent�o ta. Meninos, voc�s v�o com a m�e de voc�s e as meninas, e eu e vamos ficar e avisamos voc�s quando tivermos noticias.
passaram-se cerca de 3 horas, e o m�dico vem falar com os dois.
- ela esta fora de risco, mas n�o sabemos ainda se a opera��o deu certo. Precisamos ver se o corpo dela n�o vai rejeitar o aparelho de drenagem que colocamos nela. Ela vai ficar na UTI alguns dias. S� uma pessoa vai poder entrar l�. Hoje ainda se quiserem.
- vai meu filho. Vai ver sua amada.
- obrigada pai.
ent�o vai at� a UTI, onde se encontrava . Colocou todas aquelas roupas pra n�o levar bact�rias pra onde ela estava e entrou. Sentou-se em uma cadeira que havia ali do lado, pego na m�o da garota e come�ou a chorar. De repente, ela acorda e tenta dizer algo com muita dificuldade por causa dos aparelhos e por estar muito fraca.
- n�o diz nada meu amor. Descansa. Voc� tem que ficar bem.
sem for�as pra responder, apenas sorri, e lagrimas escorrem pelo o olho da garota que acaba adormecendo novamente. passa a noite com ela. No outro dia, enquanto , , e os irm�os revezam pra ficar um pouco na UTI com a garota, ele vai para casa tomar banho e comer um pouco. E nesse meio tempo que ele se foi, o m�dico deu uma nova not�cia..


Cap�tulo 7: Preciso de voc� aqui.


O medico foi at� Denise e Paul, que estavam respons�veis pela menina enquanto seus pais n�o voltavam de Hong Kong, e disse:
- voc�s s�o os respons�veis pela certo?
- sim, somos n�s.- Paul respondeu.
- Tenho uma not�cia nada boa pra lhes dar.
- o que aconteceu a nossa pequena? � Denise j� dizia entrando em p�nico
- Algu�m colocou uma substancia estranha na rede sanguinea dela, fazendo ela entrar em coma. Estamos fazendo de tudo pra tira-la do coma, mais parece que a substancia ta agindo com muito efeito ainda.
- Ai Deus, t�o nova.
- e mais uma coisa, durante 1 semana, nenhum menor de idade vai entrar na �rea onde ela esta.
- porque doutor?
- normas do hospital.
- ok- Denise respondeu, chorando desesperadamente j�.

Eles ligam pra , e este vem correndo para o hospital, mesmo sendo em v�o. Ele queria v�-la antes de ir pra Espanha e para a fran�a, na abertura de um vestival e uma premia��o. Eles iriam daqui 3 dias, e no ultimo dia, eles tentaram, mais o m�dico ainda os impediu de v�-la. Os pais dela chegaram, e certa de 3 semanas depois, ela ainda estava em coma, mais os meninos haviam voltado.
finalmente poderia ver sua amada, que parecia estar desistindo de viver ali. O tempo todo os m�dicos comentavam que sua sa�de n�o andava bem, como se ela n�o quisesse continuar ali. Entrou no quarto onde ela estava, os pais da menina sa�ram deixando os dois sozinhos um pouco, enquanto eles iriam tomar um caf�. Ele pegou na Mao dela, e come�ou a chorar desesperadamente. Acariciava seus cabelos e seu rosto, e solu�ava de tanto chorar ao ver a amada naquele estado. A m�e dela volta, dizendo que ele teria que ir embora, antes de ir, mesmo inconsciente, ele ..
- eu te amo meu amor, preciso de voc� aqui. For�a minha linda.
Por mais incr�vel que pare�a, uma lagrima escorre do olho da menina que permaneciam fechados, como se ela tivesse escutado sem conseguir responder. Ele come�a a chorar mais e mais. Beija sua bochecha, e se vai. No dia seguinte, ele volta. A m�e o deixa sozinho dinovo, a pedido do garoto. Ele fica l�, cuidando dela, como uma m�e cuida de um bebe. Ficava apreciando sua beleza, mesmo que seu rosto estivesse sem muita cor, suas roupas serem de hospital, e toda aquela aparelhagem. Do nada, enquanto ele acariciava seus cabelos, ainda chorando, a menina faz um movimento inesperado. Um sorriso surge no rosto dele que j� n�o saia a um tempo. Ele come�a a dizer em seu ouvido que a amava, e que tivesse for�a, que ele precisava dela, e em meio todas as palavras do garoto, ela abre os olhos. Aqueles olhos brilhantes que ele tanto queria ver. Aquele que durante dias esteve fechado, havia se aberto novamente. Ele come�a a chorar mais ainda, s� que de felicidade. Ela estava fraca, ent�o apenas sorri. Fica um tempo olhando , e algumas lagrimas escorrem por seu rosto, mais pelos rem�dios, volta a adormecer. A m�e da menina volta para o quarto, conta o ocorrido e ela come�a a chorar de felicidade. Enfim, sua filha havia sa�do do coma. Quem colocou a substancia ainda era um mist�rio, que j� n�o importava, sabendo que a menina havia acordado novamente.
entao liga pra familia jonas e pras amigas da filha, contado do que havia ocorrido, e eles vem at� o hospital, mais sem sucesso. Ela estava fraca, ent�o continuara dormindo. No meio da madrugada, ela acorda.
- M�e- uma voz fraca e doce dizia.
- filha, � t�o bom te ver acordada.
- m�e, eu quero ver todo mundo, amanha.
- acho melhor n�o filha, voc� ta fraca ainda
- eu quero m�e, eu preciso ver todo mundo, ver o .
- ta eu ligo, com uma condi��o.
- o que m�e? � a menina dizia com uma voz fraca e um pouco sonolenta.
- promete pra mim que n�o vai se envolver com ele dinovo. Fiquei sabendo do namorinho de voc�s, mas acho que voc�s deviam ser s� amigos..
- m�e, eu o amo.
- promete pra mim que vai tentar n�o se envolver com ele, ou eu vou ser obrigada a voltar pra hong Kong.
- ta bom m�e- lagrimas rolam pelo rosto da menina p�lida, que acaba adormecendo. No outro dia..


Cap�tulo 8: o que importa � saber que seu sorriso � meu.


- bom dia querida. O pessoal j� deve ta chegando- dizia a m�e de entrando no quarto com um copo do Starbucks.
-que bom m�e :D � respondia a menina toda alegre, desde que acordou*, n�o tinha mais visto eles devido a umas viagens da banda.
- n�o esquece do que conversamos..
- ta m�e- respondia com o sorriso j� saindo do rosto. Ela se senta na cama do hospital, j� estava podendo usar suas pr�prias roupas, n�o era mais necess�rio aquelas do hospital. Eram seu ultimo dia no hospital, voltaria pra casa no outro dia. O m�dico a manteve l� at� ela estar totalmente curada. Ela penteia o cabelo, escova os dentes, e..
- ! que saudades minha pequena ! � dizia entrando no quarto e indo abra�ar a amiga. Quando ela ia responder, outra pessoa entra gritando.
- sua CACHORRA ! quase nos matou de susto. Tava com saudades :D � dizia tirando o de l� e vindo abra�ar a amiga.
- miinha gatinha :D que saudade best - interrompe entrando no quarto e abra�ando a amiga tamb�m.
- ela � MINHA gatinha, ta?! E MINHA Best. Nem vem, sou amigo a mais tempo =P - dizia pra namorada indo abra�ar a amiga. Ele havia esperado tanto pra abra��-la e n�o via a hora de contar tudo pra ela, afinal, ela era sua melhor amiga desde quando eles se conhecem por gente.
- querida, est� melhor? Paul pediu desculpas por n�o poder vir, ele tava resolvendo umas coisas ��� mais disse que te v� amanha na tua casa. Ops, falei :X � dizia Denise.
- tudo bem, eu vejo o tio Paul amanha. PERA, eu vou voltar amanha? *_* - diiz toda feliz
- vai, mais voce nao ia saber at� AMANHA, n�o � m�e? - dizia irritado, mais ela ainda n�o sabia o que a esperava..
- eei, espera. Cad� o ..
- eer, to aqui minha linda � dizia entrando com um lindo buque de rosas e um lindo bichinho de pel�cia que Frankie segurava por ele.
- na verdade, eu tava perguntando do Frankie, mais tudo bem. SAUIHAUIASHASHUIAS
- ta, vou embora cortar meus pulsos, beijos. - disse fazendo todos rirem
- n�o vai embora n�o :D Sabe que eu te amo seu bobo =P � ela mostra a l�ngua pra ele, e ele vem abra��-la. Ela sentia falta daquele cheiro, daqueles olhos, daquele sorriso, daquele abra�o, daquele jeito, de tudo o que tinha a ver com ele, e ele sentia o mesmo. Quando se soltam do abra�o, em respeito a m�e de , eles se controlam e n�o se beijam, e por causa da conversa com a m�e dela tamb�m. At� que diz..
- quem mostra a l�ngua pede.. - � interrompido por um pedala do - oops, falei demais.
Eles conversam mais um pouco, at� que eles falam que precisam ir embora, at� que..
- , sera que eu posso falar com voc� antes?
- claro.
- boom, vamos indo ent�o. n�s te esperamos ou voc� vai depois?
- podem ir, depois eu ligo pro Big Rob vir me buscar.
- tudo bem, tchau querida, melhoras- Dizia Denise se despedindo da garota, em seguida dos outros. A m�e de ent�o vai at� a lanchonete pra deixar os dois conversarem.
- aleluia todo mundo saiu. N�o tava ag�entando de saudade disso.- ele se aproxima dela, pega em sua cintura. Ela n�o podia fazer aquilo, por causa da m�e, mais ela n�o podia evitar, queria aquilo mais do que tudo. Ela envolve seus bra�os em volta de sua nuca, ele se senta na cama, se aproximando mais dela, e eles come�am um beijo que esperavam tanto tempo para dar novamente. Um beijo doce, um beijo prazeroso, um beijo com vontade, com saudade, com amor. Mas ela no meio do maravilhoso beijo com o amado, lembrara da m�e e se solta dele.
- que foi amor?- ele perguntava assustado com a atitude da garota.
- , n�s n�o podemos.
- porque n�o? Eu te amo muito, e eu quero muito ficar com voc�. Mas espera, n�o me ama mais neh?! Tudo bem, eu.. � ela o interrompe..
- claro que eu te amo. Eu nunca amei ningu�m na vida, como eu amo voc�, mais a gente n�o pode ficar junto?
- porque? N�o vai me dizer que foi por causa da dinovo..
- n�o, j� esqueci aquilo. Sei que voc� n�o faria aquilo comigo.
- porque ent�o amor?
- ai eu te amo tanto, mais tanto. S� que a gente n�o pode ficar junto mais. � ela dizia solu�ando j�
- voc� ta com outro? � isso? Me trocou?
- NUNCA mais diga isso, ta me entendendo? Eu nunca te trocaria.
- eu n�o entendo , se voc� me ama, eu te amo, o que nos impede de ficar junto? � ele dizia com algumas l�grimas correndo o rosto.
- minha m�e.
- porque tua m�e? Como assim ?
- ela acha que a gente tem que ser s� amigo, nada de nos envolvermos.
- ela n�o pode fazer isso.
- ela j� fez. E se eu n�o parar, � capaz de eu voltar pra Hong Kong.
- EU VOOU JUNTO ! vou conversar com ela, ela n�o pode fazer isso.
- NAAAO! Melhor n�o . Eu acho melhor a gente da um tempo em tudo.
- se � isso mesmo que voc� quer..
- n�o � o que eu quero meu amor, � o que a gente precisa fazer no momento.
- ta, e que esse tempo n�o dure muito.
- espero isso tamb�m amor.
- me promete uma coisa ?
- qualquer coisa.
- nunca esquece que eu te amo, que eu n�o vivo sem ti, e que eu vou te esperar o tempo que for preciso pra ficar contigo?
- n�o esquecerei :)
- ent�o, � isso. � ele dizia j� se levantando da cama quando.
- Espera. Antes de voc� ir, preciso fazer uma coisa que eu n�o terminei.
- oque?
- isso. � ela pega a nuca dele, ele se senta novamente puxando sua cintura pra perto de si, quando est�o perto o suficiente para sentir suas respira��es, eles fecham os olhos e ela o beija. Ambos pensavam que aquele seria o ultimo, por isso aproveitavam o m�ximo o momento deles. Ela passava as m�os nas costas dele, fazendo o mesmo se arrepiar. Ele desce uma de suas m�os pra perna dela, e faz com que ela fique toda arrepiada tamb�m. No fim do beijo, ela diz:
- eu te amo, me espera.
- pra sempre minha linda. � d� um selinho nela e sai.
Ela come�a a chorar muito, sua m�e entra no quarto e v� a menina ainda solu�ando.
- o que houve minha filha?
- eu terminei tudo com o ele. Ta feliz?
- n�o to feliz, mais to aliviada. Vai ser melhor assim, voc� vai ver.
- melhor s� vai ser quando eu puder voltar com ele.
- n�o sei se voc� vai voltar..
- m�e, por favor, sai do meu quarto, to cansada, quero dormir, e n�o quero ver NINGUEM. Preciso ficar sozinha.
- mais filha..
- sem mais m�e.
a m�e sai do quarto, e fica chorando por mais um tempo, at� que depois de um tempo, ela acaba dormindo. No outro diia..


Cap�tulo 9: Festa de Boas Vindas.


Ainda abalada com tudo o que tinha acontecido no dia anterior, acorda, e sem a aparelhagem, vai at� o banheiro do quarto do hospital escovar os dentes e se trocar. Ela seria liberada, mas com uma alimenta��o equilibrada, e alguns rem�dios, por pelo menos mais alguns dias. Apesar de tudo o que ocorrera, ela estava feliz de voltar pra casa. Quando termina de se trocar, a m�e a leva pra casa. Ela queria muito ver os amigos novamente, mais a m�e dizia que ela estava fraca e que s� um motivo muito importante a faria mudar de id�ia. At� que, o telefone toca.
- ! vem pra minha casa agora, pelo amor de Deus, eu te pe�o. - fingia ao telefone estar desesperada
- que que houve? - falava preocupada com a amiga
- VEEM LOGO, quando voc� chegar, eu te conto. Por favor, r�pido � ela fingia estar desesperada.
- to indo. - desliga, poe uma cal�a jeans, uma batinha preta e uma melissa preta, e vai. Nem pergunta a m�e se ela pode, pega e sai, a amiga precisava* dela. Chegando l�, ela toca a campainha, e escuta muita gente correndo. Fica com medo, ser� que a amiga estava sendo assaltada? O alvoro�o dentro da casa se aquieta. Algu�m gira a ma�aneta da porta, e quando a porta termina de se abrir, todo mundo grita:
- SUUUPREEEEESAAAAA !
- sua Filha de uma.. BOOA MAE ! eu pensei que fosse algo s�rio. - diz
- e n�o �?! Voc� voltou pra casa. Algo importante pra n�s :D - dizia abra�ando a amiga
- e gatinha, s� sabe nos assustar. Boom, ainda bem que agora voc� ta aqui. E a prop�sito, toda a comida da nossa festinha foi preparada de acordo com a lista do m�dico. - dizia dando um beijo na buchecha da amiga
- aaai voc�s s�o demais, j� disse que amo voc�s? :D - ela disse e em seguida, cumprimentou cada um dos amigos. Eles conversaram muito, riram muito, e at� a m�e de apareceu na festinha pra filha. Mais come�ou a cair a noite, e a m�e dela acha melhor a filha ir embora descansar. Tamb�m, acabara de sair do hospital, precisava descansar. Na hora de ir, quando vai se despedir dos amigos, o ultimo a quem ela iria falar tchau era pra , mas, ele n�o estava l�.
- Geente, cad� o ?
- aaaah , ele disse que nao tava muito bem, e subiu l� pro meu quarto descansar. - disse.
- vou l� ver se ele ta bem ent�o.
- ta, vai l� amiga.
Ela sobe, vai em dire��o ao quarto da amiga, bate na porta. Ningu�m responde. Ela gira a ma�aneta e chama por ele.
- , t� ai?- ela olha e o v� dormindo na cama da amiga com o rosto bem inchado de chorar. Ela senta na ponta da cama, e come�a a acariciar seu rosto e cabelo.
- , acorda amor.
?
- to aqui, calma. S� vim me despedir e saber se voc� ta melhor.
- s� vo ta melhor no dia que.. eer.. esquece.
- me fala
- sabe do que eu to falando
- �, acho que sei- uma l�grima escorre pelo rosto da garota
- n�o chora amor, mesmo com tudo isso, esqueceu que n�s somos insepar�veis?
- nunca vou esquecer, e voc� que N�O ESQUE�A !
- nunca meu amor, nunca
- Eu vou indo, ta ficando tarde.
- j�? Eu te levo depois .
- n�o d� , acabei de voltar do hospital e eu to cansada, preciso descansar um pouco.
- ah, vou ficar com saudades.
ASUIHASUII eu moro aqui pertinho, � s� voc� ir l� (:
- ta, at� daqui 5 minutos
- bobo, � s�rio. Vou indo.
- ent�o amanha cedinho eu vo te buscar pra voc� tomar caf� da manha ao estilo fam�lia Jonas, ta? {estilo fam�lia Jonas, asuihasuiasuias eu digito cada coisa :}
- ta, as 9:30 voce passa l�
- olha que eu vou hein?!
- do jeito que voc� dorme pra caralho? Eu duvido*
- at� as 9:30 ent�o amor- ele disse dando um selinho nela, se virando pro outro lado da cama e sorrindo como um bobo.
- at�.- ela se levanta toda sorridente, e desce. Chegaaando l�a..
- que sorriso bobo � esse dona ?- pergunta.
- nem te conto (66)- responde com uma cara de safadinha
- uuii, o nick quebrou o voto? Vai ter que casar agora
- ASUHSAUIASHIUAS eu to zuando neh?! DEER
- vai saber
- preciso conversar com voc�. posso pegar emprestado um tempinho?
s� porque � voc�, eu libero.
- AEAEAEAEAEAE, te amo beest. Vaamos gatinho?
- vamos gatinha, j� volto galera.
Eles saem e quando pisam na rua, ele.
- pode come�ar.
- � que.. aaaah gatinho, eu amo ele sabe?! Mais.. � ele a interrompe
- MAIS NADA ! ele te ama muito tamb�m, e pronto. Que que Ele fez?
- ele nada, minha m�e fez :/
- fez o que gatinha?
- mandou eu acabar tudo com ele, pra gente ficar s� como amigo. Mas a gente n�o se ama como amigo. E antes de eu sair do quarto, ele me deu um selinho e eu vim embora que nem crian�a quando ganha doce.
- tua m�e n�o pode fazer isso.
- tanto pode que j� fez. Ou voc� achou normal eu n�o beijar nem abra�ar nem nada com ele hoje?
- �e.... mais , espera um tempo, vai melhorar tudo, voc�s v�o ficar juntos. Tenho certeza.
- Deus te ou�a. Mais eu to calma, porque n�s somos insepar�veis.
- agora eu sei porque da nossa musica �inseparable�
- sahsauiashuiasuiassa ele escreveu pra mim :D
- ele te contoou?
- AHAAAM *__* gatinho, me promete uma coisa?
- qualquer coisa gatinha
- n�o deixa ele esquecer nunca de que eu amo ele?
- disso ele n�o esquece.
assim espero. At� amanha gatinho � diz ela beijando a buchecha do amigo e entrando em casa.
�j� sei o que fazer pra unir esses dois, preciso colocar meu plano em pr�tica� pensava voltando pra casa. Chegando l�..
- M�e, Pai, preciso falar com voc�s.

