Igreja Universal do Reino de Deus – o catolicismo disfar�ado

Pretendemos mostrar que as doutrinas da igreja Universal do "Reino de Deus" s�o doutrinas cat�licas, e que, portanto, ela � uma seita cat�lica romana. Para come�ar bastaria notarmos que o nome "cat�lico" e "universal" significam a mesma coisa; que o catolicismo tamb�m diz ser a sua institui��o, o universo do Reino de Deus sobre a terra; que ambas as "igreja" buscam o lucro, pois enquanto o catolicismo enfatiza as indulg�ncias e o pagamento dos sacramentos, a "universal" subordina as ben��es divinas ao dinheiro e cobram os objetos "ungidos".

Examinaremos com cuidado as semelhan�as dessas duas religi�es her�ticas que brigam entre si pelo lucro e pela explora��o do nosso povo sofrido.

Todos as cita��es referentes as doutrinas da "universal" ser�o feitas de sua pr�pria literatura.

O SACRIF�CIO DA MISSA.

O catolicismo cr� que o sacrif�cio de Cristo � repetido em cada missa. Diz o catolicismo que quando o padre consagra os elementos da missa, eles viram o corpo literal de Cristo e seu sangue, e que Cristo � imolado ou sacrificado OUTRA VEZ sobre o altar. Por este motivo, o p�o � chamado de H�stia que quer dizer "vitima de sacrif�cio ". A h�stia, segundo o enganoso catolicismo, seria Jesus morto ou sacrificado.

A "universal" tamb�m cr� na repeti��o do sacrif�cio de Cristo, pois tamb�m chama o p�o da ceia de h�stia: " O pastor Jorge Coelho, l�der da regi�o de campinas, convidou o povo para num ato de f� passar por uma cruz que se encontrava no centro do gin�sio e, logo ap�s, tomar a h�stia.. "( Revista Plenitude Ano IX, n�mero 54, 1991, p�g. 6 )

Na mesma p�gina citada acima, abaixo de uma foto, tem-se o titulo: "passagem pela cruz e a h6stia: Pr. Jorge explica o sentido da p�scoa".

A B�blia nega a repeti��o do sacrif�cio de Cristo, logo nega tamb�m a H�stia:

"Mas este (Jesus), Havendo oferecido UM �NICO sacrif�cio pelos pecados, ASSENTOU-SE PARA SEMPRE � DIREITA DE DEUS " (Hebreus 10: 12)

Hierarquia episcopal

Assim como no catolicismo h� a diferen�a entre o bispo e o padre, tamb�m na universal, h� a diferen�a entre o bispo e o pastor ou presb�tero. A B�blia, por�m mostra que bispo, presb�tero e pastor (Quem APASCENTA ) � a mesma fun��o.

Paulo diz aos Presb�teros ( Atos 20: 17 ) da igreja de �feso: "cuidai pois de v�s mesmo e de todo o rebanho sobre o qual o Esp�rito vos constituiu Bispos para pastoreardes a igreja de Deus... "(Atos 20: 28 )

�gua benta e rel�quias

Na igreja cat�lica, existem as "rel�quias ", ou objetos miraculosos. Na universal existe ora��o por roupas para que elas fiquem miraculosas. E ningu�m venha me citar que a roupa de Paulo curou ( Atos 19: 12 ), pois nesse caso, Paulo n�o orou pela roupa. Al�m do mais, n�o foi a roupa que curou, pois o que aconteceu foi que Deus naquela ocasi�o curou diretamente as pessoas, apenas Ele escolheu como momento de cura o momento do contato com a roupa de Paulo, para assim dar testemunho do apostolado deste ( II Cor. 12: 12 ).

Assim como no catolicismo, existe a �gua benta, tamb�m na universal existe a �gua orada que realiza a mesma "fun��o". O cat�lico pede ao padre para benzer a sua casa. Na universal acontece parecido: " As resid�ncias igualmente s�o ungidas..."( Revista PLENITUDE, ANO 54, 1991, p�g. 38 ).

A atribui��o de poderes a objetos � feiti�aria. A B�blia diz: "... e aos feiticeiros...a sua parte ser� no lago ardente de fogo e enxofre, que � a Segunda morte " (Apocalipse 21:8 )

A IGREJA E AS OBRAS PARA A SALVA��O.

