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Quem matou Lanae, Adrian e Lisa ? Lenae Martinez(12 anos), Adrian Yeatts (15 anos) e Lisa Kosack(12 anos), tinham duas coisas em comum. PRIMEIRA: contra�ram leucemia. O tratamento: um programa intensivo de quimioterapia, junto com transfus�es de sangue. SEGUNDA: Eram "Testemunhas de Jeov�". Eles (com o apoio dos pais), recusaram o tratamento e morreram. O corpo governante Estes tr�s jovens s�o capa da revista DESPERTAI! (editada pelas Testemunhas), de 22 de maio de 1994, cujo tema �: Jovens Que COLOCARAM DEUS EM PRIMEIRO LUGAR. S�o vistos como m�rtires, quando, na verdade, estavam expressando sua lealdade � lideran�a das Testemunhas de Jeov�, composta, at� o presente momento (novembro/94), por 11 homens, conhecidos como CORPO GOVERNANTE, que vivem em sua sede mundial nos EUA. Afirmam ser o "canal de comunica��o" de Deus, segundo A SENTINELA (sua principal revista), de 01/09/1991, p.18, g 15. Dessa forma esses l�deres exercem um dom�nio espiritual e psicol�gico sobre os adeptos do movimento, que aprendem a n�o questionar nenhuma das suas orienta��es. Incertezas E Contradi��es Contudo, o que a maioria das Testemunhas desconhece � que n�o foram as transfus�es de sangue a �nica proibi��o m�dico-b�blica imposta pelos seus l�deres. Entre 1931-1952, as VACINAS foram proibidas. Segundo a revista THE GOLDEN AGE (atualmente conhecida como DESPERTAI!), de 4/2/1931, p. 293, a vacina��o "� uma viola��o direta do pacto perp�tuo que Deus fez com No�. (...) A lei da vacina��o n�o pode ser uma lei justa". Entre 1967-1980, proibiram os TRANSPLANTES DE �RG�OS: rim, cora��o, c�rnea, etc. A DESPERTAI!, 8/12/1968, p.22, declarou: "H� aqueles, como as testemunhas crist�s de Jeov�, que consideram todos os transplantes entre humanos como CANIBALISMO". E ainda pro�bem as TRANSFUS�ES DE SANGUE desde julho de 1945 (embora as Testemunhas existam historicamente desde 1870). Obedi�ncia irrestrita A influ�ncia que o Corpo Governante exerceu na decis�o desses jovens (e de seus pais), pode ser detectada na DESPERTAI! supracitada. Tanto Adrian como Lisa declararam que se recebessem sangue isso seria encarado como se estivessem sendo violentados ou molestados (pp.6 e 12). De fato, Lisa chegou a receber uma transfus�o de sangue (mesmo contra sua vontade, mas para o seu bem). Isso foi tachado como sendo "um tratamento insens�vel e cruel" (p.12). Diz a revista: "Ela detestou ver o sangue de outra pessoa entrar nela" (idem). Ela disse que se isso acontecesse de novo ela "resistiria e chutaria o suporte da bolsa de sangue e arrancaria a agulha do seu bra�o, n�o importa o quanto doesse, e faria furos na bolsa de sangue" (p.13). O que muitos talvez n�o saibam � que o Corpo Governante ensinou-os a responder e a agir daquela forma, colocando as palavras em suas bocas. As Testemunhas recebem mensalmente um boletim informativo chamado NOSSO MINIST�-RIO DO REINO. No de fevereiro de 1991, a transfus�o de sangue � chamada de "espiritualmente corrompedora" (p.3, g 3). Logo, a preocupa��o n�o � com o futuro quadro cl�nico da Testemunhas em decorr�ncia de uma transfus�o, mas com o que o Corpo Governante considera ser "espiritualmente corrompedor" (isto �, receber transfus�o levar� a Testemunha a ser eternamente destru�da por sua desobedi�ncia). Segundo outro boletim (setembro/1992), "os pais precisam estar firmemente decididos a recusar o sangue para si mesmos e para seus filhos, prezando sua rela��o com Jeov� mais do que qualquer alegado prolongamento da vida que envolva a transgress�o da lei divina. EST�O ENVOLVIDOS O FAVOR DE DEUS AGORA E A VIDA ETERNA NO F UTURO!" (p. 3, g3). Na p.5, g 15, afirma-se que um tratamento isento de sangue seria "melhor e mais seguro", pois "mant�m os filhos no favor do grande Deus da Vida, Jeov� Deus". Ainda no de fevereiro de 1991, o Corpo Governante alerta as Testemunhas para estarem atentas a certas perguntas capciosas feitas por m�dicos e ju�zes, uma vez que "nem sempre s�o feitas com boa f�" (p.6, g 29). Assim, caso o m�dico ou o juiz perguntasse: "O que lhe acontecer� se uma transfus�o for for�ada por mandado judicial? Ser� considerado respons�vel por isto?", a Testemunha deveria responder: "Se eu fosse for�ado, de uma forma ou de outra, a tomar sangue, isto seria, para mim, O MESMO QUE SER ESTUPRADO, Eu sofreria pelo resto da vida as conseq��ncias emocionais e espirituais desse ataque indesejado � minha pessoa. Resistiria com todas as minhas for�as a tal viola��o do meu corpo sem consentimento. Faria tudo ao meu alcance para processar meus agressores, assim como faria em caso de estupro" (p.6, g35). Conclui no par�grafo 36: "Deve-se transmitir a forte e v�vida impress�o de que uma transfus�o for�ada �, para n�s, uma repugnante viola��o do nosso corpo". Colih A servi�o do Corpo governante Morreram realmente