Cap�tulo 10: Uma id�ia pra duas CRIAN�AS =)

- o que houve filho?
- quando formos pra casa, eu falo. - diz {/sim, a fam�lia Jonas tamb�m tava na festa na casa da tua amiga de boas vindas}
Eles ficaram l� conversando mais um pouco, e Denise acha melhor todos irem pra casa. Chegando l�..
- M�e, Pai, vamos pro escrit�rio. -
- estamos indo filho- Denise diz.
- e eu? - , e Frankie dizem.
- voc�s vao fazer algo, � uma coisa particular. SAIUHASUIASHIAS tchau panacas - responde entrando no escrit�rio e fechando a porta.
- ent�o m�e, pai. Eu tive uma id�ia digamos que MALUCA mais extraordin�ria. E se na nossas pr�ximas semanas de viagens, a gente levar a ? A gente sempre leva as meninas mesmo..
- Claro filho, porque n�o?! Mais ser� que a m�e dela deixa?
- por isso � maluca, porque ela acabou de voltar do hospital e n�s viajamos em 2 dias.
- entendi. Mas porque de levar a ?
- pelo , obvio. Quem sabe nesses dias de turne eles nao se resolvam..
- vou resolver tudo e amanha mesmo te respondo filho
- e eu trato de falar com a m�e dela.
- Obrigada pai e m�e :)

sobe, toma banho, se troca e vai dormir. O resto da fam�lia Jonas faz o mesmo. no outro diia..
DIIM DOOM, DIIM DOOM !
- J� VAI, J� VAI! � �quem ser� as 10 da manha tocando desesperadamente minha campainha?� pensou - ah, oi .
-AAAAAAAAAAAH eu te amo meeu amor, minha vida, minha privada emtupida- disse pulando no amigo desesperadamente e o abra�ando bem forte.
- se acalma e me fala, QUE CRISE DE PROBLEMA MENTAL FOI ESSA?-
- EU J� FIQUEI SABENDO ! EU VOU PRA TURNE COM VOCES ! AAAAAAAH QUE EMO�AO !- dizia pulando toda feliz {/n�o � todo dia que voc� volta de hong Kong, fica com o amor da tua vida, briga com ele, sofre acidente, entra em coma, tua m�e do mal te separa dele, ai voc� acorda, e depois de um dia voc� descobre que vai pra turn� com eles, qtal? Bom, minha imagina��o flui, e a tua? :D ta, parei, continuaando}
- QUEM VAI ONDE COM A GENTE? Aliais, oi :D- dizia descendo as escadas e indo cumprimentar a �amiga�
- OQUE? S�RIO? QUEM TE CONTOU?
- tua m�e quando foi na minha casa hoje pedir pra minha m�e que me deixou iir *____* ooi , eu vou pra turn� com voces amanha :D
- s�rio? Que bom :D
- to indo pra minha casa tomar caf� da manha porque eu to com fome. E depois tenho que ir no shop fazer compras, depois passar no cabeleireiro fazer cabelo, unhas e sobrancelhas, e comprar sapatos, e por cr�dito no meu cel, e n�o sei mais oque (:

/ narrando on*

- fica aqui gatinha, toma caf� com a gente (: - AAH , odeio quando voc� chama ela de gatinha. Vou puxa o saco dela tamb�m
- �e , fica aqui (:
- aai, ta bom, j� que voc�s n�o vivem sem mim, tudo bem. UIASHSUIAHAS mais depois, j� que voc�s t�o bonzinhos, ser� que eu posso ligar pras meninas daqui depois? (: pra a gente ir no shoop gastar :F � OLHA ESSA CARINHA DE PIDONA, CLARO QUE PODE AMOR DA MINHA VIDA, n�o vou responder assim, aliais, a gente n�o pode mais se tratar assim :/ mais cara, QUE �DIO! Eu amo ela e? N�O POSSO FICAR COM ELA POR CAUSA DA MAE DELA ! me odeio, vou responder fofamente pra ela {/fofamente (?) sauishauisa isso foi gay, mais pra um Jonas, tudo bem}
- claro que pode =)
- � gatinha, claro que pode- N�O DEU, tive que olhar com um olhar de eu te mato. ELA � MINHA GATINHA !
- ai brigada, aamo voc�s :D � ELA ME AMA ! ELA ME AMA ! e meu irm�o tamb�m ��� idai? Aposto que por mim � diferente *__* cara isso foi gay, vou parar de pensar.

/ narrando off*

Comeram, conversaram, riram, e a incr�vel express�o de ci�mes de ao ver seu irm�o chamando a amada de �gatinha� era imposs�vel n�o ser notada. decide ir tomar banho, pra deixar os dois sozinhos.
- pensa que eu n�o reparei nessa tua cara de.. er.. CIUMENTINHO LINDO? � dizia sorrindo pra ele.
- aah, � que.. eer.. aaah meu, n�o consigo esconder as coisas de voc�.
- voc� se preocupa demais com as coisas
- ah, sei l� neh ?! Ele � meu irm�o, e nossa fam�lia � toda linda, ta que eu sou o mais lindo, mais ele � meu irm�o. Voc�s se conhecem a anos, s�o melhores amigos, e ele te trata toda hora de �gatinha� isso �gatinha� aquilo. E eu fico que nem um idiota me explicando pra voc� sabia?
- ASUIHASUIASHIASUI n�s s� somos bons amigos (: NADA mais. E outra que meu cora��o � de outro.. eer.. vamo muda de assunto?
- nem pensar. Quem � esse outro?
- FRANKIE *__*
- viu?! Te falei? Ai, fazer o que se eu arrumei uma menina que � caidinha por um Jonas.- ele a olhava com a maior express�o de ci�mes poss�vel.
- USIHASUIHASUIHISASUI a tua cara de ci�mes � LINDA ! eu to brincando oow. N�o sou apaixonada pelo Frankie =)
- n�o? *__*
- n�o.
- AAAAAAAAAAH, VOCE ME TROCOU ? � Frankie entra na cozinha com uma cara de choro.
- eu to brincando meu lindo, � tudo pra o teu irm�o n�o ficar com essa cara de filho do padeiro {/FILHODOPADEIRO, UHASIUASHASUIHAS}
tem cara de filho do padeiro, LALALALALA ! �Frankie dizia zuando o irm�o.
- eu tenho cara de filho do padeiro ? :/
- AAAAAAH VOCES ME MATAM COM ESSAS CARAS FOFAS!
- sabia que voc� n�o resistia a minha cara de coitadinho abandonado.
- BOBO!
- eu sou bobo mais voc� ME AMA !
- amo mesmo e ai? Oooops, eer. Frankie vamo brinca?- ela dizia corando.
- HAHAHAHAA TE PEGUEI ! eu te amo sua toonta (: Frankie, que tal n�s brincarmos de pega-pega?{/ui pega-pega? NICK PEGAEL}
- quando eu virar adolescente, eu vou ser estranho como voc�s? � Frankie.
- VAAAAAAAI :D � os dois disseram juntos e come�aram a rir.
- ah ta. Ent�o vamos brincar logo. T� COM VOC� ! FOGE !
- AH EU PEGO VOC�S!
- NAO PEGA NAO ! UIASHUIASHASUIH
Eles come�aram a corer como duas crian�as felizes, at� que..
- Te peguei.
- ui, n�o faz assim que eu n�o resisto.- dizia com uma cara de safada.
- ah �?!- ele dizia puxando-a pela cintura pra mais perto de si
- eer.. , � melhor a gente.. eer.. entrar �ela dizia j� deixando de sorrir. Queria tanto aquilo, mas n�o podia.
- ta, vamos chamar o Frankie pra tomar banho e descansar.
Eles entram, vai colocar Frankie pra tomar banho enquanto liga pras amigas. Assim que os dois descem, ela se despede, e vai para o shop encontrar com as amigas. Passam a tarde fazendo compras, tomando sorvete, e comprando mais coisas. No fim da tarde, elas v�o para o cabeleireiro fazer cabelo, unhas, sobrancelhas e tudo mais. Queriam estar impec�veis para o pr�ximo dia, afinal, seria a primeira turn� que iria acompanha-las. Enquanto elas passam a tarde no shopping, uma certa pessoa n�o se divertia tanto em casa. Sim, havia passado a tarde em seu quarto, compondo uma nova m�sica. Algo diferente, meio m�gico at�. Uma m�sica que s� podia ser cantada entre duas pessoas realmente apaixonadas. Ao terminar a letra e lhe dar um ritmo perfeito, algu�m entra em seu quarto e..


Cap�tulo 11: Tantas surpresas..


e.. Era . O irm�o entra saltitando como uma bicha que acaba de sair da parade gay, ou talvez como uma borboleta que acaba de ganhar asas coloridas {/eunaotobemhoje, e ai? UIASHIUSAHIASUA ta, parei}.
- e ai irm�ozinho? Cad� a anima��o? Amanha a gente entra em turn� com a presen�a da nossa amiga linda maravilhosa e super legal, a :D
- aaah, eu to feliz tamb�m irm�o, mais sabe, � foda ver ela e n�o poder abra�ar ela, cuidar dela, beijar ela, amar ela. Entende o que eu digo?
- desculpa mais n�o entendo. Pelo menos nisso eu tive sorte de ter o amor da minha vida perto de mim e comigo.
- uma sorte e tanto..
-calma junto e foram dormir.
No outro dia...

Todos acordam muito animados. Tinham dois Jonas-bus ao seu dispor. Dona Denise achava que as �crian�as� iriam querer privacidade e se divertir com as �amigas�, ent�o arrumou outro �nibus s� pra ficar com Paul e Frankie.
no inicio da manha, combinaram de se encontrar as 8 em frente a mans�o Jonas. As meninas chegam no hor�rio, exceto uma. como morava a 3 casas dos meninos, e nunca havia ido a uma turn�, levara muita mala. Quando foi sair de casa, se espatifou no ch�o junto com as tr�s malas. Vendo a demora da garota, se oferece pra ir ver se algo havia acontecido e quando chega l�, a v� caida ao ch�o com as malas em volta, rindo como uma boba. Ele corre ajuda-la, ficam se olhando um tempo, e ouvem o barulho do �nibus sendo ligado e pegam as malas e v�o. Colocam as malas no �nibus e os 6 entram em um, e Denise, Paul e Frankie no outro. Assim que entram..
- o que a gente faz dentro de um onibus lindo e enorme como esse? *__* - dizia ainda impressionada com esse novo �mundo� pra ela.
- bom, tava pensando de a gente assistir um filme, que tal?-
- beleza ent�o.-
- ta (: -
-
- por mim tudo bem (: - - e voc� ? -..
- ? -..
- !
- nao precisa gritar, eu to aqui (:
- eu tava vendo mesmo. Vamos assistir filme? (:
- vamos , vamos (:
todos se viram pra decidir o filme, ele chega perto dela e sussurra em seu ouvido: �pode me contando, tava pensando no que?� ela sente um leve arrepio, se vira pra ele, ambos sorriem. Ele sabia que era nele que ela estava pensando, e realmente ele estava certo. Nada mais se passava pela cabe�a da garota, que n�o fosse isso.
eu te explico depois. � foram as �nicas palavras que sa�ram de sua boca. Ele olha pra ela, e sorri. Os outros finalmente haviam decidido o filme, ent�o eles resolvem pegar 2 colchoes e colocar no ch�o do Jonas-bus pra poderem ver o filme. {/n�o me pergunta onde vai caber colch�o e tudo mais. Tenha uma OTIMA imagina��o e seja feliz :D} Os casaizinhos felizes resolvem que ficariam com os colch�es, e e teriam de dividir o sof�. No inicio, ambos permanecem sentados. O filme vai passando, estava um pouco cansada e acaba se deitando no colo de . Ele fica acariciando seu cabelo, e acaba perdendo a aten�ao do filme pra ficar apreciando a amada. Mais ou menos na metade do filme, que por sinal era bem comprido, ele come�a a ficar com um pouco de sono. Ela olha pra cima, e o v� bocejar. Se levanta do colo dele. Ele deita no sof� e faz sinal pra que ela deite com ele. Ela acaba assentindo com a cabe�a e deita. Ele volta a acariciar seus cabelos e ambos acabam dormindo. Os outros 4 olham aquela cena e sorriram. Desejam muito v�-los junto. Eles se amavam de verdade, era muito n�tido isso. Terminam de ver o filme, e acabam dormindo tamb�m. Quando acordam, era uma da tarde, o �nibus para. Era a parada pra comer, e tudo mais. Denise entra pra acord�-los e v� e deitados juntos no sof�. Sente-se feliz pelo filho, sabia que ele realmente a amava, e sabia que a menina sentia o mesmo. Os acorda calmamente, e sai. fica corada ao ver Denise ali, pois ela havia dormido no sof� abra�ada com . Ele v� a cara da menina, sorri, passa a mao em seu rosto a fim de dizer, mesmo que sem palavras diretas, algo como �relaxa�. Ela entende e responde com um sorriso. Eles descem, almo�am, e voltam pro �nibus. Fazem algumas brincadeiras, jantam e v�o dormir. A viajem era longa, ent�o mais 2 dias ficaram nisso. Quando finalmente chegam no primeiro destino, Texas, eles v�o para o hotel.
Chegando l�..
- Meninos e meninas, venham c�. Tenho uma enorme surpresa pra voc�s :D
oque? Fala logo :D � todos falavam super curiosos.
- bom, nesse hotel que n�s vamos ficar, tem uma master su�te pra n�o sei quantas pessoas, e como eu sei que voc�s s�o como unhas e carnes {que atual tia d� O.o} eu reservei pra voc�s 6 essa su�te. Ela pega metade um andar todo, ent�o vai ter seguran�a e privacidade total pra voc�s. E voc�s v�o ficar bem juntos. Que tal? :D
- nossa m�e, voc� � demais.
- sem palavras m�e, arrazou.
- sem o que dizer m�e, s� que, obrigada :D
- tia d�, n�s te amamos :D � disseram juntas as meninas.
- bom, as coisas de voc�s j� est�o sendo levadas pra l�. Divirtam-se no tempo livre, nos vemos depois :D
E foi o que fizeram. Correram se trocar, colocar roupa de banho, e desceram. Passaram a tarde na piscina. O hotel estava vazio ainda, e as poucas f�s que tentavam entrar, estavam sendo barradas. Eles estavam com muita privacidade. Fora raro a pessoa que os parou pra pedir um aut�grafo ou uma foto. E em todas as fotos, as pessoas faziam quest�o de que as meninas participassem da mesma. Sabiam que duas eram namoradas deles, uma assumida e a outra quase assumida, com fotos e boatos por todos os lados. E a ultima? Quem seria? A participa��o dela na foto era realmente importante. No mesmo dia, a noite, os meninos teriam de ir a Oprah dar uma entrevista. As meninas, � claro, os acompanharam. Em meio a muitas perguntas que surgiam sobre a banda, a turn� nova que acabara de come�ar, os shows que teriam, as f�s, o assunto das amigas surgem.
- Ent�o meninos, n�s sabemos que e , como s�o conhecidas, s�o amigas de voc�s a tempos. Mas quem seria essa nova garota que esta acompanhando voc�s agora?- apresentadora
- O nome dela � . Ela � nossa amiga desde nos conhecemos por gente �risos� Conhecemos e por causa da . Ela � uma grande amiga nossa que passou uns tempos fora, e agora que voltou esta nos acompanhando pela primeira vez em uma turn�.- respondeu
- Esperem.. recebemos a informa��o de que as meninas se encontram em nossa plat�ia. Venham c� meninas. � chamou a apresentadora. e j� estavam acostumadas, entao foram numa boa. fica um pouco envergonhada, mais ao ver a olhando e sorrindo do palco, se sente mais segura e vai. Elas sentam entre eles num sof� onde estava ocorrendo a entrevista. Na seguinte ordem: , , , e . Logo que as meninas se sentam, a apresentadora diz
- ent�o , voc� conhece os jonas a quanto tempo?
- bom, eu conhe�o desde antes de fazer um ano de idade. Ent�o � a bastante tempo j� :D �risos�
- E como � a sua rela��o com eles desde ent�o?
- bom, sempre fomos �timos amigos. N�s 4 sempre nos demos muito bem. E logo que eu fui para o pr� 3, conheci a e na 3� s�rie, conheci a . As apresentei pros Jonas, e desde l�, sempre fomos os 6. Mas ai ocorreram coisas, eu fiquei tr�s anos do outro lado do mundo, e voltei agora a pouco.
- E mesmo assim, a amizade de voc�s n�o sofreu nenhum tipo de mudan�a?
- Acredito que n�o. Eu voltei e � como se eu n�o tivesse ido. A �nica diferen�a � que antes eu n�o tinha amigos famosos. Mais me acostumo com essa vida de pop logo �risos�
- Aproveitando que voc� est� aqui, vamos esclarecer uma d�vida que n�o quer calar: voc� est� junto com Jonas?- nessa hora a garota uma tristeza invade o cora��o dela, e Dele tamb�m. Adorariam responder que sim, mas n�o era essa a realidade.
- N�o, somos s� grandes amigos.
- Mas vazaram fotos de voc�s por esses dias � as fotos come�am a ser passadas no tel�o. Fotos de quando ela estava no hospital, e do dia que ela havia chegado e eles estavam juntos. N�o sabiam o que responder.
- Ainda continuamos s� como grandes amigos- respondeu com um sorriso amarelo no rosto. Do�a o cora��o dela s� por dizer isso, e ela n�o sabe como ele estava passando pelo mesmo.
- Agora, vamos mostrar alguns v�deos de algumas f�s enviados essa semana pra voc�s.
Come�aram a passar v�rios v�deos dizendo que os amavam, que amam o trabalho deles, que era f�s de e , mas o ultimo v�deo chamou a aten��o de todos. Uma menina dizia-se curtir o som da banda e diz que amava e que queria muito ver o casal e juntos. No fim do v�deo, ela dizia que amava muito e sentia saudades. Era um v�deo de Luly. Vendo aquilo, come�a a chorar. Ningu�m entendia ao certo o porque disso, mais por um impulso maior, a abra�a e sussurra em seu ouvido: Calma minha pequena.
A garota atende ao pedido do amado, por mais dif�cil que fosse. Limpa as l�grimas, se solta do abra�o e sorri. Os outros ainda a olham sem entender. Come�am o comercial pra garota se acalmar. Ela ent�o bebe um copo d��gua e lhes explica que era uma grande amiga de Hong Kong que havia enviado aquele v�deo. A entrevista termina, os meninos cantam Burnin� up e Can�t have you e v�o embora. Voltam para o hotel e chegando l�, entram em sua m�ster su�te e l� havia uma carta e 6 caixas, uma com o nome de cada um dos 6 escrito em um papel e colado em cima. Abrem as caixas, e lindas roupas de gala, mascaras e sapatos se encontravam l�. Cada um exatamente do tamanho respectivo de cada um. pega a carta, abre e l� em alto e bom tom..


