Ap�s Ter escrito minha apostila intitulada "Por que Jesus foi ao Inferno?", a qual obteve uma incr�vel receptividade por parte de meus irm�os evang�licos, fui confrontado com algumas perguntas que exigiam uma resposta definida. Tendo um esp�rito pesquisador e senso da verdade fiquei imensamente satisfeito com as indaga��es que me foram feitas, pois me impulsionaram a mergulhar nos des�gnios divinos at� onde a gra�a de Deus me permitiu, com a finalidade de esclarecer os amantes da verdade . Nesta apostila, portanto, transcreverei as indaga��es a mim feitas, bem como as respostas.

Que Deus seja glorificado ao dar atrav�s de mim o conhecimento correto a seus filhos, apesar de que eu me sinta o mais indigno de seus servos.

Lembran�a

Na minha apostila intitulada "Por que Jesus foi ao Inferno?" foi provado pela B�blia que Jesus foi em seu esp�rito humano ao inferno no intervalo de tempo compreendido entre sua morte e ressurrei��o. Eu tamb�m mostro que Jesus n�o foi ao inferno para pregar, mas simplesmente para entrar e sair, dando assim prova de sua superioridade sobre as portas infernais, e desta forma, garantindo a n�s, atrav�s de um sinal, que Ele � poderoso para nos guardar da condena��o. Jesus tamb�m n�o foi ao inferno para sofrer como mostro com provas abundantes.

Vamos agora para a indaga��es.

Hist�ria da Igreja

Algumas pessoas procuram negar que Cristo tenha ido ao inferno e para isso afirmam que os antigos crist�os n�o falavam sobre esse assunto. O pastor Ricardo Gondim defende a id�ia de que os primitivos crist�os eram omissos nesse assunto : "No credo de Atan�sio consta esta declara��o que ele desceu ao inferno. Entretanto, n�o h� qualquer refer�ncia a descida de Jesus ao inferno em nenhum dos conc�lios da igreja anteriores ao Conc�lio de Nic�ia (325 AD). Esta express�o tamb�m n�o aparece no Conc�lio de Constantinopla (381 AD), e mesmo quando tardiamente passa a constar no credo de Atan�sio, diz DESCENDIT AD INFERNOS, que originalmente significa que Ele desceu ao submundo. Podemos dizer que os nossos pecados enviaram Cristo ao inferno, n�o a um lugar e sim, estado de sofrimento. O que Ele passou aqui na terra, culminando com sua morte e sepultura, foi verdadeiramente um inferno..."( O EVANGELHO DA NOVA ERA, pg. 80).

Ser� que isto � verdade? Creio que n�o. Vejamos em itens:

O primeiro Credo a declarar que Jesus desceu ao inferno, n�o o Credo redigido por um vulto designado, mas sim, foi o chamado CREDO APOST�LICO. Esse credo apareceu aproximadamente no s�culo II. Alguns dizem que ele foi escrito diretamente pelos ap�stolos e outros que estes apenas aprovaram, mas o fato � que ele era reconhecido como subst�ncia da f� Crist�.

A ida de Cristo ao inferno n�o pode ser o seu estado de sofrimento da cruz, pois o Credo APOST�LICO falava da ida de Cristo ao inferno depois do seu sepultamento ("...foi crucificado, morto, e sepultado. Desceu as regi�es infernais...").

O fato de "inferno" significar "submundo" ou "lugar inferior" exatamente porque nele o homem est� mais distante de Deus do que quando ainda estava na terra.

O Reformador Jo�o Calvino falou sobre os PAIS DA IGREJA : "ningu�m h� dos Patr�cios que n�o registre em seus escritos a descida de Cristo �s regi�es infernais..."(AS INSTITUTAS, Vol. II ).

Para�so

Alguns dizem que Jesus n�o foi ao inferno depois da sua morte porque disse ao malfeitor convertido que estaria com ele ap�s a morte, no para�so (Lucas 23 :43). Ora, nada impede que Cristo tenha ido ao para�so e depois ao inferno.

Sem Sofrimento

Alguns n�o conseguem entender a minha a afirma��o de que Cristo tivesse ido ao inferno sem, no entanto, sofrer l�.