O catolicismo cr� que a sua institui��o tem tarefa importante na salva��o do pecador, bem como as obras e penit�ncias deste para a universal � semelhante. Geralmente as pessoas da universal n�o atribuem a melhora de sua vida a Jesus, mas a "igreja" universal. Rosalina J. M. de Pietro d� o seu "testemunho" : "quanto comecei a freq�entar a igreja universal minha vida se transformou"

(Revista PLENITUDE, ANO IX, n�mero 54, 1991, pag. 39)

A B�blia ensina a salva��o s� em Jesus Cristo: "E em nenhum outro h� salva��o; porque debaixo do c�u nenhum outro nome h� dado entre os homens, em que devemos ser salvos'(Atos 4: 12).

A universal, como o catolicismo, ensina o homem a obter a gra�a de Deus atrav�s de obras e penit�ncias: "Ele v� um sacrificio da sua parte para salva sua familia, ent�o ele age em seu favor. N�o � f�cil, voc� chora, sofre, mas consegue" ( Revista PLENITUDE, ANO IX, n�mero 54, 1991, p�g. 46)

No seu livro "Orix�s, caboclos e guias - deuses ou dem�nios?", O "Bispo" Mac�do coloca a f� em Jesus apenas como uma das condi��es de liberta��o, dentre das outras. Como o catolicismo que enumera os DEZ MANDAMENTOS DA IGREJA, o Bispo Mac�do assim enumera os DEZ PASSOS PARA A LIBERTA��O ( como ele chama ) nas p�ginas 146 a 153:

  1. Aceitar de fato o senhor Jesus como �nico (?) salvador
  2. Participar das reuni�es de liberta��o
  3. Ser batizado
  4. Buscar o batismo com o Esp�rito Santo
  5. Andar em santidade
  6. Ler a B�blia diariamente
  7. Evitar m�s companhias
  8. Freq�entar reuni�es de membros
  9. Ser fiel nos d�zimos e nas ofertas
  10. Orar sem cessar e vigiar.

A B�blia aponta a salva��o s� pela f�: "porque pela gra�a sois salvos, por meio da f�; e isto n�o vem de v�s, � Dom de Deus: n�o vem das obras... "(Ef�sio 2: 8,9)

O USO DA CRUZ

A universal usa muito a cruz. Na B�blia, cruz � MALDI��O (G�latas 3 :13) e OPR�BRIO ( Hebreus 12: 2 ).

O uso da cruz tem origem no catolicismo, em rela��o a Cristandade, pois j� existia a cruz "tau" como s�mbolo pag�o, a cruz de Nero como s�mbolo de feiti�aria na idade m�dia, a cruz da foice e martelo apareceu como simbolo do comunismo.

O BATISMO NAS �GUAS COMO PARTE DA SALVA��O.

Para o catolicismo, � o batismo nas �guas que perdoa os pecados e regenera o pecador, logo sem o batismo n�o haveria salva��o. Para a universal � a mesma coisa.

Renato Maduro, respons�vel pela dire��o de oito reuni�es semanais na sede da universal no Rio de Janeiro, Diz no seu livro A DOSE MAIS FORTE:

"A morte da carne, do meu ego, pelo batismo nas �guas... " ( p.148) "matar o ego pela confiss�o dos pecados e pelo batismo... pois o batismo significa 'purifica��o de culpas e pecados '( p. 148 ) "O homem confessa suas culpas pelo batismo e recebe a justifica��o por Cristo, atrav�s de seu sacrif�cio na cruz do calv�rio... Assim fizemos e ele orou a Deus pedindo que nos tornasse novas criaturas a partir daquele batismo...e esse milagre aconteceu comigo " (p. 149 ) "Amigo, se � viciado, quero lhe garantir que sem a morte do corpo pecaminoso, pelo batismo, voc� jamais abandonar� o desejo das drogas... O batismo nas �guas � de vital import�ncia para que voc� receba uma for�a especial a fim de seguir a Jesus... "(p. 150)

A B�blia, por�m, diz que o batismo "...n�o � o despojamento da imund�cia da carne, mas a indaga��o de uma boa consci�ncia para com Deus... "( I Pedro 3: 21).

O ladr�o na cruz n�o se batizou, mas foi pela f� pra o para�so. A purifica��o dos nossos s� vem pelo sangue de Jesus: "... e o sangue de Jesus seu filho nos purifica de todo pecado " ( I Jo�o 1:7)

CONCLUS�O

Os membros da universal s�o cat�licos romanos, portanto, precisam ser evangelizados.

 

Texto extra�do do Jornal Trombeta de Si�o – Ano I – No. 5 – Nov. / 1997
Rua Pergentino Ferreira, 377
CEP 60.040-470 Fortaleza – CE
Editor Respons�vel – Pr. Glauco Barreira Magalh�es Filho

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