Cap�tulo 12: Hey Girl, come back to me.


..era, de Denise. E dizia:
�Oi meus amores, concerteza j� abriram suas caixas. Hahaha. Espero que sirva tudo direitinho. Hoje voc�s v�o a um baile da Mascarade.{/sorte no amor} E eu e o Paul achamos que seria interessante voc�s irem. � obrigat�rio o uso de mascaras, ent�o ningu�m reconhecer� voc�s. Vai ser proibida a entrada com c�meras, ent�o n�o tem perigo de paparazis. Pra que voc�s se encontrem l�, cada roupa de voc�s tem um pequeno detalhe em neon. Pensei em tudo. Voc�s podem tirar, mas � bom pra voc�s se reconhecerem dentro da festa, j� que n�o podem tirar as mascaras. Esperam que se divirtam, pois essa festa promete. Junto com as roupas, cada caixa tem o convite pra entrarem. Me contem depois. Beijos meus amores, Denise.�

- A MAE DE VOCES � DEMAIS! Baile da mascarade, ai vamos n�s :D -
- VAMOS NOS ARRUMAR LOGO ENTAO :D -
- ta. � todos responderam.
Come�aram a se arrumar, primeiro os garotos, e depois as meninas. Nick, Joe, e Kevin, depois de terminarem de se arrumar, descem, compram cada um, um bot�o de rosa vermelha, enrolam um pouco l� em baixo, e sobem quando as garotas avisam pelo celular estarem prontas. Sobem, cada um entrega a rosa a sua respectiva amada, cada garota Poe a rosa em cima de sua cama e v�o para a limusine. V�o conversando e ao chegarem ao baile, colocam suas mascaras, pegam os convites e entram. Era um lugar maravilhoso. Com dan�arinas em panos no teto, uma �rea vip pra poderem sentar e conversar, uma enorme pista de dan�a, com dan�arinos profissionais, um palco com v�rios tel�es atr�s onde haveria algumas apresenta��es de novos cantores e de dan�arinos, cartomantes, um imenso balc�o com bartenders de Los Angeles fazendo as melhores bebidas do pais, algumas sacadas pras pessoas se sentirem a vontade, um enorme jardim na parte de fora do sal�o, ainda na mesma �rea de festa, com banquinhos, e uma enorme piscina com ilumina��o noturna, pra fazer com que aquela noite fosse m�gica e inesquec�vel para todos que fossem participar daquela festa. {/sorte no amor+imagina��o da mariana= festa dos sonhos} N�o haveriam s� pessoas da alta sociedade e famosos ali. Pessoas comum estariam tamb�m, fazendo com que os famosos se sentissem bem por serem tratados como pessoas comuns. A noite estava perfeita. Um c�u l�mpido com muitas estrelas em uma linda noite de lua cheia. Em um festa t�o perfeita e m�gica, tudo pode acontecer..
Eles entram, deixam as coisas numa mesa na �rea vip e cada um resolve fazer uma coisa: e resolvem ir dar uma volta na �rea exterior da festa; e preferem ficar ali, sentados, conversando; resolve dar uma volta pela festa e pedir um drink diferente a um dos bartenders da festa; e resolve ver se essa hist�ria de cartomantes realmente dizia algo decente.
chega, se senta, ela olha pra sua cara e pede pra ele tirar uma carta qualquer do baralho. Ele pega a pen�ltima. Ela pega a carta, analiza, e pede pra ele tirar outra carta{/quem v� pensa que eu sou experiente em cartomantes e seus, digamos que �truques�}. Ela fica analizando aquelas duas cartas retiradas pelo garoto e pede pra ele retirar uma terceira. Ele tira, entrega pra ela, que observa. Preocupado com o resultado, ele pergunta:
- o que dizem essas cartas?
- Cada uma diz uma coisa sobre sua vida de agora e sobre seu futuro.
- e o que diz cada carta?
- a primeira � a carta do cora��o {/n�o me pergunte porque} nela diz que voc� tem um amor sincero por algu�m que tamb�m te ama.
- disso eu j� sabia, mais continua.
- a segunda carta � a dos espinhos{/eu to criativa,oe-q} significa que voc� e esse amor passar�o por muitos obst�culos.
- mas n�s venceremos esses obst�culos?
- � isso que diz a terceira carta com dois an�is entrelados e espinhos em seu contorno. Significa que voc�s estar�o sempre juntos, independente dos obst�culos, que o amor de voc�s vai ser mais forte do que isso.
- muito obrigada senhora..
- Mercedes. Sabe, um conselho?
- sim dona Mercedes..
- aproveite os momentos m�gicos e �nicos que o destino lhes poe a dispor de voc�s.
- como a noite de hoje?
- entendeu r�pido o que eu quis dizer.
- obrigada dona Mercedes. � isso mesmo que farei agora.
Ele sai andando, procurando por todos os cantos, a amada. At� que repara que um lugar sozinho no fim do sal�o, perto do balc�o, havia uma garota linda com uma roupa que ele reconhecia. Era . Ele sabia disso. Vai at� ela, e a abra�a como se nunca tivesse abra�ado. Ela sem entender abra�a o amado, que ao se soltar, fica sorrindo pra ela. Ela sem entender, resolve perguntar:
- que que foi ?
- sabe , hoje confirmaram tudo o que eu j� sabia.
- o que?
- antes de eu responder, eu preciso perguntar.
- o que ? Ta me deixando preocupada.
- , voc� me ama?
- eu devia te bater por ainda duvidar disso.
- me ama quanto?
- muito mais do que eu possa lhe dizer.
- ent�o, volta pra mim. Por favor.
- , n�o d�. Voc� sabe. Eu.. voc�.. n�s,n�o podemos- ela dizia cabisbaixa
- por mais obst�culos que a vida coloque no nosso caminho, a gente SE AMA e nada nunca vai conseguir mudar isso.
- eu sei, mais tem coisas que.. aah.. � tao complicado.
- e s� a gente pode descomplicar tudo isso. Volta pra mim . Volta a ser MINHA . Voc� foi t�o pouco tempo s� minha. Eu quero poder te abra�ar, te beijar, te dizer o quanto eu te amo, cuidar de voc�, escrever pra voc�, cantar pra voc�.. sabe?! Fazer de tudo pra que voc� seja a mulher mais feliz do mundo. Fazer com que cada dia das nossas vidas, seja inesquec�vel. Eu quero poder correr por ai e gritar pro mundo que eu te amo e que voc� � a mulher da minha vida. Quero poder dormir, e acordar por mais cedo que seja, s� com a esperan�a de te ver e poder ver esses teus olhos lindos, beijar seus doces l�bios que minha boca sente tanta falta. Quero ter comigo a dona dos meus pensamentos, dos meus sonhos, e desejos. Por favor , volta pra mim.
- � o que eu mais quero no mundo, mas voc� sabe que a gente n�o pode.
- a gente pode se a gente quiser.
- se minha m�e souber, eu volto pra Hong Kong.
- quem disse que ela precisa saber?
- ta sugerindo que..?
- que n�s n�o precisamos contar pra ela. Aliais, pra ningu�m
- nem pra..
- nem pros cabe��es.
- ser� que isso vai dar certo?
- s� vamos saber se a gente tentar.
- ai , n�o sei.
- por favor . Por mim, por voc�, por n�s.
Como resposta, ela pega na nuca dele, que entende, pega na cintura dela, e selam um beijo. Um beijo com vontade, com saudade. Por ser um baile de mascaras, ningu�m os reconhece. S� sabiam que se tratavam de um casal extremamente apaixonado.
ap�s o beijo, se separam, ficam se curtindo um pouco, encontram os outros e v�o embora. Chegam no hotel, trocam de roupa, e v�o dormir. Escondendo de todos, a volta do romance.Teriam um longo dia pra se curtirem secretamente e quem sabe, uma nova surpresa no primeiro show da turn�?


Cap�tulo 13: � tudo por voc�.


Acordam cedo, tomam o caf� da manha, e Paul chama os meninos para seu primeiro dia de trabalho na longa turne. Nem tudo podia continuar naquela moleza em que estavam vivendo. Nick, Kevin e Joe passaram o dia com a banda ensaiando as m�sicas que tocariam no show e a ordem em que elas tocariam. Haviam decidido que nesse show, fariam uma surpresa pra cada uma das meninas. Enquanto eles trabalhavam tanto, Denise as leva pra passear no shopping, comprar algo novo pra usar no show. Depois de comprarem o que queriam, almo�aram e a tarde foram ao cabeleireiro fazer cabelo, unha, sombrancelha e tudo o que tinham direito. Queriam estar impec�veis pro primeiro show da turn�. Iria ser uma noite e tanto, elas sentiam isso. Chegando pr�ximo do fim da tarde, tomam banho e come�am a se trocar, passar maquiagem e decidir os acess�rios que usariam. O show come�aria as 19:00, com a abertura de Jordan Pruitt cantando Ever Ever After e One Love. Depois seria seguido por outra breve apresenta��o de Demi Lovato cantando This is Me e depois pra entrada dos Jonas, ela e eles cantariam I Gotta Find You. Ao fim da m�sica, ela sai e eles d�o inicio ao show. Come�am com Burnin Up, seguidas de Got me Going Crazy, V�deo Girl, LoveBug, When You Look Me In The Eyes, e ai come�am as homenagens.
- Essa m�sica n�s vamos dedicar a .- disse olhando para o lado do palco onde a amada e as amigas se encontravam. Come�a a tocar Still In Love With You, uma das m�sicas preferidas dela. Ao fim da m�sica, outra homenagem segue.
- e essa m�sica n�s dedicamos a - disse e logo se inicia Girl of My Dreams, a m�sica preferida dela. Ao fim da m�sica, se surpreende com a fala de que diz.
- e � claro que n�o esquecer�amos da nossa querida . Essa � pra voc� zinha. � e logo se inicia Inseparable. Os olhos dela se enchem de l�grima, essa musica significava muito pra ela e pra ele. No meio da m�sica ele olha pro lado do palco, v� a amada limpando as l�grimas e sorrindo pra ele, e sem conseguir mais se conter, deixa uma l�grima escorrer. Fazem um breve intervalo ap�s essa m�sica e no camarim e as meninas j� estavam l� a espera deles. e correm para os bra�os dos amados. J� se senta no sof� de cabe�a baixa. entra e vai em dire��o dela e a abra�a. Despois de um tempo se soltam e as l�grimas voltam a correr o rosto da garota.
- eei, n�o chora meu amor.- dizia limpando as l�grimas que corriam pelo rosto dela.
- eu queria tanto poder fazer o mesmo que elas. Esperar no camarim por voc�, e quando voc� chegasse poder te abra�ar e te beijar sabe?! Como deveria mesmo ser.
- n�o podemos correr esse risco, n�o ainda.
-eu sei
- maaaas..
- maas oque ?
- n�s merecemos ficar juntos como eles.
- s� me diz como, porque � imposs�vel.
- hoje a noite, depois do show, quando eles forem dormir, vai at� a cobertura.
- voc� � louco sabia?
- s� se for por voc� gatinha ;)- ele pisca, beija o rosto dela e corre se trocar.
Se troca bem r�pido, e quando volta, seus irm�os largam das meninas e v�o. Quando e voltam, v�em deitado no colo de rindo como bobos enquanto as amadas estavam num canto conversando e nem reparando na cena. Os olhos deles brilhavam, e e n�o tinham como deixar de notar isso.
- � t�o lindo o amor deles meu- dizia observando e .
- � meu, parece at� uma mesma alma dividida pra duas pessoas. Se completam sabe? {/ filosofaando, UIASHIUHUASUI, t�parei}
- � cara. Juro, ainda vou fazer algo pra que eles voltem a ficar juntos novamente. � um sentimento muito forte pra deixar passar assim.
- concordo. E pro que precisar, fala comigo.
logo em seguida, Paul vem cham�-los pra cantar mais algumas musicas e finalizar. O show havia sido um estouro. Estava tudo realmente perfeito. Estavam com suas amadas, sendo elas assumidas ou secretas, haviam come�ado a turn� com o melhor show poss�vel, as meninas iriam passar o primeiro m�s de turn� com eles, o que poderiam mais querer?
Ap�s o show todos v�o para o hotel tomar banho e dormir. Bem, nem todos v�o dormir. {/ha�, pervertidas, n�o pensem nada. Eles tem voto, esqueceu? Boom, nem todos tem porque o nick j� quebrou comigo, mas n�o vou contar detalhes. UIHASIHASASUI e sem coment�rios sobre isso no meu cbox :} chegam todos no hotel, e os 6 v�o pra m�ster su�te deles. Os meninos, por causa do show, v�o tomar banho primeiro. termina seu banho, se troca e sai sem avisar ningu�m. Depois de as meninas tomarem banho, se troca e espera todos dormirem pra poder ir tamb�m. O que n�o demora muito, pois estavam todos muito cansados. �uffa, finalmente� pensa ela quando v� que todos est�o realmente dormindo. Sai do quarto com cuidado, fecha a porta, chama o elevador que come�a a descer {/sabe aqueles coisinhos que marca o andar? Ent�o o elevador tava no terra�o e ent�o ele tem que descer, peego? UIASHIUASHAS}. Quando o elevador chega, algo lhe chama a aten��o. Havia um bilhete colado no espelho do elevador {/sabe, elevador que tem espelho no fundo? Ent�o, tava colado l� :}. Ela entra, pega o bilhete e come�a a ler:
�Sobe logo amor, to te esperando :) te amo,

/pensamento de on*
Deus, ele n�o existe. Realmente n�o existe. O que ser� que ele ta fazendo l� em cima? Por mais simples que seja, vai me surpreender. N�o tem como n�o se surpreender com as coisas que ele faz. Vou subir logo antes que eu morra de curiosidade
/pensamento de off*

{narra��o em terceira pessoa ainda} Ela sobe, e ao abrir da porta do elevador, ela o v� e vai caminhando em dire��o, coloca as m�os por cima de seu pesco�o enquanto ele a puxa pela cintura e se abra�am bem forte {/deu pra entender?}. depois que se soltam do abra�o, ele:
- vem- e come�a a puxa-la para um lugar ali no terra�o.
Ele a leva pra um lugarzinho que havia preparado pra ela. Havia no ch�o um daqueles colch�es infl�veis, cobertores pra se caso esfriasse ou ventasse {/eles estavam no terra�o, l� venta sabe?! �jura mariaana� UIASHUIASUIA taparei}, e uma garrafa com chocolate quente e dois copos do lado.
- voc� n�o existe- diz ainda sorrindo do que ele era capaz pra ficar um tempo com ela.
- eu n�o existo? Sou um ser imagin�rio? Morri, bgs. PERA, eu n�o posso morrer se eu n�o existo. Sou imortal 8) UIASHASUIHAUI
- meenos amoor, bem menos. UIHASIUASHASUI
- pelo menos voc� riu :D vem, senta aqui. � dizia ele j� se sentando no colch�o.
ela pega, e senta ao lado dele. Ela fica observando o c�u, era uma linda noite de lua cheia, com o c�u todo estralado e limpo, com pouqu�ssimas nuvens. At� que ele interrompe seu pensamento dizendo.
- iiih, perdi a aten��o da minha gatinha pro c�u :/
- isso NUUNCA :D � ela o empurra, no colch�o, que acaba deitando e ela deita ao seu lado de brusso{/deu pra entender? Tiipo, sabe quando voc� deita de barriga pra baixo mas tipo, n�o deita tudo, fica apoiada nos bra�os? Como se tivesse na praia pegando sol mas sem deitar totalmente. � complicado, mas acho que deu pra entender} e o puxa e o beija. Quando o beijo acaba, ela olha e diz:
- obrigada por tudo. Pelo show, por isso, e por existir na minha vida.
- ent�o eu existo?
- a amor, n�o estraga. UIASHIUASHI
- ta. Mas voce nao tem doque agradecer, � tudo pra voc�, tudo por voc�. Eu te amo .
- eu te amo .
E selam mais um beijo apaixonado, mais um dos muitos que esperaram o dia todo pra dar. Depois disso, ela deita de barriga pra cima ao lado dele, e ele passa o bra�o por ela, pra que ficassem mais juntos {/eu sei, hoje eu enchi de coisas estranhas assim, mas � que � dif�cil explicar, mas n�o � t�o dif�cil fazer. Vou come�ar a tirar fotos com o nick assim e ponho aqui ta? UIASHUIASHUIAS taparei}. Ambos come�am a observar o c�u at� que..


Cap�tulo 14: um pequeno erro com grandes impactos.