A B�blia mostra que no c�u existem subdivis�es. No c�u existem "muitas moradas"(Jo�o 14:2). O apocalipse fala das almas dos m�rtires que foram vistas debaixo do altar do Templo celestial (Apocalipse 6:9), fala do santu�rio celestial e da santa cidade. Elias foi levado ao c�u em corpo f�sico (II Reis 2:11) e o corpo de Mois�s tamb�m foi levado ao c�u para se unir ao seu esp�rito (Judas 9), dai ambos terem aparecido em corpo no monte da transfigura��o. Ora, eles n�o podem estar em um setor do c�u onde a gl�ria de Deus seja plena, pois seus corpos mortais n�o resistiriam, antes eles ter�o que aparecer na terra na grande tribula��o para morrer e ressuscitar em novo corpo e assim herdar a plena gl�ria (Apocalipse 11 : 4-12), pois O corpo mortal n�o pode herdar a vis�o beat�fica (I Cor�ntios 15:50).

Da mesma maneira que no c�u, no inferno existem setores. O local onde se encontram os dem�nios � o "T�rtaros"(Grego) conforme II Pedro 2:4. O local dos �mpios, segundo o antigo testamento , o ABADOM.

Se no c�u h� um setor onde n�o se tem a plena vis�o beat�fica, pois como dissemos Mois�s e Elias se encontram nele, tamb�m � razo�vel que exista um setor no inferno onde Cristo poderia ter entrado, sem que l� o tormento o alcan�asse. Mois�s e Elias s�o vistos isoladamente de outros na presen�a de Deus (Apocalipse 11:4) e Cristo entrou num setor do inferno onde os outros que l� estavam n�o o perceberam, isto �, os outros que estavam no inferno, mas n�o no setor em que Cristo entrou. Paulo, por exemplo, sabia tanto que havia setor no c�u que ele poderia entrar com corpo mortal, que ele admitiu a possibilidade de Ter sido arrebatado ao c�u em corpo (II Cor�ntios 12:3).

A presen�a de Deus

Cristo na cruz aniquilou com os nossos pecados ( Hebreu 9:26), donde se conclui que seu esp�rito que saiu de seu corpo ap�s a sua morte n�o trazia sobre si os nossos pecados, mas antes estava "justificado"(I Tim�teo 3:16). Partindo dessas afirma��es algu�m perguntou a mim se Cristo n�o morreu espiritualmente ao entrar no inferno, pois como algu�m portaria comunh�o com Deus no inferno?

� pergunta formulada eu poderia suscitar uma outra pergunta: " Como Mois�s e Elias poderiam entrar no c�u sem usufruir da plena gl�ria de Deus?". No entanto, vamos responder a pergunta com respostas positivas. Em primeiro lugar conv�m dizer uma coisa que assusta alguns : Deus est� presente no inferno, apenas a sua presen�a n�o � sentida l� . Isto � obvio, pois Deus � onisciente e onipotente. Deus n�o supervisiona apenas o c�u e a terra, mas tamb�m o inferno. � pelo seu poder que algu�m � lan�ado no inferno( Mateus 10:28). Davi disse : "Se subir ao c�u, tu a� est�s; se fizer no inferno a minha cama, eis que tu ali est�s tamb�m"(Salmo 139:8).

Ora, a presen�a de Deus no inferno que n�o se revela aos �mpios que l� est�o, foi revelada a Cristo no inferno, pois ele era justo, de modo que ele n�o morreu espiritualmente.

O inferno � o local e um estado. Jesus entrou no inferno-local, mas n�o experimentou l� o inferno-estado. Isso pode ser ilustrado com o batismo de Jo�o Batista: Era um batismo em �gua (local) e uma demonstra��o de arrependimento (estado). Jesus foi batizado por Jo�o com refer�ncia ao local (�gua), mas n�o com refer�ncia ao estado(arrependimento), pois n�o tinha de que arrepender-se.

Situa��o do inferno

Alguns dizem que pelo fato de Jesus ser Deus, a sua entrada no inferno- transformaria este em c�u. Vejamos tr�s respostas a este argumento:

Como j� dissemos, uma coisa � a presen�a de Deus estar no inferno, outra � ela ser sentida.

