| A IDENTIDADE DO CRIST�O Por: jaime nunes Mendes Certo mission�rio entrou numa esta��o onde pegaria o trem. Percebendo que j� aproximava o hor�rio da partida, passou a caminhar rapidamente, e sem querer derrubou uma caixa na qual um cego vendia suas frutas. Sem se importar, o mission�rio continuou seu caminho. Contudo, quando dentro do trem, o Esp�rito Santo tocou profundamente em seu cora��o exigindo que ele voltasse e ajudasse ao cego. Em obedi�ncia � voz de Deus, o mission�rio voltou ao local, e amorosamente arrumou as frutas no seu devido lugar. Em seguida, pegou uma nota de cem d�lares entregou ao cego, que surpreso perguntou: - Mo�o, por acaso voc� � Jesus? Ao tomarmos conhecimentos dos ensinamentos de Cristo, notamos n�tida e claramente que a ess�ncia de seu minist�rio foi o amor. A maior prova disso foi o fato de ter ele morrido espontaneamente numa cruz por n�s. O amor de Cristo n�o teve limites. Na verdade, se tivesse sido poss�vel colocar, no topo da cruz de Cristo, uma frase ideal para o seu gesto, apenas esta serviria: ELE AMOU DEMAIS. Se a vida dele foi marcada pelo amor, n�o deve ser diferente a vida dos que dizem segu�-lo. Nada h� outro caminho para quem quer servir a Cristo sen�o pela trilha do amor. � somente mediante o amor que nos tornamos parecidos com Jesus. O que nos identifica como filhos de Deus n�o � o nome da igreja a que pertencemos, n�o o � cargo que possu�mos, n�o s�o os dons que temos, n�o s�o os nossos deveres religiosos, nem muito menos os nossos costumes aparentemente santos. O que realmente nos faz semelhantes a Cristo � o amor. Nada al�m do amor. Podemos falar l�nguas, profetizar, cantar maravilhosamente, operar milagres e sinais em nome Deus, realizar prod�gios pela f�, todavia, � s� por interm�dio do amor que somos verdadeiramente identificados como disc�pulos de Jesus Cristo. Veja o que diz a B�blia: �Aquele que n�o ama n�o conhece a Deus; porque Deus � amor� (I Jo. 4:8). Se algu�m n�o � guiado pelo amor de Cristo, tal pessoa, ainda que freq�ente religiosamente os cultos, mesmo que participe do corpo e do sangue de Cristo etc., tal pessoa permanece fora da vontade soberana de Deus: �Porque toda a lei se cumpre numa s� palavra, nesta: Amar�s ao teu pr�ximo como a ti mesmo� (Gl. 5:14). O amor �, sem d�vida, a lei suprema. Entre os c�us a terra n�o existe outra semelhante. Viol�-la � rejeitar a Palavra de Deus, � quebrar com o maior e mais perfeito dos mandamentos, � recusar-se a viver em harmonia com Deus e com o mundo por Ele criado. O amor foi o caminho pelo qual Jesus trilhou, e deve ser este o caminho que devemos prosseguir. Que assim seja. Am�m. ...VOLTAR |