- ! UMA ESTRELA CADENTE ! FAZ UM PEDIDO!
Ambos apertam bem os olhos, e fazem o mesmo pedido, mas pra si mesmo{/tipo, sem emitir som sabe? UIAHSISUA eu to complexa hoje O.o�}
�que o nosso amor, sobreviva a tudo�
Abrem os olhos e..
- o que voc� pediu ?
- se eu te contar, ele n�o se realiza ��� SEGREDO :P
- aah, ta neh?! :/
- aah, para beb�.
- n�o so bebe- ele dizia fazendo biquinho
- � sim, MEEU beb� :D
- ta bom, ta bom, eu sou :*
- H�, eu sempre consigo o que eu quero.
- booba :P
- eu sou boba mais voc� me ama
- �.. aamo.
- isso n�o foi convincente :/
- quer que eu grite? Que eu anuncie na internet? Que eu pule de para-quedas com uma plaquinha? Me fala que eu fa�o tuudo pra te provar o quanto eu te amo.
- voc� tando comigo sempre, j� � mais do que suficiente.
- aaah, mas eu gostei da id�ia do para-quedas :/ UIASHUIASHAUIS
- vaamo pula? N�s doois? *-*
- vaamos amoor :D
- duvido que voc� pule beb�.
- nunca duvide de um Jonas meu amor.
- desculpa int�o .
- ah vai ficar bravinha? Que bonitinha. Maaas, amanha eu j� vou ver a historia do para-quedas. Voc� n�o me escapa amoor. Vai ter que pular comigo.
- espere senhor , vamos ver quem vai desistir primeiro.
- ta, chega dessa discuss�o, amanha veremos. Vem c� doona .
E ficam se curtindo mais um pouco, com v�rias outras conversinhas bobas de apaixonados como a que acabara de rolar. Eles v�em que estava ficando muito tarde, e resolvem descer e ir dormir. Entram devagar no quarto, pra que os outros n�o acordem, se trocam, e v�o se deitar. Amanha seria um longo dia.
No outro diia..
As meninas acordam, e os Jonas j� haviam sa�do. Haviam deixado apenas um bilhete dizendo:
�Desculpa n�o ir tomar caf� da manha com voc�s, e almo�ar sem sair, mas n�s t�nhamos umas coisas da banda pra resolver, sa�mos bem cedo, e decidimos n�o acorda-las. Esperamos que voc�s n�o fiquem bravas :D prometemos que at� a hora do almo�o, estaremos ai. Beijos, Nick, Kevin e Joe.�
- �, pelo visto vamos descer sozinhas. -
- pensa pelo lado bom, podemos ficar fofocando a manha toda. IASHIASHASUI-
- booa - disse rindo
- t�, vamo se troca e desce logo entao que eu acordei com fome.-
- ta- as outras duas dizem juntas, riem disso e v�o se trocar.
As meninas escov�o os dentes, fazem sua higiene matinal, se trocam colocando uma roupa b�sica: com um vestidinho branco roxo e rosa com uma melissa LoveFu rosa, com um shot at� o meio da coxa uma blusinha azul clara e uma rasteirinha branca com detalhes azul e com uma sainha jeans uma batinha preta e uma rasteirinha preta com strass. Descem logo em seguida. Chegando ao sal�o do caf� da manha, algumas garotas v�m conversar com elas, pedir aut�grafos e fotos. As meninas aceitam numa boa. estava totalmente acostumada j�, isso frequentmente acontecia; estava um pouco acostumada, e cada vez mais ia se habituando a isso, pelo falo de ser uma suposta namorada de ; j� se espantara com aquilo, era uma coisa totalmente nova pra ela, mas n�o ligava, suas amigas haviam lhe passado seguran�a e ela se sai super bem falando com as supostas �f�s� mas sem revelar coisas que elas n�o deveriam saber. Ap�s o caf�, elas resolvem dar uma volta pelo shopping. O tempo passa r�pido, e como estava chegando perto da hora do almo�o, resolvem voltar e esperar pelos garotos. resolve ligar pra eles, ver que horas eles viriam, e onde almo�ariam. � claro que ela liga pra . Sai de perto das garotas pra elas n�o ouvirem e liga. Tenta, tenta e nada. Quando ele finalmente atende.
- al�? ?
- n�o, o papa bento XVI. Claro que � o , esse celular � meu ���
- nossa senhor educa��o, desculpa. Ent�o, s� to ligando pra perguntar que horas voc�s v�m.
- era s� pra isso? Eu to trabalhando ���
- nossa, que que voc� tem?
- nada, s� quero trabalhar em paz, ser� que d�? Sabe que eu to trabalhando e fica ligando,ligando. Que saco.
- ai, TCHAU. � e desliga na cara dele.
Ela pega, coloca o celular no criado mudo, deita na cama e come�a a chorar. Estava realmente chateada. Depois de ontem, o que havia ocorrido com ele pra ele estar assim? As meninas tentam falar com ela, mas de nada adiantava.
Aonde os meninos estavam, a espera do produtor, estavam em uma sala conversando. e haviam visto o jeito com que havia falado no telefone, e queriam saber quem era e o que havia ocorrido.
- heey , quem era ? - pergunta, com do lado esperando a resposta do irm�o.
- a . � responde.
- nossa meu, o que houve com voc� pra falar daquele jeito com ela?-
- � meu, ela fez alguma coisa? Voc� tratou ela muito mal.
- pior que n�o fez nada. N�o sei o que me deu. Mas aposto que ela nem vai ligar.
- duvido muito, aposto que ela deve ta chorando l� na cama do quarto, com as meninas do lado tentando descobrir o que houve e ela n�o deve ta falando. Do jeito que ela �.. - dizia quando � interrompido pelo irm�o.
- meu, ela mudou. N�o � mais aquela menina que chorava por tudo, ela j� ta bem grandinha pra entender que isso n�o foi nada demais.- respondia ap�s interromper
- por mais velha que ela seja, ela ainda � menina, e meninas s�o sens�veis. N�o se trata uma garota assim, e voc� sabe - dizia repreendendo o irm�o.
- meu, eu n�o fiz nada demais. S� disse que tava ocupado, o que tem de errado nisso? NADA! Pois ent�o, eu n�o vou pedir desculpas. Se ela quiser ficar sem falar comigo, o problema � dela, eu n�o fiz nada. E n�o enche mais meu saco porque nosso produtor chegou e pelo menos eu levo isso a s�rio.
O produtor entra anunciando que tinha esquecido de avisar que eles fariam mais um show ali naquela cidade ainda hoje, antes de irem pra pr�xima cidade do tour.Eles concordam e v�o embora para o hotel. Chegando l�..
- amooor- vai em dire��o a , a beija e diz- onde ta a ?
- n�o sei. Ela disse que ia sair dar uma volta, ela ficou mal depois de falar no telefone com o e eu nem sei o que houve.
- aah amor, eu tava do lado. Ele tratou ela mal pra caramba e nem ele sabe porque. Mas ele acha que n�o fez nada demais, por isso perguntei dela, queria saber se ela ta bem.
- n�o sei mesmo pra onde ela foi. Mas concerteza ela n�o demora.
e tem mais ou menos a mesma conversa. entra, procura por ela pra lhe fazer companhia e nada. Resolve perguntar.
- cad� a ?
- boa pergunta . Ela saiu, nao falou onde ia, mas tudo isso depois de chorar pra caralho depois de um telefonema com um tal jonas de quem ela gosta ���- responde seca.
- ela gosta de todos ��� e eu n�o fiz nada demais. Se ela ficou chateadinha, foi por bobeira.- ele responde seco tamb�m
- n�o quero saber. Agora, a gente podia ir procurar ela- quando termina de dizer isso, entra pela porta da m�ster su�te dizendo.
- n�o precisam se preocupar, j� cheguei.
- tava aonde ? - perguntando indo perto dela quando..
- isso n�o � da sua conta, . Gente, vou tomar um banho e ficar pelo hotel. Perdi a fome. Podem ir almo�ar, falo com voc�s depois.
- n�o , a gente fica aqui com voc�.- dizia enquanto todos respondiam com a cabe�a ou comentavam �� , a gente fica com voc�
- n�o precisa, podem ir. Vou descansar um pouco.
- v�o voc�s, eu fico com ela- se oferece sorrindo.
- muito obrigada, mas antes s� do que mal acompanhada. Pode ir .
- caralho , que frescura. Eu nao fiz nada. E para de me chamar de .
- tchau , nao to com paciencia com voce hoje. � ela entra no banheiro batendo a porta. e os outros ent�o v�o almo�ar num restaurante ali perto. Durante todo o almo�o, todos ficaram falando que n�o devia ter falado com ela daquele jeito, e ele acaba vendo que fez algo errado. Decide que quando voltasse, falaria com ela. Mas quando ele chega l�..


Cap�tulo 15: Your Dreams.


.. ela n�o estava na su�te. Ele come�a a ligar desesperadamente pro celular dela, mas de nada resolve. Ela n�o queria atende-lo e estava ocupada demais pra atend�-lo. Ele ent�o v� no celular com algu�m e no fim da liga��o, s� ouve a amiga falando: �ta , daqui a pouco eu des�o. Beijos, te amo Best�
- quem era ?- ele pergunta interessado em saber onde a amada estava. Queria resolver isso logo.
- a , ela me ligou pra falar onde tava e chamou eu e o pra descer. E pediu pra avisar o e a tamb�m. Ela disse que tem algu�m que eles v�o gostar de ver.
- ela nem falou nada de mim?
- n�o. S� disse que tava chateada, mas que tava se divertindo l� embaixo. Vou me trocar. Tchau cunhado :)
Antes mesmo que ele pudesse perguntar onde estava, a amiga vai se trocar e falar com todos que se trocam tamb�m. Quando estavam saindo do apartamento..
- onde voc�s v�o?- perguntava observando o traje de cada um.
- na piscina encontrar a , claro. Desce l� depois- dizia j� fechando a porta e indo.
resolve ver quem seria a misteriosa pessoa que estava l� em baixo com sua amada. Ele coloca um cal��o {/preferia uma sunga ;9}, pega uma toalha e desce. Chegando l� ele v� algu�m que n�o esperava ver. Uma pessoa que sempre fora amigo de seus irm�os, mas n�o dele. Algu�m por quem ele n�o tinha �dio, mas que queria distancia pois n�o achava uma pessoa confi�vel. Sim, esse era uma das �nicas pessoas com quem nunca fizera quest�o de conhecer melhor, por causa de acontecimentos passados que ele preferiu deletar da mem�ria. David Henrie, um dos caras com quem ele mais tinha inimizade, estava l� na piscina com , seus irm�os e cunhadas. Era incr�vel ver como estava se divertindo com David. Riam de tudo, ela o afundava, jogavam �gua um no outro, ele a rodava na �gua, a fazia boiar e tantas outras coisas, que quem via, realmente pensava que eram namorados. estava morrendo de ci�mes daquilo. E n�o podia fazer nada antes de conversar com ela. E n�o havia nada de mais naquilo, mas o ci�mes de por David era maior. Ele tinha que atrapalhar. Pula na piscina em forma de bomba jogando �gua em todo mundo e cortando as brincadeirinhas de e David.
- AAAAAH QUEM FOI O OT�RIO QUE QUASE PULOU EM CIMA DE MIM?- dizia super brava, e ao terminar, sai de baixo da �gua com a pior cara poss�vel.- tinha que ser. N�o podia ser outra pessoa pra me perturbar hoje.
- ah meu, quer saber? EU VIM ATRAS DE VOCE PRA TE PEDIR DESCULPAS E CHEGO AQUI VOCE T� SE ENGRA�ANDO COM O DAVID. - dizia j� perdendo o controle e gritando.
- BOM SABER QUE VOC� PENSA ISSO DE MIM. - dizia gritando mais ainda, saindo da piscina, se enrolando em uma toalha e sentando numa mesa distante.
- parab�ns , voc� conseguiu deixar ela pior do que quando chegou aqui.- David dizia o repreendendo e j� saindo da piscina pra ir atr�s de .
- voc� n�o se mete. E fica ai que quem tem que conversar com ela sou EU.- dizia empurrando David pra piscina e indo at� onde se encontrava. Senta do lado dela, e come�a a falar- desculpa meu amor, me desculpa por tudo o que eu te disse, pelo jeito que eu te tratei no telefone, por te fazer chorar, por n�o merecer nem metade de tudo o que voc� faz por mim. Desculpa por tudo o que voc� n�o merecia, e desculpa tamb�m por te amar tanto e ter feito o que eu fiz na piscina agora pouco.- ele dizia com algumas l�grimas j� escorrendo pelo rosto.
- eu ODEIO isso sabia?!- ela dizia enquanto ele ficava espantado com o que ela diz. �o que ser� que ela quis dizer com isso?� ele pensava.- odeio quando voc� d� suas mancadas, e eu choro como uma tonta, odeio o fato de eu n�o conseguir n�o te perdoar e odeio mais ainda o fato de em nenhum momento eu conseguir te odiar.- ela dizia com algumas l�grimas escorrendo pelo rosto tamb�m.
- ent�o, eu to perdoado?
- ta.
- isso n�o foi convincente .
- eu te perdoei, mas eu ainda to chateada. E isso voc� n�o consegue mudar t�o r�pido.
- aah :/ vou mudar isso, calma. Agora vem c� amor. - ele a puxa pela cintura pra um abra�o. Se abra�am bem forte, como se s� tivessem um ao outro e s� aquele momento. Depois que se soltam.
- amor, porque voc� n�o gosta do David? Ele me pareceu ser t�o legal.
- aaah , n�s eramos um pouco amigos, mas algumas coisas nos separaram e eu prefiro manter distancia. E se poss�vel, manter voc� longe dele tamb�m.
- porque eu? Tudo isso � ci�mes? Amor, eu conheci ele hoje, ele � s� um amigo..-ele a interrompe e diiz
- n�o � por ci�mes. Ta, um pouco �. Mas ele n�o � o que parece, por favor, se afasta desse menino.
- aah , eu n�o posso deixar de ter amizade com um menino que me tratou super bem hoje, porque voc� tem problemas com ele n�o �?!
- por favor. Ele n�o � o que ele parece.
- desculpa amor, mas eu n�o posso fazer isso sem um motivo. Desculpa.
- ta neh?!
- , vou subir tomar banho. Quero passear pelo parque ainda.
- ser� que eu posso iir te fazer companhia? (:
- pode siim. Vamo l� avisar eles.
- ta (:
Eles v�o at� os outros, se despedem e sobem pra tomar banho. David tenta falar com ela, mas o mantem longe dela. Pra sorte de David, ele j� tinha pegado o celular de . Eles tomam banho, colocam uma roupa simples e v�o passear. Os meninos n�o teriam show naquele dia. S� participariam de um programa de televis�o de madrugada, que seria exibido ao vivo ao mundo todo. Era por volta de 4 da tarde, eles s�o do hotel e v�o passear. No come�o, trocam poucas palavras. Sentam-se em baixo de uma arvore, e come�am a apreciar o sol, o dia, as crian�as e ambos come�am a pensar em muitas coisas. Desde de tudo o que passaram, at� agora. Como chegaram ali, e estavam juntos. Escondido mas estavam. n�o ag�entava mais aquele silencio, ent�o resolve quebra-lo com uma simples conversa.
- , o que voc� quer da tuua vida ? tiipo, quais os teus sonhos, as coisas que voc� pretende fazer e tudo mais?
- aaaah , eu quero tanta coisa sabe?!
- por exemplo..
- boom, eu sonho em ser ma grande estrela de Hollywood, em conhecer todos os meus �dolos, em viajar pra muitos pa�ses, e visitar in�meros lugares como a barreira de corais na Austr�lia {/meu sonho mesmo, bgs}, os as pir�mides no Egito. Sonho em conhecer paris e apreciar do melhor macarr�o do mundo feito na It�lia. Sonho em ir ao Canad� ver um daqueles castelos como os de filme, e ir pra Eti�pia ajudar os necessitados. Mas tamb�m sonho em encontrar o amor da minha vida, e ser feliz com ele, eternamente. Mas eu acho que o ultimo sonho eu j� realizei :D
- se n�o estiv�ssemos em um lugar publico agora eu ia ter feito uma coisa que.... deixa queto. UIASHUIASHASI quem sabe eu n�o torno esses teus sonhos, realidade?
- voc� j� fez um, os outros eu acho totalmente imposs�vel* mas beleza (:
- UIASHIUASHAS eu sonhava ser de uma banda famosa e ter um amor escondido com uma menina muito gata e ai?!
- UIHASUIASHUSAHI- ambos riram.
- muito gata � poouco pra mim baby;
- � mesmo ;9.. eer.. esquece � ele fica envergonhado e cora. Antes mesmo que ela pudesse come�ar a rir daquela cena, seu celular toca. Havia recebido uma mensagem que dizia...


Cap�tulo 16: desconfian�a.


�e ai gatinha? UHASHASASUIA j� to com saudades de voc�. Me diverti muito essa tarde, at� algu�m chegar.. mas isso n�o vem ao caso. Gostei muito de te conhecer, foi tudo muito bom hoje. Espero te ver muito por aqui ainda. Beijos, Dav.�
Vendo a mensagem, ela rapidamente fecha o celular, causando espanto em .
- o que era amor? Uma mensagem?
- � siim bebe (:
- de quem ? posso saber ?
- er, � da.. daa.. minha tia. Isso, da minha tia
- aah (:
Eles conversam mais um pouco e v�o embora. Esqueceu que eles ainda tinham um programa pra ir? :) ao inicio da noite, todos v�o pra su�te se arrumar. Enquanto estava no banheiro arrumando o cabelo e maquiagem com as meninas, e os irm�os tinham ido falar com Paul, ele v� algo que lhe chama a aten��o: o celular da amada. O pega em m�os, e v� que tinha mais uma mensagem ainda n�o lida. Talvez ela nem tivesse visto ainda que havia recebido outra mensagem. Ele resolve ler. Era novamente de David. S� de saber que era dele, seus olhos j� fervem de �dio. Abre, aperta o bot�o e l�.
��, sou eu dinovo. ASUHHIASHSUI eu queria tanto ver voc�. Sabia? Foi realmente incr�vel a tarde com voc� hoje. Ser� que dava pra gente se encontrar? X.o.x.o, Dav�
Ao terminar de ler aquilo, o ci�mes e o �dio que sentia por David, s� aumentava. Ele resolve ent�o ver a mensagem que havia recebido antes. Ver a tal mensagem da �tia� e acaba se surpreendendo. V� que era de David. Seus olhos come�am a ferver, como se fossem explodir. Algumas l�grimas de �dio e decep��o, acabam caindo. Se acalma e resolve esperar pra ver se iria lhe contar a verdade ou ficar escondendo. Estava com medo de estar lhe traindo. � claro que aquilo n�o estava acontecendo, mas o ci�mes, a decep��o e o �dio tomavam conta de seus pensamentos, o impedindo de pensar que aquilo poderia ser s� uma desculpa pra n�o terem mais brigas.
As garotas terminam de se arrumar, ent�o vai abrir a porta da su�te, onde por ali entam e que haviam terminado a conversa com Paul. Ela beija , corre at� a porta fazer o mesmo em . e s�o os unicos que ficam ali, im�veis. O namoro de ambos ainda era um segredo, at� pros amigos e familiares, e n�o podiam se arriscar a fazer o mesmo. As meninas pegam as bolsas com gloss, celulares e tudo mais, e acompanhadas dos garotos, saem em dire��o ao programa. Ocorrem in�meras perguntas novamente.

Muitas perguntas ocorrem novamente. In�meras relacionadas a e . Ambos novamente negam tudo. Ao sair dali, voltam todos para o hotel. Amanha seria um longo dia, e quem sabe n�o houvessem revela��es?


Cap�tulo 17: revela��es.