Tamb�m j� falamos que Jesus entrou em um setor do inferno somente.

Por �ltimo conv�m lembrar que n�o foi o Esp�rito Divino de Jesus que entrou no inferno, mas seu esp�rito humano, pois como Deus ele n�o precisava vencer as portas do inferno que ele mesmo havia posto, da� a B�blia dizer que foi como homem exaltado que Jesus foi proclamado Senhor do c�u, da terra e at� do inferno (Filipenses 2:9,10).

AP�NDICE (I )

Algumas pessoas t�m dito que a palavra hebraica "sheol", a qual aparece traduzida na maioria das vezes por "inferno", � uma palavra que designa no antigo testamento um lugar n�o apenas de tormentos, mas tamb�m um lugar que tinha recinto de consola��o para os justos. Segundo estes, portanto, os mortos iam todos para um mesmo lugar espiritual (SHEOL), isto �, tanto justos como injustos. Para os hereges que defendem essa tese, Jesus teria ido ao "inferno" para tirar de l� os justos e lev�-los aos c�us, depois da�, somente os injustos ficariam indo ao inferno depois da morte.

A falsa teoria, acima descrita, se apoia em textos b�blicos onde os justos incomodados pela vida terrena, desejaram ir ao SHEOL, embora os tradutores a�, n�o traduziram SHEOL por INFERNO, mas por SEPULTURA. Vamos a refuta��o da heresia :

Quando a B�blia fala em SHEOL, este pode Ter um dos seus dois sentidos : o material ou o espiritual.

SHEOL significa "lugar dos mortos" .Ora, todos sabemos que h� dois tipos de morte: a f�sica (o corpo perde o f�lego de vida) e a espiritual (o esp�rito humano perde a presen�a de Deus). Sendo assim, haver� um lugar onde se p�e os mortos f�sicos: sepultura, pir�mides, o fundo do mar, o ventre de um animal que tenha devorado um ser humano, etc.; e o lugar onde p�e os mortos espirituais : o inferno.

Algumas pessoas tem dito que n�o aceitam que SHEOL possa significar sepultura em decorr�ncia de haver uma palavra pr�pria para sepultura no hebraico, no caso a palavra "Queber". Isso no entanto n�o quer dizer nada, pois o que dizemos � que SHEOL � o lugar dos mortos, onde no caso de morte f�sica, pode ser a sepultura ou qualquer outra coisa que receba o corpo de um morto, at� mesmo o ventre de um animal devorador.

A B�blia, por�m, fala de um sheol espiritual para onde s� v�o os �mpios, e nunca os justos. Sobre isso, diz Hormer Duncan: "Em diversos casos � verdade que "sheol" foi traduzido para "inferno" quando devia Ter sido traduzido para "sepultura" (na vers�o King James). Entretanto, nos outros casos, o contexto e a maneira como a palavra "sheol" foi usada na senten�a, indicam claramente que se refere a um lugar de castigo e n�o simplesmente a "sepultura" (TESTEMUNHAS DE JEOV� ?!, pg.45, IMPRENSA BATISTA REGULAR).

Refutando aos que s� conheciam ao SHEOL o sentido de sepultura, disse Jo�o Calvino : "O que argumentam quanto ao sentido do texto, concedo ser verdadeiro: n�o raro se toma o INFERNO por SEPULTURA, mas duas raz�es se lhe contrap�em..."(AS INSTITUTAS ).

Portanto, quando falamos em SHEOL espiritual e depois dag morte, estamos falando de um lugar apenas de tormento e que nunca recebeu um justo, a n�o ser Jesus, que l� entrou como vitorioso para depois sair. A B�blia mostra que somente os �mpios ir�o para o SHEOL-INFERNO : Salmo 9:17; Prov�rbios 7:27; Prov�rbio 9:18; Isa�as 14:15; Salmo 86:13. O SHEOL-INFERNO � um lugar de fogo e ira (Deuteron�mio 32:22), bem como de ang�stia (Salmo 116:3; Lucas 16:23,24). Os justos do antigo testamento n�o iam ao SHEOL-INFERNO (Prov�rbio 23:14), mas o Seio de Abra�o (Lucas 16:22) que era um local celestial (Prov�rbios 15 :24) e oposto ao inferno (Mateus 11 :23).