estes jovens por colocarem Deus em primeiro lugar? De fato, n�o! Morreram porque a proibi��o da transfus�o de sangue foi imposta pelo Corpo Governante; que, ali�s, faz de tudo para que o grupo mantenha essa posi��o; tanto que, criou a COLIH (Comiss�o de Liga��o com Hospitais), com o prop�sito de manter um relacionamento com m�dicos e hospitais. Cada COLIH comp�e-se de anci�os (dirigentes das congrega��es das Testemunhas de Jeov�). No Brasil h� agora, segundo dados recentemente fornecidos pelos seus l�deres, 64 COLIHs, com 348 membros que servem a esse prop6sito. Em NOSSO MINIST�RIO DO REINO (setembro/ 1992, p.4, Q10) declara-se: "Que provis�es tem feito a organiza��o de Jeov� para ajud�-los a proteger seus filhos do sangue? Muitas.(...) Numa situa��o cr�tica, os anci�os talvez achem aconselh�vel providenciar uma vig�lia de 24 horas no hospital, de prefer�ncia constitu�da de um anci�o acompanhado de um dos pais do paciente, ou de outro membro achegado da fam�lia. Com freq��ncia, as transfus�es de sangue s�o dadas quando todos os parentes e amigos v�o para casa, � noite". Em resultado das investidas das COLIHs em diversos hospitais e cl�nicas, h� agora 1.365 m�dicos (n�meros fornecidos pela lideran�a em setembro de 1994) que cooperam com as Testemunhas de Jeov� (sem saber, provavelmente, do verdadeiro motivo que leva uma Testemunha a recusar a hemoterapia). E ainda citam que tr�s hospitais implantaram o Programa de Tratamento M�dico e Cir�rgico sem Sangue. Sufocando a liberdade de Consci�ncia Por mais espantoso que possa parecer, caso uma Testemunha exer�a a sua liberdade de consci�ncia aceitando ou mesmo doando sangue, ela dever� ser desassociada (excomungada) do grupo, e ningu�m mais poder� manter contato com tal pessoa, nem mesmo dirigindo-1he um simples "oi!". Essa quest�o foi tratada na revista A SENTINELA, 01/12/1961, pp.734-736, que declara: "Visto ser t�o s�rio absorver sangue no organismo humano por meio duma transfus�o, faria a viola��o das Sagradas Escrituras neste respeito que o dedicado e batizado, que recebesse uma transfus�o de sangue, ficasse sujeito � desassocia��o da parte da congrega��o crist�? As Escrituras Sagradas respondem que sim. (...) Esta � uma viola��o das ordens que Deus deu aos crist�os, cuja seriedade n�o deve ser menosprezada por ser considerada levianamente como CASO OPTATIVO DA CONSCI�NCIA DE CADA UM.(...) Se segundo a lei de Mois�s, que apresentou sombras de coisas vindouras, quem recebe uma transfus�o de sangue precisa ser cortado do povo de Deus pela excomunh�o ou desassocia��o.(...) Se (...) ele persiste em aceitar transfus�o de sangue ou em DOAR SANGUE para uso nesta esp�cie de tratamento em outros, ele mostra que realmente n�o se arrependeu, mas que se op�e deliberadamente aos requisitos de Deus. Visto que � um oponente rebelde e um exemplo infiel para os outros membros da congrega��o, ele precisa ser desassociado". M�dicos X Deus?! Ora, se receber e doar sangue s�o vistos como atos de rebeldia e infidelidade contra Deus, o que dizer dos m�dicos que ministram tais transfus�es? Estariam realmente eles se empenhando numa pr�tica "espiritualmente corrompedora"? Estariam eles, sujeitos como est�o, ao mandamento inilud�vel pelo Juramento de Hip�crates de salvar vidas, agindo contra a vontade de Deus? O Que podemos fazer ? J� est� na hora da sociedade como um todo dar um basta nesta situa��o. N�o podemos mais permitir que aconte�am casos como o de Sara Cyrenne (12 anos), de Ont�rio, Canad�. Seus pais recusaram a transfus�o de sangue, causando a morte da pequena Sara. Sua m�e declarou na SENTINELA, 15/8/1983, p.29: "N�s o fizemos, porque sab�amos que o que hav�amos feito era a coisa certa e que t�nhamos Jeov� Deus do nosso lado". Casos semelhantes t�m se repetido em v�rios estados brasileiros. AT� Quando? PERGUNTAMOS: Seria justo deixar o destino das crian�as indefesas nas m�os do Corpo Governante das Testemunhas de Jeov�? E o que dizer das vidas que foram ceifadas quando da proibi��o das VACINAS e dos TRANSPLANTES DE �RG�OS? Quem matou Lenae, Adrian, Lisa, Sara e tantos outros, ficar� sem puni��o? VOC� confiaria sua vida e de seus filhos nas m�os dos homens que dirigem este grupo religioso? Confiaria? PENSE NISSO! Por tudo isso e muito mais, n�s, crist�os evang�licos, repudiamos esse controle indevido e letal que o Corpo Governante exerce sobre as Testemunhas de Jeov�. Repudiamos, pois a B�blia diz: "N�o matar�s" (�xodo 20:13). E ainda: "Nisto conhecemos o amor, em que Cristo deu a sua vida por n�s; e devemos dar nossas vidas pelos irm�os." (I Jo�o 3:16). Disse Jesus: "Ningu�m tem maior amor do que este de dar algu�m a pr6pria vida em favor dos seus amigos." (Evangelho de Jo�o 15:13). Para maiores informa��es: CENTRO DE PESQUISAS RELIGIOSAS Caixa Postal 92.950 Doa��o de sangue, uma prova de amor ao pr�ximo ! |