Eles voltam para o Jonasbus e seguem viajem. Em meio a um longo transito, resolvem brincar de verdade ou desafio.
- pergunta e responde. � dizia louco pra ver o que a amiga aprontaria com o irm�o.
- verdade ou desafio amorzinho ? IUASASHHAS- perguntava rindo descontroladamente seguida por todos.
- voc� acha que eu tenho medo de voc�, minha pequena? UIHASUISAHIA DESAFIO, claro. - respondeu com um sorriso vitorioso no rosto.
- AAAAAAAAA SE FUDEU AGORA. Te desafio a abrir a porta do jonasbus, ir at� o carro do nosso lado e falar pra aquele brutamonte que ta ali esperando o transito passar e falar: �oi gatinha, me passa seu telefone pra gente ter um papo hot� UIASHIASHIASHUIHASSUIHSAASI- ela ria descontroladamente, seguida de seus amigos.
- ta, segunda op��o.
- na nossa pr�xima parada, voc� vai comprar um pacote de fralda geri�trica e uma chupeta que depois eu termino o desafio, vai ficar s� entre n�s.
- ta bom senhora �eu sou a fodona e ferro todo mundo no verdade ou desafio� prepare-se pra guerra, zinha.
- ta, chega voc�s dois. Vo girar.- dizia se controlando pra n�o rir do namorado. {n/a: eu riria :* UIASHAS}
- pergunta pra . Vaai c�, se vingue dela por todos n�s. - dizia com um sorriso vitorioso no rosto.
- verdade ou desafio?
- vou acabar com a gra�a agora, VERDADE. Ot�rios. UIHASIUSAS � ela riia enquanto os outros gesticulavam algo como �que �dio� ou �n�o vale isso�
- � verdade que quem mandou a mensagem ontem era sua tia?
ela gela. O que diria? Que mentiu pra ele? Ele n�o acreditaria e isso resultaria em outra enorme briga, n�o?
- h�?!- ela vingia-se de desentendida.
- voc� entendeu a pergunta, vamos. Me responda.
n�o sabia o que fazer muito menos como responder essa pergunta. Todos a olhavam como um olhar de �o que ta acontecendo aqui que n�s n�o sabemos?�. Teria que ser sincera? Ou mentiria novamente? Ent�o..
~
.. ele a interrompe dizendo:
- porque tanta demora ? Tudo pra n�o me contar que era da sua tia chamada DAVID?
- .. eu.. h�. A meu, eu n�o podia te contar, e sabe porque ?
- n�o. E n�o pretendo saber. N�o estou afim de ouvir MAIS uma das suas mentiras. � ele dizia j� perdendo o controle da voz, quando derrepende murmura algo que ela consegue ouvir.- maldita hora que voc� voltou.
- maldita hora que eu voltei n�o ? Bom saber.
Ela se levanta e vai em dire��o ao fim do �nibus. Ningu�m entendia ao certo o porque de tudo isso. Um imenso sil�ncio se forma ali. ent�o se levanta e se senta num sof�zinho ali, e afunda a cabe�a no travesseiro, afim de esconder sua express�o. Todos os outros, ainda com uma enorme interroga��o na cabe�a, ficam em silencio a fim de descobrir algo, at� que ouvem um enorme solu�o, seguido de outro, outro e mais outro. As meninas se preocupam, sabiam que eram solu�os vindos da �rea onde estava. Sabiam que era ela que estava chorando. ouve o barulho, e levanta a cabe�a rapidamente afim de saber quem estava chorando. Ao levantar seu rosto, todos observam sua express�o triste, com os olhos j� um pouco inchados, e muitas l�grimas espalhadas pelo rosto. e ent�o resolvem ir falar com , e as meninas conversariam com .

no quarto..
- , tem alguma coisa que voc� queira nos contar ?- dizia se aproximando dela, que estava deitada. Ela se senta, o abra�a forte, afunda sua cabe�a em seu peito e continua a chorar.- calma meu amorzinho, olha pra mim. � nisso ela levanta a cabe�a devagar, afim de olhar pra ele e..- eu n�o consigo te ver mal. O que voc� tem? Me conta. N�s somos os melhores amigos do mundo, voc� se lembra? Vamos, me conta o que ta acontecendo.
- , n�s gostamos tanto de voc�, e do tamb�m n�?! Nosso irm�o. Mas cara, voc� chorando aqui, e ele l�. � uma cena horr�vel pra todos n�s. Conta pra gente o que ta acontecendo com voc�s. Quer que eu saia? Pra voc� falar com o ? eu saio, numa boa.- dizia calmamente, abra�ando e a soltando ao fim da frase. {n/a: l�-se discurso n�? UIHASUIASHIAS taparei}
- n�o , pode ficar amor. Eu confio muito em voc�. Alias, em voc�s dois. Mas isso � uma coisa que eu n�o sei se eu posso contar. � tudo t�o dif�cil. E parece que o destino n�o nos ajuda..
- voc� ainda o ama n� pequena? - a observava limpando algumas l�grimas que insistiam em cair.
- muito , muito. � mais forte do que eu, sabe ? eu n�o podia ama-lo, n�o mais. Mas eu n�o consigo. Uma coisa mais forte me impede de esquece-lo.
- � t�o lindo ver o quanto voc� o ama, e mais lindo ainda ver no olhar do nosso irm�o, o quanto ele te ama. Eu queria tanto poder fazer algo pra mudar isso, eu s� n�o sei o que fazer. Eu me sinto t�o impotente os vendo sofrer, se amando, e n�o podendo se unir. - dizia com uma express�o j� triste em seu rosto.
- fazer o que n� amor? � a vida. E agora, nem por perto eu sei que ele quer. �maldita hora que ela voltou� - ela imitava na hora da brincadeira. A tristeza era eminente, aquelas palavras ecoavam em sua cabe�a a todo tempo.
- aah , voc� sabe que ele disse isso da boca pra fora. - dizia tentando mudar o que se passava na cabe�a da amiga. Em v�o.
- desculpa , mas n�s sabemos que ele disse muito s�rio, e que se tivesse falado da boca pra fora, ele pediria desculpas quano percebeu que eu ouvi.
- ai eu j� n�o sei, mas porque toda a discuss�o por uma mensagem, d� pra nos contar?
- n�s est�vamos juntos, mas escondidos de TODOS, por seguran�a. Vai que meus pais me fazem voltar pra Hong Kong? � ela � interrompida.
- voc�s OQUE? Ual, n�o imaginava isso, mas continue- dizia espantado.
- ai teve aquele dia da briga, e eu conheci o David. Ele idiota, morreu de ci�mes, e falou pra eu me afastar dele, e eu falei que ele era meu amigo somente. Pra n�s n�o brigarmos, quando o David me mandou uma mensagem, e eu tava com o , eu falei que era de uma tia. Tudo pra evitar outra das nossas brigas idiotas. Mas ele n�o entende isso, concerteza mecheu no meu celular, e usou isso na brincadeira, e falou o que tava pensando. Que n�o queria que eu voltasse.
- calma , voces est�o de cabe�a quente. Descan�a um pouco, depois n�s te chamamos pra comer. Quando voc�s estiverem de cabe�a fria, voc�s conversam e se resolvem.- dizia calmamente.
- t� bom, vou descan�ar um pouco. � dizia ela j� se deitando um pouco.
- at� mas tarde pequena- lhe beijava a testa, seguido do irm�o que faz o mesmo. Eles saem, e deixam ela descansar um pouco. Ela fica pensando durante um tempo, chorando baixo, at� que acaba adormecendo.

Enquanto isso, l� perto do sof�zinho..
- , o que houve com voc�?- dizia se aproximando preocupada com o garoto que permanecia com a cabe�a abaixada no travesseiro chorando baixo. Com a pergunta da amiga, ele levanta a cabe�a, se virando e deitando de barriga pra cima.
- nada , s�rio.
- aham, e toda essa cena e os dois chorando n�o � nada?- responde .
- ah caara, eu vou contar..
{n/a: ah cara, eu j� contei tudo n�?! Preciso repiti? Pregui�inha a mil.. UIASHUIASHI}
- mas cara, eu falei muito da boca pra fora aquilo. - respondia se explicando.
- e o que voc� pretende fazer agora?- pergunta .
- eu n�o sei, ela mentiu pra mim. - respondia abaixando a cabe�a novamente.
- aposto que ela teve um bom motivo pra isso. - respondia.
- disso eu j� n�o sei. - respondia com a mesma express�o triste que dominava seu rosto a um tempo.
- voc�s precisam conversar quando estiverem de cabe�a fria, porque voc� sabe como a � n�?! Ela fico muito magoada, pode fazer uma besteira. - dizia, enquanto o garoto se preocupava. N�o queria nada de mal pra amada.
- eu sei. - dizia pensando sobre o que havia dito.
- e ent�o? O que vai fazer?- o observava, inquieto.
- sair. - respondia se levantando, enquanto o jonasbus parava.
- h�a?- as duas n�o haviam entendido.
- chegamos. - ele dizia saindo do jonasbus, com a ajuda do Big Rob, e entrando no hotel.
(.....)
vou resumir um peda�o ta? Eles entraram no hotel, e cada um seguiu pro seu quarto. e n�o se viram desde o incidente no jonasbus {n/a : amo escrever jonasbus *-* UIAHSUISAUI taparei}. A noite, teriam outro show. Os meninos tomaram um longo banho, e foram pro local do show j� fazer os testes de som, as meninas iriam depois pra assisti-los. Ningu�m comentou mais sobre o que havia ocorrido. Como de costume, os meninos resolvem homenagiar as garotas. Novamente, quando anuncia que iria cantar �inseparable� pra , in�meros coment�rios ali no pr�prio show surgem, mas eles seguem. Ele anuncia com o rosto baixo e sem empolga��o. Canta triste, derrubando algumas lagrimas ao decorrer da musica. Ela v�, entende e chora junto. Ao fim da musica, ela sai correndo. Sem ter no��o pra onde ia. Faltavam 2 musicas antes do intervalo pra trocas de roupa e tudo mais, vendo sumir dali, sai correndo do palco, fazendo com que os irm�os adiantassem o intervalo que ocorreria. Ele sai correndo, afim de encontra-la. Uma tentativa em v�o. Ouve algu�m dizendo �voc� esta bem menina� e corre ver quem era. Sabia que certamente, estaria chorando, s� esperava entender o porque, apesar de saber que ela sempre fora de se emocionar f�cil.
ele a encontra, e em um momento fr�gil, ela corre abra��-lo. Talvez fosse realmente dif�cil passar por toda aquela situa��o. Afundou a cabe�a no peito de , que a segurava firme pela cintura.
- precisamos conversar- foi tudo o que saira da boca de ap�s alguns instantes abra�ados. Sem dizer nada, assente com a cabe�a, e segue at� uma sala ali perto.
- porque voc� mentiu pra mim ?
- ai � t�o complicado entender que tudo o que eu queria, era evitar mais brigas?
- parece at� que voc� estava me traindo.
- como voce consegue pensar nessa hip�tese ?
- voc� n�o confiou em mim, queria que eu pensasse oque?
- ao menos tivesse parado e pensado que eu n�o sou assim.
- e como eu saberia?
- eu nasci e cresci com voc�. Como � poss�vel algu�m ter mudado tanto? Porque da musica agora? i know, we�re inseparable se pelo que bem parece, n�s talvez nunca estivemos realmente juntos, seja como amigos, ou como namorados.
- pode ter certeza que se a gente n�o esteve junto, , a culpa disso n�o foi minha.
- � f�cil jogar as coisas no outros n�o ? Muito f�cil. Pois te digo uma coisa: voc� vai se arrepender de n�o acreditar em mim, e de ter me dito tudo o que disse hoje. � verdade, MALDITA HORA EM QUE EU VOLTEI. - gritava j� perdendo totalmente o controle de si, ela abre a porta e sai chorando descontroladamente. � ai que realmente se toca, do erro que tinha cometido.
Ele pensa em ir atr�s, mas j� era tarde demais, e ele tinha um show a continuar.
(...)
ao fim do show, todos voltam pra casa, em dois carros. e vao em carros separados, e chegando ao hotel, cada um sobe para seu quarto, sem se quer trocarem uma s� palavra. Os outros, comem algo no hotel mesmo, e v�o dormir.
No outro dia, acorda, faz sua higiene matinal, e desce pra tomar caf�, os outros j� haviam descido. Ela se serve, e senta do lado oposto ao de na mesa. Comiam todos em um silencio profundo, quebrado as vezes por ou que insistiam que fazer brincadeiras.
O clima pesado era eminente, e nenhuma das brincadeiras parecia melhorar o enorme clima ruim que se encontrava no local. e ainda estavam sem se falar, e ambos estavam com uma enorme express�o triste no rosto, comendo de cabe�a baixa. Podia-se ver at� algumas l�grimas que insistiam em correr no rosto de ambos a todo momento. Algo poderia piorar essa situa��o? Pois se voc� disse ou pensou que sim, acertou.
Pois mesmo quando n�s estamos por baixo, temos que pensar que podemos ir mais pra baixo antes de realmente levantarmos. E era isso que estava ocorrendo. Mesmo depois de tudo, algo vem a tona, pra piorar toda situa��o. E todo problema come�a.
um barulho conhecido come�a a tocar. Era uma musica. F�cil de reconhecer. Pressure come�a a tocar. logo entende quem estava ligando. Mesmo do outro lado do mundo, um v�cio que ela e Luly possu�am era? Paramore. Luly tamb�m era uma americana que havia se mudado pra l�, entendia as letras. Assim que ouve, um enorme sorriso surge em seu rosto. Ela pega o telefone, onde no visor se encontrava: Luly Lesma :F {n/a: th�aa *-* eu te amo minha lesma mais linda desse mundo, lembrei de voc� agora, FATO*} Era uma brincadeira de ambas quando morava em Hong Kong. Ela atende.
- LEEESMAAAAA *--* que saudade. Como voce pode ficar tanto tempo sem falar com a ameba? {n/a: lesma e ameba sempre, ASUIHASUIUHASI eu te amo Best de net ♥} - antes que ela pudesse continuar a frase, algu�m na linha a interrompe.
- ?
- sim ? quem � ? n�o � a luly?
- n�o, � a Maggie, m�e dela. Preciso falar com voc�, � sobre a Luly.
- aconteceu alguma coisa? - perguntava preocupada.
- preciso lhe contar algo muito s�rio. A Luly..


Cap�tulo 18: stress


- A Luly.. tem cancer.
- OQUE? - gritava ao telefone, incr�dula com o que estava ouvindo.
- , acalme-se. Eu sei que essa n�o � uma boa not�cia, e eu tamb�m n�o queria incomod�-la, mas a Luly precisa de voc�.
- n�o Maggie, n�o � encomodo nenhum, a Luly � minha amiga, � s� que.. vou providenciar minha ida pra ai ainda hoje.
- era sobre isso que eu queria falar. � realmente importante que voc� venha. Pode ficar na minha casa, quando voc� chegar n�s conversamos. Qualquer coisa me ligue.
- ok Maggie, tenho que desligar.
se despediram rapidamente e desligaram, estava p�lida, e as l�grimas caiam pelo seu belo rosto constantemente, preocupando mais os amigos que ali estavam esperando por uma resposta. , que estava mais perto dela, a abra�a bem forte. A garota afunda a cabe�a em seu peito e chora descontroladamente enquanto ele passava a mao por seus belos cabelos, afim de acalma-l�.
ap�s um tempo com isso, ela se acalma um pouco, bebe um copo de �gua com a��car. Aquela era a hora certa pra descobrir o que estava acontecendo.
- , olha pra mim, o que ta acontecendo com a Luly ? - perguntava ainda preocupado com a amiga.
- ela.. ela.. esta com cancer. E se a m�e dela me ligou, concerteza deve ser realmente grave o caso dela, a m�e dela odeia preocupar as pessoas. E.. aaaa tudo s� acontece comigo- dizia j� deixando algumas l�grimas percorerrem seu rosto.
- acalme-se , tudo tem uma solu��o. Vem, eu vou te levar pro teu quarto, voc� tem que descansar. - dizia calmamente.
ainda estava est�tica com tudo aquilo, resolve fazer o que diz e resolve aceitar a companhia dele at� o quarto dela. Ele a deixa l� pra tomar um banho e diz que voltaria depois ver se ela estava bem. Dessa vez cada um tinha seu pr�prio quarto, todos no mesmo andar. pede pros outros n�o irem encomod�-la pelo menos por hoje, ela precisava descansar e esfriar a cabe�a, amanha seria um outro dia e ai todos falariam com ela. Ele toma um banho, e volta pro quarto da amiga pra lhe fazer companhia.
O sono come�a chegar, e se despede de e vai pro seu quarto dormir. fica pensando, e precisava arrumar uma forma de ir pra Hong Kong o mais r�pido poss�vel. Ela resolve ligar pro aeroporto.