Jesus n�o foi ao inferno para tirar os justos de l� , pois estes nunca estiveram l� . Al�m do mais, se Jesus tivesse ido l� no inferno para tirar os justos, levando-os ent�o ao para�so, ter�amos que afirmar que ele primeiro foi ao inferno e depois ao Para�so de onde ele teria sa�do para a ressurrei��o. Isso levaria a B�blia a uma contradi��o, pois esta ensina que primeiro Jesus foi ao Para�so (Lucas 23 :43) e depois � que ele foi ao inferno de onde saiu para a ressurrei��o (Romanos 10:17; Atos 2:31,32).

O vers�culo que diz que Jesus foi para levar cativo o cativeiro (Ef�sios 4:8,9) n�o se refere do seio de Abra�o de dentro do inferno. Primeiro, porque o Seio de Abra�o, em sendo um lugar de consola��o (Lucas 16:25), n�o pode jamais ser chamado de "cativeiro". Segundo, porque o cativeiro ou escurid�o a qual Jesus nos livrou � a escurid�o do medo da morte. Jesus foi ao inferno para sair de l� em seguida, dando provas de seu poder sobre a condena��o de nossos pecados. Isso nos d� a seguran�a de que o inferno n�o pode nos tragar ap�s a morte, pois estamos seguros em Cristo, o que nos livra do cativeiro do medo: "e livrasse todos aqueles que, com medo da morte, estavam por toda a vida sujeitos � escravid�o ." (Hebreus 2:15).

Uma prova que o Seio de Abra�o n�o se localizava dentro do inferno, � o fato de que os que morrem s�o levados para l� pelos anjos, o que importa em SUBIDA (Lucas 16:22). J� os que v�o para o inferno ap�s a morte, estes n�o precisam de anjos, pois eles DESCEM sob o peso de seus pecados (Lucas 16:22,23).

Concluamos com as palavras do grande Reformador Jo�o Calvino : "Outro interpretam diferentemente que Cristo haja descido �s almas dos patriarcas que haviam morrido sob a lei, para que lhes levasse a proclama��o da reden��o consumada e as livrasse do c�rcere onde mantinham encerradas. E para isto, invocam, indevidamente os testemunhos do Salmo : 'porque haver� de quebrar as portas de bronze e as trancas de ferro'(Salmo 107:16). De igual forma, de Zacarias : 'que os cativos haver� de remir do po�o em que havia �gua' (Zacarias 9:11). Como, por�m, o Salmo prediga os livramentos daqueles que, cativos em regi�es long�nquas, est�o confinados em cadeias, Zacarias, por�m, compara a calamidade babil�nica a um po�o ou abismo profundo e seco em que o povo havia sido lan�ado e ao mesmo tempo, ensine que a salva��o de toda a igreja � a sa�da das profundezas interiores, n�o sei como haja acontecido que a posteridade imaginasse existir um lugar subterr�neo a que pespegou o nome de LIMBO. Mas, a despeito de que esta f�bula tem grandes autores e � hoje, tamb�m seriamente defendida por muitos como a verdade, entretanto, nada � sen�o f�bula. Ora, encerrar as almas dos mortos em um c�rcere � pueril...". (INSTITUTAS)

AP�NDICE (II )

J� vimos que h� um "sheol" material (sepultura) e um "sheol" espiritual ( inferno ). Isto � perfeitamente l�gico, pois tamb�m h� um c�u-material (firmamento) e um c�u-espiritual (Para�so).

N�s constatamos que o Seio de Abra�o ( local onde ficava, as almas juntas no Antigo Testamento ) n�o era um setor dentro do inferno. A B�blia que L�zaro foi para o Seio de Abra�o (Lucas 16:22), enquanto diz que ao mesmo tempo o rico foi para o INFERNO ou HADES (Lucas 16:23) .Ora, se o Seio de Abra�o se localizasse no inferno, a B�blia tinha que dizer n�o que o rico foi para o inferno, mas sim, que ele foi para o setor de condena��o do inferno, j� que havia outro setor de consola��o. A B�blia no entanto, op�e o inferno ao Seio de Abra�o, n�o p�e este dentro daquele.