/ narrando on*
- central de atendimento ao cliente, em que posso ajudar?- uma mulher com voz de sonsa me atendeu.
- ol�, gostaria de saber qual � o pr�ximo v�o pra Hong Kong.- perguntei at� simp�tica. Comecei a ouvir o barulho irritante de dedos lentos batendo em algum teclado, de certo aquela lesma demoraria meio ano pra me responder isso.
- aguarde um momento- foi tudo o que aquele ser do outro lado da linha me disse. Estava desperada pela resposta, enquando ouvia em espa�os de tempo, uma tecla sendo apertada, certamente ela n�o saberia como usar um computador ou estava desabituada a usar um teclado.
- e ent�o? � perguntei, j� impaciente com a demora daquela atendente.
- a senhora gostaria de aderir ao nosso plano �viagem feliz� pra viajar mais barato com a sua fam�lia? - aquela voz monga e lerda dizia. Estava a ponto de explodir.
- n�o, s� quero saber quando � o pr�ximo v�o para Hong Kong.
- um instante, vou te transferir pra central que controla as passagens. � ela dizia e quando eu iria lhe responder nada educada, uma musica rid�cula come�a a tocar em meu telefone, aquela maldita musica de espera pela qual eu tenho um �dio mortal. Ela parou de tocar, acho que algu�m me atendeu. Espero ser atendida por um ser com mais neur�nios agora. {n/a: �, eu sou bem assim, eu n�o tenho paci�ncia NENHUMA com gente sonsa. UIASIUSAHIASU � at� engra�ado. Sempre riem quando eu to sendo atendida por um desses, uihahsahasuias. Continuando..}
- ol�, meu nome � Eduardo, em que posso ajudar?
- ol� Eduardo, meu nome � e eu gostaria de saber qual � o pr�ximo v�o para Hong Kong.
- um instante . � os dedos r�pidos batiam no teclado, acredito que ele conhe�a um computador ent�o (: me sinto mais aliviada agora. Instantes depois..
- desculpe-me pela demora, v�os pra Hong Kong n�o s�o t�o freq�entes se � que me entende, e eu precisei ver outros lugares para achar � �ta bom Edu htinho, mas eu quero saber do meu v�o� �, era isso que eu pensei em responder, mas o pobre coitado at� que estava sendo educado. Estava impaciente, mas me controlei.
- magina Eduardo. Ent�o, quando � o pr�ximo v�o?
- amanha sair� um as 5 e meia da madrugada.
- reserve uma passagem de primeira classe pra mim. � � filha, eu tenho dinheiro, bgs.
- ir� pagar como?- ele perguntava, at� que ele era eficiente. Melhor que a outra songa/monga/lesa que me atendeu.
- cart�o visa.- respondi convicta de que seria o jeito de pagar mais r�pido.
Passei todos os meus dados pra ele, minha m�e havia me dado aquele cart�o para emerg�ncias, e ela entenderia o porque de eu estar fazendo tudo isso. Terminei a liga��o, e ele me passou um n�mero, pra eu retirar meu passaporte amanha pra poder embarcar e n�o cansou-se de falar pra n�o esquecer meu RG, ou eu n�o pegaria o passaporte e n�o viajaria. Eu j� tinha visto pra viajens pra Hong Kong, esse n�o seria o problema. Fiquei pensando em como falaria isso pra todos, antes das 5 da manha. Odiava despedidas. Sempre odiei. Resolvi escrever uma carta a cada um, e colocar por de baixo da porta de cada quarto. Ao termino disso, resolvi dormir um pouco, minhas malas j� estavam prontas, nem tive tempo de desfaz�-las. Acordei, tomei um banho r�pido e me troquei. N�o coloquei nada muito sofisticado. Simples e descolado, nada mais do que isso. Uma skinny cinza, com uma batinha de seda preta, e uma melissa campana zig zag preta e um dos meus �culos da chilli beans. {n/a: a foto do �culos e da melissa e da bolsa e da cal�a, problema � teu se voc� n�o gostou. UASIHUIASHAS. http://i36.tinypic.com/243kdjm.jpg tiipo, sao lindos, e se voc� n�o gostou voc� tem mal gosto, bgs. UIHASIASH taparei, mas eu babo por essas coisas, se quiser me manda de presente ta�? :D faltou a batinha que eu n�o achei do jeito que eu quis, ent�o imagiiinem. continuando..}
Liguei na recep��o e pedi pra que viessem pegar minhas malas. Ouvi a campainha tocar, sabia que era um dos caras que trabalhava no hotel pra pegar minhas malas. Quando fui abrir a porta, olhei para o ch�o e vi um papel ali jogado. Estava atrasada, a �nica coisa que fiz foi pegar o papel do ch�o e colocar na minha bolsa da Armani que estava em um dos meus ombros. {n/a: E QUE BOLSA *-* taparei} Desci sem me despedir de ningu�m, eles entenderiam tudo pela carta.
chegando l� embaixo, n�o demorou muito pra um taxi que j� havia sido chamado chegar, um homem do hotel colocar minhas malas no t�xi, e eu seguir r�pido ao aeroporto. Chegando l�, peguei meu passaporte, despachei minhas malas, e j� fui pra aquele local onde conferem as bagagens de m�o, e o passaporte. Meu avi�o n�o demorou muito pra chegar. Logo entrei no avi�o e j� me acomodei. A viagem seria longa..
Estava muito cansada, perdi muito tempo escrevendo as cartas e acordei realmente cedo. Acabei nem reparando quem estava na �rea da primeira classe comigo. Logo que me acomodei, resolvi dormir um pouco.
(....)
Acordei horas depois, com algumas pessoas gritando, e as aeromo�as desesperadas de um lado para outro evitando que algumas pessoas invadissem a primeira classe. Levantei-me pra ver o que estava acontecendo. S� vi muitos flashes sendo tirados, mas n�o eram de mim, gra�as a Deus. Eram de tr�s cabe�as loiras. Depois de muito transtorno, as pessoas na outra classe se acalmaram, e eu enfim pude chamar a aeromo�a pra me dar um copo d�agua. Estava com uma enorme dor de cabe�a, por causa da press�o do avi�o ou do stress talvez, n�o tinha certeza do motivo, mas estava louca pra tomar um analg�sico e dormir. A chamei, e vi uma daquelas tr�s cabe�as loiras vindo e minha dire��o. Acabei por me sentar, n�o sabia quem �. At� que..
- ol�, voc� n�o � , amiga dos Jonas? � ela me perguntava, sendo simp�tica at�.
- sou sim. Muito prazer- quando me virei pra ver quem era- �oh meu deus :O- fiquei incr�dula com quem estava ao meu lado.
- o que houve?
- voc�.. voc�.. � Destinee Monroe *-* {n/a: caso voc� n�o saiba, ela � uma das meninas das Clique Girlz, � eu amo elas *-* se voc� n�o gosta, o problema � teu, elas aparecem aqui :B}
- vejo que n�o sou a �nica que foi conhecida aqui. UIASHSAHUI �, sou Destinee. Espera, da onde voc� me conhece?
- aah cara, eu adoro o som de voc�s, � MARA {n/a: marilinha, homenagem a voc�, eu te amo muito Irma ♥ piink, p�a e k�a quando lerem, v�o entender (:}
- jura que voc� gosta? *-*
- ahaaam. Aquelas que estao olhando pra c� s�o.. Ariel e Paris? *-*
- �e, s�o. ASUIHIUSAUI. Ei duas, venham c�. Ariel, Paris, essa � a , a amiga dos Jonas.
- muito prazer- elas disseram juntas, e riram.
- o prazer � todo meu, pode acreditar.
Ficamos muito tempo conversando, e elas s�o realmente legais. Elas disseram que iriam l� falar com algumas f�s e que depois a gente conversava. Assenti com a cabe�a, enfim tomei meu rem�dio e tentei dormir mais um pouco. Acho que j� tinha dormido demais, pois nem com aquele analg�sico mega forte eu dormi. Mas tudo bem. Abri minha bolsa em busca do meu Ipod {n/a: hoje a minha personagem ta foods UIASHIUASHUASUI} e vi um papel. �o papel que tava no ch�o hoje� pensei. O que ser� que havia nele? Resolvi abri e vi que era uma m�sica. Talvez sem melodia, e concerteza sem estar terminada, mesmo assim linda e com algumas palavras a mais no fim. Dizia.

�Long ago, you were gunna leave. Never thought, you would really go. I was blind, baby now I see. Broke your heart, now I know. That I was being such a fool, that I didn't deserve you. Don't wanna fall asleep, cuz I don't know if i can dream about you. And I don't want to cause a scene, cuz I'm dying without your love. Baby, to hear your voice, tell me you love me too. Cuz I'd rather just be alone, if i know that I cant have you.
Precisamos conversar. Eu te amo e espero que tenha gostado,
Seu ( L )"


N�o, eu n�o podia acreditar. Ele estava realmente querendo se resolver, mas eu tinha que vir. Espero que ele me entenda. A Luly precisa de mim. Acho que o rem�dio esta fazendo efeito. Vou dormir, depois verei o que fazer.
/ narrando off*

{n/a : vou resumir um pouco ta?}
Todos acordaram, fazem sua higiene matinal e quando v�o descer, olham para o ch�o e v�em a carta. Abrem e l�em. Ela havia ido embora. Entendiam que ela precisava ir, mas n�o entendiam o porque de sair sem se despedir, sabiam que ela odiava despedidas, talvez fosse por isso. n�o acreditava que ela havia ido. Novamente ela havia ido. A queria ali, perto dele. Mas n�o podia dizer aquilo agora. Ele correu at� o quarto dela, mas foi em v�o, ela j� havia ido. N�o viu a carta dele em local algum, talvez ela tivesse pegado antes de ir embora. Ele acaba por descer tomar caf�, teriam uma entrevista logo pela manha. A turn� n�o podia parar.
(....) {n/a: se eu pretendo acabar com a dreams esse m�s, � eu vou ter que adiantar um pouco ;*}
/ narrando *
horas e horas e hoooras depois cheguei ao aeroporto de Hong Kong, �, n�o � nada perto -.-� eu finalmente des�o em Hong Kong. Cheguei, liguei pra Maggie avisando, e quem atende � a Luly, ela me disse que viria me pegar. Peguei minha mala, e assim que fui procurar Luly e Maggie, avistei-as bem longe de um tumulto, concerteza causado pelas Clique Girlz. Alias, fiquei amiga delas, trocamos telefones e emails, talvez n�s sa�ssemos um dia. Fui em dire��o a Maggie e Luly. Elas estavam sorridentes pela minha chegada, e eu mais ainda. Alias, eu estava sorridente. Quando me aproximei de Luly notei que ela estava relativamente p�lida e magra. Aparentava mesmo n�o estar bem. A abracei e a �nica coisa que recebi em troca foi o peso de seu corpo, caindo aos meus bra�os. Luly havia desmaiado. A m�e dela se assusta, e pede pro motorista delas ajudar a pegar Luly no colo. Maggie e eu pegamos minhas malas correndo, e as levamos para o carro. Apesar de estar exausta com a viagem, corri com elas ao m�dico. Stuart ou Less, como gostava de ser chamado o motorista delas, dirigiu-se rapidamente a um hospital onde Luly estava se tratando a um tempo. Ela entrou rapidamente em uma sala, e v�rios aparelhos foram ligados a ela. Eu n�o tinha no��o do que estava acontecendo. Maggie a m�e de Luly chorava muito comigo ao lado de fora da sala, s� vendo m�dicos e mais m�dicos correndo de todos os cantos. Ouvimos de repente um daqueles barulhos de PIIIIII constante, significando que seu cora��o havia parado. Entramos em p�nico do lado de fora, � claro. S� ouv�amos as vezes umas vozes de �dinovo� ou �ela n�o esta reagindo�. O panico tomou meu corpo e mente. At� que em meio aos nossos solu�os, ouvimos algo como �funcionou� e o barulho constante de BIP, BIP, BIP, da maquina que mede os batimentos card�acos, voltou. O m�dico, depois de uma s�rie de exames veio falar com a gente.
- voc�s s�o da fam�lia da Luly?- o m�dico disse s�riamente.
- eu sou a m�e, e essa � uma amiga da fam�lia.- Maggie lhe respondeu
- tenho que lhes dar uma noticia n�o muito agrad�vel..


Cap�tulo 19: inesperado, part 1


- diga doutor, esta nos assustando � Maggie disse j� bem apavorada
- Bem Sra. Houston {n/a: sobrenome da Luly � poodre, bgs}, eu j� havia lhe dito que os tratamentos n�o estavam fazendo efeito.- o m�dico � interrompido pela Maggie que diz.
- Eu sei, mas o que o senhor tem a nos dizer por agora- ta, ela havia sido um pouco grossa, mas ela estava desesperada, n�o era pra menos.
- bom, com todos os exames, e com a doen�a avan�ando muito r�pido, a Luly ter� cerca de 3 meses de vida, talvez 4. Eu sinto muito. � ele sai andando. Eu n�o podia acreditar, minha amiga, ali, morrendo aos poucos. Com t�o pouco tempo, e t�o nova. Isso me do�a muito. Meu celular come�ou a tocar, olho no visor: . Minhas pernas por um momento fraquejaram, a vontade de atender foi enorme, meu cora��o havia disparado s� de pensar que ele, ocupado como estava, estava me ligando. Mas n�o estava com cabe�a, acabei por desligar o celular. Talvez ele me ligasse depois, ou eu retornaria a liga��o. O que me importava agora era a Luly. Olhei para o lado, e vi Maggie realmente desesperada ao meu lado. Uma cena de cortar o cora��o, devo dizer. A abracei, e ambas chor�vamos desesperadamente. Algum tempo depois, Maggie me pede pra ir at� alguma franquia do Starbucks lhe comprar um frapuccino. Era ali perto. Vou calmamente, ainda me recuperando do que eu havia ouvido do m�dico. Notei que durante aquele curto caminho, haviam algumas pessoas me observando, meio escondidas. N�o vou negar,aquilo me apavorou. Minha vida estava horr�vel, estava cheia de coisas pra me preocupar, optei por n�o me preocupar com mais uma bobagem. Cheguei ao Starbucks, comprei dois frapuccinos e sai. Aquelas pessoas continuaram a me observar, e um at� me seguir. Acelerei o passo e cheguei ao enorme hospital. A pessoa mudou de rumo e sumiu. Entreguei o frapuccino a Maggie. Ela disse que a Luly estava podendo receber visitas, e que havia chamado por mim. No mesmo momento, me levanto de um banquinho ao lado de Maggie aonde eu havia sentado, e vou v�-la.
Foi triste, v�-la ali, uma menina t�o cheia de vida, toda cheia de aparelhos, e mesmo com tudo, com um sorriso no rosto. Mesmo que sem for�as, ela nunca deixara de sorrir. A apar�ncia dela, era uma coisa que eu n�o queria nem comentar. P�lida, magra, com aquelas camisolas de hospital, cheia de olheiras, com a boca sem cor, e os olhos bem fundos. As suas buchechas levemente rosadas, estavam da mesma cor do resto do rosto, ou seja, sem cor. Ela tentou me dizer algo logo que entrei, mas eu pedi que ela ficasse em silencio. Ela realmente n�o teria muito tempo. Deixei-a descansar. Passei a noite ali em seu quarto, numa poltrona bem estofada, pra que Maggie fosse descansar. N�o havia se recuperado da noticia sobre o tempo de vida da filha ainda.
(....)
A Luly ficou no hospital por mais dois dias, e sua apar�ncia mudou drasticamente. Quem a visse agora, n�o diria que ela morreria em t�o pouco tempo. Me do�a todas as vezes que eu tentava me esquecer disso. Ela saiu do hospital, e n�s tratamos de curtir a vida dela. T�nhamos que aproveitar todo tempo poss�vel. Cada minuto era muito, n�o poder�amos disperdissar nada. A fam�lia da Luly, assim como a minha, sempre teve uma renda boa, o que nos possibilitou conhecer tantoss lugares em t�o pouco tempo. Era um muito te-la por perto, mesmo que por pouco tempo.
(...) {n/a: vo dar essas adiantadas pra chegar nas partes que interessam}
Numa linda tarde de sol, um dos sonhos da Luly, era ir at� a It�lia comer as massas de l�. Nos programamos bem r�pido, n�o t�nhamos tempo a perder com a Luly. J� havia se passado um m�s desde o ocorrido, ela havia tido pouqu�ssimas reca�das desde ent�o. Est�vamos em um restaurante daqueles bem arejados, com uma �rea externa. O tempo fresco, e com o c�u l�mpido, comendo massa na It�lia. O que mais poder�amos pedir a deus? Ah, j� sei, meu por perto e mais tempo de vida a Luly. Falando em , n�o falei mais com ele. Alias, n�o tive mais noticias de ningu�m. As meninas me ligaram uma ou duas vezes. Tamb�m pudera, devem estar se divertindo tanto na turn� deles. Mas n�o tenho o que reclamar, estou aqui aproveitando tudo com a minha amiga, enquanto ainda � tempo :/ Terminamos de comer e sa�mos andar por mais um dos belos parques que cercavam aquela �rea. Nos sentamos em um banquinho, pr�ximo a um grande lago existente ali. At� que..
~
em meio a tantas pessoas que passeavam pelo parque, uma certa pessoa de preto me chamou a aten��o. N�o sou de guardar rostos, mas aquele era irreconhec�vel. Era aquele homem que estava me seguindo num outro dia. Me apavorei, ele foi se aproximando, mas eu n�o tinha certeza se era na minha dire��o que ele estava andando apressadamente {n/a: adoro a personagem idiota :B}. Por algum motivo, a Luly resolveu sair correndo e me puxando pela m�o, nos tirando de perto daquele ser estranho, que acabou mudando de rumo. Quando finalmente paramos..
�Kiss me out of the bearded barley. Nightly, beside the green, green grass. Swing, swing, swing the spinning step I will wear those shoes and you will wear that dress. Oh..�
Meu celular come�a a tocar. Demorei a atender quando vi o nome no visor. . Por um momento, minhas pernas fraquejaram, mas senti o bra�o da Luly me amparando do lado. Meus olhos se encheram r�pidamente, mas eu n�o poderia evit�-lo, n�o novamente. Atendi.
--al�? - uma voz dizia calmamente esperando que eu quebrasse meu silencio, mas aquele n�o era meu . Era.. o .
- oi grand�o :D- respondi animada, mesmo que eu estivesse desapontada com o fato de n�o ser meu .
-- tudo bom pequena? � nem tive tempo de responder, ouvi muitas vozes dizendo �me d� o telefone� e por fim algu�m realmente falando comigo
-- MONGAA, n�o me ligou mais. Suua cretina- concerteza aquilo era a . Ri a ouvindo, mas? Dinovo a gritaria e algu�m pega o telefone dinovo
-- AMIIIIIIGA, que saudades Best *-* - essa, concerteza era a . Imposs�vel n�o reconhecer a voz estridente da minha melhor amiga de fralda. Mas sabe, isso virou mon�logo, porque algu�m novamente pegou o telefone dela. Eu gargalhava com aquela gritaria. J� tinha colocado no viva-voz a s�culos e a Luly gargalhava comigo.
-- e ai gaata? ;9 voce vem sempre aqui? Porque se vier eu passo a freq�entar. � n�o teve como, eu gargalhei ao ouvir o . Depois disso, o ouvi gritando pros outros �saiam, ela � minha amiga gata, e ela tem que falar com o mais gato, ou seja? EU. Sai seus salames�. Eu e a Luly riamos descontroladamente. E as pessoas que passavam at� se assustavam com as gargalhadas. Ouvimos todos os bot�es sendo apertados, e muitas vozes gritando �EU QUERO FALAR COM ELA�, �SOLTA�, �� MINHA VEZ�. Eu j� nem sabia quem falava oque. At� algu�m pegar o telefone dizendo �minha vez�. Firme por sinal. Um silencio tomou o telefone.
-- alo? ?
- TIIIO PAAUL :D
-- que saudades minha querida. Eu parei a baderna porque tem algu�m quase chorando pra falar com voc�. - �e quem seria esse algu�m?�, pensei comigo mesma. O �nico que n�o tinha falado comigo ainda, era o . Seria ele?
- tudo bem tio, pode passar =) � respondi calmamente, esperando pra ver quem atenderia aquele telefone. A Luly estava est�tica ao meu lado. Acho que ela pensou no mesmo que eu, que o atenderia. Bom, eu s� saberia quando ouvisse a voz n�?!
-- ?- uma voz chorosa atendeu. N�o tinha d�vidas de quem fosse. Frankie era realmente uma gra�a
- oi amorzinho, como voc� est�? � perguntei calmamente.
-- eu n�o to nada bem, como voc� acha que eu ficaria se a minha namorada fosse embora sem se despedir de mim?- ele disse ainda com a voz chorosa, e como se estivesse bravo.
- aah namorado, n�o fica bravo. Voc� sabe que eu odeio despedidas.
-- eu sei namorada, eu sei.
- voc� gostou do desenho que eu deixei pra voc�?
-- aham, tava lindo namorada. Voc� desenha muito bem � a cada vez que ele me chamava de namorada, eu ouvia uma gargalhada alta e gostosa de todos os que estavam do lado. Fora o fato da Luly estar ouvindo tudo, e rindo tamb�m, claro. Ele era um fofo, n�o podia negar.
-- meninos, posso contar pra ela?- ele disse com a voz distante do telefone, o que ser� que eu n�o sabia? Bom, s� sei que eu ouvi um grande coral gritando �N�O� e o Frankie ficou desanimado.
- me contar oque namorado?
-- que a gente vai..- ele n�o terminou a frase, a briga pelo telefone come�ou novamente. N�o me continha, eu tinha de rir de toda a situa��o, mesmo que eu estivesse triste por n�o ter falado com o ainda. At� que..
-- eu preciso falar com ela, por favor. � eu o ouvi pedindo, e um silencio tomou a liga��o.- ?- fiquei est�tica ao ouvir a voz dele, a Luly j� sabia de quem se tratava s� pelo modo como eu fiquei, por sorte estava sentada, concerteza minhas pernas fraquejariam e eu iria pro ch�o. Meus olhos se encheram d�agua, s� de ouvir a linda e suave voz dele. - ? ta ai?- eu estava demorando pra responder, e ele estava chamando por mim, eu n�o poderia deixar passar.
- oi . Tudo..- foi tudo o que eu consegui dizer. A liga��o caiu. Era a nossa chance de conversar, e a liga��o simplesmente caiu. Comecei a chorar, enquanto a Luly me abra�ava forte dizendo que tudo ficaria bem. Talvez o destino realmente n�o quisesse que n�s fic�ssemos juntos.. Me acalmei, eu e a Luly caminhamos mais um pouco e voltamos para o hotel onde est�vamos hospedadas. Ir�amos para Paris no outro dia, e eu pretendia me esquecer disso e aproveitar o tempo com ela.
/ narrando off*

Em um lugar longe dali...
/ narrando on*
- oi . Tudo..- foi tudo que eu a ouvi dizer. �, a liga��o caiu.
- AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA- gritei, foi tudo o que eu consegui fazer. Gritar. E correr pra bem longe dali. Estavamos em Paris j�, fariamos um show noite seguinte, perto da torre Eiffel {n/a: �, � assim que escreve.} Parei diante de um parque, me sentei em um banco e chorei. Existiam f�s minhas ali, umas at� com camisetas escritas �I ♥ JB�, mas que me respeitaram e me deixaram sozinho. Fiquei mais um tempo pensando, e voltei para o hotel. Optei por n�o falar com ningu�m, segui pro meu quarto sem jantar e dormi.

/ narrando off *

/ Luly narrando on*
depois da liga�ao, eu e a voltamos pro hotel. Ela ficou bem frustada por n�o ter conseguido falar com ele. Iremos logo cedo a Paris. Tadinha da minha amiga, acha que iremos pra l� porque � um dos meus sonhos conhecer l�. Na verdade, �, mas n�o � s� por isso. Fiquei sabendo que a noite teria um show dos Jonas, ent�o?! �. Eu providenciei 2 ingressos pra �rea vip. A talvez me mate quando descobrir, mas depois que ela me mostrou aquele papel, depois que eu soube de toda a historia deles, depois que eu soube do show, eu tinha que fazer algo. Espero que ela me perdoe um dia, ou me agrade�a. Tudo depende dela. Acho que vou pegar o celular dela, e avisar algum dos Jonas. Ela ta durmindo mesmo. Peguei o telefone, YEES. Vo sair do quarto, ir l� pra �rea da piscina e ligar pra algu�m. Mas como eram os nomes deles mesmo? Eu sempre curti o som deles, mas nunca procurei saber. Aah, Kevin, nick e Joe n�?! Hm.. pra quem eu ligo ent�o? ou ? bom, vou ligar pro . Nao � ele o BFF dela ? {n/a : BFF = best friend forever. Defini�ao b�sica pra pessoa que voce denomina como melhor amigo ou melhor amiga. No meu caso, s� se pode usar pra melhor amiga, porque melhor amigo � algo que eu n�o possuo mais. O tenho t�o perto, e ao mesmo tempo t�o longe :/ Mas n�o vou encher voc�s com isso. Continuando..} Liguei pro tal .


Cap�tulo 20: inesperado, part 2


Liguei pro tal . Sorte que liga��es internacionais n�o precisam de c�digos. Sabe-se l� onde ele estaria. Bom, nem imagino que horas s�o onde ele esta, aqui j� ta tarde, mas � por uma boa causa. Como ele demora a atender... parou de chamar, ser� que ele atendeu?
- al�? ?
-- ?- ele respondeu com uma voz sonolenta.
- n�o, � a Luly, amiga dela. Tem um minuto por favor?- eu sou educada, bjs. {n/a:que mania de falar tudo e �bjs� depois que eu peguei de voc� lesma.}
-- aah, oi Luly. Tenho um minuto sim, pode falar.
- � sobre a e o .
-- o que tem eles ?
- bom, ele mandou uma carta pra ela, com uma m�sica. Bom, aparentava ser uma musica. Resta voc� me dizer se isso � real.
-- qual era a letra?
- perae- peguei o papel e li pra ele- ��Long ago, you were gunna leave. Never thought, you would really go. I was blind, baby now I see. Broke your heart, now I know. That I was being such a fool, that I didn't deserve you. Don't wanna fall asleep, cuz I don't know if i can dream about you. And I don't want to cause a scene, cuz I'm dying without your love. Baby, to hear your voice, tell me you love me too. Cuz I'd rather just be alone, if i know that I cant have you.� Voce conhece?
-- cara, como eu nao me toquei. Essa � a nova musica que ele compos. N�s vamos tocar ela pela primeira vez no show de amanha aqui em paris.
- OQUE? PARIS? N�o acredito.
-- porque?
- eu e a iremos pra ai amanha pela manha. Estamos na It�lia.
-- jura? Cara, acabei de ter uma id�ia..
- que id�ia?
-- pra que hotel voc�s v�o amanha?
- hotel montalembert . {n/a: esse hotel realmente existe, fica pr�ximo a torre Eiffel. � de 4 estrelas porque mais que isso, na regi�o da torre, n�o tem ���. �, eu pesquisei pra colocar um hotel real}
-- hm, perto do nosso. Estamos no k and k hotel cayre {n/a: esse existe tamb�m. S�o os dois mais caros da regi�o da torre}
- pretende fazer oque?
-- olha, eu vou mandar te entregar dois ingressos Vips pro nosso show de amanha l� no teu hotel, e a noite, as 7, meu motorista passa pra pega-las e leva-las at� o show. Teu trabalho � convence-la a ir. Eu farei o resto.
- peera, que resto?
-- espere at� amanha a noite e saber� luly, qualquer coisa, volte a ligar nesse numero. Vou durmir, boa noite =)
- boa noite .
Desliguei. Ele me pareceu ser um cara bem legal. {n/a: legal e gato n�?!;9} Vou devolver o celular no lugar e dormir. Amanha ser� um grande dia..
~
/ Luly narrando ainda.. Acordamos relativamente cedo. Era uma linda manha na It�lia. Arrumamos nossas coisas, nem tomamos caf�, e fomos pro aeroporto. Foi um v�o tranq�ilo. Eu e a fomos conversando uma parte do caminho, e na outra ela acabou dormindo. Antes de ela dormir, pedi pra me emprestar o celular que eu queria jogar um joguinho muito louco que tem l�. Cara, era um jogo que ela baixou errado e s� n�o deletou porque eu pedi pra ela deixar. Um jogo de crian�a, mas era muito legal. Era dos Backardigans, alias, era um trequinho de musica e que cantava �polca do ominhoco, POCPOCPOCPOC, dance comigo a polca.� {n/a:isso te lembra alguma coisa Thais? HASUASHASJ teeee amo b.d.n. ♥} era uma graa�a, devo dizer. Sempre me encantei por muito pouco, acho que pelo fato de h� muito tempo eu saber que teria de aproveitar minha vida porque eu viveria menos que os outros. {n/a: fiquei triste escrevendo isso, a pessoa saber que vai viver bem menos, deve ser muito ruim. e imagina se ela soubesse que tinha menos de um ano pra viver? Eu simplesmente surtava acho. Mas continuando..} Agora mais do que nunca. Ela finalmente pegou no sono e eu liguei pro tal dinovo. Era uma viagem curta e em pouco tempo chegar�amos. Chegamos ao aeroporto no come�o da tarde, estava ciente disso, eu havia telefonado. {n/a: cansei de liga��es e n�o vou por, bjs}. Fomos rapidamente para o hotel nos acomodar. Restava agora eu saber como convencer a pedra da a ir num show deles. Ela conceteza vai me armar uma desculpa esfarrapada de que esta com dor no ded�o do p� e n�o vai querer ir. Os ingressos j� est�o aqui comigo. {n/a: nem vo fala de ingressos, aaaaa eu quero ir ver os BSB ano que vem :/ mas j� tem Jonas e Britney pra me falir, bjs} Peguei logo que chegamos no hotel. Agora ela ta no banho, eu disse que tinha uma surpresa pra ela. S� n�o disse qual. Pretendo esconder isso o Maximo poss�vel, tomara que ela n�o fique brava. Aa, ela n�o tem porque ficar brava, as amigas dela, os amigos e o quase-namorado-amor-vida-paix�o-eafins dela, vai estar l�, ent�o ta tudo bem (: Logo que ela saiu, eu fui tomar meu banho. Nos arrumamos b�sicas, mas em grande estilo, claro. {n/a: pregui�a de definir a roupa hoje, bjs} Eu sempre adorei usar roupas descoladas, e sair por ai como uma top model, era uma das nossas in�teis brincadeiras desde que ela tinha ido pra Hong Kong. {n/a: eu fazia isso quando eu era pequena nas lojas de roupas do shop, colocava e saia andando feito modelo, eu e a minha amiga de inf�ncia. HASUIASHAS eu era uma crian�a feliz, bjs} Fomos pro local do show, estava extremamente lotado, devo dizer. Ela ainda n�o sabia de nada. Fomos entrando no estacionamento e o numero de meninas com uma camiseta escrito �I ♥ JB� era incacredit�vel. N�o teve como conter, ela acabou me perguntando e eu tive que contar: �, n�s viemos a um show deles. Ela ficou est�tica. N�o sabia se brigava comigo por traze-la, se chorava de emo��o de eu ter feito isso, ou se descabelava porque iria ver o amor dela em poucos intantes. Bom, e sabe o que ela fez?
~
bom, ela simplesmente fez TUDO isso de uma �nica vez. Gritou, me chingou, chorou, se desesperou. Era at� engra�ado. Ela ficava o tempo todo �voc� devia ter me falado, n�o estou arrumada o bastante pra v�-lo hoje.�. bom, depois de um ataque de histeria dela, n�s entramos. O nervosismo era eminente no rosto dela. Mal podia esperar pela surpresa que o tal estava armando pra . Seguimos pra a�rea vip, haviam poucas pessoas no mesmo lugar que n�s, e algumas at� reconheceram a . Bom, digo, haviam poucas pessoas na �rea vip, porque olhar pra tr�s era realmente assustador, tanta gente em tao pouco espa�o. A continuava nervosa. Eu tinha me contido at� agora mas? Eu TIVE que rir. Rir n�o, eu gargalhei da cara dela. Coitada. As luzes se apagaram, o show ia come�ar..
/Luly narrando of*
/ narrando on*
Bom, estou eu, no show dos Jonas em paris, com a Luly que me trouxe de surpresa. N�o posso negar que eu fiquei feliz-desesperada-nervosa com isso. Cara, n�o estou emocionalmente preparada pra v�-lo. Ser� que eu estou bem arrumada? Meu cabelo ta bom? Ai para , ele nem vai te ver ��� com tanta menina que tem aqui? Desista. E pare de falar sozinha (:
/ narrando off* {n/a : hora da narradora, AEAEAEAEAE}
O show come�ou. As luzes se apagaram, come�ou a vir uma voz do fundo, dizendo �When you look me in the eyes� {n/a: sabe o show do M�xico? Quando o Nick vai anunciar que vai come�ar essa musica, ele fala em ingl�s �essa musica se chama... FALA COM AQUELA VOZ PERFEITA �WHEN YOU LOOK ME IN THE EYES� e come�a a musica, ent�o � assim aqui. Mas s� falando a musica mesmo.} Nem preciso dizer que as f�s foram a loucura quando ouviram o Nick come�ando o show. Logo depois, Joe e Kevin entraram no palco, e o show seguiu. {n/a: nessa parte eu n�o scriptei pra ficar um show mesmo, porque tem umas que colocam o Kevin como Jonas�, e como ele tipo, n�o faz primeira voz, mesmo eu achando que deveria fazer, eu coloquei normal :) continuaaaando..} estava ali, est�tica. Luly cantava as musicas normalmente. j� havia notado as duas ali, e principalmente o jeito como estava em rela��o ao irm�o. Logo chegaria a hora da surpresa. O show prosseguiu normalmente. Fizeram um breve intervalo, e logo que voltaram, cantaram algumas musicas e disse que tinha um comunicado.
- bem, hoje n�s vamos apresentar pela primeira vez ao publico uma nova musica que meu irm�o escreveu. O nome dela � Can�t Have You.
- espero que gostem- respondeu de cabe�a baixa.
come�aram com os instrumentos, e o Joe come�ou a cantar. {n/a: recomendo ligar 'Can't Have You' agora D:}

Long ago
You were gunna leave
Never thought
You would really go
I was blind
Baby now I see
Broke your heart
Now I know


Nessa hora, se tocou sobre a musica. Lembrou-se da carta que tinha achado no dia dela ir embora. N�o se conteve, e come�ou a chorar. Luly lhe falava quase inaud�vel �calma � e as f�s que tinham lhe reconhecido no inicio do show, olhavam pra ela como se soubessem que a musica fosse pra ela, mas ficaram quietas.

That I was being such a fool
That I didn't deserve you


quando Joe terminou essa parte, ela j� n�o se continha mais. Chorava, mas sem armar muito esc�ndalo. Algumas f�s a sua volta, choravam de emo��o pela letra, e achavam que ela era outra como ela. S� Luly e algumas f�s entendiam o motivo. �ele est� t�o perto, e ao mesmo tempo t�o longe. Ele n�o podia ter escrito essa musica, n�o podia.� pensava . Estava est�tica com tudo o que estava ouvindo na musica. Reconhecia cada palavra, vinda da carta.

I don't wanna fall asleep
Cause I don't know if I'll get up
And I don't wanna cause a scene
But I'm dyin' without your love
I'm beggin' to hear your voice
Tell me you love me too
Cause I'd rather just be alone
If I know that I can't have you


Nick canta essa parte, com muita emo��o, � claro. Com uma letra dessas, era imposs�vel conter a emo��o. Aquelas ultimas palavras ficavam ecoando pela sua cabe�a. Significava que ele n�o queria nenhuma outra, que n�o fosse ela. N�o � o que dizia a musica? Que preferia ficar sozinho se n�o pudesse t�-la? O choro dela que j� era enorme, se tornou descontrolol�vel. Mesmo que n�o fosse um choro alarmante, digamos assim. As f�s choravam junto, por causa da bela letra sendo cantada.

Lookin' at the letter you that you left
[The letter that you left, will I ever get you back]
Wondering if I'll ever get you back
[ooh aahh, ooh ahh]
Dreaming about when I'll see you next
[When will I see you next, will I ever get you back]
Knowing that I never will forget
[I won't forget, I won't forget]


Logo ap�s essa parte da musica, olha pra e v� que ela tinha se acalmado, e estava entendendo a letra. Falava sobre a carta que ela havia deixado. Sobre ele sonhar com ela, e falando que ele n�o a merecia. � claro que ela pensava o contr�rio. Concerteza ele a merecia, e aquela musica, concerteza fazia esse pensamento na cabe�a dela se intensificar.

I don't wanna fall asleep
Cause I don't know if I'll get up
And I don't wanna cause a scene
But I'm dyin' without your love
I'm beggin' to hear your voice
Tell me you love me too
Cause I'd rather just be alone
If I know that I can't have you

So tell me what we're fighting for
Cause you know that truth means so much more
Cause you would if you could, don't lie
Cause I'd give everything that I've got left
To show you I mean what I have said
I know I was such a fool
But I can't live without you


Quando Nick disse isso, simplesmente abaixou a cabe�a, e deixou-se levar pela tristeza que lhe tomava novamente. Algumas l�grimas ainda insistiam em cair, mesmo que ela estivesse tentando se controlar, o que n�o era f�cil.

Don't wanna fall asleep
Don't know if I'll get up
I don't wanna cause a scene
But I'm..


Joe canta, e nesse momento, Luly come�a a apontar pra , que estava de cabe�a baixa, at� que.. a visse e disse-se com os olhos cheios de l�grimas, e completasse a frase de Joe, prosseguindo a musica.

dyin' without your love.
I'm beggin' to hear your voice
Tell me you love me too
Cause I'd rather just be alone
If I know that I can't have you
Yeah!
I don't wanna fall asleep
(don�t wanna fall asleep)
Cause I don't know if I'll get up
(cause I don�t know if I�ll get up)
And I don't wanna cause a scene
But I'm dyin' without your love. YEEEEAH.
I'm beggin' to hear your voice
(beggin� to hear your voice)
Tell me you love me too
(tell me you love me too)
Cause I'd rather just be alone
If I know that I can't have you


Depois de cantar o �YEAAAH�, levanta a cabe�a, e os olhares dela e de se encontram, e ele canta todo o resto da musica, olhando pra ela, e ambos deixando algumas l�grimas ca�rem pelo rosto. Logo depois de Can�t Have you, o show se encerra, eles agradecem as f�s, e saem.
/atr�s do palco..
- big Rob, preciso de um favor.
- pode falar .
- preciso que voce traga algu�m pro nosso camarim. Lembra da ?
- claro, como esqueceria? {n/a: big Rob safadinho} a ex do n�?!
- essa mesmo.
- mas ela n�o tava em Hong Kong?
- n�o, ela esta aqui com uma amiga. Na pista vip. Corre busca-las, antes que seja tarde e elas tenham que ir embora.
Big Rob ent�o sai de tr�s do palco, pede pra que outro seguran�a leve os meninos at� o camarim, e vai em busca de e Luly. Avista-as longe, e chama por que ouve. Elas se viram, e v�o em dire��o a big Rob que as abra�a e as leva para o camarim.

/ narrando on*
Foi realmente emocionante vir a esse show, ainda estou incr�dula em rela��o a musica. � incacredit�vel cada palavra. Eu sabia que era pra mim. As f�s se desesperaram de tanto chorar s� pela letra, imagina eu que j� conhecia parte da letra? Desabei literalmente. Mas fiquei feliz de ele ter composto algo pra mim, mesmo sendo algo pensando que ele n�o serve pra mim {n/a: interprete: �That I was being such a fool, that I didn't deserve you� e voc� vai entender o �seu� pensamento} Agora estou eu, parada em frente ao camarim dele. Estava com tanta saudade, mas nem imagino como ele vai me tratar quando eu passar por essa porta e nossos olhos se encontrarem novamente. Tomei coragem para entrar, peguei a ma�aneta e a girei lentamente para abri-la. A empurrei lentamente e me deparo com uma cena que eu n�o esperava ver..