Alguns tem dito que o Seio de Abra�o n�o era um local celestial, afirmando que entre este e o lugar de tormentos havia um grande abismo (Lucas 16:26) e n�o a TERRA. Ora, o c�u-para�so e o inferno s�o lugares de dimens�o espiritual e jamais se poderia dizer que uma dimens�o f�sica (a Terra] se interp�e visivelmente entre eles.

Alguns dizem que o Seio de Abra�o n�o era celestial porque L�zaro e Abra�o foram vistos pelo rico que estava no local de tormentos. Os que assim argumentam n�o entendem que esta vis�o � uma parte da condena��o do �mpios: "Ali haver� choro e ranger de dentes quando virdes Abra�o, Isaque e Jac� e todos os profetas no reino de Deus, e v�s lan�ados fora" (Lucas 13 :28).

Quanto a quest�o abordada no par�grafo anterior conv�m lembrar que a vis�o foi "de longe"(Lucas 16:23). Aqui importa lembrar as seguinte observa��es :

N�o � dito que L�zaro tenha visto o inferno, mas que o rico no inferno viu a L�zaro.

Abra�o tamb�m n�o viu o rico, mas apenas o ouviu. Deus permitiu a Abra�o ouvir ao rico, porque em sendo ele um l�der no lugar de consola��o (Seio de Abra�o ), importava a ele explicar aos condenados a sua condi��o condenat�ria (Lucas 16:24-31).

Os hereges t�m tamb�m argumentado que o Seio de Abra�o n�o era o c�u, pois se o fosse dizem eles, deveria ser chamado de Seio de Jesus Cristo. Ora, o lugar de consola��o estava sob a lideran�a de Abra�o apenas at� a vit�ria de Cristo. A promessa fora feita a Abra�o at� que Cristo viesse : "Ora, a Abra�o e a seu descendente foram feitas as promessas", n�o diz : "e a seu descendente", como falando de muitos, mas como de um s� : "e a teu descendente, que � Cristo" (G�latas 3 :16 ).

Observa��es importantes

As tradu��es da B�blia que s�o mais antigas e ortodoxas, traduzem SHEOL por "sepultura" ou "inferno", conforme se refira ao t�mulo dos corpos ou ao local de tormento das almas �mpias. No entanto, aqueles que defendem que o SHEOL era um �nico lugar, de car�ter espiritual, que recebia no Antigo Testamento tanto os justo quanto a injustos, escolheram uma tradu��o para defender seus interesses. No Brasil, estes hereges se apoiam na VERS�O REVISADA ( DE ACORDO COM OS MELHORES TEXTOS EM HEBRAICO E GREGO) da Imprensa B�blica Brasileira. Esta tradu��o usa o pr�prio original SHEOL, sem traduzi-lo por "sepultura" ou "inferno". Os hereges costumam us�-la para mostrar que havia um tipo de

SHEOL. Todavia esta vers�o deu um "escorrego", provando que a heresia n�o pode ser sustentada. O "escorrego" foi que esta tradu��o traduziu SHEOL por sepultura em J� 7:9.

Para os chamados "Pais da Igreja" ou Antigos Doutores da Igreja", o SEIO DE ABRA�O era um local CELESTIAL e nunca dentro do inferno ou em baixo. Para provar isso, citarei apenas um escrito de S. Agostinho (S�c. IV ) : "...Ou ainda, ele est� a gozar AS ALEGRIAS DO C�U no SEIO DE ABRA�O, ou est� reduzido a desejar uma gota de �gua no meio das chamas eternas (Lucas 16:22)." (IN EPISTOLAM IOANNIS AD PARTMOS, TRACTATUS DECEM, X , 9).

Rev. Glauco Barreira Magalh�es Filho

Artigo do Jornal Trombeta de Si�o
Ano I n.� 6
Rua Pergentino Ferreira 377
Bairro de F�tima
CEP 60.040-470
Fortaleza – CE
Editor – Pr. Glauco Magalh�es

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