Cap�tulo 21: inesperado, part 3


Dentro do camarim, n�o estavam os jonas. O que pra mim foi uma enorme surpresa. Estava cheio de f�s, umas 30 mais ou menos, pra aquele pequeno espa�o, eu realmente me surpreendi, mas duas pessoas me chamaram a aten��o. Duas meninas bem estranhas, devo dizer. Estavam com cal�as escrito �Jonas� nas pernas, e uma tinha na bunda escrito �� e a outra ��. Foi EXTREMAMENTE engra�ado ver essa cena, devo admitir. Estavam com umas camisetas escritas: �I♥JB� e cada uma segurava um p�ster. Elas estavam de costas, como todas as outras, olhando pra outra porta. Talvez os meninos estivessem ali tomando banho, esse tipo de coisa. Mas alguns seguran�as estavam na porta, as impedindo de passar. Estavam todas inquietas, at� que uma menina falou pra outras duas ao seu lado.
- n�o vejo a hora do meu gato sair. � senti um �dio de ouvir aquilo, mas me controlei.
- fica queta Jenna, o n�o � nada perto do meu mega hot. � nessa hora, eu gargalhei, enquanto uma daquelas meninas loucas ao estilo de roupa �jb� falava pra outra maluca do lado dela: �calma , calma.�. PERA, eu ouvi ? N�o pode ser verdade. Depois disso nem prestei aten��o naquelas malucas falando dos meninos, fiquei olhando pra aquelas duas malucas com roupas engra�adas, e quando eu gargalhei elas olharam pra mim. As reconheci MUITO facilmente. Era �bvio de que eram as meninas disfar�adas *-*. Berrei pra ver se elas me ouviam naquela zona e sabe o que aconteceu? Todas olharam pra mim e me reconheceram ���
- voc� � a namoradinha do ?
- voc�s ainda est�o juntos?
- verdade que voc� j� namorou os irm�os deles tamb�m.
Isso � s� um pouco do bombardeio de perguntas que me foram feitas. Nisso, os meninos sa�ram e ficaram s� olhando elas me interrogando e nem reparando neles. Eu j� tinha os visto ali, e quando o conseguiu ver um espa�o, ele entrou no meio das meninas e me abra�ou muito forte e sussurou no meu ouvido �que saudades gata�. T�pico do meu melhor amigo falar assim comigo {n/a: no dia que o renan falar assim eu ia rir muito. HASIASHAS mas ele n�o tem c�rebro pra tanto.} Quando ele fez isso, as menina se tocaram que eles j� estavam no camarim, e os bombardiaram de perguntas, fotos, pedidos de aut�grafos e tudo mais. As duas estranhas vestidas totalmente de �jb� vieram falar comigo como se eu j� n�o soubesse que eram a e a . N�s conversamos, e os seguran�as tiraram elas de l�, n�s fingimos que ir�amos sair, mas n�o sa�mos. Os meninos estavam jogados no sof�. Alias, s� dois deles. Onde estaria o ? Bom, isso era algo que eu queria muito saber..
~
resolvi perguntar. Afinal, os irmaos dele deviam saber onde ele estava n�o � mesmo?
- , meu amor. Onde esta o ?
- hmm que interesse � esse? HAASHASJI- ele disse e eu corei, � claro. N�o teria como n�o ter ficado corada com esse tipo de coment�rio vindo do meu cunhado- aah, ele saiu rapidinho com o big Rob comprar uma coisa pra.. � quando ele ia terminar de falar, ele foi interrompido pelo .
- pra comprar algo pra MIM, n�o � ?- o olhou pra ele com um olhar de reprova��o. Ai tem..
- hm, ta.
conversamos mais um pouco, e a Luly disse que queria conhecer os batidores do show, e saiu andando sozinha. N�o quis que eu a acompanhasse. Ficamos ali conversando mais um tempo, senti falta de falar com eles. Expliquei porque de ir embora sem falar nada, eles entenderam. Eu simplesmente tenho os melhores amigos do mundo. {n/a: verdade, eu tenho mesmo, bjs. HASISAHJI mentira, meu melhor amigo � um viado, mas eu amo ele. HASIASHASJ. Minha melhor amiga � um barato. E eu sou fooda, eu tenho AT� b.d.n. HASUASHASUI teeee amo leeeeeeeeesma ♥} ficamos conversando, rindo, gargalhando, e chorando, de rir � claro. At� que..

/ narrando off*

/ Luly narrando on*

Resolvi sair andando sozinha, n�o sei, quis deixar a com os amigos dela um tempo. Al�m do fato de que eu n�o estava me sentindo muito bem, e precisava de ar. Nem comentei com a , ela concerteza ficaria preocupada e eu n�o queria que ela perdesse a divers�o por minha causa. J� n�o a chega ter largado tudo pra ir cuidar de mim em Hong Kong dinovo. Estava andando, quando do nada me deu uma enorme tontura. Via as coisas girarem, as pessoas passando ao meu lado, e as voc�s iam sumindo. Vi algu�m na minha frente, mas n�o sabia quem era. N�o enchergava mais nada, um clar�o tomou meus olhos, as vozes cada vez mais distantes. O clar�o sumiu e foi tomado por uma enorme escurid�o. Eu havia desmaiado.

/ Luly narrando off*

/ narrando on*
Sai com o big rob, tinha que comprar algo pra dar de presente pra . Corri a uma joalheria e comprei um colar, muito bonito por sinal. Era em formato de cora��o, e quando abria, mandei gravar duas coisas dentro. � ♥� de um lado, e �we�re inseparable� do outro. {n/a: sabe da onde eu tirei essa id�ia th�? HASUASHJ O SONHO *-*} Coloquei numa caixinha comprida de veludo, e voltei para os bastidores do show. Eu e o big Rob est�vamos conversando normalmente, quando vejo a amiga da , a Luly. Guardei a caixinha no bolso, e fui em dire��o a ela. Quando estava me aproximando, chamei por ela, acenei e sorri. Mas s� consegui v�-la perdendo os sentidos, e caindo ao ch�o. Corri at� ela, big Rob a pegou no colo. Eu queria avisar algu�m, mas o big Rob falou que era melhor corrermos ao hospital. Ele sabia sobre o estado de sa�de dela. Ele a colocou no banco de tr�s, deitada sobre o meu colo. E foi digirindo rapidamente a um hospital que tinha ali perto. Ela estava p�lida, com a pele fria, e desmaiada sobre meu colo. Tirei meu casaco, e a envolvi nele, para aquec�-la. Chegamos rapidamente ao hospital, e entramos. Logo a colocaram numa maca e a levaram para o pronto socorro. Eu e o Big Rob sentamos em dois bancos ali do lado, e enquanto esper�vamos anciosos pra saber sobre ela, resolvi avisar a sobre a Luly. Ap�s um tempo, ela atendeu.
- ?
- ? onde voce esta ? estamos te esperando e..- a interrompi dizendo.
- estou no hospital, com a Luly. Ela caiu desmaiada e eu e o big Rob corremos traze-la. Espero que n�o fique brava por s� avisarmos agora
- magina, que hospital que �?
- no Sheldon. {n/a:nome brega-q} }
- estou indo pra ai.
nem nos despedimos, ela estava com pressa, concerteza em pouco tempo ela chegaria ali. Minutos depois a vi no fim do corredor, e logo que ela me viu, correu em minha dire��o e me abra�ou, aos prantos j�. Ela afundou a cabe�a no meu peito e chorava, enquanto eu afagava seus cabelos fazendo men��o de acalm�-la. Ficamos assim, por alguns minutos. Meus irm�os e as meninas vieram com mais calma, logo depois, e na hora em que eles se aproximaram, o doutor apareceu..


Cap�tulo 22: avisos.


{n/a: esse cap�tulo vai ser meio �complexo�. No fim da n/a de hoje, l� no fim da p�gina, eu ponho uma explica��o melhor desse cap�tulo. Vai ta l� �capitulo 22, explica��o:� ai quem n�o entendeu, l� l�. obrigada}
- voc�s est�o acompanhando a senhorita Luly?- o doutor perguntou s�rio, fazendo a virar de costas pra mim, e me posibilitando abra��-la por tr�s.
- sim, estamos- a respondeu e se aconchegou melhor nos meus bra�os como se eu fosse protege-la de todo o mal que lhe pudesse acontecer.
- bom, ela tem leucemia certo?- o doutor lhe perguntou com receio de ela n�o saber.
- sim, tem. O que houve com ela doutor?- ela perguntou preocupada, ainda envolvida pelos meus bra�os enquanto os outros s� esperavam pelas palavras do doutor em rela��o a Luly.
- bom, ela teve uma reca�da da doen�a. Aconselho ela voltar pra Hong Kong onde os m�dicos dela est�o, para um diagn�tico mais completo que s� eles tem. Ela nos contou que era de l� e estava a passeio.
- providenciarei a ida dela o mais r�pido poss�vel, ela j� tem condi��es de sair do hospital?
- aguardaremos at� amanha, logo pela manha ela poder� ir.
- obrigada doutor. Ser� que podemos v�-la?
- claro. Quarto 605. Ela esta acordada.
- obrigada. Vamos. � ela disse j� andando em dire��o a porta. Acelerei o passo, peguei em sua m�o, e logo que entrelacei meus dedos com os dela, ela olhou pra mim e sorriu fraco, como quem estivesse mal pelo acontecido a Luly. Andamos na frente dos outros, e chegamos a porta r�pido. Entramos e nos deparamos com uma cena bem inesperada.
~
A Luly, estava em p�, arrastando aquele neg�cio onde fica pendurado o soro, que ainda estava ligado ao bra�o dela, indo at� o r�dio. N�o nos contemos e tivemos que soltar uma leve risada. {n/a: �, � o narrando ainda, at� esqueci de falar}. At� ela riu daquela situa��o. A soltou a minha m�o e correu abra��-la. Nossa sorte � que no dia seguinte n�o ter�amos nada pra fazer, ent�o poder�amos curtir o pr�ximo dia com as garotas. Conversamos com elas mais um pouco. , , e foram embora. Eu resolvi ficar e fazer companhia pra . Era umas 11 horas da noite, quando eles foram. A Luly tomou um banho e dormiu. Nesse meio tempo, enquanto eles nao iam, eu e a fomos pra o hotel, comer algo, e tomar um banho. {n/a: cada um pro seu, suas pervertidas}. Ali tinha um sof� de tr�s lugares {n/a: hotel chique, bjs}. j� havia comprado as passagens de volta, sairiam no fim da tarde. A se sentou no sof�. E eu me sentei ao lado dela, e a abracei de lado. Vi que ela sorriu, como eu. Me acomodei melhor no sof� e ela deitou sobre o meu peito, ainda me abra�ando. {n/a: tipo isso http://i39.tinypic.com/2vb1ngj.jpg }. nao tinhamos pronunciado uma s� palavra at� agora. O silencio estava me corroendo por dentro. Eu tinha que quebr�-lo.
- estava com saudades- essa n�o foi a melhor maneira, eu sei, mas ajudou. Eu acho.
- eu tamb�m. � ela respondeu calmamente enquanto eu afagava seus cabelos.
- voc� leu minha carta?
- me lembro at� hoje, de cada palavra. Can�t have you, foi escrita pra quem?
- e voc� ainda pergunta?- respondi e ela riu.
- vai que voc� arrumou outra n� ?
- n�o seria louco a ponto disso. E ..
- diga.
- me perdoa ?
- pelo que?
- por tudo. S�rio, preciso que voce me perdoe.
- te perd�o com uma condi��o?
- qual?
- voc� me perdoar tamb�m
- mesmo sem motivos?
- mesmo sem motivos.
- ta bom dona mandona :)- ela levantou o rosto, e ta olhando pra mim com aquele sorriso perfeito, n�o d� pra resistir. A puxei pra um beijo. Estava com saudades de sentir seu beijo, seu gosto, seu calor, seu prazer, seu amor. Nenhuma mulher nunca se compararia a . Minha .
- senti falta disso.
- eu tamb�m � ela respondeu, e corou. Nos beijamos mais um tempo, e ela deitou novamente em meu peito. E assim dormimos.
Acordamos cedo, devido a claridade existente no quarto {n/a: quartos de hospital s�o bem claros, bjs} A Luly acordou instantes depois de n�s. E nos viu ali deitados e abra�ados. Ela sorriu. Acho que de felicidade pela amiga. A enfermeira logo veio ver como a Luly estava, e lhe trouxe caf� da manha. Minutos depois, meus irm�os e cunhadas chegaram {n/a: pregui�a de scriptar, bjs}. Est�vamos conversando at� a Luly dizer s�ria.
- posso falar com voc� um instante ?- a pergunta dela me deu um enorme arrepio, devo dizer.
- claro, fala :]
- a s�s. � todos entenderam e sa�ram. Aproveitaram e levaram a tomar caf� da manha. � pode falar Luly
- � sobre a .
- o que tem ela?
- ontem, quando eu desmaiei, ouvi algo me dizendo que vai acontecer algo muito s�rio com ela, e n�o aconteceu ainda por minha causa. Ela corre perigo.
- como assim? Eu nao entendo.
- nao sei bem do que se trata ainda, mas sei que algo vai acontecer a ela, logo depois que eu morrer. E voc� n�o vai poder impedir, s� ajudar depois que acontecer?
- bem, d� pra ela algo que te ajude a encontra-la depois caso algo aconte�a. � tudo que posso lhe dizer.
- tipo um GPS?
- �, de em algo que ela use. S� sei disso.
- ta ok. Vou chama-los e vou ir pro hotel, at� mais tarde Luly.
Liguei para o Big Rob, e n�s fomos atr�s de um lugar pra colocar esses GPS�s. pensamos e resolvemos colocar no colar que eu lhe entregaria. Fomos a loja, colocamos o GPS, foi bem r�pido at�. Qualquer coisa era s� avisar a empresa e eles a rastreariam. Voltamos para o hotel, a Luly recebeu alta e fomos leva-las para almo�ar. Nosso pequeno almo�o se estedeu at� as 4 da tarde. Ficamos nos entretendo naquele restaurante. Ainda t�nhamos um m�s de turn�. E a Luly cerca de um m�s e meio de vida, no m�ximo. Era triste pensar nisso.Depois que sa�mos do restaurante, as meninas foram para o hotel, e depois as levamos para o aeroporto. Nos despedimos e na despedida, entreguei o colar a . Ela me beijou, e se foi novamente.
/ narrando off*


Cap�tulo 23: sera esse o fim?


{n/a: vou dar uma resumida MASTER aqui, pe�o desculpas por isso, mas � o jeito}
/ narrando on*
Voltamos pra Hong Kong, a Luly parecia estar melhor dinovo. Mesmo com essa melhora aparente, as reca�das da Luly foram se tornando cada vez mais freq�entes, e aquele tempo de vida que o doutor estipulou, chegou ao fim. Com exatos 3 meses e meio ap�s eu ter vindo, a Luly partiu, mas desta vez, pra sempre. A doen�a j� tinha se espalhado, e se ela vivesse, sofreria as conseq��ncias disso e morreria de outra forma. Ao menos ela morreu sem sofrimento e dor, duas coisas que eu e todos os amigos e familiares dela sentimos com a partiu. Hoje, foi o enterro dela. Sai de l� totalmente desnorteada, sem saber pra onde ia. Com os olhos vermelhos e inchados de tanto chorar, minha vista at� estava emba�ada por isso. Eu andava sem rumo, estava sem ch�o. Ainda estava incr�dula sobre a morte da minha amiga, mesmo j� sabendo que isso iria acontecer muito antes do que todos queriam. Sai andando sem rumo, pela noite escura de Hong Kong. Reparei que n�o estou sozinha. Aquele cara que havia me seguido j� por duas vezes, estava atr�s de mim novamente. Tentei correr, mas minhas pernas n�o me obedeciam mais. Ele se aproximou r�pido e tapou minha respira��o com um pano, e logo depois eu apaguei.

/ narrando off* {n/a : vez da narradora, finalmente}
Com a ajuda de outros dois homens, a pegaram, colocaram em um carro e as levaram pra bem longe, um lugar onde n�o a achariam, uma cidade pr�xima a Dubai, na �ndia. Um lugar extremamente perigoso, devo dizer. {n/a: n�o sei se � perigoso, mas eu amo coisas internacionais, e um jeito de dar um �sentido� foi esse, ent�o relevem}. L�, ela fora colocaca em um quarto escuro e bem quente, e a �nica coisa que ela ouviu quando acordou foi: �exatamente isso queridinho , estamos com a sua .� Ap�s isso, ela berrou. Berrou por liberdade e por socorro. Nada. Parecia que ela estava distante de tudo. Mesmo assim, persistiu, continou berrando e berrando por ajuda, e a �nica coisa que recebeu em troca do homem que entra em �seu� quarto, � uma enorme pancada na cabe�a, fazendo-a apagar novamente.
No continente americano, onde estava..
Ap�s a liga��o, ele perdeu total sentido. Ele n�o sabia o que fazer, ent�o chorou, desesperadamente. O medo de perder a amada era enorme, ele n�o sabia o que fazer. Seria esse o fim de ?


The end.

pensaram que se livrariam de mim T�O f�cil? E com voces: Dreams Will Come True II, ser� que agora um sonho ser� realizado?
Clique aqui e confira :)

N/a: pois �, acabou. N�o foi um post bom como eu esperava, mas prometo posts melhores na Segunda parte. Pois �, ter� segunda parte :D
Agrade�o a todas que acompanham minha fic desde o come�o, e as novas leitoras tamb�m. Agrade�o as que procuram sempre ir no link e pedem mais, e principalmente as meninas do t�pico. Minha vontade de escrever aumenta a cada dia que eu entro naquele t�pico. Obrigada, de cora��o. Desculpa se a minha fic n�o agradou a algu�m, mas � imposs�vel agradar a todos sempre. Ao menos eu tentei (: n�o vou agradecer uma por uma pra n�o ficar s�culos aqui. Espero que tenham gostado e espero todas voc�s no t�pico da segunda parte quando eu fizer :D
boom, � isso..
passem no t�pico e me digam o que acharam, e o mantenham �upado� at� o come�o da dreams 2, por favor :D
beeijonas gatinhas do meu Brasil :) e coomenta ai embaixo.




Fic da Paty :)
Fic da Gabriela :)


Capitulo 22, explica��o: tipo, ela vai ter �vertigens� e era como se ela passasse mensagens pras pessoas sabe? Quando v�o morrer, algumas pessoas deixam �recados� pra ajudar outras, e o da Luly foi o do GPS =) 1
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